A mesma empresa de lixo fez a doação ao Comitê do PT para presidente em 2002 no valor total de R$ 350.000,00. Assim a campanha de Lula e o Comitê do PT para presidente em 2002, receberam R$ 480.000,00 da empresa de lixo que foi condenada na Justiça de São Paulo, por lesão aos cofres do município de São Paulo, em data anterior à transferência da doação à campanha eleitoral do candidato Lula e ao Comitê do Partido dos Trabalhadores para presidente.
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A empresa de lixo foi condenada nos autos da ação de improbidade administrativa n. 583.53.1999.423632-0, pelo Juízo da 14ª Vara da Fazenda Pública da Capital, em ação movida em 28/10/1999, pelo Ministério Público do Estado de São Paulo. A sentença foi confirmada posteriormente pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Além de condenada a reparação dos danos que causou ao erário público de São Paulo, a empresa de lixo foi condenada à proibição de contratar com o poder público pelo prazo de cinco anos. Ao assinar sua prestação de conta da campanha de 2002, confirmando o recebimento da doação do esquema do Lixo, Lula não poderá alegar, como de costume, “que não sabia de nada”.
Caso do Lixo em Porto Alegre
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Caso do Lixo em Porto Alegre
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Durante a administração popular iniciada com o governo do PT em Porto Alegre (RS), que teve Olívio Dutra como primeiro prefeito, seguido por Tarso Genro, Raul Pont e João Verle, o representante petista do lixo na capital gaúcha comandou a limpeza urbana por três gestões.
Foram tantas as irregularidades que o diretor geral do lixo de Porto Alegre acabou sendo condenado no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul a ter que devolver o valor perto de R$ 1 milhão aos cofres públicos do município.Esse ex-diretor geral responde ainda a processo na Justiça em ação civil pública ingressada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul.
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Foram tantas as irregularidades que o diretor geral do lixo de Porto Alegre acabou sendo condenado no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul a ter que devolver o valor perto de R$ 1 milhão aos cofres públicos do município.Esse ex-diretor geral responde ainda a processo na Justiça em ação civil pública ingressada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul.
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Lixo da Marta
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No município de São Paulo, a prefeitura comandada pela petista Marta Suplicy, hoje coordenadora da campanha de Lula em São Paulo, realizou a maior licitação pública do Brasil na área do lixo.
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Faltando exatos 86 dias antes do final de seu governo, a prefeitura de São Paulo firmou dois contratos com concessionárias privadas, por um prazo de até 40 anos, com valores que chegavam a R$ 20 bilhões.
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As irregularidades no processo licitatório e indícios de fraudes culminaram com diversos processos na Justiça de São Paulo, estando os contratos com essas concessionárias “sub judice”.
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O Ministério Público paulistano abriu investigação sobre o lixo de São Paulo.
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A seguir o MP ingressou com uma ação civil pública, em novembro de 2004, contra autoridades, funcionários e empresas privadas, pela chamada “trama no lixo”.
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Lixo de Palocci
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No dia 19 de setembro passado, o delegado seccional da Polícia Civil em Ribeirão Preto, Antonio Valencise, pediu a prisão do ex-ministro da Fazenda e agora deputado federal eleito, o petista Antonio Palocci Filho, acusando-o de envolvimento em irregularidades no contrato de limpeza nas administrações do PT na cidade do Oeste paulista.
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No relatório final do inquérito, Palocci é citado como o coordenador da "máfia do lixo".
As investigações, que também fizeram parte da CPI dos Bingos, incluem irregularidades nas gestões dos petistas Palocci (2001 a 2002) e Gilberto Maggioni (2002 a 2004) em Ribeirão Preto (SP).
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As investigações, que também fizeram parte da CPI dos Bingos, incluem irregularidades nas gestões dos petistas Palocci (2001 a 2002) e Gilberto Maggioni (2002 a 2004) em Ribeirão Preto (SP).
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De acordo com o delegado, o rombo deixado pelas irregularidades foi superior a R$ 30 milhões.
Segundo Rogério Buratti, ex-assessor de Palocci na prefeitura, o ex-ministro recebia R$ 50 mil mensais de propina da empresa de lixo.
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Segundo Rogério Buratti, ex-assessor de Palocci na prefeitura, o ex-ministro recebia R$ 50 mil mensais de propina da empresa de lixo.
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Sujeira que matou Celso Daniel?
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O assassinato do ex-prefeito de Santo André (SP) Celso Daniel, em janeiro de 2002, foi apontado pela CPI dos Bingos e pelo Grupo de Atuação Especial Regional contra o Crime Organizado (Gaerco) em Santo André (SP) como estando relacionado à corrupção na coleta de lixo.
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Os irmãos o ex-prefeito petista Celso Daniel chegaram a afirmar que Celso foi morto porque não aceitou o enriquecimento de correligionários petistas com um esquema de caixa dois concebido originalmente apenas para financiar as campanhas eleitorais do partido.
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Entre os fundos de campanha estava o lixo de Santo André na administração petista do próprio Celso Daniel.

