Adelson Elias Vasconcellos
Agora superturbinado, o fantasma obeso do PAC recebeu aqui a denúncia de embutir obras antigas, algumas que estavam em andamento quando Lula chegou ao poder, mas também de se ter clonado algumas emendas parlamentares já embutidas no Orçamento da União.
O reforço de pura magia, ilusionismo explícito engordou o fantasma para além do R$ 1,0 trilhão de reais. Com 500 bilhões ou com o agora mais de R$ 1,0 trilhão, o PAC de Lula e Dilma continua sendo o pactóide de sempre, empacado como sempre e agora mais maquiado ainda. Resumo da obra: Lula e Dilma continuam mentindo e enrolando a nação.
Por mais boa vontade que se tenha, o fato está mais do visível. Além de ser usado como peça publicitária e eleitoreira, tenta-se mostrar para o país que este é o melhor de todos os tempos.
Mas mentiras têm pernas curtas. Por mais que a propaganda oficial tente enganar, há meios de se descobrir e desmascarar a mistificação.
Logo no seu lançamento, análise que se fez na relação de obras que o governo di\ia ser do PAC, descobriu-se que, pelo menos 80,0% de tudo que ali estava, continuaria a existir mesmo sem PAC. Volto a repetir: Lula e Dilma continuam mentindo descaradamente para o Brasil. E o que é pior: sem que praticamente ninguém os denuncie, instalaram um palanque eleitoreiro e, com o mau uso de verbas públicas, estão em plena campanha eleitoral, com abusivo e criminoso uso da máquina federal.
Quando se conhecem os números da aprovação deste governo, não há de se estranhar absolutamente nada. Afora a máquina de propaganda muito bem arquitetada, que serve para iludir os brasileiros, foi criado todo um sistema assistencialista eleitoreiro que não perde tempo. Afora, é claro, a farta distribuição de dinheiro público para ONGs picaretas, entidades pilantrópicas, centrais sindicais, MST e congêneres. Adicionem uma pitada colossal de impunidade para os crimes internos do poder, e temos aí parte da explicação que justifica os índices de aprovação. A outra parte, a que falta e que poderia fazer a diferença, é uma oposição perdida em si mesma. De vez em quando a turma do DEM até consegue mostrar a cara do que deveria ser uma oposição de fato.Porém, o PSDB perdeu o rumo e se esqueceu de como se deve fazer política, principalmente, tendo pela frente um partido do tipo PT.
Falamos acima em propaganda. Pois bem, vejam como o marketing eleitoreiro se aprimora do sentido de transmitir realidade asquerosamente mentirosa: na Folha desta quarta, foi informado que “... Planalto preparou vídeo sobre os resultados do PAC com tom de peça publicitária para substituir parcialmente as enfadonhas apresentações de slides com os resultados do programa.
Agora superturbinado, o fantasma obeso do PAC recebeu aqui a denúncia de embutir obras antigas, algumas que estavam em andamento quando Lula chegou ao poder, mas também de se ter clonado algumas emendas parlamentares já embutidas no Orçamento da União.
O reforço de pura magia, ilusionismo explícito engordou o fantasma para além do R$ 1,0 trilhão de reais. Com 500 bilhões ou com o agora mais de R$ 1,0 trilhão, o PAC de Lula e Dilma continua sendo o pactóide de sempre, empacado como sempre e agora mais maquiado ainda. Resumo da obra: Lula e Dilma continuam mentindo e enrolando a nação.
Por mais boa vontade que se tenha, o fato está mais do visível. Além de ser usado como peça publicitária e eleitoreira, tenta-se mostrar para o país que este é o melhor de todos os tempos.
Mas mentiras têm pernas curtas. Por mais que a propaganda oficial tente enganar, há meios de se descobrir e desmascarar a mistificação.
Logo no seu lançamento, análise que se fez na relação de obras que o governo di\ia ser do PAC, descobriu-se que, pelo menos 80,0% de tudo que ali estava, continuaria a existir mesmo sem PAC. Volto a repetir: Lula e Dilma continuam mentindo descaradamente para o Brasil. E o que é pior: sem que praticamente ninguém os denuncie, instalaram um palanque eleitoreiro e, com o mau uso de verbas públicas, estão em plena campanha eleitoral, com abusivo e criminoso uso da máquina federal.
Quando se conhecem os números da aprovação deste governo, não há de se estranhar absolutamente nada. Afora a máquina de propaganda muito bem arquitetada, que serve para iludir os brasileiros, foi criado todo um sistema assistencialista eleitoreiro que não perde tempo. Afora, é claro, a farta distribuição de dinheiro público para ONGs picaretas, entidades pilantrópicas, centrais sindicais, MST e congêneres. Adicionem uma pitada colossal de impunidade para os crimes internos do poder, e temos aí parte da explicação que justifica os índices de aprovação. A outra parte, a que falta e que poderia fazer a diferença, é uma oposição perdida em si mesma. De vez em quando a turma do DEM até consegue mostrar a cara do que deveria ser uma oposição de fato.Porém, o PSDB perdeu o rumo e se esqueceu de como se deve fazer política, principalmente, tendo pela frente um partido do tipo PT.
Falamos acima em propaganda. Pois bem, vejam como o marketing eleitoreiro se aprimora do sentido de transmitir realidade asquerosamente mentirosa: na Folha desta quarta, foi informado que “... Planalto preparou vídeo sobre os resultados do PAC com tom de peça publicitária para substituir parcialmente as enfadonhas apresentações de slides com os resultados do programa.
O vídeo exibido ontem durante o balanço dos dois anos do PAC tratou as obras do governo como exemplos em momentos de crise e afirmou que são capazes de gerar mais emprego, mais renda e mais consumo no país. Mas não apresentou previsões nem dados sobre isso.
"Quando havia crise, o país reduzia investimentos. Hoje transformou-se em exemplo para outros países", afirmou o locutor do vídeo.
As imagens mostram obras, depoimentos de empresários e trabalhadores dos canteiros de obras. "O programa hoje é uma realidade. Não só nos jornais mas na vida das pessoas", diz a narração oficial.
Com dez minutos, o material, que custou R$ 399 mil, foi produzido por agência de propaganda contratada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República..”.
Assim, por mais que a Dilma tente negar e até se indispor à crítica, a verdade, como se vê, é que a verdadeira máscara do PAC é ser uma bela e gorda peça de marketing eleitoreiro. Não fosse por isso, estivesse em curso no país aquilo se diz que o PAC está fazendo, tanto na quantidade de obras quanto no volume de recursos, por certo, sequer publicidade precisaria ser feita. O povo, por si só, constataria in loco os feitos.
Na recauchutada que o produziu nesta semana no seu pactóide, desceu-se à cretinice de se incluir obras antigas que estavam incluídas nas listagens anteriores. No mínimo a isso podemos classificar como vigarice federal. De fato, tem a cara do Lula, palanqueiro de primeira. Chamarmos por exemplo tal imoralidade de demagogia, seria, acreditem, um carinho muito suave para a indecência toda.
No texto do post anterior, produzido pelo O Globo, Agência Brasil, Valor Online e Reuters, se faz uma pequena demonstração e análise do truque que se está empregando.
Há algum tempo atrás, demonstramos aqui que o montante do total orçamentário, que fica à disposição do governo para ele gastar em investimentos, girava em torno de 60 a 80 bilhões por ano. Como o governo não parou de aumentar seus gastos corretes, este total está atualmente previsto em torno de 60/65 bilhões de reais. Reparem nos números do tal balanço da Dilma que, rigorosamente, este tem sido o PAC consumiu, anualmente desde 2007. Com PAC ou sem ele, fica evidenciado de que o total a ser investido seria exatamente o que está sendo feito. O que se previu também para Eletrobrás e Petrobrás está igualmente no mesmo diapasão. Nem mais nem menos.
Assim, fica claro que o governo não criou absolutamente nada de novo, a não ser mudar o capítulo do Orçamento da União , que ele malandramente apartou e criou o pomposo nome de PAC.
Lembram-se do que se fez com o Bolsa Família? Exatamente a mesma coisa, juntaram os programas sociais existentes em torno um único, para o qual se deu um novo nome, e o resto foi pura propaganda. Nada mais. Se novidade se pode atribuir a este governo neste sentido, é o de ter se valido do cadastro completo de famílias que encontrou prontinho e se estendeu o tapete do assistencialismo ao máximo.
E cadê a oposição que não comparece para denunciar com fatos, provas, registros, números reais, ou até para pesquisar governos passados para desmascarar a vigarice?
Na entrevista que Lula concedeu à BBC do Brasil, dentre outras “pérolas jumentinas”, afirmou que o Brasil é o mais preparado do mundo para enfrentar a crise, por “nosso mercado interno é forte como os países desenvolvidos já foram há 30, 40 anos atrás...” e completou afirmando “...estamos executando obras que os desenvolvidos já executaram há mais de 30 atrás”.
Tivesse um pingo de vergonha na cara, por certo não teria dito tamanho absurdo. Primeiro, que os mercados internos dos países desenvolvidos, por mais que eles enfrentem recessão agora, tem ainda uma capacidade dez vezes superior a nossa, basta que se compare,por exemplo, a renda per capita de cada país em relação ao Brasil que perde até para o Paraguai. Quanto às obras, além de revelar um abissal atraso por fazer coisas que os outros já fizeram há mais de trinta anos, Lula precisa perder a preguiça e se informar melhor. Hoje eles com sua tecnologia fazem obras que nós só pensaremos em fazer daqui uns 50 anos...



