
Quando Lula fala de corrupção ele diz “A culpa é do sistema político”. Quando ele arquiteta o plano de golpe de estado, sob o mentiroso manto de “Reforma Política”, ele justifica dizendo que os políticos do Congresso não farão coisa alguma e que só legislam em causa própria. Em momento algum, Lula ao atacar o parlamento faz ressalvas quanto aos petistas, deputados e senadores, que lá tem assento. Ele mistura tudo num único caldeirão, e rotula todos de corruptos e incompetentes.
Já dissemos em variadas oportunidades que Lula é o chefe da gangue. Quando o Procurador Geral da República recebeu o CPI do mensalão e acatou as denúncias, em sua justificativa ele citou “quadrilha”. Eram quarenta, nela incluindo-se José Dirceu. Faltou o Ali-Babá. Mais não se poderia dizer, porque todo o esquema implantado pelo PT no sentido de aparelhar o Estado, corromper e desviar recursos públicos, teve um único propósito: beneficiar Lula. Eis o Ali-Babá desta história de podridão. Ora, nenhuma quadrilha seria aparelhada na forma, montante e amplitude da que se viu e ainda se vê no governo federal, sem a devida autorização e conhecimento do Chefe. Dentro do melhor estilo das máfias. O poderoso fica intocável e imaculado. Os soldados e peões é que fazem o serviço sujo. Só que, invariavelmente, somente o poderoso chefe é que se beneficia, ficando mais rico e poderoso. No caso de Lula não é o dinheiro que está em jogo, é o poder. Este é o seu alimento, o oxigênio que o faz flutuar.
Muito, também, já se falou e especulou sobre a mini-constituinte que Lula quer convocar para patrocinar apenas a reforma política. Não bastasse a proposta ser inconstitucional, para Lula quais propósitos teria para manter um Congresso cada mais desmoralizado, cada vez mais enlameado ? Um Congresso assim, diante de um Executivo reabilitado com uma vitória nas urnas, é um perigo eminente. Com uma Constituinte fora do âmbito parlamentar, lhe permitiria traçar e implantar o esquema de armaduras legais que bem entendesse para sua perpetuação no Poder, que aliás é um desejo visível.
Acrescente-se a isto ser esta a fórmula empregada por Hugo Chavez para manter-se como o caudilho todo poderoso da Venezuela, mesmo caminho que trilha imponente outro companheiro latino, Evo Morales, presidente da Bolívia.
Sabe-se do antigo sonho de socialistas, de se concretizar na América do Sul a instalação da União das Repúblicas Socialistas da América Latina – URSLA, podendo, diferente da antiga ex-URSS, os países membros estarem integrados mas cada um com comando próprio, abstraindo-se o comando central como havia na antiga URSS.
A partir do Foro de São Paulo, fundado e presidido por Lula durante algum tempo, revela-se todo um processo para a implantação de um modelo chamado de neocomunismo. Este processo, não se enganem, encontra-se em pleno curso. Bastante seja olhar para tudo o que se passa presentemente na América do Sul, para sabermos que vivemos estes tormentos.
Do mesmo modo, o Brasil, até por causa de sua dimensão aliado à sua pujança econômica, representa para todo o processo um aliado do qual os demais países do bloco não poderão abrir mão. Quando Lula torce o nariz para o idioma inglês, hoje universal, e diz que somente o espanhol é importante, ele tem suas razões, ocultas, mas têm. E não se trata de desfazer do idioma espanhol, que consideramos também importante. Afinal, dentre os latinos, somos os únicos a falar português. Há um confronto direto com os Estados Unidos, muito embora o Brasil não o diga abertamente de parte dos que hoje comandam o Itamaraty. Mas é inegável que estamos pouco a pouco deixando de nos afinar com países de primeiro mundo, para nos alinharmos com países de menor importância, além daqueles que já compõem o bloco dos neocomunistas. Hugo Chavez movido por bilhões de petrodólares anda á frente do bloco. Usa maciçamente o dinheiro para co-optar vizinhos, comprando dívidas da Argentina, do Paraguai (no caso de Itaipu), e do Uruguai. Paralelamente, investe pesado em armamento bélico. Perdemos liderança e espaço. E nossos governantes assistem a isto tudo como se nada disso nos dissesse respeito, ou representasse perigo à nossa soberania. E a tal ponto o governo brasileiro tem sido inoperante, que apesar do chute no traseiro que levou do índio presidente, nos casos da Petrobrás e Siderúrgica MMX, que não satisfeito, ofertou e abriu para o governo boliviano a juros e condições bem camaradas, uma linha de crédito no BNDES para construção de estradas, além de preparar outra linha para a construção de um super-gasoduto partindo da Venezuela, que atravessaria o Brasil de norte a sul, passando ainda por Paraguai, Uruguai, Argentina e indo até o Chile. Imaginem os bilhões de dólares que o investimento acarretaria, além é claro, de nos deixar de joelhos perante a Venezuela em relação ao uso do gás. Adeus soberania, adeus independência energética. Mas, no discurso não dependemos de ninguém. Será ?
Já dissemos em variadas oportunidades que Lula é o chefe da gangue. Quando o Procurador Geral da República recebeu o CPI do mensalão e acatou as denúncias, em sua justificativa ele citou “quadrilha”. Eram quarenta, nela incluindo-se José Dirceu. Faltou o Ali-Babá. Mais não se poderia dizer, porque todo o esquema implantado pelo PT no sentido de aparelhar o Estado, corromper e desviar recursos públicos, teve um único propósito: beneficiar Lula. Eis o Ali-Babá desta história de podridão. Ora, nenhuma quadrilha seria aparelhada na forma, montante e amplitude da que se viu e ainda se vê no governo federal, sem a devida autorização e conhecimento do Chefe. Dentro do melhor estilo das máfias. O poderoso fica intocável e imaculado. Os soldados e peões é que fazem o serviço sujo. Só que, invariavelmente, somente o poderoso chefe é que se beneficia, ficando mais rico e poderoso. No caso de Lula não é o dinheiro que está em jogo, é o poder. Este é o seu alimento, o oxigênio que o faz flutuar.
Muito, também, já se falou e especulou sobre a mini-constituinte que Lula quer convocar para patrocinar apenas a reforma política. Não bastasse a proposta ser inconstitucional, para Lula quais propósitos teria para manter um Congresso cada mais desmoralizado, cada vez mais enlameado ? Um Congresso assim, diante de um Executivo reabilitado com uma vitória nas urnas, é um perigo eminente. Com uma Constituinte fora do âmbito parlamentar, lhe permitiria traçar e implantar o esquema de armaduras legais que bem entendesse para sua perpetuação no Poder, que aliás é um desejo visível.
Acrescente-se a isto ser esta a fórmula empregada por Hugo Chavez para manter-se como o caudilho todo poderoso da Venezuela, mesmo caminho que trilha imponente outro companheiro latino, Evo Morales, presidente da Bolívia.
Sabe-se do antigo sonho de socialistas, de se concretizar na América do Sul a instalação da União das Repúblicas Socialistas da América Latina – URSLA, podendo, diferente da antiga ex-URSS, os países membros estarem integrados mas cada um com comando próprio, abstraindo-se o comando central como havia na antiga URSS.
A partir do Foro de São Paulo, fundado e presidido por Lula durante algum tempo, revela-se todo um processo para a implantação de um modelo chamado de neocomunismo. Este processo, não se enganem, encontra-se em pleno curso. Bastante seja olhar para tudo o que se passa presentemente na América do Sul, para sabermos que vivemos estes tormentos.
Do mesmo modo, o Brasil, até por causa de sua dimensão aliado à sua pujança econômica, representa para todo o processo um aliado do qual os demais países do bloco não poderão abrir mão. Quando Lula torce o nariz para o idioma inglês, hoje universal, e diz que somente o espanhol é importante, ele tem suas razões, ocultas, mas têm. E não se trata de desfazer do idioma espanhol, que consideramos também importante. Afinal, dentre os latinos, somos os únicos a falar português. Há um confronto direto com os Estados Unidos, muito embora o Brasil não o diga abertamente de parte dos que hoje comandam o Itamaraty. Mas é inegável que estamos pouco a pouco deixando de nos afinar com países de primeiro mundo, para nos alinharmos com países de menor importância, além daqueles que já compõem o bloco dos neocomunistas. Hugo Chavez movido por bilhões de petrodólares anda á frente do bloco. Usa maciçamente o dinheiro para co-optar vizinhos, comprando dívidas da Argentina, do Paraguai (no caso de Itaipu), e do Uruguai. Paralelamente, investe pesado em armamento bélico. Perdemos liderança e espaço. E nossos governantes assistem a isto tudo como se nada disso nos dissesse respeito, ou representasse perigo à nossa soberania. E a tal ponto o governo brasileiro tem sido inoperante, que apesar do chute no traseiro que levou do índio presidente, nos casos da Petrobrás e Siderúrgica MMX, que não satisfeito, ofertou e abriu para o governo boliviano a juros e condições bem camaradas, uma linha de crédito no BNDES para construção de estradas, além de preparar outra linha para a construção de um super-gasoduto partindo da Venezuela, que atravessaria o Brasil de norte a sul, passando ainda por Paraguai, Uruguai, Argentina e indo até o Chile. Imaginem os bilhões de dólares que o investimento acarretaria, além é claro, de nos deixar de joelhos perante a Venezuela em relação ao uso do gás. Adeus soberania, adeus independência energética. Mas, no discurso não dependemos de ninguém. Será ?
Vejamos a questão do petróleo. Lula incluiu em sua campanha, a falácia da independência ou auto-suficiência do petróleo. Primeiro, se o Brasil tivesse crescido a taxas razoáveis do que o mundo cresceu nos últimos cinco anos, esta “independência” só aconteceria lá em 2010/2012. Consta tal projeção em documentos oficiais da própria Petrobrás. Segundo, espertamente o presidente Lula esqueceu-se de dizer que o petróleo que empregamos para extrair a gasolina para abastecer toda a frota nacional de veículos automotores não é produzido no Brasil. Trata-se de um petróleo mais fino, inexistente no nosso sub-solo ou nas profundezas do mar em que a Petrobrás explora no país. Só no discurso se fala de outra coisa. Porém, por detrás destas ações, esconde-se o desejo de permanecer no poder, e mentindo acintosamente para a opinião pública, esparramando assistencialismos escandolosos sob o falso manto de programa social, assiste-se a compra de milhões de consciências. Dentro do melhor estilo populista, abre-se caminho para o projeto de poder se concretizar.
Todas as informações que comentamos até aqui é para, retornando ao assunto inicial, identificar o quanto o processo desta integração neocomunista encontra-se arraigada e em pleno processo de instalação no país. Mas para isto, Lula precisaria mexer no estado de direito, e daí a razão de sua mini-constituinte.
Encenando um circo todo especial, Lula ao desmoralizar de forma tão contundente o Congresso Nacional, abre caminho para que a reforma política se realize fora do regime parlamentar. Claro que tem gente aplaudindo, tem gente achando que o chefe está impregnado de boas intenções. Apenas que o chefe tem intenções boas para si tão somente. Os blefes, as mentidas, os cenários circenses, o assistencialismo, a redução de investimentos em infra-estrutura, faz parte do grande palco montado para sua performance. Entendem que, depois, seria bastante um bom programa de marketing para sustentar todas as farsas.
Para quem deseja conhecer a verdade dos fatos de como se constrói um falso país, a partir da propaganda enganosa, a partir de hoje, publicaremos uma série de artigos comparativos entre o período Lula e FHC, para que todos possam perceber que está se vendendo uma mentira, criando um “exército” de ativos seguidores, pois a manutenção no poder é considerada como prioritário. Segue-se o modelo de tanto se repetir uma mentira para torná-la uma verdade.
Vamos, também, nos próximos capítulos demonstrar o que vem a ser o neocomunismo, como começa e como se alastra, e finalmente, mostrar dentro da nossa realidade, os escândalos todos diretamente relacionados ao Executivo. E aqui vale desfazer a primeira mentira que qualifica a presidência da república como sendo detentora de uma hipocrisia sem limites. Lula em seus programas, inclusive em palanques, tem dito que a corrupção no País é por culpa do sistema político. Seus assessores e companheiros mais próximos fazem eco a todo instante. Tarso Genro, Dilma Roussef e Ricardo Berzoini não perdem oportunidades para repetir a exaustão a mesma falácia. Mas o fato é que o Presidente Lula mente. Mentira é a sua arma predileta. Não há, em qualquer país do mundo, sistema isento de corrupção, pela simples razão de que, quem a pratica, não é o sistema, são as pessoas, são os desonestos, são os criminosos, são os assaltantes dos cofres públicos. E mais: o cofre é guardado sob responsabilidade do Executivo. Ele é quem tem a chave do cofre. E no caso brasileiro, ele tem sido invariavelmente o agente da corrupção a comprar favores, votos e consciências para perpetrar uma situação de caos, na qual, agarrado à sua ambição de poder, se crie o cenário perfeito para a realização deste projeto, desta desenfreada ambição.
Todas as informações que comentamos até aqui é para, retornando ao assunto inicial, identificar o quanto o processo desta integração neocomunista encontra-se arraigada e em pleno processo de instalação no país. Mas para isto, Lula precisaria mexer no estado de direito, e daí a razão de sua mini-constituinte.
Encenando um circo todo especial, Lula ao desmoralizar de forma tão contundente o Congresso Nacional, abre caminho para que a reforma política se realize fora do regime parlamentar. Claro que tem gente aplaudindo, tem gente achando que o chefe está impregnado de boas intenções. Apenas que o chefe tem intenções boas para si tão somente. Os blefes, as mentidas, os cenários circenses, o assistencialismo, a redução de investimentos em infra-estrutura, faz parte do grande palco montado para sua performance. Entendem que, depois, seria bastante um bom programa de marketing para sustentar todas as farsas.
Para quem deseja conhecer a verdade dos fatos de como se constrói um falso país, a partir da propaganda enganosa, a partir de hoje, publicaremos uma série de artigos comparativos entre o período Lula e FHC, para que todos possam perceber que está se vendendo uma mentira, criando um “exército” de ativos seguidores, pois a manutenção no poder é considerada como prioritário. Segue-se o modelo de tanto se repetir uma mentira para torná-la uma verdade.
Vamos, também, nos próximos capítulos demonstrar o que vem a ser o neocomunismo, como começa e como se alastra, e finalmente, mostrar dentro da nossa realidade, os escândalos todos diretamente relacionados ao Executivo. E aqui vale desfazer a primeira mentira que qualifica a presidência da república como sendo detentora de uma hipocrisia sem limites. Lula em seus programas, inclusive em palanques, tem dito que a corrupção no País é por culpa do sistema político. Seus assessores e companheiros mais próximos fazem eco a todo instante. Tarso Genro, Dilma Roussef e Ricardo Berzoini não perdem oportunidades para repetir a exaustão a mesma falácia. Mas o fato é que o Presidente Lula mente. Mentira é a sua arma predileta. Não há, em qualquer país do mundo, sistema isento de corrupção, pela simples razão de que, quem a pratica, não é o sistema, são as pessoas, são os desonestos, são os criminosos, são os assaltantes dos cofres públicos. E mais: o cofre é guardado sob responsabilidade do Executivo. Ele é quem tem a chave do cofre. E no caso brasileiro, ele tem sido invariavelmente o agente da corrupção a comprar favores, votos e consciências para perpetrar uma situação de caos, na qual, agarrado à sua ambição de poder, se crie o cenário perfeito para a realização deste projeto, desta desenfreada ambição.