COMENTANDO A NOTICIA:
Desde que inauguramos este espaço, temos pautado nossas atualizações quase diariamente pela diversificação de informações. Desde notinha pequenas de jornais, contendo informação que entendemos importante, até a opinião de jornalistas e especialistas sobre assuntos variados, desde economia até política, principalmente, desde cultura geral até ciências, informática e meio ambiente. Raramente aconteceu de nos dedicarmos a um único assunto como faremos hoje.
Há poucos dias transcrevemos um artigo do jornalista Argemiro Ferreira, da Tribuna da Imprensa sobre a questão da Amazônia ser considerada, nos EUA, como um estado internacionalizado. Publicaram um mapa do Brasil, sem a Amazônia. Constou de um livro didático. Pois bem, o jornalista Argemiro Ferreira contou sua versão.
Porém, a internacionalização da Amazônia não é um assunto novo, recente, feito por ONGs e ambientalistas desocupados. Muitos estudiosos, cientistas e políticos consideram que o Brasil é incompetente demais para preservação do “pulmão” do planeta. No que, aliás, eles estão absolutamente certos, muito embora a Amazônia seja um pedaço do Brasil. Europeus e norte-americanos por décadas a fio, construíram suas civilizações em cima da destruição de seus recursos naturais, florestas inclusive. Hoje, pregam para nós a preservação daquilo que não souberam fazer para si próprios.
Há muito tempo criticamos uma postura que o Brasil têm adotado como forma de preservar aquela imensidão verde. Governo após governo tem se criado “parques nacionais” para permanecerem intocados, além da entrega aos povos indígenas da região, de áreas mais extensas. Entendem que os índios cuidam melhor que a civilização dos “brancos“. E mais: jamais este governo que aí está poderá alegar (como sempre tem feito) que "não sabia de nada": o que não faltam são denúncias, quase diárias, seja na imprensa nacional, ou estrangeira. O que não faltam são avisos de alertas, mas o que sobre mesmo é um governo que trata assunto de suma importância com descaso e inoperância. Nada mais danoso para um país que se deseja livre, moderno e progressista.
Em tese, a ação governamental poderia até ser válida e legítima, não fosse por um pequeníssimo detalhe: o índio, há muito tempo, também, tornou-se um predador. E o que é pior: índio não tem bandeira, não tem pátria. Diariamente, os jornais, mesmo que veladamente, dão conta das “arruaças” que eles têm aprontado com as terras que o governo lhes dá. Fruto disso, a biopirataria na Amazônia, além do contrabando de minerais preciosos e semi-preciosos mais e mais se intensificam. Drasticamente, defendemos uma tese que para alguns pode até parecer absurda, mas que se adotada há mais tempo, fariam da Amazônia um santuário não apenas verde, mas verde-amarelo: que se criasse em sua volta um cinturão militar de vigilância e proteção, e que em seu interior, fossem criados dezenas de laboratórios de extensão universitária para pesquisas. Além da presença maciça de fiscais multi-disciplinares. Ou seja, que a ocupação e exploração decente dos recursos da floresta estivessem protegidos para uso quase que exclusivo pelos brasileiros.
Porém, cada ano que se passa tem sido cada vez mais uma ameaça à nossa soberania sobre a área, o uso indiscriminado do solo e recursos por parte de predadores, nacionais e internacionais, que pensam apenas no lucro. Para eles, que nos danemos com a nossa preocupação de preservação do pulmão do planeta. E cada mais se intensifica esta “degradação” amazônica, dada a incompetência do governo na preservação, vigilância e fiscalização da mais importante reserva florestal do mundo, sob o domínio brasileiro desde o descobrimento.
O Jornal do Brasil vem desde domingo publicando uma série de reportagens sobre os perigos desta incompetência, o preço que talvez tenhamos que pagar por tal omissão e negligência.
COMENTANDO A NOTÍCIA sempre defendeu uma posição de absoluta independência: não somos filiados a nenhum movimento específico na área política. Somos, acima de tudo, brasileiros, que amamos nosso país, e que o desejamos livre, rico e feliz. Não poderíamos, portanto, deixar “passar” esta ameaça sem nos manifestarmos. E aqui vai o aviso: estão privatizando a floresta amazônica, e o que é pior, sem que nada recebamos por ela. A Amazônia, talvez por ignorância, talvez por má fé, talvez por tudo que de ruim representa este governo, está sendo entregue à comunidade internacional. Ou se toma e com muita urgência uma posição firme e drástica, ou corremos o risco de perder aquele pedaço do Brasil antes mesmo que nos demos conta. Não por outra razão, ao longo da fronteira com países latino-americanos, o EUA vem instalando áreas militarizadas. O narco-tráfico, bandeira usada como desculpa, poderia ser combatido de outras formas. A presença intensa de ONGs internacionais em número espantoso, além da atuação de madeireiras e mineradoras internacionais atuando de forma clandestina, já deveriam ter alertado nossos governantes para os perigos que eles representam, todos ali circulando livremente, contrabandeando impunemente, explorando docemente diante de uma fiscalização de mentirinha. Mas não, o governo prefere criticar as privatizações do sistema de telefonia que universalizou o telefone para todos os brasileiros, e deixam que nos levem a Amazônia de mão beijada.
Leiam as reportagens transcritas a seguir e comecem a tomar sua posição crítica perante o governo para que ele saia da inércia e tome atitudes para proteger nossa soberania, já tão ameaçada.
Há poucos dias transcrevemos um artigo do jornalista Argemiro Ferreira, da Tribuna da Imprensa sobre a questão da Amazônia ser considerada, nos EUA, como um estado internacionalizado. Publicaram um mapa do Brasil, sem a Amazônia. Constou de um livro didático. Pois bem, o jornalista Argemiro Ferreira contou sua versão.
Porém, a internacionalização da Amazônia não é um assunto novo, recente, feito por ONGs e ambientalistas desocupados. Muitos estudiosos, cientistas e políticos consideram que o Brasil é incompetente demais para preservação do “pulmão” do planeta. No que, aliás, eles estão absolutamente certos, muito embora a Amazônia seja um pedaço do Brasil. Europeus e norte-americanos por décadas a fio, construíram suas civilizações em cima da destruição de seus recursos naturais, florestas inclusive. Hoje, pregam para nós a preservação daquilo que não souberam fazer para si próprios.
Há muito tempo criticamos uma postura que o Brasil têm adotado como forma de preservar aquela imensidão verde. Governo após governo tem se criado “parques nacionais” para permanecerem intocados, além da entrega aos povos indígenas da região, de áreas mais extensas. Entendem que os índios cuidam melhor que a civilização dos “brancos“. E mais: jamais este governo que aí está poderá alegar (como sempre tem feito) que "não sabia de nada": o que não faltam são denúncias, quase diárias, seja na imprensa nacional, ou estrangeira. O que não faltam são avisos de alertas, mas o que sobre mesmo é um governo que trata assunto de suma importância com descaso e inoperância. Nada mais danoso para um país que se deseja livre, moderno e progressista.
Em tese, a ação governamental poderia até ser válida e legítima, não fosse por um pequeníssimo detalhe: o índio, há muito tempo, também, tornou-se um predador. E o que é pior: índio não tem bandeira, não tem pátria. Diariamente, os jornais, mesmo que veladamente, dão conta das “arruaças” que eles têm aprontado com as terras que o governo lhes dá. Fruto disso, a biopirataria na Amazônia, além do contrabando de minerais preciosos e semi-preciosos mais e mais se intensificam. Drasticamente, defendemos uma tese que para alguns pode até parecer absurda, mas que se adotada há mais tempo, fariam da Amazônia um santuário não apenas verde, mas verde-amarelo: que se criasse em sua volta um cinturão militar de vigilância e proteção, e que em seu interior, fossem criados dezenas de laboratórios de extensão universitária para pesquisas. Além da presença maciça de fiscais multi-disciplinares. Ou seja, que a ocupação e exploração decente dos recursos da floresta estivessem protegidos para uso quase que exclusivo pelos brasileiros.
Porém, cada ano que se passa tem sido cada vez mais uma ameaça à nossa soberania sobre a área, o uso indiscriminado do solo e recursos por parte de predadores, nacionais e internacionais, que pensam apenas no lucro. Para eles, que nos danemos com a nossa preocupação de preservação do pulmão do planeta. E cada mais se intensifica esta “degradação” amazônica, dada a incompetência do governo na preservação, vigilância e fiscalização da mais importante reserva florestal do mundo, sob o domínio brasileiro desde o descobrimento.
O Jornal do Brasil vem desde domingo publicando uma série de reportagens sobre os perigos desta incompetência, o preço que talvez tenhamos que pagar por tal omissão e negligência.
COMENTANDO A NOTÍCIA sempre defendeu uma posição de absoluta independência: não somos filiados a nenhum movimento específico na área política. Somos, acima de tudo, brasileiros, que amamos nosso país, e que o desejamos livre, rico e feliz. Não poderíamos, portanto, deixar “passar” esta ameaça sem nos manifestarmos. E aqui vai o aviso: estão privatizando a floresta amazônica, e o que é pior, sem que nada recebamos por ela. A Amazônia, talvez por ignorância, talvez por má fé, talvez por tudo que de ruim representa este governo, está sendo entregue à comunidade internacional. Ou se toma e com muita urgência uma posição firme e drástica, ou corremos o risco de perder aquele pedaço do Brasil antes mesmo que nos demos conta. Não por outra razão, ao longo da fronteira com países latino-americanos, o EUA vem instalando áreas militarizadas. O narco-tráfico, bandeira usada como desculpa, poderia ser combatido de outras formas. A presença intensa de ONGs internacionais em número espantoso, além da atuação de madeireiras e mineradoras internacionais atuando de forma clandestina, já deveriam ter alertado nossos governantes para os perigos que eles representam, todos ali circulando livremente, contrabandeando impunemente, explorando docemente diante de uma fiscalização de mentirinha. Mas não, o governo prefere criticar as privatizações do sistema de telefonia que universalizou o telefone para todos os brasileiros, e deixam que nos levem a Amazônia de mão beijada.
Leiam as reportagens transcritas a seguir e comecem a tomar sua posição crítica perante o governo para que ele saia da inércia e tome atitudes para proteger nossa soberania, já tão ameaçada.