Por Jorge Serrão, Alerta Total
Perdas internacionais da “Colônia Brazilis”: País não vê um centavo dos US$ 100 milhões biopirateados na Amazônia
As chamadas “perdas internacionais”, tão denunciadas pelo falecido caudilho Leonel Brizola, ganham contornos reais e objetivos. A biopirataria na Amazônia movimenta US$ 100 milhões por ano nas indústrias química, farmacêutica e cosmética. E o Brasil não vê um único centavo proveniente desses recursos. Como se não bastasse, a exploração econômica da colônia Brasil também é legitimada pela bandeira do ambientalismo. ONGs internacionais estão servindo de instrumento político de governos e empresas estrangeiras interessados na desnacionalização da Amazônia.
As chamadas “perdas internacionais”, tão denunciadas pelo falecido caudilho Leonel Brizola, ganham contornos reais e objetivos. A biopirataria na Amazônia movimenta US$ 100 milhões por ano nas indústrias química, farmacêutica e cosmética. E o Brasil não vê um único centavo proveniente desses recursos. Como se não bastasse, a exploração econômica da colônia Brasil também é legitimada pela bandeira do ambientalismo. ONGs internacionais estão servindo de instrumento político de governos e empresas estrangeiras interessados na desnacionalização da Amazônia.
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Além de agir livremente na região, sem qualquer controle do governo, ONGs como a Greenpeace, WWF, Amigos da Terra e Survival Internacional movem campanhas contra a soberania do Brasil sobre a Amazônia no exterior. Os instrumentos para frear o Brasil, atrasando nosso desenvolvimento, fazem parte de uma estrutura hierárquica de interesses econômicos no eixo Estados Unidos-Europa. Quem denuncia é o jornalista Lorenzo Carrasco, autor de A máfia verde: o ambientalismo a serviço do governo mundial. Na verdade, tal “eixo” é liderado pela nobreza econômica européia, cujos controladores operam a partir da City de Londres e seus banqueiros amestrados.
Além de agir livremente na região, sem qualquer controle do governo, ONGs como a Greenpeace, WWF, Amigos da Terra e Survival Internacional movem campanhas contra a soberania do Brasil sobre a Amazônia no exterior. Os instrumentos para frear o Brasil, atrasando nosso desenvolvimento, fazem parte de uma estrutura hierárquica de interesses econômicos no eixo Estados Unidos-Europa. Quem denuncia é o jornalista Lorenzo Carrasco, autor de A máfia verde: o ambientalismo a serviço do governo mundial. Na verdade, tal “eixo” é liderado pela nobreza econômica européia, cujos controladores operam a partir da City de Londres e seus banqueiros amestrados.
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Segundo o livro, a intervenção estrangeira não se dá por meio de tropas militares convencionais. Nesta guerra assimétrica, onde pesam a informação, a desinformação e a contra-informação, as armas são “campanhas ambientalistas” como a do boicote à soja brasileira ou a chantagem por uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU. A propaganda contra a soja brasileira ecoada por ONGs como o Greenpeace propaga que o grão é a semente do desmatamento da Amazônia. Movida por interesses externos ou não, a organização afeta a exportação do grão pelo Brasil, onde a produção rende R$ 9 bilhões anuais.
Segundo o livro, a intervenção estrangeira não se dá por meio de tropas militares convencionais. Nesta guerra assimétrica, onde pesam a informação, a desinformação e a contra-informação, as armas são “campanhas ambientalistas” como a do boicote à soja brasileira ou a chantagem por uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU. A propaganda contra a soja brasileira ecoada por ONGs como o Greenpeace propaga que o grão é a semente do desmatamento da Amazônia. Movida por interesses externos ou não, a organização afeta a exportação do grão pelo Brasil, onde a produção rende R$ 9 bilhões anuais.
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No reportagem do Jornal do Brasil destaca que as organizações não-governamentais são alvo de denúncias constantes de irregularidades, como roubo de material genético e aquisição ilegal de terras públicas para grilagem. Mas, até hoje, poucas investigações resultaram em condenação. A Fundação Amazonas Forever Green foi citada na CPI da Grilagem e teve 172 mil hectares de terras no Sul do Estado de Roraima desapropriados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, em 2001.
No reportagem do Jornal do Brasil destaca que as organizações não-governamentais são alvo de denúncias constantes de irregularidades, como roubo de material genético e aquisição ilegal de terras públicas para grilagem. Mas, até hoje, poucas investigações resultaram em condenação. A Fundação Amazonas Forever Green foi citada na CPI da Grilagem e teve 172 mil hectares de terras no Sul do Estado de Roraima desapropriados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, em 2001.
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O professor Argemiro Procópio Filho, do departamento de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, que estuda a presença estrangeira na região há 20 anos, denuncia que os garimpos ilegais estão "efervescendo". Segundo o pesquisador, o diamante e o ouro são exportados para os países desenvolvidos, via África, por organizações criminosas internacionais. O professor também acusa empresas e ONGs estrangeiras de se aproximarem de índios para fazer biopirataria. Argemiro Procópio Filho ressalta que a corrupção é desenfreada. E põe o dedo na ferida:
O professor Argemiro Procópio Filho, do departamento de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, que estuda a presença estrangeira na região há 20 anos, denuncia que os garimpos ilegais estão "efervescendo". Segundo o pesquisador, o diamante e o ouro são exportados para os países desenvolvidos, via África, por organizações criminosas internacionais. O professor também acusa empresas e ONGs estrangeiras de se aproximarem de índios para fazer biopirataria. Argemiro Procópio Filho ressalta que a corrupção é desenfreada. E põe o dedo na ferida:
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“Molham-se as mãos das autoridades, e assim as irregularidades continuam”.
“Molham-se as mãos das autoridades, e assim as irregularidades continuam”.
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Amazônia onde brasileiro não entra
“Existem espaços na Amazônia em que brasileiro não entra, tem o acesso impedido”.Quem reclama é o secretário de Biodiversidade e Florestas do ministério, Rogério Magalhães.
Amazônia onde brasileiro não entra
“Existem espaços na Amazônia em que brasileiro não entra, tem o acesso impedido”.Quem reclama é o secretário de Biodiversidade e Florestas do ministério, Rogério Magalhães.
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Magalhães cita como exemplo o Instituto Norte-Americano Smithsonian, conveniado ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa): em 2001, o Smithsonian fechou um espaço no terreno do Inpa, impedindo a entrada de qualquer brasileiro.
Magalhães cita como exemplo o Instituto Norte-Americano Smithsonian, conveniado ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa): em 2001, o Smithsonian fechou um espaço no terreno do Inpa, impedindo a entrada de qualquer brasileiro.
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“Ninguém sabia o que era pesquisado lá. Era como se fosse um território norte-americano fincado em plena Amazônia. Em um espaço desses, qualquer espécie pode ser analisada sem autorização do governo”.
“Ninguém sabia o que era pesquisado lá. Era como se fosse um território norte-americano fincado em plena Amazônia. Em um espaço desses, qualquer espécie pode ser analisada sem autorização do governo”.
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Resumo da ópera
A reportagem do JB aponta alguns fatores para o descontrole e o entreguismo na Amazônia:
Resumo da ópera
A reportagem do JB aponta alguns fatores para o descontrole e o entreguismo na Amazônia:
- Absoluto descontrole oficial sobre a atuação das ONGs.
- Ausência do governo nas comunidades mais carentes da Região Norte.
- Legislação pouco adequada para conter abusos.
- Conivência do governo e da comunidade acadêmica brasileira com interesses externos.Tudo isso tem feito da Amazônia o celeiro de uma riqueza monumental, que beneficia uma massa de estrangeiros que circula com desenvoltura na floresta.