Adelson Elias Vasconcellos
Vamos lá: primeiro, a Venezuela afirma que não fechará as fronteiras, mas seus batalhões e parte da Força Aérea se moveram em direção à fronteira. Na escola de gente decente como se chama a ação venezuelana, intimidação ? Ameaça de conflito armado ? Ameaça de agressão bélica ao país vizinho ? E, em que finito momento a Colômbia tocou em um fio de cabelo de algum venezuelano ? O assunto, por acaso, não envolve apenas Colômbia e Equador? Quem chamou Chavez a meter o bedelho onde não foi chamado ?
Já o presidente do Equador, Rafael Correa, tão logo foi anunciada a morte do guerrilheiro e terrorista Raúl Reyes, nada fez como também sequer se importou com o fato, não tem o direito de chamar quem quer que seja de canalha. A começar que ele só assumiu a reação arrebatada quando “muy amigos” o “incentivaram” a faze-lo. Segundo, porque o exército colombiano abateu terroristas seus, e sem colocar em risco nenhum cidadão equatoriano. Terceiro, porque ficou claro nos documentos em poder de Raúl Reyes e seu bando que o governo equatoriano estava dando abrigo a terroristas responsáveis por centenas de crimes, como assassinatos, depredação, seqüestros, cárcere privado, contra o país vizinho. Assim, ou seu país foi invadido por terroristas e criminosos sob seu consentimento, o que vale por agressão a um país democrático e com um governo legalmente estabelecido como a Colômbia, ou ele é aquilo que é, um canalha perfeito. Falta ao presidente do Equador moral para se indispor com o presidente Uribe.
Vamos repetir: em momento algum, a ação colombiana colocou em risco nenhum cidadão equatoriano. Quanto mais, mover alguma palha contra a Venezuela. Simplesmente perseguiu e abateu terrorista e criminosos fugidos de seu país para o país vizinho, Equador, sem que este país esboçasse um único gesto de contrariedade, enquanto os terroristas estiveram em suas fronteiras. Até pelo contrário, acolheu-os e com eles firmou “parcerias”.
De parte do Brasil, o ministro Celso Amorin JAMAIS poderá negar aos EUA o direito que este país tem de se envolver em conflitos que ocorrerem no continente americano, primeiro por ser membro permanente da OEA, portanto, pode votar sobre todas as questões que ali se debater. Segundo, porque tem interesses econômicos na região, e em todos os países os EUA comparecem com empresas e investimentos, além de cidadãos seus que vivem e moram por aqui. Por que então não haveria de envolver-se ? E, por fim, a não se admitir a intromissão dos EUA, muito menos se deve admitir a intromissão de Chavez, que, aliás, outra coisa não tem feito senão intrometer-se em assuntos internos dos outros, e até o de envolver-se em eleições livres, inclusive abastecendo o caixinha de candidatos que lhe sejam simpáticos, tal como ocorreu recentemente na Argentina, quando a então candidata e atual presidente, Cristina Kirchner, recebeu duas malas lotadas de dólares. E isto não é boato, é fato e todos sabem. Portanto, o ministro Amorin perdeu um boa chance de ficar de boca fechada para não dizer tolices.
E quanto a declaração do presidente do Equador de que a Colômbia não quer a paz, é pura delinqüência. O que mais a Colômbia, e não é de agora, é de há muitos anos, é paz. O que não será possível se vizinhos comandados por governantes deprimentes como Rafael Correa e Hugo Chavez ficarem dando guarida e apoio para terroristas e criminosos fugidos de seu território.
Para encerrar: o ministro Celso Amorin foi indagado sobre sua posição quanto a declaração de Rafael Correa, em Brasília, de que o Brasil poderia ter a presença dos guerrilheiros da FARC. O que o ministro respondeu ? Que confiava no Exército e este assegurara de que não havia, no norte do país, a presença de terroristas colombianos das FARC’s. Seria oportuno que o ministro Celso Amorin visitasse alguns acampamentos do MST. Tem guerrilheiro falando espanhol, e dando aulas de guerrilhas para os sem-terra. É só bater um papinho com o Stédile, ministro. Não precisa ser a turma do Exército... Afinal, a última coisa que um guerrilheiro faria seria montar um acampamento em frente de um quartel, não é mesmo ?
Pelo menos esta crise serviu para despertar em alguns órgãos de imprensa para uma realidade existente no continente sul-americano, e para a qual muitos até hoje torceram o nariz e ignoraram: é que as FARC’s não ´são apenas terroristas a cometerem crimes bárbaros na Colômbia. Eles são, também, aliados políticos de todos os partidos de esquerdas do continente, e todos juntos compõem o Foro de São Paulo fundado por Lula e o ditador criminoso Fidel Castro. E mais, que Lula, já sob o mandato presidencial, compareceu ao Congresso do tal Foro para congratular-se com os companheiros pelas conquistas políticas obtidas em diferentes países da região, a saber, dentre outros, Venezuela, Bolívia, Argentina, Equador, Nicarágua e ... Brasil. Sim, eles estão no meio de nós. E basta que se lance um ligeiro olhar para o quadro político-institucional brasileiro e se perceberá as digitais desta “boa” gente. Daí, porque o deputado José Genoino (PT-SP), que integra o "baixo clero" da Câmara desde o seu envolvimento no escândalo do mensalão, saiu ontem das sombras para defender a "legitimidade" dos narcoterroristas das Farc, cujo vice-bandidão Raúl Reyes foi morto por forças militares colombianas na floresta equatoriana, onde mantinha uma base. Entre outras sandices, Genoino - que fez parte da guerrilha no Alto Araguaia, insurgindo-se contra a ditadura militar brasileira - acha também que o bandidos das Farc, por "guerrilheiros", têm o direito de "transitar livremente" nas fronteiras dos países da Amazônia. E assim também compreende-se o total silencio de Lula e de Celso Amorin em relação aos terroristas. Afinal, não são todos sócios do mesmo clube ?
Vamos lá: primeiro, a Venezuela afirma que não fechará as fronteiras, mas seus batalhões e parte da Força Aérea se moveram em direção à fronteira. Na escola de gente decente como se chama a ação venezuelana, intimidação ? Ameaça de conflito armado ? Ameaça de agressão bélica ao país vizinho ? E, em que finito momento a Colômbia tocou em um fio de cabelo de algum venezuelano ? O assunto, por acaso, não envolve apenas Colômbia e Equador? Quem chamou Chavez a meter o bedelho onde não foi chamado ?
Já o presidente do Equador, Rafael Correa, tão logo foi anunciada a morte do guerrilheiro e terrorista Raúl Reyes, nada fez como também sequer se importou com o fato, não tem o direito de chamar quem quer que seja de canalha. A começar que ele só assumiu a reação arrebatada quando “muy amigos” o “incentivaram” a faze-lo. Segundo, porque o exército colombiano abateu terroristas seus, e sem colocar em risco nenhum cidadão equatoriano. Terceiro, porque ficou claro nos documentos em poder de Raúl Reyes e seu bando que o governo equatoriano estava dando abrigo a terroristas responsáveis por centenas de crimes, como assassinatos, depredação, seqüestros, cárcere privado, contra o país vizinho. Assim, ou seu país foi invadido por terroristas e criminosos sob seu consentimento, o que vale por agressão a um país democrático e com um governo legalmente estabelecido como a Colômbia, ou ele é aquilo que é, um canalha perfeito. Falta ao presidente do Equador moral para se indispor com o presidente Uribe.
Vamos repetir: em momento algum, a ação colombiana colocou em risco nenhum cidadão equatoriano. Quanto mais, mover alguma palha contra a Venezuela. Simplesmente perseguiu e abateu terrorista e criminosos fugidos de seu país para o país vizinho, Equador, sem que este país esboçasse um único gesto de contrariedade, enquanto os terroristas estiveram em suas fronteiras. Até pelo contrário, acolheu-os e com eles firmou “parcerias”.
De parte do Brasil, o ministro Celso Amorin JAMAIS poderá negar aos EUA o direito que este país tem de se envolver em conflitos que ocorrerem no continente americano, primeiro por ser membro permanente da OEA, portanto, pode votar sobre todas as questões que ali se debater. Segundo, porque tem interesses econômicos na região, e em todos os países os EUA comparecem com empresas e investimentos, além de cidadãos seus que vivem e moram por aqui. Por que então não haveria de envolver-se ? E, por fim, a não se admitir a intromissão dos EUA, muito menos se deve admitir a intromissão de Chavez, que, aliás, outra coisa não tem feito senão intrometer-se em assuntos internos dos outros, e até o de envolver-se em eleições livres, inclusive abastecendo o caixinha de candidatos que lhe sejam simpáticos, tal como ocorreu recentemente na Argentina, quando a então candidata e atual presidente, Cristina Kirchner, recebeu duas malas lotadas de dólares. E isto não é boato, é fato e todos sabem. Portanto, o ministro Amorin perdeu um boa chance de ficar de boca fechada para não dizer tolices.
E quanto a declaração do presidente do Equador de que a Colômbia não quer a paz, é pura delinqüência. O que mais a Colômbia, e não é de agora, é de há muitos anos, é paz. O que não será possível se vizinhos comandados por governantes deprimentes como Rafael Correa e Hugo Chavez ficarem dando guarida e apoio para terroristas e criminosos fugidos de seu território.
Para encerrar: o ministro Celso Amorin foi indagado sobre sua posição quanto a declaração de Rafael Correa, em Brasília, de que o Brasil poderia ter a presença dos guerrilheiros da FARC. O que o ministro respondeu ? Que confiava no Exército e este assegurara de que não havia, no norte do país, a presença de terroristas colombianos das FARC’s. Seria oportuno que o ministro Celso Amorin visitasse alguns acampamentos do MST. Tem guerrilheiro falando espanhol, e dando aulas de guerrilhas para os sem-terra. É só bater um papinho com o Stédile, ministro. Não precisa ser a turma do Exército... Afinal, a última coisa que um guerrilheiro faria seria montar um acampamento em frente de um quartel, não é mesmo ?
Pelo menos esta crise serviu para despertar em alguns órgãos de imprensa para uma realidade existente no continente sul-americano, e para a qual muitos até hoje torceram o nariz e ignoraram: é que as FARC’s não ´são apenas terroristas a cometerem crimes bárbaros na Colômbia. Eles são, também, aliados políticos de todos os partidos de esquerdas do continente, e todos juntos compõem o Foro de São Paulo fundado por Lula e o ditador criminoso Fidel Castro. E mais, que Lula, já sob o mandato presidencial, compareceu ao Congresso do tal Foro para congratular-se com os companheiros pelas conquistas políticas obtidas em diferentes países da região, a saber, dentre outros, Venezuela, Bolívia, Argentina, Equador, Nicarágua e ... Brasil. Sim, eles estão no meio de nós. E basta que se lance um ligeiro olhar para o quadro político-institucional brasileiro e se perceberá as digitais desta “boa” gente. Daí, porque o deputado José Genoino (PT-SP), que integra o "baixo clero" da Câmara desde o seu envolvimento no escândalo do mensalão, saiu ontem das sombras para defender a "legitimidade" dos narcoterroristas das Farc, cujo vice-bandidão Raúl Reyes foi morto por forças militares colombianas na floresta equatoriana, onde mantinha uma base. Entre outras sandices, Genoino - que fez parte da guerrilha no Alto Araguaia, insurgindo-se contra a ditadura militar brasileira - acha também que o bandidos das Farc, por "guerrilheiros", têm o direito de "transitar livremente" nas fronteiras dos países da Amazônia. E assim também compreende-se o total silencio de Lula e de Celso Amorin em relação aos terroristas. Afinal, não são todos sócios do mesmo clube ?