Adelson Elias Vasconcellos
Quem assistiu ao Jornal Hoje, da Globo, (post anterior) , e pode ir até o fim da reportagem sobre o estado de algumas escolas da rede pública, estadual e municipal, e não conseguiu se revoltar, ou se trata de alguém sem nenhuma sensibilidade para os dramas do país, ou se trata de um completo alienado que mais se ajusta na categoria de débeis mentais. Porque, senhores, é de causar imensa revolta ver a que ponto de abandono estão entregues as escolas da rede pública. Já nem se precisa descer à questão de conteúdo, metodologia e falta de preparo de um grande número de professores. Na semana passada abordamos todas as questões ressaltadas na reportagem. Apenas para recapitular um deles: há escolas que, somente em março de 2009, conseguirão repor o total de horas previstas para o ano letivo de 2008. Falei aqui de greve de professores com 70 dias e algumas com mais tempo ainda. Falei aqui que não se poderia culpar a rede privada pelas mensalidades que cobram. A falta de competição provoca isto. E há apenas um culpado: o Poder Público.
Diante da realidade que se vê, e não da asquerosa e mistificadora propaganda oficial que se assiste, cara, maltrapilha e mentirosa, é impossível para qualquer pessoa, em sua sã consciência, acreditar que, algum dia, a Educação foi tratada pelo Poder Público como prioritária. Não é nem nunca foi, e não há a menor esperança de, no curto, ainda se tornar, haja visto que a classe política não nutre o menor interesse em educar o povo brasileiro. Para estes gigolôs, todos sem exceção, em todas as esferas e em todos os poderes, de norte a sul, de leste a oeste, vocês conseguirão encontrar um miserável ente público olhando para educação com os olhos da prioridade que ela merece e precisa ter.
Não adianta o Grande Chefe, do alto de seu analfabetismo, cuspir impropérios contra seus críticos. Seu governo é de um descomunal atraso e abandono no campo da Educação. Que ele queira permanecer analfabeto, que não queira tornar-se um cidadão minimamente informado e civilizado, isto é lá uma escolha dele. Porém, não lhe cabe nenhum direito de entupir as fileiras do assistencialismo vagabundo com mais miseráveis, achando que com isso o Brasil se tornará uma nação desenvolvida. Não há mágicas neste campo.
Vale repetir até a exaustão nossa frase favorita: não há no mundo país desenvolvido com povo analfabeto. Não se domestica a violência, pelo menos em níveis aceitáveis, apenas com esmolas que escravizam seus beneficiados, roubando-lhes a dignidade de serem livres. Isto que se está fazendo é cooptação criminosa, é tendenciosa imoralidade manter as pessoas eternamente dependentes dos favores e humores de políticos sem caráter.
Diga o que se disser mas a verdade cristalina é que o nível de ensino da escola pública brasileira, vem caindo assustadoramente. O domínio de conhecimentos elementares tanto de Matemática quanto de Língua Portuguesa é uma lástima. E cadeiras como História, por exemplo, estão se tornando mais e mais verdadeiras lavagens cerebrais em favor de ideologias tiradas do lixo a que o mundo já as relegou.
Quando um presidente de um país chega ao ponto de se vangloriar de seu analfabetismo, quando afirma com todas as letras achar frescura o aprendizado de língua estrangeira, quando o Ministério Educação é transformado numa pocilga de escudeiros do atraso, acreditem, o futuro deste país é nenhum.
Em artigos anteriores já provei por A mais B que um dos maiores males à Educação do país foi a sindicalização de professores. Ficou claro que perdeu-se capacidade e formação especializada, perdeu-se qualidade de métodos, perdeu-se prestígio, e as escolas foram transformadas em cubículos de política partidária. Claro, sempre à esquerda.
Como, também, já provamos aqui porque o único culpado desta miséria é o Poder Público, em todos os seus níveis, em todas as suas direções. Reparem que, enquanto o país vai mergulhando dia a dia em uma crise econômica profunda, com aumento do desemprego, com a vertiginosa deterioração das contas públicas, o que fazem os ditos “representantes do povo”? Se engalfinham na disputa pela presidência do senado e da câmara, com a oferta de cargos e privilégios indecentes de toda a ordem. Ou, ficam a discutir a conveniência de se aumentar o número de vereadores dos municípios. Patético? Vergonhoso? Tudo isso, e muito mais.
Duvido que, se fizessem um referendum consultando o povo sobre a concessão ou não de refúgio político ao assassino italiano Cezare Battisti, não haveria uma enorme repulsa quando à decisão desastrada e destrambelhada do Tarso Genro. Santo Deus, já não nos bastam tantos assassinos e criminosos soltos por aí, que mal se consegue manter presos? Será que os níveis de violência já tão suficientemente altos e excessivos, que colocam o país inteiro sob o signo do medo, do pânico, do terror, para o senhor Genro, sob a bênçãos malignas de seu chefe, querer importar mais criminosos da Colômbia (terroristas das FARC’s como Padre Medina), da Itália, e quem sabe também da palestina saídos das colunas do Hamas, ou mesmo os terroristas presos de Guantánamo? Não, definitivamente, não é de mais criminosos que estamos precisando, e sim de governantes com vergonha na cara, decentes, cumpridores de sua missão de encaminhar o país e seu povo para futuro próspero que, certamente, não precisariam ser condenados à escravidão do assistencialismo vagabundo e eleitoreiro. O povo brasileiro não pode aceitar ser capacho de lixos morais, insanos, imbecis, ignorantes, tiranos.
É preciso, mais do que nunca, darmos um grito de “BASTA”. Basta para a porcaria, basta para o atraso, basta para a impunidade, basta para a cretinice dos políticos gigolôs da nação, impunes e privilegiados em seus currais imorais, basta para a corrupção maldita e serviços públicos indignos, basta para escolas apodrecidas e postos saúde miseráveis. Basta para pts, centrais sindicais e ONGs picaretas agarradas às tetas do Estado e desobrigadas da prestação de contas. Basta para a esquerdopatia doentia espirrando uma tragicomédia imbecil.
O resumo da ópera é a seguinte,minha gente: o povo tem o direito de ser respeitado pelo Poder Público. E, para tanto, a Educação deve ser a prioridade número um da ação de governar, e não do discurso canalha das ratasanas dos palácios.
Para encerrar: vocês sabem quando iniciarão as aulas para o atual ano letivo ? Em média, no dia 09 de fevereiro. Pois bem, somente nesta semana é o que o governo federal anunciou a liberação de recursos para, dentre outras coisas, tratar da reformas dos prédios escolares que necessitarem de reparos. A se julgar pelo estado em que se encontram, muitos prédios demandarão de 30 a 90 dias para serem colocados em condições. Ou seja, muitas escolas ou se obrigarão a retardar o início do ano letivo, ou colocarão seus alunos em condições mais precárias ainda. Deste modo, não há como negar que, para o Poder Público, a Educação permanece onde há muito se encontra: abandonada, e relegada apenas para encher o discurso infame dos políticos e governantes do país. Como esperar futuro melhor? Ou, como acreditar que a violência, principalmente a infanto-juvenil, crescente ano após ano, em dado instante há de arrefecer?
Quem assistiu ao Jornal Hoje, da Globo, (post anterior) , e pode ir até o fim da reportagem sobre o estado de algumas escolas da rede pública, estadual e municipal, e não conseguiu se revoltar, ou se trata de alguém sem nenhuma sensibilidade para os dramas do país, ou se trata de um completo alienado que mais se ajusta na categoria de débeis mentais. Porque, senhores, é de causar imensa revolta ver a que ponto de abandono estão entregues as escolas da rede pública. Já nem se precisa descer à questão de conteúdo, metodologia e falta de preparo de um grande número de professores. Na semana passada abordamos todas as questões ressaltadas na reportagem. Apenas para recapitular um deles: há escolas que, somente em março de 2009, conseguirão repor o total de horas previstas para o ano letivo de 2008. Falei aqui de greve de professores com 70 dias e algumas com mais tempo ainda. Falei aqui que não se poderia culpar a rede privada pelas mensalidades que cobram. A falta de competição provoca isto. E há apenas um culpado: o Poder Público.
Diante da realidade que se vê, e não da asquerosa e mistificadora propaganda oficial que se assiste, cara, maltrapilha e mentirosa, é impossível para qualquer pessoa, em sua sã consciência, acreditar que, algum dia, a Educação foi tratada pelo Poder Público como prioritária. Não é nem nunca foi, e não há a menor esperança de, no curto, ainda se tornar, haja visto que a classe política não nutre o menor interesse em educar o povo brasileiro. Para estes gigolôs, todos sem exceção, em todas as esferas e em todos os poderes, de norte a sul, de leste a oeste, vocês conseguirão encontrar um miserável ente público olhando para educação com os olhos da prioridade que ela merece e precisa ter.
Não adianta o Grande Chefe, do alto de seu analfabetismo, cuspir impropérios contra seus críticos. Seu governo é de um descomunal atraso e abandono no campo da Educação. Que ele queira permanecer analfabeto, que não queira tornar-se um cidadão minimamente informado e civilizado, isto é lá uma escolha dele. Porém, não lhe cabe nenhum direito de entupir as fileiras do assistencialismo vagabundo com mais miseráveis, achando que com isso o Brasil se tornará uma nação desenvolvida. Não há mágicas neste campo.
Vale repetir até a exaustão nossa frase favorita: não há no mundo país desenvolvido com povo analfabeto. Não se domestica a violência, pelo menos em níveis aceitáveis, apenas com esmolas que escravizam seus beneficiados, roubando-lhes a dignidade de serem livres. Isto que se está fazendo é cooptação criminosa, é tendenciosa imoralidade manter as pessoas eternamente dependentes dos favores e humores de políticos sem caráter.
Diga o que se disser mas a verdade cristalina é que o nível de ensino da escola pública brasileira, vem caindo assustadoramente. O domínio de conhecimentos elementares tanto de Matemática quanto de Língua Portuguesa é uma lástima. E cadeiras como História, por exemplo, estão se tornando mais e mais verdadeiras lavagens cerebrais em favor de ideologias tiradas do lixo a que o mundo já as relegou.
Quando um presidente de um país chega ao ponto de se vangloriar de seu analfabetismo, quando afirma com todas as letras achar frescura o aprendizado de língua estrangeira, quando o Ministério Educação é transformado numa pocilga de escudeiros do atraso, acreditem, o futuro deste país é nenhum.
Em artigos anteriores já provei por A mais B que um dos maiores males à Educação do país foi a sindicalização de professores. Ficou claro que perdeu-se capacidade e formação especializada, perdeu-se qualidade de métodos, perdeu-se prestígio, e as escolas foram transformadas em cubículos de política partidária. Claro, sempre à esquerda.
Como, também, já provamos aqui porque o único culpado desta miséria é o Poder Público, em todos os seus níveis, em todas as suas direções. Reparem que, enquanto o país vai mergulhando dia a dia em uma crise econômica profunda, com aumento do desemprego, com a vertiginosa deterioração das contas públicas, o que fazem os ditos “representantes do povo”? Se engalfinham na disputa pela presidência do senado e da câmara, com a oferta de cargos e privilégios indecentes de toda a ordem. Ou, ficam a discutir a conveniência de se aumentar o número de vereadores dos municípios. Patético? Vergonhoso? Tudo isso, e muito mais.
Duvido que, se fizessem um referendum consultando o povo sobre a concessão ou não de refúgio político ao assassino italiano Cezare Battisti, não haveria uma enorme repulsa quando à decisão desastrada e destrambelhada do Tarso Genro. Santo Deus, já não nos bastam tantos assassinos e criminosos soltos por aí, que mal se consegue manter presos? Será que os níveis de violência já tão suficientemente altos e excessivos, que colocam o país inteiro sob o signo do medo, do pânico, do terror, para o senhor Genro, sob a bênçãos malignas de seu chefe, querer importar mais criminosos da Colômbia (terroristas das FARC’s como Padre Medina), da Itália, e quem sabe também da palestina saídos das colunas do Hamas, ou mesmo os terroristas presos de Guantánamo? Não, definitivamente, não é de mais criminosos que estamos precisando, e sim de governantes com vergonha na cara, decentes, cumpridores de sua missão de encaminhar o país e seu povo para futuro próspero que, certamente, não precisariam ser condenados à escravidão do assistencialismo vagabundo e eleitoreiro. O povo brasileiro não pode aceitar ser capacho de lixos morais, insanos, imbecis, ignorantes, tiranos.
É preciso, mais do que nunca, darmos um grito de “BASTA”. Basta para a porcaria, basta para o atraso, basta para a impunidade, basta para a cretinice dos políticos gigolôs da nação, impunes e privilegiados em seus currais imorais, basta para a corrupção maldita e serviços públicos indignos, basta para escolas apodrecidas e postos saúde miseráveis. Basta para pts, centrais sindicais e ONGs picaretas agarradas às tetas do Estado e desobrigadas da prestação de contas. Basta para a esquerdopatia doentia espirrando uma tragicomédia imbecil.
O resumo da ópera é a seguinte,minha gente: o povo tem o direito de ser respeitado pelo Poder Público. E, para tanto, a Educação deve ser a prioridade número um da ação de governar, e não do discurso canalha das ratasanas dos palácios.
Para encerrar: vocês sabem quando iniciarão as aulas para o atual ano letivo ? Em média, no dia 09 de fevereiro. Pois bem, somente nesta semana é o que o governo federal anunciou a liberação de recursos para, dentre outras coisas, tratar da reformas dos prédios escolares que necessitarem de reparos. A se julgar pelo estado em que se encontram, muitos prédios demandarão de 30 a 90 dias para serem colocados em condições. Ou seja, muitas escolas ou se obrigarão a retardar o início do ano letivo, ou colocarão seus alunos em condições mais precárias ainda. Deste modo, não há como negar que, para o Poder Público, a Educação permanece onde há muito se encontra: abandonada, e relegada apenas para encher o discurso infame dos políticos e governantes do país. Como esperar futuro melhor? Ou, como acreditar que a violência, principalmente a infanto-juvenil, crescente ano após ano, em dado instante há de arrefecer?