quinta-feira, outubro 25, 2018

O deboche do preposto

Editorial
O Estado de S.Paulo

Como se estivesse em outro planeta, Haddad tentou limitar os crimes que teriam sido praticados pelos dirigentes petistas  


O candidato Fernando Haddad, preposto do presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, acaba de explicar como vê a ligação do seu partido com o crime. Durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, o candidato petista fez a seguinte declaração, em referência aos atos de corrupção praticados por dirigentes do PT: “Houve crime? Na minha opinião, provavelmente, sim”.

É de perguntar o que falta ao poste de Lula para ele ter certeza dos crimes cometidos pelo PT e por seus dirigentes. Se não foi suficiente o que até agora veio à tona para formar no candidato petista a plena convicção de que sua legenda esteve envolvida em muitos crimes, o que mais será preciso?

Como se estivesse em outro planeta, Fernando Haddad tentou ainda limitar os crimes que “provavelmente” teriam sido praticados pelos dirigentes petistas. “São dois crimes”, explicou o candidato petista. “Financiamento de caixa 2 e enriquecimento ilícito, que é ainda mais grave. Acredito que teve gente que se valeu disso e acho que necessita de punição exemplar”, disse Fernando Haddad na TV.

Ora, todo mundo sabe que a Justiça condenou dirigentes petistas por outros crimes, e não apenas por enriquecimento ilícito e caixa 2. A própria história pessoal de Fernando Haddad comprova essa realidade. Ele só é o candidato do PT à Presidência da República porque o sr. Lula da Silva foi condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Há mais crimes na história do PT do que os que vê Fernando Haddad. 

Quando o preposto de Lula da Silva fala apenas em “dois crimes” vinculados ao PT, há uma explícita negação de tudo a que o País vem assistindo desde o julgamento do mensalão. Naquela época, a legenda tentou vender a ideia de que seus malfeitos se reduziam a mero caixa 2, isto é, a uso de recursos não contabilizados. O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou a manobra. Por exemplo, os petistas José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino foram condenados por corrupção ativa e formação de quadrilha. O então deputado petista João Paulo Cunha foi condenado pela Suprema Corte pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro.

Depois, com o escândalo do petrolão, mais dirigentes petistas foram condenados pela prática de crimes diferentes daqueles citados pelo preposto Haddad. Por exemplo, em novembro do ano passado, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4.ª Região condenou João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, a 24 anos de reclusão pelo crime de corrupção passiva.

O PT, no entanto, ignora a existência de toda essa trajetória criminosa e manda o preposto do sr. Lula da Silva pôr de novo na vitrola o disco de que a legenda teria cometido apenas financiamento de caixa 2 e que, se algum dirigente incorreu no deslize do enriquecimento ilícito, deve ter “punição exemplar”. Assim, o partido dá novas mostras de que não reconhece seus erros - indicando, portanto, que não deixará o mau caminho - e que não tem nenhum inconveniente em tratar o povo como idiota.

O País está às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais e o máximo que o candidato Fernando Haddad admite é que “provavelmente” deve ter havido crimes por parte do PT. Com isso, Fernando Haddad reitera uma vez mais que o seu papel nesta eleição é ser exclusivamente preposto do presidiário Lula da Silva. Não é possível que alguém, livre e desimpedido, no pleno uso de suas faculdades mentais, tenha o descaramento de dizer que “provavelmente” o PT cometeu crimes.

Um candidato que age assim, de forma tão acintosamente contrária a contínuas evidências, não está de fato almejando conquistar a confiança de eleitores indecisos. A impressão é que Fernando Haddad simplesmente obedece a ordens superiores, por mais que elas sejam prejudiciais à sua imagem e retirem qualquer esperança de que o candidato pudesse, em algum momento desta campanha, formular uma avaliação autônoma. A conclusão é inequívoca: Fernando Haddad é apenas e tão somente o pixuleco de Lula.

Quem escolhe é o povo e a lição de Bolsonaro

COMENTANDO A NOTÍCIA


Desde que a campanha eleitoral teve início, o blog tem se mantido afastado de qualquer discussão, não se inclinando nem para um lado ou para outro. Esta neutralidade se deve ao fato de que dentre os candidatos favoritos, nenhum tinha competência, nível, postura e passado que o credenciasse a governar o país com a competência que o momento exige.

Nesta reta final, Bolsonaro favorito não é o presidente dos nossos sonhos, mas representa um fio de esperança de se ter um governo devotado a reformar o país. Haddad representa toda  sujeira, anarquia, corrupção e incompetência dos 13 anos de PT no poder. Quando Lula afirma que o fascismo paira sobre a democracia brasileira, deveria fazer uma autocrítica sincera em relação às posturas adotadas pelo PT desde sua existência. Não há no Brasil partido (ou seria organização criminosa?) mais fascista do que o PT.

Observa-se nesta campanha do segundo turno, principalmente, a reunião das classes elitistas a baterem a mais não poder no candidato Bolsonaro. Muitos que o acusam de todos os pejorativos imagináveis, sequer tiveram um dia um encontro  para bate-papo com o candidato do PSL. É impressionante a coleção de mentiras e acusações estúpidas e levianas contra uma pessoa que não conhecem. Falam apenas como papagaios de pirata, repetindo as asneiras que outros imbecis inventam e espalham. Bolsonaro não é um poço de simpatia. Porém jamais aceitou propina, contra ele não pesam acusações de corrupção. Ele tem uma coisa que poucos políticos, ou até poucas pessoas possuem no Brasil: franqueza. Não enrola, diz o que pensa, não importa se vai agradar ou não a quem lhe ouve. 

Haddad é o contrário de tudo que se deseja de  bom para o país. Um candidato que muda a marca da campanha para imitar a do seu adversário, que esconde a foto de seu mestre mentor  que se encontra condenado e preso, começa errado e não merece confiança. Dar voto ao PT é ignorar os anos de recessão e o volume de dinheiro público desviado e  roubado quando o partido foi governo. 

Votar no PT é passar um atestado de ignorância, burrice, estupidez imbecilidade e desinformação. Ou é tudo isso ou alimenta a esperança de que, com o PT no poder, ganhará boquinha rica a custa da pobreza e miséria do povo.

Impressiona-me, sobremodo, o movimento de boa parte da imprensa, Globo, Folha de São Paulo e Revista Veja à frente, a classe de artistas, boa parte do Judiciário, dentre outras entidades e organizações, nesta frente ampla contra Bolsonaro, muitas vezes com informações falsas, ou insinuações canalhas, numa tentativa desesperada de manipularem o eleitorado em favor de um candidato que nem como prefeito prestou.   Candidato pertencente a um partido que quase quebrou o país com sua mediocridade e DNA corrupto. Devolver o poder ao PT seria, sim, ameaçar a democracia e colocar o estado de direito democrático sob ameaça. Quem conhece os programas do PT sabe disto.  

É triste ver alguns lideres do PSDB se aliando a Haddad. Os tucanos deveriam é manter o máximo de distância desta gente e voltarem no tempo em que Lula tentou roubar-lhes a obra da estabilidade. 

Temos instituições imaturas, mas suficientemente fortes para impedir qualquer ameaça à nossa democracia.  Neste sentido, Bolsonaro não representa ameaça a ninguém ou coisa alguma. 

E não tentem fraudar a eleição, através de manobras estúpidas na tentativa criminosa de impedir a eleição de um candidato abraçado pelo povo brasileiro. Aí sim a resposta deste povo traído será raivosa, violenta. Para quem aguentou 6 anos de Dilma, A Medíocre, 4 anos de Bolsonaro será paraíso.  

Uma procuradora pede a retirada de mensagens que levantem dúvidas sobre as tais urnas eletrônicas. De minha parte podem até me prender, mas continuarei com as dúvidas. De outro lado, a tal jornalista da Folha que acusou Bolsonaro sobre contratos com empresas e agências sobre o envio de mensagens deveria ser processada pelo Ministério Público. Quando teve oportunidade de comprovar suas “acusações”, o que a tal jornalista de meia pataca fez? Publicou um ORÇAMENTO  (CADÊ os contratos, cara senhora?), e ainda em nome da campanha de Geraldo Alckmin!!! Ou seja, ela não tinha nada contra Bolsonaro, era mais uma manobra espúria para desqualificar o candidato líder nas pesquisas e sua acusação foi apenas uma calúnia grosseira sem provas. Contudo, agora sim provando a armação, nem a jornalista tampouco a Folha tiveram a humildade e a decência de pedirem desculpas ao candidato. VERGONHOSO!!!

O bom desta história toda é que, finalmente, apareceu no horizonte alguém capaz de por a elite em sobressaltos, com medo de perder seus privilégios imorais de décadas e que são a razão do país estar mergulhado no atraso. Bolsonaro esfregou na cara de muita gente, quem é de fato a elite que escraviza o país e o mantém nas trevas. Não é  só boa parte da imprensa, mas o que há de famoso tremendo  e que acusa o candidato do PSL  sem nenhuma razão lógica, honesta, é uma enormidade. Jornalistas que, até ontem, batiam no PT com vontade e com razão, de repente, voltou a ter uma estrela vermelha no peito. Se Bolsonaro, perto de um jornalista, soltar um pum, será escândalo em cadeia nacional. Já Haddad pode cagar a vontade que ninguém se importará.

Parabéns, Bolsonaro, sua candidatura nos mostrou contra quem devemos lutar para o Brasil se tornar um país decente e de todos.