Gás da Bolívia fica mais caro para termelétrica em Cuiabá
Da Agência Estado
O preço do gás sobe de R$ 1,09 para US$ 4,2.
Preço faz parte do novo acordo assinado pelos dois governos.
O Brasil triplicou, a partir de terça-feira (15), o preço que paga pelo gás natural que compra da Bolívia para uso em uma termelétrica em Cuiabá, capital do Mato Grosso, informou na noite da segunda-feira o ministro boliviano de hidrocarbonetos, Carlos Villegas.
"O novo preço tem que vigorar a partir do dia 15 de maio. Esse foi o acordo com o ministro brasileiro (das Minas e Energia) Silas Rondeau," disse o funcionário boliviano em uma coletiva de imprensa.
Em fevereiro, quando o novo preço foi acertado entre os dois países, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reconheceu que o Brasil precisa pagar mais pelo gás natural.
Da Agência Estado
O preço do gás sobe de R$ 1,09 para US$ 4,2.
Preço faz parte do novo acordo assinado pelos dois governos.
O Brasil triplicou, a partir de terça-feira (15), o preço que paga pelo gás natural que compra da Bolívia para uso em uma termelétrica em Cuiabá, capital do Mato Grosso, informou na noite da segunda-feira o ministro boliviano de hidrocarbonetos, Carlos Villegas.
"O novo preço tem que vigorar a partir do dia 15 de maio. Esse foi o acordo com o ministro brasileiro (das Minas e Energia) Silas Rondeau," disse o funcionário boliviano em uma coletiva de imprensa.
Em fevereiro, quando o novo preço foi acertado entre os dois países, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reconheceu que o Brasil precisa pagar mais pelo gás natural.
A termelétrica de Cuiabá compra da Bolívia 1,2 milhão de metros cúbicos diários, ao preço de US$ 1,09 por milhão de Unidades Térmicas Britânicas (BTU, na sigla em inglês). A partir desta terça-feira, o preço do gás subirá a US$ 4,2 o milhão da BTU, tarifa que já vigora para os 24,5 milhões de metros cúbicos de gás natural que os bolivianos exportam diariamente ao Estado de São Paulo, maior mercado brasileiro.
.
Villegas diz que o preço de US$ 4,2 por milhão de BTU faz parte dos novos acordos assinados pelo governo boliviano com as petrolíferas, pouco mais de um ano depois da nacionalização decretada pelo governo. Os novos acordos entraram em vigor neste mês.
ENQUANTO ISSO...
Bolívia quer aviões da Embraer negados à Venezuela
Da Agência Estado
A venda depende da abertura de uma linha de financiamento pelo BNDES.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, está executando um plano de reequipamento das Forças Armadas.
A Bolívia pode comprar 24 aeronaves Supertucano, da Embraer, que não puderam ser vendidas à Venezuela. Em 2005, um embargo dos Estados Unidos ao fornecimento para o regime de Hugo Chávez de equipamentos militares que utilizem componentes de tecnologia dos EUA impediu que o negócio fosse concluído.
Villegas diz que o preço de US$ 4,2 por milhão de BTU faz parte dos novos acordos assinados pelo governo boliviano com as petrolíferas, pouco mais de um ano depois da nacionalização decretada pelo governo. Os novos acordos entraram em vigor neste mês.
ENQUANTO ISSO...
Bolívia quer aviões da Embraer negados à Venezuela
Da Agência Estado
A venda depende da abertura de uma linha de financiamento pelo BNDES.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, está executando um plano de reequipamento das Forças Armadas.
A Bolívia pode comprar 24 aeronaves Supertucano, da Embraer, que não puderam ser vendidas à Venezuela. Em 2005, um embargo dos Estados Unidos ao fornecimento para o regime de Hugo Chávez de equipamentos militares que utilizem componentes de tecnologia dos EUA impediu que o negócio fosse concluído.
.
A venda para a aviação militar da Bolívia de 12 a 20 turboélices AT-29 Supertucano depende da abertura de uma linha de financiamento pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O valor estimado do contrato, considerado pela empresa em fase inicial de discussões, varia entre US$ 60 milhões e US$ 100 milhões, dependendo da configuração a ser definida para a aeronave de ataque e treinamento.
A venda para a aviação militar da Bolívia de 12 a 20 turboélices AT-29 Supertucano depende da abertura de uma linha de financiamento pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O valor estimado do contrato, considerado pela empresa em fase inicial de discussões, varia entre US$ 60 milhões e US$ 100 milhões, dependendo da configuração a ser definida para a aeronave de ataque e treinamento.
.
O chefe do Estado-Maior da aviação boliviana, general Carlos Daniel Salazar Osório, pilotou o AT-29 durante uma hora na base aérea de Natal, no Rio Grande do Norte, durante visita realizada em abril. Osório também esteve na unidade da Embraer em Gavião Peixoto, região da Araraquara (interior de SP), onde são fabricados os turboélices.
Reaparelhamento
O presidente da Bolívia, Evo Morales, está executando um plano de reequipamento das Forças Armadas da Bolívia e conta com amplo apoio de Chávez na iniciativa de modernizar a estrutura operacional da defesa.
O chefe do Estado-Maior da aviação boliviana, general Carlos Daniel Salazar Osório, pilotou o AT-29 durante uma hora na base aérea de Natal, no Rio Grande do Norte, durante visita realizada em abril. Osório também esteve na unidade da Embraer em Gavião Peixoto, região da Araraquara (interior de SP), onde são fabricados os turboélices.
Reaparelhamento
O presidente da Bolívia, Evo Morales, está executando um plano de reequipamento das Forças Armadas da Bolívia e conta com amplo apoio de Chávez na iniciativa de modernizar a estrutura operacional da defesa.
.
O presidente da Venezuela doou à Bolívia dois helicópteros pesados Super Puma, mais um estoque não detalhado de armas leves, e está recebendo oficiais bolivianos para treinamento. Com freqüência, as viagens internacionais de Evo são feitas em jatos executivos da frota presidencial venezuelana.
O presidente da Venezuela doou à Bolívia dois helicópteros pesados Super Puma, mais um estoque não detalhado de armas leves, e está recebendo oficiais bolivianos para treinamento. Com freqüência, as viagens internacionais de Evo são feitas em jatos executivos da frota presidencial venezuelana.
.
Vender os Supertucanos seria uma forma de compensar a influência, até agora única, de Chávez , acredita um diplomata ligado ao Departamento da Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores e com grande experiência nas relações com os países andinos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Pois é, eis aí a canalhice do boliviano conjugada com as mentiras e lorotas do ladoi de cá da fronteira: enquanto Lula doa patrimônio brasileiro para a “pobre” Bolívia, aceita a chantagem do índio para praticar a “integração” latrina com os vizinhos concordando com as chantagens mais indecentes e jogando no lixo todo o respeito diplomático que o país conquistou ao longo de décadas, aceita rasgar contratos e se deixa impor um preço ao bel prazer do Evo, este, ao invés de investir para minorar a miséria de seu povo, vai reaparelhar suas forças armadas à custa do Brasil.
E nem se duvide que Lula abra as portas do BNDES para favorecer o vizinho que só lhe dado chute no traseiro e desrespeitado o povo brasileiro. É bom lembrar, ainda, que os aviões da nossa Aeronáutica mal conseguem levantar do chão por falta de peças ou de manutenção, em razão do contingenciamento de verbas praticadas pelo governo federal. Definitivamente, Lula parece querer ser candidato na Bolívia em razão de tanta bondade para com os outros...
Vender os Supertucanos seria uma forma de compensar a influência, até agora única, de Chávez , acredita um diplomata ligado ao Departamento da Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores e com grande experiência nas relações com os países andinos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Pois é, eis aí a canalhice do boliviano conjugada com as mentiras e lorotas do ladoi de cá da fronteira: enquanto Lula doa patrimônio brasileiro para a “pobre” Bolívia, aceita a chantagem do índio para praticar a “integração” latrina com os vizinhos concordando com as chantagens mais indecentes e jogando no lixo todo o respeito diplomático que o país conquistou ao longo de décadas, aceita rasgar contratos e se deixa impor um preço ao bel prazer do Evo, este, ao invés de investir para minorar a miséria de seu povo, vai reaparelhar suas forças armadas à custa do Brasil.
E nem se duvide que Lula abra as portas do BNDES para favorecer o vizinho que só lhe dado chute no traseiro e desrespeitado o povo brasileiro. É bom lembrar, ainda, que os aviões da nossa Aeronáutica mal conseguem levantar do chão por falta de peças ou de manutenção, em razão do contingenciamento de verbas praticadas pelo governo federal. Definitivamente, Lula parece querer ser candidato na Bolívia em razão de tanta bondade para com os outros...

