Existe uma lei que todos aprendemos na escola primária que diz que não existe efeito sem causa. Lá em 2003, quando assumiu a presidência da república, Lula resolveu iniciar a sua revolucionária tática de guerrilha para se perpetuar no poder. Imaginava o néscio, que aparelhando o Estado, poderia mantê-lo sob seu jugo. Não adiantou a chiadeira geral de que estava destruindo instituições sérias, enterrando anos de trabalho, dedicação, pesquisa e conquista em diferentes áreas de conhecimento avançado. Como nunca estudou, e não o fez não foi porque não pode ou porque era pobre, foi porque era e ainda é um preguiçoso endêmico, Vicentinho aí está para desmentí-lo em todas as letras, nunca leu um livro porque pensa que sabe tudo quando não sabe é de nada, como sempre diz quando o escândalo explode na sala ao lado, entendeu que substituindo técnicos renomados por sindicalistas mal formados, ele manteria sobre o aparelho estatal um poder e controle totais e absolutos. Ou seja, quando o país inteiro suporta um carga de 40 % sobre o rendimento do trabalho e total da produção como tributação, sem que receba em troca os serviços a quem têm direito com um mínimo de decência, o Lula resolveu o problema, e curou todos os nossos males: decretou ao funcionalismo que não mais precisam trabalhar, sem que precisassem se retirar de seus cargos e sem perda de vencimentos e os penduricalhos decorrentes. Fim do serviço público. A diferença é que o produto da arrecadação, que serviria justamente para pagar os serviços não foi nem devolvida nem reduzida. A obrigação do governo de fazer sumiu, mas não a nossa obrigação de pagar por aquilo que nos é sonegado. Então ninguém pode reclamar do que não existe. Porque também se deve acrescentar, que o sujeito que não tem a menor formação técnica e competência para exercer um determinado trabalho, estando investido neste cargo, recebendo integralmente os salários, não se espera que ele vá trabalhar por diletantismo, vai é deitar e rolar na gincana com dinheiro público, endossada e patrocinada pelo patrão.
Quando o Sr. Lula fez o que fez com o Congresso Nacional na história do mensalão, e depois abençoou a todos com a impunidade, convidou os ditos representantes do povo a locupletarem-se numa farra gigantesca e sem pudor. Resultado da lambança: vivemos o período mais caótico, mais promíscuo em toda a nossa história republicana, que poderá resultar numa perigosa e tenebrosa instabilidade institucional. Não há dia, que num canto qualquer do governo federal, que não estoure um escândalo de corrupção. O Lula da Silva está por seu atos cada dia mais degradantes, enterrando de vez o sonho desta nação um dia se tornar uma nação séria. Daí porque sua fala: “é mais fácil governar prá pobre, por que pobre não reclama”. Presidente, dê-se o respeito, pobre vai reclamar prá quem, cara pálida ? Para o governo que o explora, que o escraviza, que o intimida, que o chantageia, que o submete ao assistencialismo demagógico e indecente, que o submete à humilhação e ao constrangimento, que o assalta sem piedade, que o explora de maneira aviltante, que o faz indigente diante de um governo inconseqüente e corrupto, tanto quanto paquidérmico e omisso? Presidente, para governar para pobre basta ser honesto e trabalhador sem precisar ser pobre de espírito. Então, por favor, sem mentiras, sem enrolações, responda-nos: e se o povo reclamar, presidente, o senhor vai fazer o quê, se Vossa Excelência se enrola até para comprar um simples rolo de papel higiênico ? Se após tres anos e meio vossa excelência não se dignou implantar um só projeto digno do nome, e sem ser sequência dos governos anteriores ou deles clonados escandalosamente ? Dia após dia não há setor deste governo fajuto em que não apareçam irregularidades em licitações, pagamentos irregulares, superfaturamento, além do escandaloso, indecente e imoral uso da máquina pública em favor de reles interesses partidários, além de favorecimentos ilícitos aos amigos do rei! Tudo isto consentido permissivamente pelo seu PT que se adonou do poder como um ladrão se adona do doce de uma criança. E se tal não bastasse, alia-se, interna e externamente, num deboche vergonhoso com a nação, ao que de mais autoritário existe, como companheiro Fidel, e ao que há de mais bolerento feito Hugo Chavez e Evo Morales , e internamente consente em conviver na sala com bandoleiros ilegais como Bruno Maranhão e Pedro Stedile, alcançando-os com generosas doações para que todos eles rasguem de forma acintosa a lei, a ordem, a constituição. E este mesmo Stédile que tem, por absoluta ignorância e total aptidão ao crime, além de completa aversão ao progresso e bem estar da sociedade, tem depredado, roubado, assaltado propriedade produtivas construídas com sacrifício, trabalho e honestidade, e cujo resultado tem sido a expulsão de brasileiros do Brasil. E antes que o senhor extermine com p estado de direito e democrático vigentes no Brasil, quero lembrá-lo que, sua insistência em não atender o juramento de posse, de cumprir e fazer cumprir a constituição, poderá resultar em dissabores no futuros, pois não entenda nossa aparente reação fria de indignação nem como consenção a perputuação de desmandos, nem tampouco por lhe parecermos idiotas e imbecis. Acredite, Sr. Presidente, demore o tempo que demorar, enxovalhe o quanto quiser o Brasil perante o restante do mundo, cedo ou tarde o seu trono real real, não por obra de nossa reação, ruinará e apodrecerá por estar infestado de ratasanas e cupins.
E para encerrar, saiba de uma vez por todas, se o país está mal por causa da elite como o senhor destemperadamente esbraveja mundo afora, a elite aqui neste país tem nome, sobrenome, CPF e RG, nasceu de mãe analfabeta, veio do nordeste, trabalhou como metalúrgico, foi sindicalista, militante político, e político. Depois, e faz 20 anos, entendeu que não mais precisava trabalhar e parou. Por preguiça resolveu também não estudar e acabou por não se formar em coisa alguma. Por ficar 32 dias preso por promover badernas e arruaças no ABC paulista, foi abrilhantado com uma aposentadoria - ditadura que lhe rende insignificantes R$ 4.200, 00 por mês, mas assim como teve sensibilidade para reclamar de um direito previsto em uma lei criada e que não lhe dizia respeito, desatende as necessidades dos demais aposentados com valores mensais tão ridículos quanto insignificantes e nem sequer teve decência para promover-lhes um aumento mínimo que fosse, apesar de ter elevado os vencimentos do funcionalismo público ilegalmente, onde encontram-se devidamente encostados os sindicalistas companheiros, patrocinadores da indigência dos serviços pagos e não atendidos, apesar do alerta do Poder Judiciário, por entender que a lei foi feita apenas para outros cumprirem.
Mesmo com tamanha ociosidade, conseguiu formar um patrimônio inacessível para qualquer trabalhador normal deste país, composto entre outras coisas, de três apartamentos, sendo um para descansar à beira mar, porque não fazer nada também cansa. Em sua última declaração de bens ao TSE, confessou ter aproximadamente 900,0 mil reais em aplicações financeiras a maior parte investida em empresas estatais, sendo que 50% deste montante são formados por rendimentos obtidos no curto espaço de tempo de três anos.
A elite brasileira está aqui, residente e domiciliada no Brasil. Ela atende pelo pomposo nome real de Luis Ignácio Lula Silva. É, presidente, antes ser velho do que ser velhaco, como bem proclamou o filósofo Itamar. E tome baile regado à bolsa família, porque o senhor é nosso rei, e nenhuma miséria nos faltará. Amém.
Quando o Sr. Lula fez o que fez com o Congresso Nacional na história do mensalão, e depois abençoou a todos com a impunidade, convidou os ditos representantes do povo a locupletarem-se numa farra gigantesca e sem pudor. Resultado da lambança: vivemos o período mais caótico, mais promíscuo em toda a nossa história republicana, que poderá resultar numa perigosa e tenebrosa instabilidade institucional. Não há dia, que num canto qualquer do governo federal, que não estoure um escândalo de corrupção. O Lula da Silva está por seu atos cada dia mais degradantes, enterrando de vez o sonho desta nação um dia se tornar uma nação séria. Daí porque sua fala: “é mais fácil governar prá pobre, por que pobre não reclama”. Presidente, dê-se o respeito, pobre vai reclamar prá quem, cara pálida ? Para o governo que o explora, que o escraviza, que o intimida, que o chantageia, que o submete ao assistencialismo demagógico e indecente, que o submete à humilhação e ao constrangimento, que o assalta sem piedade, que o explora de maneira aviltante, que o faz indigente diante de um governo inconseqüente e corrupto, tanto quanto paquidérmico e omisso? Presidente, para governar para pobre basta ser honesto e trabalhador sem precisar ser pobre de espírito. Então, por favor, sem mentiras, sem enrolações, responda-nos: e se o povo reclamar, presidente, o senhor vai fazer o quê, se Vossa Excelência se enrola até para comprar um simples rolo de papel higiênico ? Se após tres anos e meio vossa excelência não se dignou implantar um só projeto digno do nome, e sem ser sequência dos governos anteriores ou deles clonados escandalosamente ? Dia após dia não há setor deste governo fajuto em que não apareçam irregularidades em licitações, pagamentos irregulares, superfaturamento, além do escandaloso, indecente e imoral uso da máquina pública em favor de reles interesses partidários, além de favorecimentos ilícitos aos amigos do rei! Tudo isto consentido permissivamente pelo seu PT que se adonou do poder como um ladrão se adona do doce de uma criança. E se tal não bastasse, alia-se, interna e externamente, num deboche vergonhoso com a nação, ao que de mais autoritário existe, como companheiro Fidel, e ao que há de mais bolerento feito Hugo Chavez e Evo Morales , e internamente consente em conviver na sala com bandoleiros ilegais como Bruno Maranhão e Pedro Stedile, alcançando-os com generosas doações para que todos eles rasguem de forma acintosa a lei, a ordem, a constituição. E este mesmo Stédile que tem, por absoluta ignorância e total aptidão ao crime, além de completa aversão ao progresso e bem estar da sociedade, tem depredado, roubado, assaltado propriedade produtivas construídas com sacrifício, trabalho e honestidade, e cujo resultado tem sido a expulsão de brasileiros do Brasil. E antes que o senhor extermine com p estado de direito e democrático vigentes no Brasil, quero lembrá-lo que, sua insistência em não atender o juramento de posse, de cumprir e fazer cumprir a constituição, poderá resultar em dissabores no futuros, pois não entenda nossa aparente reação fria de indignação nem como consenção a perputuação de desmandos, nem tampouco por lhe parecermos idiotas e imbecis. Acredite, Sr. Presidente, demore o tempo que demorar, enxovalhe o quanto quiser o Brasil perante o restante do mundo, cedo ou tarde o seu trono real real, não por obra de nossa reação, ruinará e apodrecerá por estar infestado de ratasanas e cupins.
E para encerrar, saiba de uma vez por todas, se o país está mal por causa da elite como o senhor destemperadamente esbraveja mundo afora, a elite aqui neste país tem nome, sobrenome, CPF e RG, nasceu de mãe analfabeta, veio do nordeste, trabalhou como metalúrgico, foi sindicalista, militante político, e político. Depois, e faz 20 anos, entendeu que não mais precisava trabalhar e parou. Por preguiça resolveu também não estudar e acabou por não se formar em coisa alguma. Por ficar 32 dias preso por promover badernas e arruaças no ABC paulista, foi abrilhantado com uma aposentadoria - ditadura que lhe rende insignificantes R$ 4.200, 00 por mês, mas assim como teve sensibilidade para reclamar de um direito previsto em uma lei criada e que não lhe dizia respeito, desatende as necessidades dos demais aposentados com valores mensais tão ridículos quanto insignificantes e nem sequer teve decência para promover-lhes um aumento mínimo que fosse, apesar de ter elevado os vencimentos do funcionalismo público ilegalmente, onde encontram-se devidamente encostados os sindicalistas companheiros, patrocinadores da indigência dos serviços pagos e não atendidos, apesar do alerta do Poder Judiciário, por entender que a lei foi feita apenas para outros cumprirem.
Mesmo com tamanha ociosidade, conseguiu formar um patrimônio inacessível para qualquer trabalhador normal deste país, composto entre outras coisas, de três apartamentos, sendo um para descansar à beira mar, porque não fazer nada também cansa. Em sua última declaração de bens ao TSE, confessou ter aproximadamente 900,0 mil reais em aplicações financeiras a maior parte investida em empresas estatais, sendo que 50% deste montante são formados por rendimentos obtidos no curto espaço de tempo de três anos.
A elite brasileira está aqui, residente e domiciliada no Brasil. Ela atende pelo pomposo nome real de Luis Ignácio Lula Silva. É, presidente, antes ser velho do que ser velhaco, como bem proclamou o filósofo Itamar. E tome baile regado à bolsa família, porque o senhor é nosso rei, e nenhuma miséria nos faltará. Amém.