sábado, agosto 07, 2010

Educação: uma prioridade esquecida e maltratada.

Comentando a Notícia

Uma das maiores farsas com que a propaganda do governo Lula tenta iludir a opinião pública é com respeito a educação.

Aquela que deveria ser a prioridade número um de seu governo, e que deveria levar em conta o modernismo de meios, investir maciçamente na formação e qualificação, dotar os prédio s escolares de condições razoáveis – até porque os prédios públicos que se erguem país afora são verdadeiros palacetes , prefere praticar um sindicalismo estúpido e retrógrado onde o interesse fica a séculos de distância do foco principal que seria a formação dos alunos.

No ranking mundial, nossa situação é vexatória. E, antes de qualquer outra informação, basta ver que possuímos o mais alto índice de analfabetismo da América do Sul.

O governo FHC, tentando reverter o quadro caótico da situação do ensino no país, dentre outros méritos, criou um sistema de avaliação de escolas e universidades, no sentido de apurar as distorções e fornecer subsídios as correções devidas.

Ia tudo muito bem até que Lula, a exemplo do que fez na economia (disto trataremos mais adiante) e nos benefícios sociais, querendo parecer maior do que seu antecessor, resolveu mexer onde não devia. Resolveu tirar dos exames de avaliação justamente a sua capacidade de avaliação. E, neste sentido, o ENEM é o triste exemplo da incompetência do governo Lula e do quanto a propaganda consegue ocultar da sociedade, as mazelas do oficialismo brucutu..

O Editorial do Estadão, editado a propósito de novo escândalo sobre o ENEM, retrata de maneira límpida, o quanto a educação, para este governo ao menos, nunca foi prioridade, jamais foi tratada com a seriedade e a responsabilidade que estão a merecer há muito tempo por parte do Poder Público.

Não se imagine que, em um provável governo Dilma Rousseff, a situação vá melhorar. Continuará, tristemente, a repetição dos velhos erros e vícios, até não restar fundo do poço para se atingir.

É de se esperar, portanto, que a sociedade brasileira, desta vez, faça a melhor opção, muito embora, os cenários em que Lula construiu sua falsa imagem, não demonstrem sinal de mudança. Resta torcer e rezar. Rezar muito.

A seguir, o Editorial do Estadão, “A desmoralização do ENEM”. Aliás, também merece destaque o excelente artigo do Gustavo Iochpe, para a Revista Veja, “Na Educação, a Esquerda é elitista”, uma radiografia perfeita e com a qual não apenas concordo integralmente, mas da qual já falei em inúmeros artigos.

Assim, e apesar da publicidade do governo tentar mistificar e mascarar, a Educação, no governo Lula, foi esquecida e maltratada.

A desmoralização do Enem

O Estado de S.Paulo

Os fatos não confirmam as repetidas declarações do presidente Lula de que o ministro da Educação, Fernando Haddad, é um dos mais competentes membros de sua equipe. O vazamento dos dados pessoais de 12 milhões de alunos que se submeteram às três últimas edições do Enem é mais uma confirmação de que pouca coisa funciona bem na área de educação. Informações que deveriam ser mantidas em sigilo foram expostas no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) com acesso livre.

Trata-se de falha grave. Em primeiro lugar, porque resultou no desrespeito ao direito à inviolabilidade de informações pessoais previsto pela Constituição, no capítulo das garantias fundamentais, e em uma violação das leis que disciplinam a segurança no processamento de dados pessoais em órgãos públicos. E, em segundo lugar, porque o episódio expõe os alunos a investidas de criminosos, uma vez que os dados vazados constituem um verdadeiro maná de informações para estelionatários e até sequestradores. Com o CPF, o RG e os nomes dos pais de uma pessoa é possível a prática de uma série de delitos - da confecção de documentos falsos à abertura de empresas fictícias e contas bancárias. "O criminoso comete os crimes, mas consegue ficar com o nome limpo, enquanto o estudante que prestou o Enem pode ficar com o nome sujo", diz o delegado Eduardo Gobetti, do Deic.

Como o regulamento do Enem é taxativo, comprometendo-se a resguardar o sigilo das informações sobre os candidatos, o vazamento é a pá de cal na desmoralização daquele que já foi um dos mais respeitados mecanismos de avaliação escolar do País. Decorrentes da inépcia do MEC, os primeiros problemas do Enem começaram em 2009, com as dificuldades enfrentadas pelos candidatos para se inscrever pela internet no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que permite usar as notas do exame no vestibular das universidades federais.

Em seguida, houve o vazamento da prova dois dias antes de sua realização, que obrigou o MEC a elaborar um novo teste, a um custo de R$ 30 milhões, e desorganizou o calendário das universidades. Quando o teste foi finalmente realizado, o MEC divulgou o gabarito errado. Na fase de matrículas, o Sisu falhou mais uma vez e o MEC não conseguiu distribuir as vagas das universidades federais com transparência, a ponto de ter matriculado quem não tinha média. O Sisu também não publicou a nota de vários alunos que fizeram o teste. Para usá-la no vestibular, eles tiveram de recorrer à Justiça. Por fim, foram identificadas falhas na correção das provas, a ponto de um estudante que fez uma redação de somente quatro linhas ter tirado uma nota boa.

Por causa da série de confusões provocadas pela incompetência do MEC, o Enem de 2009 teve uma abstenção de 40% dos inscritos - a maior já registrada desde sua criação, em 1998. Com o vazamento dos dados pessoais dos candidatos dos três últimos exames, o Enem perdeu a pouca credibilidade que ainda lhe restava. Acuado, Haddad, que já devia ter investido há muito tempo na modernização do sistema de informática do MEC, anunciou uma auditoria no Inep. A atual diretoria do órgão está no cargo há alguns meses, pois a anterior foi demitida depois do fiasco do Enem de 2009.

A desorganização do Enem é apenas um dos aspectos do fracasso do governo Lula no campo da educação. Esse governo teve oito anos para tentar melhorar a qualidade do ensino fundamental e médio e fracassou. O MEC também perdeu tempo com a demagogia da democratização do ensino superior e expandiu as universidade federais com base em critérios mais políticos do que técnicos.

Recentemente, sob a justificativa de estimular os programas de serviços à comunidade e evitar que o próximo governo "acabe" (sic) com o Programa de Educação Tutorial (PET), que tem por objetivo qualificar os melhores alunos da graduação, o MEC baixou duas portarias que o desfiguram inteiramente. Interpelado duramente por professores e alunos durante a reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Natal, Haddad prometeu rediscutir as mudanças e revogar as portarias.

Na Educação, a esquerda é elitista

Gustavo Iochpe, Revista Veja

“Os sindicatos de trabalhadores em educação não têm como função primordial pensar no bem do Brasil e na melhoria da qualidade de nossa educação. Seu interesse é pela defesa de seus filiados.”

Desde a estabilização macroeconômica, a educação passou a ser o maior entrave ao desenvolvimento brasileiro. Mas, ao contrário da hiperinflação, o cerne do problema educacional brasileiro não é conceitualmente complicado. Ainda não conseguimos alfabetizar plenamente nossas crianças, por exemplo. Algo que já foi feito por outros países há mais de 100 anos. A não ser que você seja do time que acredita que a fonte de nossos problemas é a “falta de dom” de nossas crianças, fica claro que a nossa dificuldade não é técnica, mas política.

Não é aquela visão ingênua de que não há “vontade política”, ou pior ainda, a leitura conspiratória de que “as elites” não querem educar o povo. Ocorre que cada candidato ou governante, ao tratar do tema educacional, se defronta com a seguinte opção: se ele comprar a briga e quiser mexer a fundo nas práticas educacionais que nos levam ao atraso, vai suscitar uma violenta oposição dos trabalhadores da educação e seus sindicatos, com greves, protestos e ovadas.

Ainda que a ousadia talvez lhe renda alguns editoriais elogiosos em jornais, a massa do eleitorado (que nem lê jornais) não o apoiará. Porque essa população está, segundo apontam todas as pesquisas, satisfeita com a qualidade da educação de seu filho, e culpa o próprio filho pelo insucesso que é do sistema. Abraçar a causa educacional é um suicídio político; não rende votos e causa uma oposição ferrenha.

Faz sentido, neste cenário, que a maioria dos governantes prefira se ocupar de questões menos espinhosas e de resultados mais imediatos.

É importante entender, assim, por que os trabalhadores da educação no Brasil são tão avessos a reformas educacionais, e por que suas posições têm tanto impacto. O primeiro foco de análise deve ser a liderança de sua categoria: os sindicatos. A resposta aí é simples. Ao contrário do que muita gente parece pensar, os sindicatos dos trabalhadores sem educação não têm como função primordial pensar no Bem do Brasil e na melhoria da qualidade da nossa educação. Seu defesa é pela defesa de seus filiados. Não é o sindicato dos alunos; é o sindicato dos professores, dos funcionários. E é absolutamente natural que assim o seja, e não vai aqui nenhuma condenação a esse papel.

A questão é por que essa visão dos sindicatos virou quase que a visão consensual sobre a educação brasileira; por que ele tem tanto poder. Afinal, na maioria dos casos, a população consegue identificar quando o interesse de uma categoria é lesivo ao interesse do país, e respalda seus governantes na luta contra esses interesses particulares. Por que é diferente em educação?

Diria eu que o componente fundamental aqui é ideológico. Os sindicatos de professores conseguiram solidarizar a maioria da população porque desfiam um rosário que cai como música aos ouvidos do brasileiro médio: não apenas o aluno brasileiro é um coitadinho, desamparado pelos pais e pela sociedade, como o próprio professor é um bravo herói que luta contra todas as adversidades. Apoiar essa batalha dos professores é apoiar o Davi contra o Golias, é escolher a justiça social. A proposição ilógica de que o professor pensa primordialmente no interesse do aluno, e não em si, virou axioma. Esse é um discurso que tem aceitação ampla: convence o populacho vitimizado e também a intelligentsia de esquerda, que forma a opinião mesmo dos estratos mais ilustrados. O curioso é notar como praticamente todas as bandeiras defendidas por esses baluartes do socialismo vindouro acabam prejudicando especialmente aqueles que deveriam ser seus maiores beneficiários: a população mais pobre. Vejamos alguns exemplos:

• A causa em que a esquerda educacional conseguiu maior êxito é na defesa da universidade pública e gratuita. Qual o efeito desta política? Tirar os mais pobres das universidades públicas, especialmente dos cursos mais disputados e que são, por sua vez, aqueles que têm melhores resultados no mercado de trabalho. Um exemplos simples e ilustrativo: entre os alunos aprovados no vestibular de direito da Universidade de Direito de São Paulo (USP) em 2009, 25% têm renda familiar acima de vinte salários mínimos. No curso de enfermagem, são só 2%. Os cursos mais elitizados são mais concorridos e, por serem mais concorridos e pelo número de vagas limitadíssimo oferecido pelas Universidades públicas brasileiras (em 2008, foram apenas 277.000 em todo o país), só entram os candidatos mais preparados. Os candidatos mais preparados são, via de regra, os filhos das famílias ricas, que estudaram em escolas particulares. Não há nada de surpreendente nisso, nem de novo. Pelo contrário: sempre foi assim, e é lógico que assim o seja. Cria-se o mito de uma universidade aberta a todos, mas em realidade só os ricos têm a chave da suíte; aos pobres, cabe o elevador de serviço.

• Outra ideia defendida pela esquerda é a da amplidão do currículo. Esses pensadores veem que os filhos de família rica estudam em escolas que oferecem aulas variadas, aprendem línguas e fazem esportes. Notam que isto não é oferecido aos alunos pobres. E se insurgem contra essa injustiça, fazendo com que tudo aquilo que os pais de alunos ricos podem proporcionar a seus filhos seja proporcionado, também, compulsória e gratuitamente, aos filhos da escola pública. Ocorre que o tempo de sala de aula é finito e o preparo dos professores brasileiros, precário. O que acontece ? Quando o governo aprova, por exemplo, a obrigatoriedade do ensino de filosofia e sociologia no ensino médio, isso significa que uma escola que hoje já não consegue ensinar o básico tem de dividir sua atenção , seus recursos e sua grade horária entre mais matérias ainda, diluindo ainda mais o aprendizado desse jovem. Isso faz com que o jovem carente possa falar de alienação e mais-valia, mas continue sem saber a tabuada ou sem conseguir escrever uma carta de apresentação. Seguirá distante das boas faculdades e, depois, dos bons empregos. Seguirá, enfim, sendo pobre.

• Outra ideia fixa dos nossos protossocialistas é a oposição ao mérito. A meritocracia, para os pensadores da nossa educação, seria uma maneira de inserir a lógica capitalista no mundo escolar e tratar de forma diferente aqueles que deveriam ser iguais, e inserir um elemento de competição naqueles que deveriam ser colaboradores. Essa visão tem dois desdobramentos: “rotular” os alunos através de resultados de provas ou de notas num boletim seria um atraso ou uma violência, e remunerar os diferentes sistemas educacionais e seus profissionais de acordo com o sem desempenho seria um crime. Apesar desse lindo palavrório, a literatura empírica mostra claramente que em educação, como em tudo na vida, quanto mais se trabalha, melhores serão os resultados. Alunos que fazem mais dever de casa e mais provas aprendem mais. Alunos de sistemas em que os professores não faltam às aulas e se preocupam com a utilização produtiva do tempo de aula também têm desempenho melhor. Enquanto as escolas públicas tratam os desiguais como iguais e estimulam a acomodação, os filhos dos ricos aprendem mais por estarem em contextos que exigem mais.

O programa da esquerda educacional brasileira é francamente elitista. É o que de mais poderoso há na manutenção das nossas grandes diferenças sociais (os estudos quantitativos sobre o assunto sugerem que a desigualdade educacional explica entre 40% a 50% da desigualdade de renda). É mais um dos grandes – e terríveis – paradoxos desta terra estranha ter socialistas ferrenhamente empenhados em aumentar os privilégios da burguesia.

Lá fora, a máscara já caiu, falta cair aqui dentro.

Adelson Elias Vasconcellos

Quando se disse aqui que, cedo ou tarde, cairia a máscara de Lula em relação à sua política externa que, além de estúpida era imbecil, muitos achavam e ainda creio que acham que a crítica era “dura” demais.

Um dos muitos males que afligem o povo brasileiro, e que este governo tem colaborado para acentuar ainda mais, está no plano da informação. Lamentavelmente, cerca de 90% da população deste país ou é analfabeta total ou tem acesso zero à informação qualificada. E isto se dá por conta exclusiva da classe política brasileira que entende que, quanto maior a desinformação, maior seu predomínio sobre a vontade popular.

Quando se vê o resultado do governo real na vida brasileira, ou a sua falta, fica quase que impossível entender que Lula goze dos seus atuais índices de aprovação. Porém, é demonstrativo indiscutível de que tais índices se alicerçam, basicamente, sobre esta desinformação absurda e, em dose menor, de que boa parte dos que se pode considerar de “bem informados” está sendo beneficiada por um plano de governo que vou chamar de “privatista”. De um lado, os milhares de cargos e empregos gerados no poder, representando um aparelhamento do Estado como nunca visto em nossa história. E, de outro, aquelas milhares de ONGS que mamam açodadamente em troca de favores especiais. Poderia ainda apontar alguns empresários para os quais o governo direciona políticas “especiais” de bônus e “benefícios”, com o propósito de lhes comprar o apoio. Em suma: este governo se caracteriza por privatizar em favor do partido, com a concessão de migalhas arrancadas do trabalho honesto da sociedade, a vontade da maioria.

Voltando ao foco inicial da política externa, desde que interrompemos nossas postagens diárias, nada mudou. Aliás, em termo de “políticas públicas”, e do quadro degenerado da vida política brasileira, nada mudou. Até pelo contrário. Piorou em muitos graus acima do patético e da decência. E, não há como negar, o mundo civilizado deu-se conta, embora com certo atraso, de que o ranço bestial do Sr. Lula em relação ao mundo, é o de atacar, de forma intransigente, o mundo livre e democrático, Estados Unidos principalmente, e abraçar-se fraternalmente ao que existe de pior no mundo, em termos políticos.

Sempre em blogs onde o pensamento não se acha contaminado pelo atraso, seus autores recebem comentários críticos em relação as posições que defendem e o olhar de reserva com que se manifestam em relação ao governo de Lula. E, regra geral, tais comentaristas são babacas que se escondem atrás do anonimato para mostrar sua estupidez. Parecem que sentem vergonha de si mesmos, de serem tão pervertidos politicamente. Provavelmente, investidos de função pública, seriam piores do que os piores políticos que já temos e que transformam o país numa cloaca sem fim.

O documento com que a diplomacia brasileira tenta convencer a ONU de que os transgressores contumazes dos direitos humanos merecem um tratamento melhor além do repúdio, bate no fundo do poço da degradação. E exibe aos olhos do mundo quem de fato é o tal ser que nos desgoverna.

Se algum benefício nos trouxe a tal sugestão infame foi a de haver livrado o mundo do mito Lula. Claro que ele terá franquia em países governados por debilóides e sanguinários, estilo Fidel e Chávez. Contudo, seu discurso e suas ações, ao fim e ao cabo, serviram para fazer cair sua máscara perante o mundo decente e livre. E disso sempre tratei com absoluta certeza. Impossível que se mantivesse mistificando a todos, o tempo todo. Aquele seu sonho em relação à Secretaria Geral da ONU, estejam certos, está devidamente sepultado. Graças a Deus.

Tratar a pão de ló, sanguinários que tratam seu povo a tiros, cárcere e tortura, apenas por divergirem em seu pensamento político, não apenas é estúpido, mas é o máximo do ridículo alguém supor que o mundo civilizado poderia curvar-se diante da barbárie e da selvageria.

Se, por enquanto e dentro de nossas fronteiras, o rei da cocada ainda permanece inatingível, é algo que a história, no devido tempo, se encarregará de repor cada pingo no seu competente “i”. Porém, é impensável supor que o restante da humanidade julga seus heróis pelos mesmos critérios e valores com que julgamos nossos pseudo-heróis, frutos muito mais da nossa histórica ignorância, do que por seus “talentos” construídos a partir da publicidade enganosa.

Ah, e quanto aqueles que, de forma covarde e bastarda, se escondem no “ANÔNIMO”, para condenar nossa crítica em relação ao atual governo, duas notas importantes: a primeira, a depender de nós, Lula jamais alcançará o seu tão sonhado “100%” de aprovação. E, depois, não percam seu tempo em tentar nos convencer em relação a posição que temos com respeito a Lula, seus capangas e seu governo. Talvez isto nos torne mais estimulados ainda a continuar condenando este mistificador e larápio. Afinal, defender a verdade ainda é uma virtude!!!!