sexta-feira, agosto 18, 2006

O ponto de ruptura - Parte 2


COMENTANDO A NOTICIA, no artigo anterior "O PONTO DE RUPTURA - PARTE 1", falou de como se pode montar um governo de mentiras. Repetidas a exaustão, tais mentiras acabando por serem vendidas como verdades. O Governo Lula mente vergonhosamente para toda a nação vendendo um governo eivado de corrupção, e mais, tenta passar a falsa idéia de que recebeu uma herança maldita, que foi responsável pela estabilidade, tenta mascarar um programa social que ele recebeu pronto e, hipocritamente, mudou seu nome e o converteu num programa assistencialista, sem nada agregar. Posa de pai dos pobres, quando na verdade se trata de apenas um mero chupa-cabra da democracia, enlameia o Congresso Nacional empurrando para ele toda a sujeira, quando, na verdade, foi o patrono que, insandecido de poder, comprou votos e consciências. Tenta, ao manipular a verdade e apresentar números torpemente falsificados, posar de construtor de um país. Mentira. Nada foi feito por Lula. O pouco que nos resta de bom, a economia, por exemplo, foi por ele recebido como fruto do trabalho do governo anterior.

Neste artigo, vamos apontar os links em que os leitores poderão conhecer a verdade, para que não se deixem enredar por um falso messias que, após 44 meses no poder, só fez o país resvalar na lama, e mercê toda a boa e auspiciosa fase de ventos favoráveis da economia mundial, mantém-nos atrelados na estagnação.

No site do Instituto Teotônio Vilela (acesse aqui), se poderá comprovar o que afirmamos acima. Todos os textos estão em arquivo PDF. Caso você não possua o Acrobat Reader baixe-o aqui (Baixar programa) .

Sobre a Era FHC:

No próximo artigo, o terceiro desta série, vamos apontar as mentiras apresentadas no programa de tv do candidato, além de mostrá-lo como o muy amigo traidor dos próprios amigos.

Leitura recomendada - 10

Lula, de novo; não!

Petrônio Souza Gonçalves (*)

Lula, de novo; não! Não, porque eu não suporto mais ver o meu país sufocado com tanta corrupção. Não, por que eu votei em Lula na esperança de mudança, e não quero mais ver o José Sarney mandando, governando este país como se ele fosse uma eterna capitania hereditária.
Lula, de novo; não! Não, porque eu não quero ver um governo fazendo acordos espúrios e transformando o Planalto Central em um imenso ranário, com relações promíscuas entre o sapo barbudo e o grilo saltitante Jader Barbalho. Por que eu não quero ver o poder comprando a independência dos partidos, trocando a sua auto-determinação por um caminhão de cargos e empregos. Tudo mais barato que um Land Rover.
Lula, de novo; não! Porque eu não acredito no PMDB de Ney Sanguessuga, do fazendeiro do ar Romero Jucá, do colorido Renan Calheiros e do Newtão, o Newton Cardoso, o novo e caridoso companheiro de Lula, o generoso. Eu prefiro o PMDB de Itamar Franco, de Pedro Simon, de Roberto Requião. Aquele que Lula ignorou, rifou e enganou...
Lula, de novo; não! Não, porque eu vou votar por um país renovado, livre dos seus inimigos, dos companheiros e aliados de Lula, aquele punhadinho de pelegos que criaram e viabilizaram o mensalão com seus 40 ladrões. Enquanto uns surrupiavam os cofres públicos de um lado, guiados pelo carequinha amestrado do José Dirceu, outros sugavam o nosso sangue por meio da Máfia das Sanguessugas, todos, ou quase todos, da base aliada do governo, integrando uma nova categoria de mensaleiros.
Lula, de novo; não! Porque eu não quero ver um ministro alugando uma casa na capital da nação para manter relações sexuais com garotas de programa, fazendo do poder um novo braço de um prostíbulo. Tudo isso, invadindo nossas casas, chegando ao seio da família brasileira, que não merecia assistir a tanta bandalheira.
Lula, de novo; não! Porque governar o país não é mergulhar em uma piscina de prazer, não é comprar um avião novinho para voar por cima da nossa realidade sócio-cultural, não é fazer festinhas privadas como se o resto do país fosse um distante e intransponível arraial.
Lula, de novo; não! Porque eu não quero ver um governo deslumbrando com as suas próprias debilidades, embriagado com suas limitações, e que dança frente aos olhos da nação, para comemorar as suas desastrosas absolvições.
Lula, de novo; não! Porque eu acredito no perdão que dignifica e não na absolvição que incentiva.
Lula, de novo; não! Porque eu sou brasileiro, e tenho vergonha na cara!
(*) Petrônio Souza Gonçalves - é jornalista e escritor

(Publicado na Secção ARTIGOS, do blog Claudio Humberto)