Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
Ninguém é obrigado a acreditar nos fatos que estamos abordando em artigos específicos ao longo desta semana, tratando da tomada não apenas do poder pelo petê, mas do Estado brasileiro como um todo.
Ou seja, a revolução preconizada por eles não toca em armas, antes, falece as instituições num mar raivoso de ódio à democracia, à decência e à legalidade. E com uma volúpias indomada, vai corroendo as instituições uma a uma, até que não mais restem resistências e resistentes capazes de impedi-los de tomarem o Estado e a partir dali vingar seu projeto demoníaco.
Há um método bastante claro, como vimos no primeiro mandato de Lula, quando subjugou a Câmara de Deputados a tal ponto que hoje ela lhe é apenas um apêndice servil, posta de joelhos e a atender os mínimos caprichos do executivo. Nesta balada, ao começar o segundo mandato, o plano era subjugar o Senado, e correr o Judiciário o máximo possível, para também ele se tornar irrelevante na República.
Tanto é que, as primeiras grandes operações da Polícia Federal, agora transformada em polícia política, braço armado do petê, atingiram justamente o poder judiciário.
Às vésperas do Supremo iniciar a análise da denúncia apresentada pelo Procurador Geral, novamente levantamos um alerta no sentido do que estava em jogo: aceitar a denúncia, é transformar os denunciados em réu, e a partir daí, constituir um processo que julgará se dentre os denunciados há culpados ou não.
Se simplesmente negar a denúncia, o STF dará ao país o mais constrangedouro dos recados, a de que a decência, a moral, a ética, o estado de direito, tudo isto foi jogado no lixo, inclusive a constituição, uma vez que se dará guarida a um projeto de um grupo político mentalmente perturbado que deseja assenhorear-se do Estado e aniquilar as instituições em nome de um regime político único de exceção: em outras palavras, o STF estaria abrindo caminho para que o petê instaure no país a sua ditadura de esquerda.
Havia no recado um sentimento de esperança na responsabilidade dos ministros. Dissemos bem assim: “(...)O STF é composto de 11 membros: serão onze votos em favor ou da democracia ou do socialismo. Vamos repetir: socialismo e democracia são incompatíveis. Um não admite o outro em harmônica existência(...)”
Durante o ano de 2006, postamos inúmeros artigos e comentários bastante crítico em relação ao Poder Judiciário, justamente por entende-lo como o guardião do estado de direito democrático. Assim, não podem ser membros ficarem expostos à holofotes ou deixarem incidir sobre seu comportamento e suas decisões, nenhum fragmento de suspeição de indecorosidade, ou interesses subalternos a turvar a transparência e isenção de seus membros.
Ninguém é obrigado a acreditar nos fatos que estamos abordando em artigos específicos ao longo desta semana, tratando da tomada não apenas do poder pelo petê, mas do Estado brasileiro como um todo.
Ou seja, a revolução preconizada por eles não toca em armas, antes, falece as instituições num mar raivoso de ódio à democracia, à decência e à legalidade. E com uma volúpias indomada, vai corroendo as instituições uma a uma, até que não mais restem resistências e resistentes capazes de impedi-los de tomarem o Estado e a partir dali vingar seu projeto demoníaco.
Há um método bastante claro, como vimos no primeiro mandato de Lula, quando subjugou a Câmara de Deputados a tal ponto que hoje ela lhe é apenas um apêndice servil, posta de joelhos e a atender os mínimos caprichos do executivo. Nesta balada, ao começar o segundo mandato, o plano era subjugar o Senado, e correr o Judiciário o máximo possível, para também ele se tornar irrelevante na República.
Tanto é que, as primeiras grandes operações da Polícia Federal, agora transformada em polícia política, braço armado do petê, atingiram justamente o poder judiciário.
Às vésperas do Supremo iniciar a análise da denúncia apresentada pelo Procurador Geral, novamente levantamos um alerta no sentido do que estava em jogo: aceitar a denúncia, é transformar os denunciados em réu, e a partir daí, constituir um processo que julgará se dentre os denunciados há culpados ou não.
Se simplesmente negar a denúncia, o STF dará ao país o mais constrangedouro dos recados, a de que a decência, a moral, a ética, o estado de direito, tudo isto foi jogado no lixo, inclusive a constituição, uma vez que se dará guarida a um projeto de um grupo político mentalmente perturbado que deseja assenhorear-se do Estado e aniquilar as instituições em nome de um regime político único de exceção: em outras palavras, o STF estaria abrindo caminho para que o petê instaure no país a sua ditadura de esquerda.
Havia no recado um sentimento de esperança na responsabilidade dos ministros. Dissemos bem assim: “(...)O STF é composto de 11 membros: serão onze votos em favor ou da democracia ou do socialismo. Vamos repetir: socialismo e democracia são incompatíveis. Um não admite o outro em harmônica existência(...)”
Durante o ano de 2006, postamos inúmeros artigos e comentários bastante crítico em relação ao Poder Judiciário, justamente por entende-lo como o guardião do estado de direito democrático. Assim, não podem ser membros ficarem expostos à holofotes ou deixarem incidir sobre seu comportamento e suas decisões, nenhum fragmento de suspeição de indecorosidade, ou interesses subalternos a turvar a transparência e isenção de seus membros.
Contudo, em momento algum, se disse aqui que o Poder Judiciário deva se submeter aos interesses e caprichos dos demais. Compete-lhe isto sim fazer vigorar o império da lei. Não mais do que isso, sendo a Constituição a bíblia máxima de todas as leis.
Muito bem, quando a revista VEJA chegou às bancas no ultimo final de semana, trazendo como reportagem de capa, as suspeitas dos membros do STF de estarem sendo grampeados pela ala podre da Polícia Federal, sinceramente, comecei a ficar preocupado. Não pela reportagem em si, mas pela forma como o assunto rapidamente foi abafado. Segundo, o relator Joaquim Barbosa ficou quase dois anos com o processo em suas mãos apenas aguardando sua boa vontade para dizer se há indícios suficientes para que se instaure o processo e assim dizer se aceita ou não a denúncia do procurador. Terceiro, a antecipação da aposentadoria pedida pelo ministro Sepúlveda Pertence exatamente uma semana antes da primeira audiência.
E, para culminar, o que O Globo flagrou nos interstícios da comunicação entre ministros, enquanto o Procurador apresentava seu arrazoado ou os advogados de defesa dos denunciados. De fato, a troca de e-mails entre ministros durante sessões, em princípio não teria grande repercussão, não fosse o fato de indicar combinação de votos ou até mesmo a antecipação do voto de algum outro ministro, além de comentários digamos não lá muito favoráveis ou até mesmo prejulgamentos antes mesmo do termino da leitura do arrazoado feito pelo procurador. E, no bojo desta mediocridade, ficarem insinuando certa amarração entre a sessão do mensalão e a substituição do ministro Sepúlveda Pertence, que, conforme acima, antecipou sua aposentadoria.
Querem saber, o petê colocar na rua seus métodos, sua truculência para implantar e instalar no Brasil a sua ditadura socialista, nada a estranhar: estes fundamentalistas sacrificam a própria vida em nome de sua causa. Porém, o que dizermos das nossas instituições descendo ladeira e aceitando passivamente serem atropeladas e arrastadas em troca sei lá, de cargos, favores pessoais, ou qualquer prêmio ou comissão ? Como entendermos o balcão de negócios misto com casa de tolerância que se transformou o Congresso Nacional? Ou o corporativismo além da lerdeza irresponsável do Judiciário ? E ainda ambas as instituições se deixarem conduzir pela mediocridade lasciva de um partido de alucinados ?
Se a esquerda conseguir implantar seu projeto de poder, apoderando-se das instituições e do estado, acreditem: não foi obra exclusivamente de sua luta, deverão e muito agradecerem as colaborações recebidas de quem deveria resguardar o Estado brasileiro de sua própria falência.
Querem saber, o petê colocar na rua seus métodos, sua truculência para implantar e instalar no Brasil a sua ditadura socialista, nada a estranhar: estes fundamentalistas sacrificam a própria vida em nome de sua causa. Porém, o que dizermos das nossas instituições descendo ladeira e aceitando passivamente serem atropeladas e arrastadas em troca sei lá, de cargos, favores pessoais, ou qualquer prêmio ou comissão ? Como entendermos o balcão de negócios misto com casa de tolerância que se transformou o Congresso Nacional? Ou o corporativismo além da lerdeza irresponsável do Judiciário ? E ainda ambas as instituições se deixarem conduzir pela mediocridade lasciva de um partido de alucinados ?
Se a esquerda conseguir implantar seu projeto de poder, apoderando-se das instituições e do estado, acreditem: não foi obra exclusivamente de sua luta, deverão e muito agradecerem as colaborações recebidas de quem deveria resguardar o Estado brasileiro de sua própria falência.
