"Estou impressionada com a baixaria!!!"
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No Alerta Brasil
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Amigas e amigos do blog, É impressionante a baixaria, o nível da ralé que tem nos atacado.
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No Alerta Brasil
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Amigas e amigos do blog, É impressionante a baixaria, o nível da ralé que tem nos atacado.
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Por que isso, pergunto??? Se o tal Lula está com uma dianteira de mais de 60% dos votos, por que tanta agressão? Parei para pensar, tentei entender o inconsciente dos petralhas e cheguei à conclusão que eles são, nada mais, nada menos, que UMA RALÉ!!! Nem ganhando eles conseguem ser elegantes!!!!
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É lamentável, mas são a massa que jamais foi ou será VENCEDORA. Vivem dos restos...se alguem monta uma empresa, eles têm que se apoderar... Se alguém produz numa terra, eles têm que se apropriar... SÃO MENOS! SÃO SUB!!! NÃO TÊM CAPACIDADE DE CRIAR... SÓ TÊM CAPACIDADE DE SE "APROPRIAR"!!! Pobre Pátria Amada!!! Choro por você!!!
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Rapidinhas do Planalto
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Por Cláudio Humberto
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Dobro de zero
Lula anunciou ontem, a jornalistas da RBS gaúcha, um ministério que “fará o dobro”, se ele for reeleito. Não revelou porém se ele fará o mesmo.
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País verde
O governo fará coleta seletiva do lixo nos órgão federais, revelou a Agência Brasil. No Planalto faltará caçamba.
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Pensando bem...
...aviões a serviço do PT não têm caixa preta. Só caixa 2.
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MST, PT, PFL e CNI no mesmo palanque em Pernambuco
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O líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) Jaime Amorim, o ministro da Defesa, Valdir Pires, o deputado Inocêncio Oliveira (PL-PE), o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro Neto (PTB), e os governadores eleitos do Sergipe, Marcelo Déda (PT), e do Ceará, Cid Gomes (PSB), dividiram espaço no palanque do candidato ao governo de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), da Coligação Frente Popular de Pernambuco (PSB-PP-PDT-PSC-PL), na noite de ontem, depois de uma grande e festiva caminhada que tomou o Centro do Recife.
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Com febre, gripado, Pires disse estar ali para apoiar "o amigo" Campos, "figura da nova geração", político "lúcido e inteligente", cuja eleição só espera a confirmação das urnas no domingo. Para o ministro da Defesa, a eleição de governadores aliados do governo federal no Nordeste (Bahia, Piauí, Sergipe, Ceará) representa a "retomada da capacidade do Nordeste de definir o seu desenvolvimento, retornando aos princípios básicos do economista Celso Furtado, na linha do desenvolvimento da agricultura familiar, da modificação da distribuição de renda, da comercialização interna e da inclusão social".
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Pires não quis comentar a mobilização de movimentos sociais, anunciada pelo MST pouco antes, pela reestatização da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD). "Esse é um assunto para se discutir depois", afirmou, ao comentar, porém, que "as privatizações não deveriam ter sido realizadas". Para ele, a venda da Vale foi a preço muito inferior ao seu valor, "quase uma doação".
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Campos, que está com 30 pontos à frente do governador Mendonça Filho (PFL), de acordo com a última pesquisa Ibope, conclamou a militância a se manter nas ruas até a consolidação da vitória nas urnas. O escritor Ariano Suassuna foi, mais uma vez, estrela do comício, fazendo a multidão cantar o frevo "Madeira que o cupim não rói", de Capiba, o que vem provocando mal-estar na viúva do compositor pernambucano, que não autorizou o uso da música em campanha eleitoral.
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Hoje à noite, Campos e Mendonça Filho participam do último debate da campanha, na Rede Globo de Televisão. O governador realizou uma grande caminhada em Olinda (PE), no mesmo horário da caminhada de Campos no Recife, com a presença do principal aliado, o ex-governador Jarbas Vasconcelos (PMDB).
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Para Alckmin, "o Lula dos pobres virou o Lula do luxo"
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SÃO PAULO - No último compromisso de campanha em São Paulo, Estado que governou até abril e que o credenciou para disputar a Presidência - além de ter sido o responsável por sua ida ao segundo turno -, o candidato do PSDB ao Planalto, Geraldo Alckmin, disse, ontem à noite, que seu adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está desrespeitando o eleitor ao falar já como eleito.
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Rapidinhas do Planalto
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Por Cláudio Humberto
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Dobro de zero
Lula anunciou ontem, a jornalistas da RBS gaúcha, um ministério que “fará o dobro”, se ele for reeleito. Não revelou porém se ele fará o mesmo.
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País verde
O governo fará coleta seletiva do lixo nos órgão federais, revelou a Agência Brasil. No Planalto faltará caçamba.
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Pensando bem...
...aviões a serviço do PT não têm caixa preta. Só caixa 2.
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MST, PT, PFL e CNI no mesmo palanque em Pernambuco
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O líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) Jaime Amorim, o ministro da Defesa, Valdir Pires, o deputado Inocêncio Oliveira (PL-PE), o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro Neto (PTB), e os governadores eleitos do Sergipe, Marcelo Déda (PT), e do Ceará, Cid Gomes (PSB), dividiram espaço no palanque do candidato ao governo de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), da Coligação Frente Popular de Pernambuco (PSB-PP-PDT-PSC-PL), na noite de ontem, depois de uma grande e festiva caminhada que tomou o Centro do Recife.
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Com febre, gripado, Pires disse estar ali para apoiar "o amigo" Campos, "figura da nova geração", político "lúcido e inteligente", cuja eleição só espera a confirmação das urnas no domingo. Para o ministro da Defesa, a eleição de governadores aliados do governo federal no Nordeste (Bahia, Piauí, Sergipe, Ceará) representa a "retomada da capacidade do Nordeste de definir o seu desenvolvimento, retornando aos princípios básicos do economista Celso Furtado, na linha do desenvolvimento da agricultura familiar, da modificação da distribuição de renda, da comercialização interna e da inclusão social".
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Pires não quis comentar a mobilização de movimentos sociais, anunciada pelo MST pouco antes, pela reestatização da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD). "Esse é um assunto para se discutir depois", afirmou, ao comentar, porém, que "as privatizações não deveriam ter sido realizadas". Para ele, a venda da Vale foi a preço muito inferior ao seu valor, "quase uma doação".
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Campos, que está com 30 pontos à frente do governador Mendonça Filho (PFL), de acordo com a última pesquisa Ibope, conclamou a militância a se manter nas ruas até a consolidação da vitória nas urnas. O escritor Ariano Suassuna foi, mais uma vez, estrela do comício, fazendo a multidão cantar o frevo "Madeira que o cupim não rói", de Capiba, o que vem provocando mal-estar na viúva do compositor pernambucano, que não autorizou o uso da música em campanha eleitoral.
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Hoje à noite, Campos e Mendonça Filho participam do último debate da campanha, na Rede Globo de Televisão. O governador realizou uma grande caminhada em Olinda (PE), no mesmo horário da caminhada de Campos no Recife, com a presença do principal aliado, o ex-governador Jarbas Vasconcelos (PMDB).
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Para Alckmin, "o Lula dos pobres virou o Lula do luxo"
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SÃO PAULO - No último compromisso de campanha em São Paulo, Estado que governou até abril e que o credenciou para disputar a Presidência - além de ter sido o responsável por sua ida ao segundo turno -, o candidato do PSDB ao Planalto, Geraldo Alckmin, disse, ontem à noite, que seu adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está desrespeitando o eleitor ao falar já como eleito.
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Ao reiterar que o petista mente, o tucano o acusou de se aliar às oligarquias que sempre criticou e de dar as mãos a representantes da ditadura militar. "Hoje o mentor do Lula é o Delfim Netto, o homem do AI-5 que disse que era pra cassar o Mario Covas. Como o Lula mudou. O Lula dos pobres virou o do luxo e o do Aerolula. O Lula dos trabalhadores virou o homem dos banqueiros. .
O Lula do avanço virou o parceiro das oligarquias. Que triste", discursou o candidato no Vale do Anhangabaú, no Centro da capital.
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Para o tucano, seu adversário é só arrogância. "Ele é arrogante, vestiu um salto 15, desrespeitando o eleitor. A eleição é domingo. Como sempre, mentindo. É impressionante como não fica vermelho." Apesar de as pesquisas de intenção de voto apontarem Lula como franco favorito, Alckmin reafirmou que acredita na vitória. "Dá pra virar tranqüilo, estamos confiantes na vitória "
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Para o tucano, seu adversário é só arrogância. "Ele é arrogante, vestiu um salto 15, desrespeitando o eleitor. A eleição é domingo. Como sempre, mentindo. É impressionante como não fica vermelho." Apesar de as pesquisas de intenção de voto apontarem Lula como franco favorito, Alckmin reafirmou que acredita na vitória. "Dá pra virar tranqüilo, estamos confiantes na vitória "
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No ato, que de acordo com a Polícia Militar reuniu 5 mil pessoas - o PSDB esperava15 mil -, a palavra de ordem foi empenho total e irrestrito nos últimos quatro dias de campanha. "O Lula não vai ganhar por W.O . Ele vai ter que buscar voto. A campanha não acabou", resumiu o presidente do PPS, Roberto Freire, um dos primeiros a chegar ao Vale do Anhangabaú. "A partida só se encerra depois do apito final", afirmou, de carona nas metáforas futebolísticas do presidente-candidato.
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Também subiram no palco com Alckmin o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador eleito de São Paulo, José Serra, e seu vice, Alberto Goldman, o atual governador do Estado, Cláudio Lembo (PFL), o presidente nacional do PFL, Jorge Bornhausen (SC), e os senadores do PFL Heráclito Fortes (PI) e José Jorge (PE), candidato a vice na chapa de Alckmin.
A escolha do Vale do Anhangabaú não foi por acaso. Um dos cartões postais de São Paulo, o lugar também marcou o encerramento da primeira campanha presidencial direta, em 1989, do governador Mario Covas, que morreu em 2001. Covas foi padrinho político de Alckmin. Naquele ano, perdeu as eleições. Desta vez, porém, o cenário será diferente, previu o deputado Edson Aparecido, um dos interlocutores de Alckmin. "Agora nós vamos virar e vencer."
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Assim como em toda campanha, o mote central do ato tucano foi a ética e o combate à corrupção. Entre os militantes, camisetas e faixas com as seguintes inscrições: "O bem sempre vence o mal. Geraldo presidente" e "Transparência e seriedade".
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Para tentar dar volume ao evento, o PSDB disponibilizou ônibus para simpatizantes de diferentes cidades do Estado - só da região de Campinas, vieram 45. Nos prédios ao redor do Anhangabaú, foram projetados a laser o nome e o número (45) do candidato tucano.
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Em discurso, o presidente nacional do PSDB, Tasso Jereissati (CE), pediu à militância que não entre no discurso da derrota do adversário. "Não podemos aceitar na véspera a derrota que eles anunciam." Em seguida, falou no palanque o organizador do comício, José Luiz Henrique Lobo, que também tentou estimular a multidão, pedindo empenho contra "a cambada que tomou de assalto o Palácio do Planalto".
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Também subiram no palco com Alckmin o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador eleito de São Paulo, José Serra, e seu vice, Alberto Goldman, o atual governador do Estado, Cláudio Lembo (PFL), o presidente nacional do PFL, Jorge Bornhausen (SC), e os senadores do PFL Heráclito Fortes (PI) e José Jorge (PE), candidato a vice na chapa de Alckmin.
A escolha do Vale do Anhangabaú não foi por acaso. Um dos cartões postais de São Paulo, o lugar também marcou o encerramento da primeira campanha presidencial direta, em 1989, do governador Mario Covas, que morreu em 2001. Covas foi padrinho político de Alckmin. Naquele ano, perdeu as eleições. Desta vez, porém, o cenário será diferente, previu o deputado Edson Aparecido, um dos interlocutores de Alckmin. "Agora nós vamos virar e vencer."
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Assim como em toda campanha, o mote central do ato tucano foi a ética e o combate à corrupção. Entre os militantes, camisetas e faixas com as seguintes inscrições: "O bem sempre vence o mal. Geraldo presidente" e "Transparência e seriedade".
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Para tentar dar volume ao evento, o PSDB disponibilizou ônibus para simpatizantes de diferentes cidades do Estado - só da região de Campinas, vieram 45. Nos prédios ao redor do Anhangabaú, foram projetados a laser o nome e o número (45) do candidato tucano.
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Em discurso, o presidente nacional do PSDB, Tasso Jereissati (CE), pediu à militância que não entre no discurso da derrota do adversário. "Não podemos aceitar na véspera a derrota que eles anunciam." Em seguida, falou no palanque o organizador do comício, José Luiz Henrique Lobo, que também tentou estimular a multidão, pedindo empenho contra "a cambada que tomou de assalto o Palácio do Planalto".