Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
Sempre disse que sindicalista brasileiro é, no fundo, um gigolô de trabalhadores. O tal imposto sindical que extorquem não é uma escolha gentil. É uma imposição do tempo da ditadura Vargas. Num país livre, tal achaque não se consente. O trabalhador é livre para se filiar ao sindicato que quiser e, assim, fruto de sua escolha livre e soberana, contribuir para o fortalecimento do sindicato escolhido.
No Brasil, onde direitos de escolha normalmente não são respeitados, esta escolha não existe. Você é obrigado porque é obrigado. Ponto final.
Interessante é que os pelegos brasileiros sempre adotaram um discurso diferente. Sempre defenderam que a tal contribuição deixasse de ser obrigatória. Apenas um detalhe: agora a contribuição deixou de ser obrigatória a partir da lei aprovada na Câmara de Deputados, onde o que não faltam são ilustres representantes da “catiguria”. E reparem ainda: a aprovação da lei, onde se embute a não obrigação da filiação, afora o exercício de escolha quanto a pagar ou não a contribuição, foi aprovada por ampla maioria.
Mas como eles agora têm o poder, já que montaram uma parceria pública privada com o governo do PT, o discurso mudou. Ao invés de saírem às ruas e, de porta em porta, tratarem de arrebanharem para os sindicatos os tais filiados, as bundas gordas e preguiçosas se negam a trabalhar. Querem que a obrigatoriedade seja mantida, através da qual se sustentam na complacente ociosidade de décadas de vagabundismo e demagogia delirante.
Na categoria de gigolôs, o que não faltam no Brasil, são seguidores. Na atividade de trabalho digamos assim, formal, os sindicatos sempre se alimentaram desta indecente, absurda e imoral obrigatoriedade do imposto cobrado de uma filiação obrigatória. Imaginem vocês que o país, de repente, adotasse um imposto eleitoral a todos os eleitores pelo simples fato deles serem, por obrigação imposta em lei, eleitores. E entregasse este imposto eleitoral aos partidos políticos. Vocês acham isto um absurdo, não é mesmo ? Pois saibam, o tal imposto sindical é exatamente isto: pelo fato de você ser trabalhador com carteira assinada, é obrigado a contribuir para sindicatos que você sequer sabe quem são, cujos dirigentes jamais o procuraram para saber suas opiniões sobre seu salário e condições laborais. Pode até ser legal, porém não deixa de ser imoral e não esconde que a lei, forjada na ditadura sempre é bom lembrar, jamais foi votada pelo Congresso livre e soberano para decidir.
Portanto, nos próximos dias vamos assistir uma sucessão de pressões e discursos canalhas tentando convencer a sociedade de que o fim da era ditatorial do imposto sindical é um absurdo, e claro forçar o presidente a vetar esta parte da lei. Porém, saibam os pelegos: se o que se deseja é um país livre, ao cidadão é dado o direito de decidir se deseja ser ou não sindicalizado, e assim, consentir ou não em manter a mamata de gente que vive das tetas gordas da contribuição imposta. Está na hora desta gente começar a ser competente, e para tanto, começar a trabalhar como sindicalistas, e não como gigolôs ancorados nas portas das fábricas, só recolhendo o michê de um dia de trabalho dos verdadeiros trabalhadores.
Sempre disse que sindicalista brasileiro é, no fundo, um gigolô de trabalhadores. O tal imposto sindical que extorquem não é uma escolha gentil. É uma imposição do tempo da ditadura Vargas. Num país livre, tal achaque não se consente. O trabalhador é livre para se filiar ao sindicato que quiser e, assim, fruto de sua escolha livre e soberana, contribuir para o fortalecimento do sindicato escolhido.
No Brasil, onde direitos de escolha normalmente não são respeitados, esta escolha não existe. Você é obrigado porque é obrigado. Ponto final.
Interessante é que os pelegos brasileiros sempre adotaram um discurso diferente. Sempre defenderam que a tal contribuição deixasse de ser obrigatória. Apenas um detalhe: agora a contribuição deixou de ser obrigatória a partir da lei aprovada na Câmara de Deputados, onde o que não faltam são ilustres representantes da “catiguria”. E reparem ainda: a aprovação da lei, onde se embute a não obrigação da filiação, afora o exercício de escolha quanto a pagar ou não a contribuição, foi aprovada por ampla maioria.
Mas como eles agora têm o poder, já que montaram uma parceria pública privada com o governo do PT, o discurso mudou. Ao invés de saírem às ruas e, de porta em porta, tratarem de arrebanharem para os sindicatos os tais filiados, as bundas gordas e preguiçosas se negam a trabalhar. Querem que a obrigatoriedade seja mantida, através da qual se sustentam na complacente ociosidade de décadas de vagabundismo e demagogia delirante.
Na categoria de gigolôs, o que não faltam no Brasil, são seguidores. Na atividade de trabalho digamos assim, formal, os sindicatos sempre se alimentaram desta indecente, absurda e imoral obrigatoriedade do imposto cobrado de uma filiação obrigatória. Imaginem vocês que o país, de repente, adotasse um imposto eleitoral a todos os eleitores pelo simples fato deles serem, por obrigação imposta em lei, eleitores. E entregasse este imposto eleitoral aos partidos políticos. Vocês acham isto um absurdo, não é mesmo ? Pois saibam, o tal imposto sindical é exatamente isto: pelo fato de você ser trabalhador com carteira assinada, é obrigado a contribuir para sindicatos que você sequer sabe quem são, cujos dirigentes jamais o procuraram para saber suas opiniões sobre seu salário e condições laborais. Pode até ser legal, porém não deixa de ser imoral e não esconde que a lei, forjada na ditadura sempre é bom lembrar, jamais foi votada pelo Congresso livre e soberano para decidir.
Portanto, nos próximos dias vamos assistir uma sucessão de pressões e discursos canalhas tentando convencer a sociedade de que o fim da era ditatorial do imposto sindical é um absurdo, e claro forçar o presidente a vetar esta parte da lei. Porém, saibam os pelegos: se o que se deseja é um país livre, ao cidadão é dado o direito de decidir se deseja ser ou não sindicalizado, e assim, consentir ou não em manter a mamata de gente que vive das tetas gordas da contribuição imposta. Está na hora desta gente começar a ser competente, e para tanto, começar a trabalhar como sindicalistas, e não como gigolôs ancorados nas portas das fábricas, só recolhendo o michê de um dia de trabalho dos verdadeiros trabalhadores.