Adelson Elias Vasconcellos, Comentando a Notícia
Acredito que o Ministério da Educação deve agir com extrema firmeza, muito embora, a considerar os eventos já marcados, esteja duvidando que este governo tenha coragem para dizer “não” ao aliado que adora se intrometer na vida política dos países vizinhos, inclusive adora, mesmo em território estrangeiro, agredir e não respeitar as instituições. Em reportagem de Felipe Seligman, Folha de São Paulo, que publicaremos a seguir, informa que o ditador venezuelano Hugo Chavez vai distribuir em escolas brasileiras, um livro que a Odebrechet precisou financiar como pedágio à sua atuação no país, sobre a biografia de Simon Bolívar, um dos artífices da independência de vários países sul-americanos, dentre eles a Venezuela.
A verdade é a seguinte: Bolívar consta em nossos livros de história, é apontado como herói libertador. Feito o registro, que mais Chavez quer ? Que adotemos Bolívar também como herói brasileiro? Impossível, senhor Chavez, Bolívar jamais pisou em nosso território, jamais levantou um dedo pela nossa independência, jamais esboçou um gesto fraternal em favor do Brasil. Portanto, se nada fez, afora o registro de seus feitos no plano continental e que já é feito com inteira justiça, nada mais há para acrescentar.
Já disse aqui inúmeras vezes que a tentativa de Lula em sua política externa de querer nos obrigar a ir além das parcerias que temos com os demais países do continente, não se justificam. Ninguém pode forçar uma integração cultural que nunca houve. O Brasil sempre foi muito mais europeu do que latino. Nossa história está intrinsecamente ligado à Europa. Os demais países latinos sempre nos olharam com desprezo, sempre nos acharam macaquitos, sempre nos tripudiaram. Querem o que agora que nos tornamos os gigantes do continente, que nos tornemos sócios ? Sócios em plano comercial sim, mas sem subjugação como esta a querer tanto Lula nesta política caolha de “integração”, quanto seus parceiros do Foro de São Paulo.
Jamais o Brasil destratou os hermanos latinos. Sempre os acolhemos de modo fraternal do mesmo modo como sempre o fizemos com o restante do mundo. Porém, que se fique por aí. Importar heróis estrangeiros a troco do quê ? E para quê? Para que assim possamos deglutir as ideologias imundas e vagabundas que alienam os cidadãos livres ? Para que possamos consentir em sermos teleguiados por culturas totalmente estranhas à nossa própria história ? E que parceiros hediondos são esses que expropriam propriedades públicas e privadas nossas, que sequer respeitam contratos comerciais ?
Nossas crianças precisam primeiro, aprender a lerem e fazer as quatro operações básicas de matemática, que parece ser um missão “difícil” de se conseguir com a atual política e qualidade de ensino. Segundo, precisam freqüentar escolas decentes e aparelhadas. Terceiro, precisam conhecer e respeitar nossos próprios heróis.
Dispensamos a importação de gente estranha à nossa cultura, ainda mais quando esta importação esconde os reais motivos de subjugação de um povo com cultura e histórias próprias. Se este governo que aí está tem por meta a construção de um país livre e soberano, deve imediatamente dispensar a “cortesia” do vizinho por inoportuna e inadequada.
Interessante é que 24 horas depois da divulgação da matéria a mídia mantenha um estranho silêncio sobre a cretinice. Aliás, nada surpreende num país em que o governo do senhor Lula adota Carlos Lamarca como herói nacional, inclusive concedendo-lhe, a revelia das Forças Armadas, promoção pos-mortem de um conhecido e frio assassino além de desertor.
Segue na íntegra a reportagem da Folha de São Paulo.
Acredito que o Ministério da Educação deve agir com extrema firmeza, muito embora, a considerar os eventos já marcados, esteja duvidando que este governo tenha coragem para dizer “não” ao aliado que adora se intrometer na vida política dos países vizinhos, inclusive adora, mesmo em território estrangeiro, agredir e não respeitar as instituições. Em reportagem de Felipe Seligman, Folha de São Paulo, que publicaremos a seguir, informa que o ditador venezuelano Hugo Chavez vai distribuir em escolas brasileiras, um livro que a Odebrechet precisou financiar como pedágio à sua atuação no país, sobre a biografia de Simon Bolívar, um dos artífices da independência de vários países sul-americanos, dentre eles a Venezuela.
A verdade é a seguinte: Bolívar consta em nossos livros de história, é apontado como herói libertador. Feito o registro, que mais Chavez quer ? Que adotemos Bolívar também como herói brasileiro? Impossível, senhor Chavez, Bolívar jamais pisou em nosso território, jamais levantou um dedo pela nossa independência, jamais esboçou um gesto fraternal em favor do Brasil. Portanto, se nada fez, afora o registro de seus feitos no plano continental e que já é feito com inteira justiça, nada mais há para acrescentar.
Já disse aqui inúmeras vezes que a tentativa de Lula em sua política externa de querer nos obrigar a ir além das parcerias que temos com os demais países do continente, não se justificam. Ninguém pode forçar uma integração cultural que nunca houve. O Brasil sempre foi muito mais europeu do que latino. Nossa história está intrinsecamente ligado à Europa. Os demais países latinos sempre nos olharam com desprezo, sempre nos acharam macaquitos, sempre nos tripudiaram. Querem o que agora que nos tornamos os gigantes do continente, que nos tornemos sócios ? Sócios em plano comercial sim, mas sem subjugação como esta a querer tanto Lula nesta política caolha de “integração”, quanto seus parceiros do Foro de São Paulo.
Jamais o Brasil destratou os hermanos latinos. Sempre os acolhemos de modo fraternal do mesmo modo como sempre o fizemos com o restante do mundo. Porém, que se fique por aí. Importar heróis estrangeiros a troco do quê ? E para quê? Para que assim possamos deglutir as ideologias imundas e vagabundas que alienam os cidadãos livres ? Para que possamos consentir em sermos teleguiados por culturas totalmente estranhas à nossa própria história ? E que parceiros hediondos são esses que expropriam propriedades públicas e privadas nossas, que sequer respeitam contratos comerciais ?
Nossas crianças precisam primeiro, aprender a lerem e fazer as quatro operações básicas de matemática, que parece ser um missão “difícil” de se conseguir com a atual política e qualidade de ensino. Segundo, precisam freqüentar escolas decentes e aparelhadas. Terceiro, precisam conhecer e respeitar nossos próprios heróis.
Dispensamos a importação de gente estranha à nossa cultura, ainda mais quando esta importação esconde os reais motivos de subjugação de um povo com cultura e histórias próprias. Se este governo que aí está tem por meta a construção de um país livre e soberano, deve imediatamente dispensar a “cortesia” do vizinho por inoportuna e inadequada.
Interessante é que 24 horas depois da divulgação da matéria a mídia mantenha um estranho silêncio sobre a cretinice. Aliás, nada surpreende num país em que o governo do senhor Lula adota Carlos Lamarca como herói nacional, inclusive concedendo-lhe, a revelia das Forças Armadas, promoção pos-mortem de um conhecido e frio assassino além de desertor.
Segue na íntegra a reportagem da Folha de São Paulo.
A Venezuela planeja distribuir neste ano, a escolas públicas de São Paulo e outros quatro Estados brasileiros, uma coletânea com cem textos escritos por Simón Bolívar entre 1805 e 1830. O Distrito Federal também receberá os livros, cuja primeira tiragem é patrocinada pela construtora Odebrecht.
As idéias de Bolívar, herói da independência da América hispânica, servem de inspiração para o atual presidente venezuelano, Hugo Chávez, que se esforça para ser reconhecido como líder da América do Sul.
O lançamento da versão em português do livro "Simón Bolívar - o Libertador" acontecerá no próximo dia 30 de outubro, no Museu Nacional de Brasília. Lá devem estar presentes diretores das 624 escolas públicas do Distrito Federal, que serão os primeiros a receber o livro para suas bibliotecas.
A prática deve ser repetida nos cinco Estados onde existem consulados venezuelanos: São Paulo, Rio de Janeiro, Roraima, Rondônia e Amazonas.
Cada consulado já possui cópias do livros, que devem ser doados a partir do mês que vem. De acordo com o adido cultural da Embaixada da Venezuela, Wilfredo Machado, a meta é atingir todo o território brasileiro com novas edições.
A construtora Norberto Odebrecht, que patrocinou os primeiros 5.000 exemplares, possui diversos empreendimentos naquele país. A assessoria de imprensa da construtora diz que, desde 1959, adota uma política de contribuição cultural e já patrocinou cerca de 200 livros, grande parte deles no Brasil. Também diz que a obra mostra apenas o pensamento de Simón Bolívar, "líder reconhecido internacionalmente".
A apresentação do livro, escrita pelo embaixador da Venezuela no Brasil, Julio García Montoya, celebra o "libertador" Simón Bolívar como "a essência de nossa história, um ideal de justiça e liberação". "Consideramos ser da maior importância a divulgação desses documentos entre as novas gerações de brasileiros", diz o texto do embaixador.
Simón Bolívar nasceu na Venezuela em 1783. No século 19, participou de movimentos pela independência de alguns países da América Latina.A doação de livros a escolas brasileiras tem como referência recentes decisões de Caracas, que prepara uma reforma para implantar um "currículo bolivariano" nas escolas venezuelanas nos próximos anos. A versão final da reforma curricular ainda não foi divulgada pelo governo Chávez.