sexta-feira, outubro 27, 2006

TOQUEDEPRIMA...

Rastreamento nas linhas do Planalto, mas não de Lula
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Veja On line
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A Polícia Federal realizou um rastreamento de cerca de 380.000 ligações telefônicas de 100 linhas do Palácio do Planalto. De acordo com o comando da PF, o rastreamento foi uma tentativa de verificar conversas entre personagens envolvidos no escândalo do dossiê. A verificação foi feita com autorização judicial e não incluiu o gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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De acordo com o ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, só o Supremo Tribunal Federal (STF) pode autorizar o rastreamento das ligações do presidente, a pedido do procurador-geral da República. Algumas das linhas rastreadas, contudo, são usadas por pessoas bem próximas de Lula. A principal delas é o chefe de gabinete do presidente, Gilberto Carvalho, velho amigo de Lula.
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A PF já sabe que Carvalho ligou para Jorge Lorenzetti, apontado como um dos principais resposáveis pela operação de compra do dossiê, antes mesmo que o nome do petista aparecesse como um dos suspeitos do caso. "Os envolvidos no dossiê são petistas e é natural que ligassem para petistas no governo", tentou explicar Bastos. Os extratos telefônicos estão sendo analisados na PF.
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Contando com a invasão no C...
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No Alerta Total
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Confiante na reeleição de Lula, o MST rompeu ontem a trégua eleitoral. Os radicais invadiram três fazendas no Pontal do Paranapanema (SP).
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A previsão, que o líder do MST José Rainha anunciara, ainda no período eleitoral, era de que a trégua acabaria no domingo.
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Mas como seu aliado Lula já ganhou a eleição previamente, o MST avaliou que poderia invadir as terras antes, que não prejudicaria o candidato.
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A mentira, a farsa continua
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Em matéria em seu site, a revista época revela que em uma “investigação interna”, Lula acredita que o dinheiro do dossiê veio do caixa-dois com aval de Berzoíni.
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É muita cara de pau dessa gente. Será que esse governo pensa que todos nós somos patetas? Ou será que Lula está falando somente a seus eleitores analfabetos?Este presidente ultrapassou todos os limites toleráveis.
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Segundo a reportagem, Lula disse a dois ministros acreditar que parte dos R$1,7 milhão usados na tentativa de compra do dossiê veio do caixa-dois do PT e que seu recolhimento foi autorizado pelo seu então coordenador da campanha, ex-ministro e presidente do partido, Ricardo Berzoíni.
A matéria diz ainda que seis semanas depois da prisão dos petistas Gedimar e Valdebran com o dinheiro, Lula ordenou uma “investigação paralela” sobre o caso. Ministros, dirigentes petistas e delegados na Polícia Federal recolheram informações contraditórias, mas que permitiram ao Planalto montar um esboço de como foi arquitetada a compra do dossiê. O próprio presidente se envolveu na apuração, conversando com Ricardo Berzoini, o candidato derrotado ao governo de São Paulo Aloizio Mercadante e vários dirgentes da sua campanha. Há informações de que no dia 17, dois dias depois das prisões pela PF, Lula teria se encontrado com o ex-ministro José Dirceu.
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COMENTANDO A NOTÍCIA: Tudo bem, houve caixa-dois? Então, cumpra-se o que determina a legislação eleitoral em vigor: impugnação de sua candidatura. E fim de papo.
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Ataque alternativo
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Já que o TSE “proibiu” qualquer propaganda da mãozinha de quatro dedos, com o sinal de proibido, contra o presidente Lula, façamos o seguinte: vamos atacar-lhe a deficiência mental, moral e ética...
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PB: cartão é do neto de Humberto Lucena
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A empresa Several Card ganhou o direito de emitir aos servidores estaduais e municipais da Paraíba o cartão PBCard, que permite o débito em folha de até 30% do salário. A empresa tem até link na página da Secretaria de Administração do governo de Cássio Cunha Lima (PSDB). À frente do negócio está Leonardo Campos, neto do ex-senador Humberto Lucena e filho de José Wilson, que, filiado ao PFL, atacou duramente o próprio pai, o ex-governador do Tocantins Siqueira Campos (PSDB), durante a última campanha eleitoral. Os cartões são anunciados como um “adiantamento do salário” do funcionário para compras em farmácias e supermercados.