Marta compara Alckmin a Collor e o
acusa de comprar deputados
Fabrício Calado Moreira
Diário de S. Paulo
SÃO PAULO - A coordenadora da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no estado, Marta Suplicy (PT), acusou nesta segunda-feira o candidato do PSDB a presidente, Geraldo Alckmin, de comprar deputados para impedir a instauração de CPIs na Assembléia e insinuou semelhanças entre o tucano e o presidente deposto Fernando Collor de Mello. A comparação foi feita por Marta durante discurso no calçadão de Mauá, município do ABC paulista, ao comentar o debate de domingo entre os presidenciáveis.
- O que eu vi ontem (domingo), Deus me livre. Foi picolé de chuchu virando Rambo e Exterminador do Futuro. Lembrou o filme do caçador de marajá -, ironizou a petista, lembrando o mote da campanha de Collor. Na disputa presidencial de 1989, o então candidato a presidente teve como bandeiras o combate à corrupção, à inflação e a defesa dos descamisados.
A coordenadora da campanha de Lula acusou ainda Alckmin de aliciar deputados da base aliada para engavetar os 69 pedidos de instauração de Comissões Parlamentares de Inquérito.
- Essas 69 CPIs não são de bobagem, gente, são de corrupção. Eles não deixam abrir nenhuma e depois ficam falando como se fossem donos da ética. Só a CPI da Nossa Caixa, que quer investigar os deputados que foram comprados exatamente pra votar com ele (Alckmin) e abafar todas as CPIs, essa é a mais perigosa, ele não deixa chegar nem perto.
A petista disse também que Alckmin "fica lá (como) o bastião da moralidade, o caçador de marajá, mas todas as sujeiras dele estão debaixo do tapete", e que o presidente Lula, ao contrário, "põe a Polícia Federal para investigar, doa a quem doer". E fez uma rápida citação ao episódio de venda do dossiê que comprometeria tucanos.
- Vai ver as CPIs da Febem, da Sabesp, do Rodoanel, e vai ver que bicho cabeludo que sai de lá (da Assembléia). Mas ele (Alckmin) não deixou fazer nenhuma. E o coitado do Lula lá, tendo que explicar meia dúzia de aloprados que fizeram uma besteira.
Falando a um grupo pequeno composto basicamente de militantes petistas, Marta fez críticas ao tom agressivo adotado por Alckmin no debate e disse que não foi possível saber, pelo programa, quais as propostas do tucano. A ex-prefeita de São Paulo afirmou ainda que os tucanos não são a favor do Bolsa-família, dando a entender que o programa será extinto em eventual eleição de Alckmin.
COMENTANDO A NOTICIA: Marta Suplicy parece que não aprende. Soubesse ela o mal que ela própria faz para o candidato-presidente Lula, o melhor que faria seria calar a boca. Soubesse ela o quanto sua rejeição junto ao eleitorado paulista anda nas alturas procuraria trabalhar de modo mais honesto possível, ou pelo menos parecendo ser. Mas não adianta: Marta além de leviana e tremendamente mentirosa, desce ao mais baixo nível não apenas moral mas de caráter que um ser humano pode descer. É lamentável que uma pessoa tão desclassificada e delinquente ainda tenha lugar na política. Apenas num partideco indecente como o PT é possível para Marta, a mau caráter, encontrar espaço. Esquece da fragorosa derrota em 2002 para Serra ao tentar reeleger-se. Esquece ter sido eliminada da disputa do governo paulista pelo Mercadante já por causa de sua péssima administração, reputação abaixo da linha de cintura e um índice de rejeição histórico. O interessante é que Collor é aliado do Lula e não de Alckimin. Apenas irônica coincidência, Martaxa?
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Aécio desfaz 'receio' do eleitor mineiro
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O apoio do eleitor mineiro à candidatura de Geraldo Alckmin tem tranqüilizado a cúpula da campanha tucana. No primeiro turno, o ex-governador de São Paulo ficou apenas 1 milhão de votos – no total de 13,6 milhões - atrás de Lula, no Estado que é o segundo colégio eleitoral do país. O que, na avaliação de muitos tucanos indica que o eleitor mineiro deixou de considerar uma eventual vitória de Alckmin como uma ameaça ao projeto Aécio Neves para 2010.
A resistência do eleitor mineiro foi quebrada em grande parte pelo engajamento de Aécio na campanha de Alckmin e pelas inúmeras visitas que este fez ao Estado durante o primeiro turno. Alckmin esteve em território mineiro em todas as semanas dos três meses de campanha, sendo que em algumas semanas foi duas vezes, sempre com Aécio a seu lado. No dia da votação do primeiro turno, o paulista votou e em seguida embarcou para Belo Horizonte onde passou o dia ao lado do governador local.
O poder de Aécio em seu estado é reconhecido também pelos petistas e seus aliados que tentam explorar a boa relação do governador com Lula. O ex-ministro e deputado federal eleito Ciro Gomes (PSB-CE), por exemplo, já entrou na discussão. "Quem defende Aécio em Minas deve defender Lula." Para a campanha petista, se os mineiros retomarem o sentimento de risco ao projeto 2010 Alckmin pode perder votos no Estado.
Fonte: Veja On line
COMENTANDO A NOTICIA: Se Aécio abraçar a campanha de Alckimin com real interesse, poderá levar Minas a consagrar o tucano dia 29 próximo. De Minas Gerais depende a vitória de Alckimin. As intrigas de Lula e seus capangas não conseguirão êxito. Aécio sabe que Lula não merece o mínimo crédito. Os amigos e aliados para ele são descartáveis.
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Alckmin: expressando a indignação coletiva
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Por Reinaldo Azevedo
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Por José Alberto Bombig na Folha desta terça: “O candidato do PSDB a presidente, Geraldo Alckmin, disse ontem ter dormido ‘com a consciência tranqüila’ após o debate com o petista Luiz Inácio Lula da Silva. ‘O tom não é agressivo. Eu estou absolutamente zen, absolutamente tranqüilo, dormi tranqüilo, com a consciência tranqüila. Agora, nós temos de ser verdadeiros, isso sim.’ Segundo ele, sua atuação no debate vocalizou o ‘sentimento do povo’. ‘Eu quase não consegui andar na rua hoje cedo. Acho que externei o sentimento de indignação do povo brasileiro. Acho que isso estava parado na garganta de todo mundo. Fui um instrumento do povo, mas não com raiva, mas com indignação. Nós não podemos achar que o que vem ocorrendo no Brasil, e não parou de acontecer, seja normal’, declarou. O tucano passou o dia em São Paulo ontem, em reuniões com correligionários e gravações de seus programas de TV. ‘Essa mentirada do Lula, pelas costas, de dizer que eu vou privatizar Banco do Brasil, Correios, Petrobras, Caixa Econômica, que eu vou acabar com o Bolsa Família, tudo mentira. Eu falo a verdade, frente a frente, não pelas costas. O Lula fugiu do debate no primeiro turno e ontem não respondeu de onde veio o dinheiro [do dossiê].’
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GASTOS COM CARTÕES: R$ 3,78 MILHÕES ESTE ANO
Na Tribuna da Imprensa
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BRASÍLIA - Ao prometer "transparência absoluta" na prestação de contas dos cartões corporativos do governo e cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a mesma atitude, o tucano Geraldo Alckmin falou de uma caixa preta que, só este ano, já envolve R$ 3,583 milhões. O presidente não quis falar no assunto. Limitou-se a dizer que os cartões corporativos foram "a única coisa boa que o Fernando Henrique Cardoso criou no governo dele".
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A Casa Civil da Presidência informou, por meio da assessoria de imprensa, que o sigilo é necessário porque envolve gastos com segurança de autoridades, inclusive o próprio presidente e sua família, e também de comitivas internacionais. Lembrou, porém, que o TCU "tem amplo acesso, a qualquer hora" a qualquer informação que solicitar ao governo.
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Segundo a Casa Civil, dois tipos de gastos são pagos com o cartão: os chamados "de pequeno vulto", desde que não ultrapassem R$ 8 mil mensais, e "peculiaridades da Presidência da República". São vetadas, segundo a assessoria, "compras de caráter pessoal".
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Esses cartões de crédito permitem a alguns servidores sacar ou fazer pagamentos de rotina com recursos da União sem a necessidade de autorização prévia. Atualmente, só na Presidência, 22 funcionários usam o cartão. Na Secretaria de Administração da Presidência da República, foram gastos entre janeiro e setembro deste ano R$ 3,678 milhões com os cartões.
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A prestação de contas no Portal da Transparência da Presidência, no entanto, revela o destino de menos de R$ 95 mil (2,6%). Os 97,4% restantes estão guardados a sete chaves sob a rubrica "informações protegidas por sigilo, nos termos da legislação, para garantia da segurança da sociedade e do Estado".
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A Secretaria de Administração é a responsável pelos gastos do dia-a-dia do Gabinete da Presidência. Os pagamentos a que se tem acesso foram para despesas com combustível, hotel, pequenos consertos, feitos por nove funcionários que têm os cartões. Para os outros gastos, não há nenhuma informação.
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"É inaceitável que esse tipo de gasto com cartão tenha tratamento de segurança nacional", protesta o deputado distrital Augusto Carvalho, eleito deputado federal pelo PPS, presidente da ONG Contas Abertas. O parlamentar lembra que, na contabilidade da União, já existe a rubrica "despesa de caráter secreto ou reservado", onde está incluída parte dos gastos das Forças Armadas e do Itamaraty.
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Dos R$ 94.987,33 relacionados no Portal da Transparência, R$ 20 mil foram saques em dinheiro e também não há informação sobre onde foram gastos. Os gastos totais do Gabinete da Presidência por meio dos cartões corporativos foram de R$ 6,839 milhões entre janeiro e setembro deste ano.
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Das seis unidades subordinadas ao gabinete, tiveram gastos secretos a Secretaria de Administração e a Agência Brasileira de Informações (Abin). No caso da Abin, foram apontados como sigilosos os R$ 3,097 milhões gastos com os cartões.
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Os gastos e saques totais com os cartões corporativos da União somam R$ 20,756 milhões este ano, incluindo todos os ministérios e a Presidência. É quase o valor do ano passado inteiro, de R$ 21,706 milhões, e 46,6% maior que os R$ 14,1 milhões gastos em 2004, segundo dados do portal da presidência.
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O cartão corporativo foi criado em 1998 para facilitar pagamentos de rotina das autoridades. Por recomendação do Tribunal de Contas da União, houve avanços na transparência, mas a prerrogativa do sigilo para garantia de segurança emperra o acesso aos dados.No ano passado, o TCU abriu investigação sobre os gastos, que ainda está em curso. Dados sigilosos divulgados na época falavam em saques de mais de R$ 1 milhão feitos por um único funcionário, em 2004. Especulava-se também sobre gastos indevidos para a primeira-dama, Marisa, e os filhos do presidente. "O que todo mundo quer saber é se está havendo compras indevidas. Quanto mais se sonega a informação, mais cresce a curiosidade e a preocupação", diz Carvalho. "Se o candidato diz que vai quebrar o sigilo do cartão, vamos cobrar amanhã", avisa.
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COMENTANDO A NOTÍCIA: Eis aí uma caixa preta que precisa ser aberta ao conhecimento da sociedade brasileira. Conforme já publicamos aqui, os gastos da presidência sob o comando de Lula tornaram-se uma imoralidade bastante cara. Releiam os números e avaliem por si mesmos:
* DESPESAS DO GABINETE PRESIDENCIAL.
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1995 - FHC - R$ 38,4 milhões.
2003 - Lula - R$ 318,6 milhões.
2004 - Lula - R$ 372,8 milhões (R$ 1,5 milhões por dia útil de trabalho)
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* NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS NO PALÁCIO DO PLANALTO.
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Itamar Franco - 1,8 mil
FHC - 1,1 mil
Lula - 3,3 mil.
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No Palácio da Alvorada, existem 75 empregados. O ano passado Lula assinou um decreto, de número 5.087, aumentando de 27 para 55 seus assessores especiais diretos.
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Com tanto desperdício, não há política fiscal que funcione. Com tanto dinheiro gasto em despesas inúteis e supérfluas, não há país que consiga crescer decentemente.
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Bota essa estrela no peito
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A estrela - que de vermelha foi passando a amarela em claro sinal de que os outrora inflamados petistas foram amarelando- está banida da mídia. Lula apareceu sem ela no debate. No seu lugar a bandeira brasileira, nunca dantes exposta em lapela menos indicada.
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Até a mãe de Lula cansou dele. Invocada pela milionésima vez mandou do além mensagem que não cabia na conversa. Perguntado por Alckmin sobre política externa Lula saiu com a colinha errada passada por Dona Lindu:
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- Minha mãe sempre me ensinou: cada macaco no seu galho.
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A menos que estivesse se referindo aos seus amigos Evo e Chávez esse comentário só não foi mais imbecil do que o PSDB estar no poder há 4 séculos. Alguém avise o Lula que em 1606 os únicos tucanos por aqui eram aves. Só não esqueçam de avisar o que é ave.
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Lula dá mostras de que está se tornando uma espécie de Frankenstein do PT.
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A "pseuda" Inteligência de sua campanha passou de um churrasqueiro pra uma anta que veste Prada, Martha Suplicy, que vai da gargalhada ao choro convulsivo sem mover um músculo da cara. A estratégia do PT é fazê-la comentar os debates: ouvi-la faz a gente achar o Lula instruído. Chamou Alckmin de boneco de plástico, vocês viram? Quem diria... o inesperado lado machão inflável do Chuchu despertou fantasias na sexóloga.
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Reconhecendo a derrota
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Apesar de os bajuladores passarem o dia dizendo o contrário, o próprio Lula reconheceu, na intimidade, incrédulo, que perdeu o bate-boca com Alckmin.
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Só se foi por telepatia
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Lula disse que já debateu até com Jânio Quadros, mas Nelson Valente, biógrafo do falecido, nega. A menos que tenha ocorrido em sessão espírita.
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Farra com dinheiro do contribuinte
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A Caixa é uma mãe: a vinte dias do segundo turno, dispensou licitação e fechou contrato de R$ 310 milhões com a multinacional IBM, para fornecer equipamentos por um ano e suporte técnico e manutenção por 16 meses.
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Liberou geral !
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Entra em vigor hoje a permissiva lei antidrogas, que Lula sancionou em 23 de agosto. Não é mais crime plantar maconha para “consumo próprio”.
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Senador beneficiente
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Não é piada, nem provocação: na porta do gabinete do senador Ney Suassuna (PMDB-PB), que enfrenta risco de cassação por envolvimento no escândalo dos sanguessugas, está escrito: “Doe sangue”.
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Petistas sobre o debate
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De Jaques Wagner:
- Em 2002 fui candidato ao governo (da Bahia) e me disseram: ‘Se o senhor não for na garganta (do adversário), você não ganha a eleição’. O presidente Lula não sabe e não gosta de fazer isso. Se eles (Alckmin e PSDB) escolherem esse caminho, teremos uma vantagem muito maior no segundo turno. Quem vai perder são eles (...) Acho inclusive que ele (Alckmin) perdeu votos na classe média. É muito difícil alguém achar que é sério o ataque que ele fez na questão do avião (aerolula) e em outras questões. É uma pessoa que tem uma visão pequena sobre as questões de estado. É uma pegadinha de debate. Isso não é sério.
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De Lula:
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Lula se disse surpreso e decepcionado com a postura de Alckmin depois do debate de ontem na Rede Bandeirantes.
Jaques Wagner, eleito governador da Bahia, que voltou com Lula de São Paulo para Brasília, relatou que o presidente não esperava os ataques que recebeu no programa. Esperava que questões de programa de governo fossem o centro das discussões.
Diante da postura de Alckmin no primeiro debate, Lula avisou que vai se preparar melhor para rebater críticas nos próximos programas:
- Já entendi. A única coisa que eles querem é isso. Vou me preparar, embora quisesse discutir projetos -, disse Lula ao voltar para Brasília.
O próximo debate está marcado para a próxima segunda-feira na TV Gazeta. A conferir.
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De José Alencar.
De José Alencar, vice-presidente, sobre o desempenho de Alckmin no debate de ontem na Rede Bandeirantes:
- Eu acho que ele marcou um gol contra.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Se ele não gostaram é porque o debate foi ótimo para .... Geraldo Alckimin. Petista detesta o contraditório. Tudo aquilo que se opõem à sua ideologia está errado. Partido do lixo merece ser ocupado por lixo mental.
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Lula diz que não fez mágica na política econômica
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Durante discurso com para os evangélicos que foram lhe oferecer apoio à reeleição em cerimônia no Palácio da Alvorada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a atual política econômica, dizendo que não optou por soluções mágicas. "Nós resolvemos não inventar mágica. Nós resolvemos fazer nossa politicazinha arroz, feijão, bife acebolado, que todo mundo gosta, acional, internacional e ninguém reclama. Pode querer mais um bife, ou menos cebola, mas todo mundo gosta de comer", afirmou ele, salientando que "duvida" que o Brasil tenha vivido, "desde que foi proclamada a República, o momento econômico que temos hoje".
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Para o presidente Lula, "alguém pode fazer uma crítica de que o Brasil poderia estar crescendo a 5% ao invés de estar crescendo a 3%, alguém poderia fazer crítica de que os juros poderiam estar 10% e não 14%". E acentuou: "e até poderia estar, mas não está porque nós tomamos algumas medidas de não repetir erros que aconteceram no passado".
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Em seguida, Lula passou a criticar indiretamente o seu aliado, o senador pelo PMDB no Amapá, José Sarney, pela implantação do Plano Cruzado. "Os da minha idade sabem o que foi o sucesso do plano cruzado em 1986 e sabem qual foi o fracasso dele em novembro de 86 porque ele foi criado e, assim que acabou as eleições, ele acabou", atacou. "Todos sabem o que foram planos Bresser, Verão, Collor. Teve várias políticas inventadas como se fossem mágicas, como se o mundo fosse mudar a partir dali e no dia seguinte povo ficava com o prejuízo", prosseguiu o presidente, justificando que, por isso seu governo resolveu não fazer mágica. Segundo Lula, "o Brasil não tinha experiência de crescimento econômico com inflação baixa e nós estamos dizendo que isso é possível".
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COMENTANDO A NOTICIA: É isto aí seu Lula: nada como receber um país arrumado e com a economia estabilizada. Como não foi você que roeu o osso, também não sabe de que tempero é feito o angu.
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A farsa das Universidades de Lula
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O presidente Lula afirmou no debate que foram criadas vagas e novas unidades no Estado de São Paulo e em outros estados. Algumas novas universidades iniciaram aulas, mas não saíram do papel, como a Universidade Federal do ABC (UFABC), que funciona em prédio emprestado. A expansão dos campi e vagas nas universidades federais, uma das bandeiras utilizadas pelo presidente Lula no debate e em palanques durante a campanha, ganhou fôlego no último ano de seu mandato.
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A UFABC, em Santo André, foi sancionada pelo presidente em julho de 2005 e previa o início das aulas para o primeiro semestre de 2006. As aulas, no entanto, só foram iniciadas no dia 20 de setembro, onze dias antes da eleição. A exemplo do novo campi da Unifesp em Santos e da nova unidade da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) em Sorocaba, a UFABC deu início a suas atividades em prédios provisórios cedidos pelas prefeituras dessas cidades.
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No terreno cedido pela prefeitura de Santo André para a construção do campus da UFABC hoje funciona como garagem municipal. Ao todo a UFABC ofereceu 500 vagas, que devem saltar para 1.500 em maio e chegar a 23,5 mil quando estiver em pleno funcionamento. A nova unidade da UFSCAR está com 180 alunos desde março e oferecerá outras 240 vagas para o ano que vem. Acredita que em meados do ano que vem as obras do novo campus já estejam concluídas.
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Além de 200 novas vagas em Santos, que conta hoje com 190 alunos, a Unifesp vai oferecer 200 vagas para uma nova unidade em Diadema, 400 em Guarulhos e 50 em São José dos Campus. A direção da Unifesp prevê que em Guarulhos as aulas já serão ministradas no campus definitivo, em fevereiro. Em Santos e Diadema os campus devem ser entregues em 2008 - prazo definido nas licitações.
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COMENTANDO A NOTICIA: Lula ainda acredita que o que interessa é a quantidade em detrimento da qualidade. Ao baixar o nível já baixo do ensino superior, Lula colabora diretamente para provocar um maior atraso para o país em termos de conhecimento e tecnologia. Os Estados Unidos com população e extensão territorial maiores do que as do Brasil, possui apenas 200 faculdades de direito, enquanto nós já passamos da casa das 1.000 faculdades. E não se sabe que os advogados de lá sejam piores que os daqui. Até pelo contrário. Para Lula, qualquer demagogia é válida se feita com o dinheiro público e desde que lhe renda votos. Dane-se a qualidade de ensino e as necessidades e formação dos alunos. Daí porque é imprescindível que o presidente tenha sim formação. Não é uma questão de preconceito e sim de necessidade para se dirigir uma nação como o Brasil com competência, seriedade e moralidade.
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Retrocesso
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Por George Vidor
Publicado Globo On line
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O primeiro debate entre os dois candidatos mostrou que teremos um retrocesso em relação a questões importantes para o futuro desempenho da economia. O PT resolveu satanizar a privatização - pelo lado ético, se houve tantas falcataruas, por que, depois de passados tantos anos, elas não acabaram vindo à tona, com provas concretaz que pudessem ser julgadas pelos tribunais? - como causa de todos os males, e o PSDB também nem quer tocar no tema. Ao contrário, como o candidato Lula havia afirmado que seu adversário, se vitorioso, se apressaria em privatizar empresas como Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, etc, Geraldo Alckmin aproveitou para chamar o presidente de mentiroso, pois não há de fato qualquer referência à privatização em seu programa de governo, anunciado há poucas semanas.
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Mas se a privatização está sendo satanizada, pode-se deduzir que o próximo governo não recorrerá a concessões de rodovias? Não estimulará investimentos privados em outras áreas de infra-estrutura, nas quais companhias estatais ainda se façam presentes (Lula deu um pito em Alckmin por conta da venda da empresa estadual de transmissão de energia do Estado de Sâo Paulo)? E o que resta de bancos estaduais permanecerá como está? Foi terrível misturar nessa discussão uma possível privatização da Petrobras, do BB e da Caixa, pois de fato não está na agenda nem dos economistas mais liberais no Brasil. Mas agora não se vai avançar nem nos segmentos que o próprio governo Lula parecia concordar com a privatização.
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Além da privatização, os dois candidatos nem quem ouvir falar de necessidade de qualquer tipo de reforma da previdência. Ora, então o sistema continuará desatualizado diante da realidade brasileira? Isso significa que todos os segurados da previdência, sejam os que se aposentaram ou os que um dia irão se aposentar, estão correndo sério risco, pois do jeito que o déficit está evoluindo, o sistema ficará inviabilizado, e em uma situação de crise aguda os benefícios levarão uma garfada monumental.
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Maioria dos saques foi feita em São Paulo e Rio
Publicado Tribuna da Imprensa
BRASÍLIA - Levantamento feito pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostra que entre 10 e 15 de setembro, ou seja nos cinco dias anteriores à prisão de Gedimar Passos e Valdebran Padilha com R$ 1,75 milhão, foram feitos 87 saques acima de R$ 100 mil em agências do BankBoston, Safra e Bradesco em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo e Rio.
Segundo a lista, pedida pelo relator de sistematização da CPI dos Sanguessugas, Carlos Sampaio (PSDB-SP), a maioria das retiradas foi feita em agências em São Paulo (55) e no Rio (29). Há um saque em uma agência do Bradesco em Mato Grosso e dois de agências do Bradesco em Mato Grosso do Sul.
O deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), integrante da CPI, afirmou que vai pedir, com Sampaio, a quebra do sigilo bancário dos 87 saques. Se for aprovada pela CPI, será possível saber os titulares das contas, os valores dos saques e o nome dos sacadores. "O universo de saques não é tão grande. É possível investigá-lo", disse.
Gabeira também vai propor que a Polícia Federal repasse à CPI os levantamentos feitos a partir da quebra de sigilos bancários e telefônicos. "É preciso dar outro rumo às investigações. No meu entender, elas estão no pântano." No relatório entregue à CPI, o Coaf informa que até o momento não localizou saques em nome de pessoas que aparecem no noticiário como envolvidos. .
Para a CPI, isso não surpreende. Assim como a PF, a comissão admite a hipótese de uso de laranjas nas operações.
Em Cuiabá, o delegado que preside as investigações sobre o dossiê, Diógenes Curado Filho, requisitou ontem à Justiça a quebra do sigilo dos cadastros de mais 650 números telefônicos identificados nas análises de ligações feitas pelos envolvidos nos dois meses que antecederam a prisão de Gedimar e Valdebran. O cadastro traz as informações sobre o proprietário da linha.
Até agora, Curado trabalha com 70 quebras de sigilo, parte de dados cadastrais e parte de extratos, que trazem a relação de todas as chamadas feitas e recebidas, caso das quebras de sigilo telefônico de Gedimar, Valdebran e Hamilton Lacerda. As informações resultantes da quebra dos sigilos telefônicos serão cruzadas com o banco de dados de operações financeiras que a Polícia Federal já possui. O delegado Luiz Flávio Zampronha, chefe da Divisão deRepressão a Crimes Financeiros, segue amanhã para Cuiabá com o banco de dados.
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Brasil precisa cobrar indenização da Bolívia
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Por George Vidor –
Publicado no O Globo On line
Cuba está até hoje submetida a bloqueio econômico dos Estados Unidos porque em 1960 Fidel Castro expropriou empresas americanas, sem pagar indenizações aos antigos proprietários. O direito internacional admite desapropriações e nacionalizações, desde que devidamente indenizadas. O valor pode ser estipulado por arbitragem ou até mesmo com base na legislação local. Não é o regime autoritário em Cuba que incomodou os Estados Unidos, mas sim a criação de um precedente na área comercial. Os soviéticos recorreram a expropriações depois da revolução de 1917, mas até recentemente a Rússia estava pagando indenizações.
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Hugo Chaves, na Venezuela, também decidiu rever contratos com companhias petrolíferas estrangeiras. As condições do novo contrato ("joint venture" compulsória com a PDVSA, a estatal petrolífera venezuelana) podem não ter agradado às empresas, mas elas foram formalmente aceitas. Duas multinacionais acabaram sendo expulsas da Venezuela, e uma outra vendeu a parte que lhe cabia para a Repsol. Chaves se valeu do fato de os exportadores de petróleo estarem hoje com a faca e o queijo na mão, devido aos elevados preços do óleo.
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Mas Evo Morales nem sequer buscou um acordo formal da Bolívia com a Petrobras, nos moldes do proposto por Chaves. Simplesmente resolveu fazer uma expropriação "a la Fidel Castro". Diferentemente dos Estados Unidos, que podia mandar Cuba às favas, o Brasil criou laços de interdependência com a Bolívia, de maneira intencional, para quebrar desconfianças em relação aos propósitos do país. Nem que quisesse, o Brasil poderia hoje promover um bloqueio econômico contra a Bolívia, pois ficaria sem o suprimento de gás natural, necessário para abastecer indústrias e usinas termoelétricas.Embora não possa recorrer a um bloqueio econômico, como represália, o Brasil não deve aceitar de maneira alguma a expropriação das refinarias, qualquer que seja o artifício usado pela Bolívia. O governo brasileiro deve assumir as dores da Petrobras e exigir a devida indenização, recorrendo a todos os foros internacionais possíveis.
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COMENTANDO A NOTICIA: É difícil esperar de um presidente safado que prefere defender o interesse do país vizinho em detrimento do interesse do País que ele preside, uma ação competente e séria. Se reeleito, não apenas Lula entregará o patrimônio da Petrobrás para o índio boliviano, como também abrirá os cofres do BNDES para um acordo de cooperação, em condições mais vantajosas do que as que são oferecidas para os empresários brasileiros. E ele ainda quer criticar Fernando Henrique pelas privatizações ! Valha-nos Deus ! Pelo menos FHC VENDEU e aplicou o dinheiro na redução da dívida, além de universalizar serviços como os datelefonia em favor do Brasil. Lula, e sua política cucaracha estão entregando nosso patrimônio de graça !!!!!