Adelson Elias Vasconcellos
É claro que Cuba ainda não se livrará da ditadura, é claro que as múmias mentecaptas do comunismo facínora ainda tentarão sobreviver por algum tempo naquele pedaço do mundo. O tirano que explodiu para os cubanos como libertador, ironia do destino, tornou-se tão ditador quanto aqueles a quem jurou derrubar e livrar o povo cubano.
Mas o tempo é implacável para com esta laia de decrépitos. Cedo ou tarde ele os subjuga e os joga no poço fedorento de onde brotaram para assombrar, corromper e aterrorizar. Quanto menos deles houver no mundo, melhor será o ar que respiramos, mais livre se tornará o mundo e a humanidade mais próxima estará de seus anseios de felicidade. Canalhas feito Fidel só fazem aumentar esta capacidade de resistência do ser humano, que não se deixa domar pela mentalidade distorcida e doentia destes mistificadores de “salvadores da pátria”, incapazes de se salvarem a si mesmos.
E o que é melhor disto tudo é que o implacável tempo acaba por provar-nos que estes pilantras não fazem falta alguma a quem quer que seja, a não ser aos patifes que se valem de sua subserviência para locupletar-se de forma abjeta e degradante.
É agora que em Cuba começará a verdadeira revolução, aquela que devolverá ao povo a liberdade, e a felicidade de se sentirem gente outra vez, sem carregarem consigo o constante medo do “paredón” .
Sem Fidel, sem dúvida, o mundo fica um pouquinho melhor. Cuba já pode sonhar em ingressar na modernidade do século 21, ela que se encontrou ancorada por quase 50 anos nas amarras do atraso e do obscurantismo medieval. Não importa quantos anos ainda seja preciso para este momento de grandeza se consolidar. Mas a partir da renúncia do tirano, Cuba começa a se libertar.
É claro que Cuba ainda não se livrará da ditadura, é claro que as múmias mentecaptas do comunismo facínora ainda tentarão sobreviver por algum tempo naquele pedaço do mundo. O tirano que explodiu para os cubanos como libertador, ironia do destino, tornou-se tão ditador quanto aqueles a quem jurou derrubar e livrar o povo cubano.
Mas o tempo é implacável para com esta laia de decrépitos. Cedo ou tarde ele os subjuga e os joga no poço fedorento de onde brotaram para assombrar, corromper e aterrorizar. Quanto menos deles houver no mundo, melhor será o ar que respiramos, mais livre se tornará o mundo e a humanidade mais próxima estará de seus anseios de felicidade. Canalhas feito Fidel só fazem aumentar esta capacidade de resistência do ser humano, que não se deixa domar pela mentalidade distorcida e doentia destes mistificadores de “salvadores da pátria”, incapazes de se salvarem a si mesmos.
E o que é melhor disto tudo é que o implacável tempo acaba por provar-nos que estes pilantras não fazem falta alguma a quem quer que seja, a não ser aos patifes que se valem de sua subserviência para locupletar-se de forma abjeta e degradante.
É agora que em Cuba começará a verdadeira revolução, aquela que devolverá ao povo a liberdade, e a felicidade de se sentirem gente outra vez, sem carregarem consigo o constante medo do “paredón” .
Sem Fidel, sem dúvida, o mundo fica um pouquinho melhor. Cuba já pode sonhar em ingressar na modernidade do século 21, ela que se encontrou ancorada por quase 50 anos nas amarras do atraso e do obscurantismo medieval. Não importa quantos anos ainda seja preciso para este momento de grandeza se consolidar. Mas a partir da renúncia do tirano, Cuba começa a se libertar.