* EUA: brasileiro pega prisão perpétua
A Justiça de Fort Pierce, Flórida, condenou à prisão perpétua o brasileiro Juarez Carlos de Souza, 50, acusado de abuso sexual de uma menina de 11 anos, com quem teria mantido relações sexuais entre março e julho de 2006. Foi acusado também de "assédio obsceno e lascivo", por exibir seus órgãos sexuais à garota, vizinha dele num condomínio. Juarez, denunciado por uma vizinha, nega as acusações. As informações são do site tcpalm.com.
* Contrastes brasileiros em jornal americano
O "Financial Times" revela na edição desta quarta-feira o contraste entre "dois Brasis". O dinâmico setor privado e o estagnado setor público, fortalecido desde que Lula chegou ao poder. "O fim do programa de privatização promovido pelo governo do PT estancou os investimentos em infra-estrutura. Lula optou pelos apagões. O próximo será na área de energia elétrica", diz o Democratas José Carlos Aleluia. Reportagem de seis páginas do "Times" chama o Brasil de "Leopardo do crescimento", em alusão aos "tigres asiáticos". O peso do Estado, que consome 45% do PIB, é uma das principais razões pelas quais o crescimento econômico brasileiro segue muito atrás de outros mercados emergentes, como China, Índia e Rússia, apesar de um setor privado altamente inovador, produtivo e competitivo. "Lula e o PT deixarão não apenas as marcas profundas da corrupção e da degradação das instituições brasileiras, mas o atraso do País na corrida para ingressar no Primeiro Mundo", afirma Aleluia.
* A palavra é ... Babaca
Sérgio Rodrigues, NoMínimo
A Justiça de Fort Pierce, Flórida, condenou à prisão perpétua o brasileiro Juarez Carlos de Souza, 50, acusado de abuso sexual de uma menina de 11 anos, com quem teria mantido relações sexuais entre março e julho de 2006. Foi acusado também de "assédio obsceno e lascivo", por exibir seus órgãos sexuais à garota, vizinha dele num condomínio. Juarez, denunciado por uma vizinha, nega as acusações. As informações são do site tcpalm.com.
* Contrastes brasileiros em jornal americano
O "Financial Times" revela na edição desta quarta-feira o contraste entre "dois Brasis". O dinâmico setor privado e o estagnado setor público, fortalecido desde que Lula chegou ao poder. "O fim do programa de privatização promovido pelo governo do PT estancou os investimentos em infra-estrutura. Lula optou pelos apagões. O próximo será na área de energia elétrica", diz o Democratas José Carlos Aleluia. Reportagem de seis páginas do "Times" chama o Brasil de "Leopardo do crescimento", em alusão aos "tigres asiáticos". O peso do Estado, que consome 45% do PIB, é uma das principais razões pelas quais o crescimento econômico brasileiro segue muito atrás de outros mercados emergentes, como China, Índia e Rússia, apesar de um setor privado altamente inovador, produtivo e competitivo. "Lula e o PT deixarão não apenas as marcas profundas da corrupção e da degradação das instituições brasileiras, mas o atraso do País na corrida para ingressar no Primeiro Mundo", afirma Aleluia.
* A palavra é ... Babaca
Sérgio Rodrigues, NoMínimo
A leitora Joelita Araújo manda a seguinte consulta:
Dia desses, depois de ler uma matéria sobre ‘chefes babacas’ na revista ‘Época’, fiquei pensando sobre a palavra ‘babaca’. Acho-a muitíssimo expressiva e específica, mas não tenho idéia de como surgiu. Seria uma simples gíria? Não me lembro de ouvi-la quando era pequena (década de 60), nem exatamente de quando passei a ouvi-la (talvez anos 80, não sei).
Boa pergunta. Ninguém sabe ao certo de onde saiu a palavra “babaca”, embora aquilo que ela nomeie esteja por toda parte. Interessante notar também que nossos principais dicionários não registram seu papel contemporâneo de palavra-ônibus, guarda-chuva em que cabem os sentidos de escroto, mesquinho, vil, vazio, canalha, mal-educado e outros do gênero – o mais perto que chegam disso é a acepção “bobo”.
O diálogo abaixo não é novo, mas, como brinca com boa parte da confusão sobre a origem da palavra, achei que valia a pena buscá-lo em meus arquivos:
– Você acha que a palavra “babaca” vem do latim baburrus, “tolo, palerma”, ou é uma forma reduzida de babaquara, do tupi mbae'be kwa'a ara, "o que nada sabe, mas manda"? Ou não engole nada disso, acha que babaca vem mesmo é do português basbaque, embasbacado?
– Eu sei lá. Larga esse Houaiss.
– Diz que a data pra acepção de “vulva” é 1939. A de “bobo”, veja só, trinta anos depois. A babaquinha vem antes do babacão.
– Rá, rá.
– Chuta aí: latim, tupi ou português?
– Babaquice.
* Foragido cuida da imagem por procuração
Mesmo foragido da polícia, o empresário Fahd Jamil não descuida da "imagem". Seu advogado, Josephino Ujacow, entrou em contato ontem com a redação do Campo Grande News para contestar as informações da Secretaria Nacional Antidrogas, que apreendeu 450 quilos de cocaína próximo a uma fazenda de Fahd, entre Pedro Juan Caballero e Capitán Bado. Apesar de o empresário já ter sido condenado por tráfico de drogas, seu advogado nega que ele seja ligado ao tráfico. O empresário é sócio no Hotel Cassino Amambay, no Paraguai, do ex-deputado Gandi Jamil, também foragido após a Operação Xeque-Mate, da Polícia Federal.
* Justiça: medo de explodir
O Ministério da Justiça comprou, por R$ 2,2 milhões, da empresa americana DefenseLink, cinco conteiners para transporte de explosivos, quatro roupas anti-bomba e cinco robôs para inspeção e neutralização de explosivos.
* Diretor do Dnit deverá devolver dinheiro, diz TCE
Redação Terra
O diretor de Infra-Estrutura Rodoviária do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), Hideraldo Caron, citado em conversas telefônicas por um preso na Operação Navalha, teve as contas de sua gestão numa autarquia do Rio Grande do Sul rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e foi condenado a devolver R$ 466,5 mil aos cofres públicos.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, ele dirigiu o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER), órgão do governo estadual, durante gestão do petista Olívio Dutra (1999 a 2002), e enfrentou ações pela suspeita de dispensa de licitação para obra rodoviária, nomeações irregulares, prorrogação de contratos sem licitação, pagamento excessivo e em duplicidade de diárias e possível favorecimento a empresas concessionárias de rodovias.
Caron foi descrito por Geraldo Magela Rocha, preso durante a Operação Navalha, como peça fundamental no esquema. "Hideraldo é o básico pra nós. Pra nós, o Hideraldo é tudo", disse Magela, em fala captada por meio de escuta telefônica.
Caron foi condenado pelo TCE gaúcho, em 2001, por não comprovar a necessidade de dispensa de licitação para contratar uma empresa para construir um trecho de rodovia e por contratar serviços por preços acima dos praticados pelo mercado. O TCE aplicou multa de R$ 1,5 mil e determinou a devolução de R$ 23,9 mil aos cofres públicos.
Caron recorreu de todos os processos. Dois deles foram mantidos pelo TCE e um aguarda julgamento de recurso. Ele consta como devedor no cadastro do tribunal.
Cabe à direção do DAER e à Procuradoria-Geral do Estado executarem a cobrança.
* Servidores da PF iniciam nova paralisação
Os servidores administrativos da Polícia Federal (PF) iniciaram ontem uma nova paralisação de 72 horas, prevista no calendário de mobilização da categoria. Serviços como emissão de passaportes deverão ser os mais afetados. Em São Paulo, no entanto, a PF afirma que o atendimento ao público não foi afetado.
Os servidores administrativos da PF exercem serviços internos nos setores de logística e protocolo da instituição, como, por exemplo, serviços de pagamentos, controle de produtos químicos, registro e concessão de portes de armas de fogo, fiscalizações de serviços de segurança privada e tramitação de inquéritos policiais.
O calendário de paralisações foi iniciado em 5 de junho. A categoria promete cruzar os braços por tempo indeterminado caso não tenha a pauta de reivindicações atendida. Os servidores querem, entre outros pontos, a criação de um plano de reestruturação da carreira e reajuste salarial. A PF ainda não estimou o percentual de adesão.
* Para jurista, Brasil está perto da barbárie
Fernando Sampaio
O presidente da Academia Brasileira de Direito Constitucional e membro da Comissão de Estudos Constitucionais do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), jurista Flávio Pansieri, se diz espantado com o que chama de omissão da sociedade brasileira em relação aos escândalos e à impunidade que assolam o país. "Espero que o Brasil não chegue à barbárie, mas que estamos muito perto dela, estamos, infelizmente. A razão da barbárie é a ausência de credibilidade nas instituições democráticas do Estado", ressalta. Segundo ele, a impunidade dos envolvidos em escândalos não surpreende mais, porque "o sistema foi feito para não funcionar.
Pansieri critica a falta de um planejamento nas ações de combate ao crime organizado nas fronteiras e diz que a legislação penal brasileira é suficientemente dura para enfrentar os criminosos. O problema, ressalta, é que ela não é aplicada. "O que traz a redução da criminalidade é a certeza da punição, seja por uma pena curta ou por uma pena longa, mas a certeza de que será punido.