Comentando a Notícia
O que se lerá a seguir, muito provavelmente, a maioria não terá lido em jornal algum, ou terá assistido em algum noticiário da tevê.
E, por surreal que os fatos a seguir possam parecer, eles são absolutamente verdadeiros. E não se tratam de casos isolados. Os filhos do imperador se comportam exatamente assim, como se fossem artífices de uma linha de sucessão imperial. Por serem filhos do imperador, se avocam o direito de se comportarem como se lhes devêssemos alguma reverência especial, como se fôssemos seus meros súditos. Ou, num jargão popular, como se fôsse3mos se4us meros capachos.
Acreditem, o caso que descrevemos abaixo é apenas uma parte do que foi transformado o Estado brasileiro, totalmente aparelhado por gente da pior espécie, que se acredita donas do país, e por assim se entenderem, navegam no mar de privilégios imorais e indecentes.
Não os critico por serem quem são, e sim por fazerem do Brasil o quintal de suas casas, extensão do latifúndio de indecência com que se refestelam à custa do sacrifício de milhões que trabalham mais de cinco meses por ano para sustentar esta corja de picaretas, e sem terem um serviço público minimamente decente. Aquilo que se propala como conquista da sociedade, no fundo não passa de esmola miserável para aquietar a turba. Se de revolução este país precisasse, sem dúvida que ela teria como linha mestra a desinfecção dos virulentos ocupadores e usurpadores do poder.
Leiam o que segue e reflitam: outubro chegará rápido e, até lá, teremos que nos decidir entre escolher um país livre, próspero, democrático, feito por e para todos nós, ou a cadeia infame de um país decrépito comandado por vagabundos autoritários.
Em dezembro, publicamos aqui a sentença de uma juíza de São Paulo, que indeferiu ação do outro filho do imperador, o ex-zelador de zoológico, que virou empresário de “sucesso” a partir da ascensão ao poder de seu pai, em uma operação tão nebulosa quanto grotesca, isso para não falar em imoral. Em sua sentença, a juíza da 2ª Vara Cível de São Paulo, deixou-nos uma lição da qual vale a pena reproduzir este trecho:
(...) “Em segundo lugar, o fundo da reportagem é verdadeiro e aborda assunto de relevante interesse público. É fato que, coincidentemente ao mandato de seu pai como Presidente da República, o autor cuja formação profissional de biólogo não aponta outros predicados para torná-lo grande empresário experimentou enorme ascensão social e econômica, a ponto de o Presidente compará-lo a um “fenômeno”.
“É lícito e de interesse público que a imprensa busque informações concernentes a essa escalada “fenomenal” sempre utilizando as palavras de seu pai. Não por outra razão, ao menos outros dois grandes veículos de imprensa, a Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo, publicaram matérias sobre o assunto.”
“Ademais, o autor, sendo filho do Presidente da República, tornou-se uma pessoa pública notadamente, mais uma vez deve ser dito, após a comparação, feita por seu pai, com o “Fenômeno”. Como pessoa pública, deve estar consciente de que sua imagem será exposta. E, se tal exposição está ligada a assunto de interesse público e, aqui, está -, jamais a imprensa terá que lhe pedir licença para fazer uso de sua imagem. O autor precisa compreender que é de interesse de toda a população brasileira saber como o filho do Presidente da República obteve tamanha ascensão coincidente ao mandato de seu pai. E há de concordar que uma imprensa livre para investigar tais fatos é fator essencial para que vivamos num Estado Democrático de Direito, ideal outrora defendido por tantos que, agora, ao que se vê, parecem se incomodar com ele."
"Desse modo, examinando-se o conflito dos interesses constitucionais envolvidos na publicação da matéria, verifica-se que a conduta dos réus não foi abusiva e apenas buscou informar seus leitores sobre assunto de relevante interesse público. Logo, inexiste direito à reparação civil (...)”.
Portanto, a narrativa que Hélio Fernandes publicou na Tribuna da Imprensa, representa exatamente a maneira com que as pessoas ligadas ao presidente se comportam, comportamento este que vem a ser extensão mesma da arrogância com que Lula se dirige ao país. Bastante que se assista aos seus discursos, donde destilam e reverberam um ódio incontido contra “adversários” que muitas vezes apenas ele os vê.
Não seria de todo estranho que seus filhos se sentissem no "direito", mesmo que tal direito fosse apenas imaginário, de agredir não ao povo ou à boa educação, mas sim aqueles que eles, no fundo, consideram meros súditos do papai imperial. Talvez, por isso mesmo, o "imperador" e seu partido tentam a qualquer custo impor censura à liberdade de expressão: para que suas lambanças e sujeiras continuem sendo jogadas para debaixo do tapete. Esta gente não odeia apenas a democracia, mas, sobretudo, a verdade os desequilibra.
Segue o texto do Hélio Fernandes na Tribuna da Imprensa.
***
“Quem manda nesse país é o meu pai, eu sento onde quiser, e mando minha turma bater em você, porque descubro onde você mora”. De Luiz Claudio, filho de Lula, bêbado e arrogante
.
.
Isso foi dito acintosa e arrogantemente por esse Luiz Claudio Lula da Silva, que comprou entradas para o Cirque Du Soleil, mas queria sentar em lugares que pertenciam a outras pessoas.
.
Tudo o que vem a seguir, rigorosamente verdadeiro, está publicado em diversos sites, entre eles o do Movimento Ordem e Vigília contra a Corrupção.
.
.
Tudo o que vem a seguir, rigorosamente verdadeiro, está publicado em diversos sites, entre eles o do Movimento Ordem e Vigília contra a Corrupção.
.
A seguir, o texto na íntegra, para meditação e reflexão geral do povo:
.
.
“Você sabe com quem está falando?”
.
.
Em uma viagem tomei conhecimento sobre um episódio deprimente, ocorrido durante uma apresentação do Cirque du Soleil. Foi relatado por um dos organizadores.
.
.
A cena foi protagonizada pelo filho do filho do Brasil, aquele que quer ser técnico de futebol. Exaltado e bêbado, Luiz Cláudio Lula da Silva teve que ser retirado pelos seguranças do Cirque du Soleil, porque ele acredita ser o dono de tudo, até mesmo de um espetáculo estrangeiro que tem as garantias legais para atuar em qualquer lugar do mundo, sob a proteção das leis de seu país originário, no caso, do Canadá.
.
.
Aos fatos: O filho de Lula, o mais novo, no Cirque du Soleil
.
.
“Quem manda nesse país é o meu pai, eu sento onde eu quiser e mando minha turma bater em você, porque descubro onde você mora”.
.
.
E repetia mil vezes: “Você sabe com quem está falando? Também, posso fazer você perder seu emprego.”
.
.
É assim que os “Silvas” pensam: o Brasil é deles. Esse cretino tomou o assento de três senhoras que haviam pagado seus ingressos, e não queria sair do lugar delas de jeito nenhum. Ele estava acompanhado de duas garotas.
.
.
O coordenador chamou o segurança e o fez sair. O cafajeste estava bêbado e se recusava a tomar o assento que ele havia comprado, queria aquele lugar porque ele era o filho do Lula.
.
.
Pois bem, ele pediu para chamar o presidente do Cirque du Soleil. O canadense veio atendê-lo. Ele dizia ao coordenador : “Duvido que você conte a ele, que mandou o segurança retirar o filho do presidente do Brasil, que manda em tudo”.
.
.
Isto ele dizia aos berros e intercalado com palavrões. O funcionário respondeu: “Eu falo sete idiomas e vou traduzir do jeito que você falar, mesmo falando mal de mim…” Bom, uma das amiguinhas dele falava inglês, e foi ouvindo o coordenador traduzir literalmente a conversa do imbecil.
.
.
Resumindo: O diretor canadense, disse: “Aqui mando eu, e meu funcionário obedeceu rigorosamente as leis que regem o Cirque du Soleil, portanto, você se dirija ao seu lugar ou retire-se”.
.
.
Ele se retirou, e tornou a voltar porque as moças estavam chorando e queriam ver o show.
.
.
Muitos da platéia diziam: Ele é igual ao pai, vejam como está bêbado. Palhaço!!!
.
.
Lógico que foi solicitado ao público que parasse com as manifestações. Mas o vagabundo-juniorzinho da Silva é baixo igual ao PAI. (não é o ex-funcionário de zoológico, Lulinha Jr., é o anão que quer ser técnico de futebol, sem talento para a coisa!)
.
.
Lembrei-me dos filhos de Saddam Hussein!
.
.
Observação importante:
Para os dirigentes do Cirque du Soleil, a montagem do espetáculo, seja em qualquer país, obedece as leis canadenses.
.
.
Para facilitar o entendimento: é como a nossa Embaixada em Honduras. Lá, manda o governo brasileiro, que deve obedecer as regras diplomáticas; por sinal, coisa que o Lula não fez, pois transformou aquele “território” na Casa da Mãe Joana.
.
.
O ocorrido, relatado acima, foi no Brasil e a história nos foi contada por um dos organizadores do Cirque. O filho do filho do Brasil teria pago R$ 700 pelo ingresso, e sua fileira era bem melhor que a fileira onde estavam as três senhoras, pois oferecia uma visão mais ampla para o espetáculo. Porém, ele invocou que queria o lugar delas.
.
.
O organizador nos explicou que nem com uma liminar ele poderia quebrar as regras du Cirque. E confessou-nos, que pela arrogância e violência do “neto” do Brasil, ele tremeu nas bases quando foi ameaçado, justamente porque sua família reside no Brasil.
.
.
* * *
.
.
PS – Há tempos publiquei a nota me foi enviada da Suíça por um brasileiro, catedrático, que mora lá. Me telefonou, nem quis mandar correio eletrônico. Publiquei como ele me disse de forma textual: “Helio, estou vendo um filho de Lula sair do maior Banco da Suíça. O que pode fazer nesse banco? Só você pode publicar”.
.
.
PS2 – Ninguém desmentiu, não sei se o filho é o mesmo. São tantos e tão ávidos.






