
COMENTANDO A NOTICIA apresenta abaixo, dois importantes estudos sobre a economia brasileira e sua inserção mundial. O primeiro diz respeito ao ranking dos melhores países para fazer negócios. Dentre 175 países, somos o 121°. O segundo, considera apenas o universo da América Latina. Dentre os 17 países selecionados para o estudo, somos o QUARTO PIOR para realização de negócios. Vergonhoso ? Por certo que sim. Quando ouvimos alguns "especialistas" tupiniquins afirmando que a partir do atual governo passamos a ter respeito e independência, ficando mais competetivo, com um quadro favorável para um contínuo crescimento sustentado, ficamos quase que rindo da piada. É preciso que jamais se fale com alguém lá de fora para cairmos nesta cantilena. Porém, os investidores são atraídos por condições gerais e reais para que seus capitais possam reverter naquilo que é a essência do capitalismo: lucro. Se para eles o ambiente não for favorável ou apresentar riscos acima do razoável, fogem rapidamente para outros locais e países que apresentam pelo menos um quadro menos doentio.
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Hoje, já sabemos que o investimento em produção no Brasil, no período do governo Lula, é 49,0% inferior ao do período de Fernando Henrique. Poderíamos dizer ou acrescentar alguma coisa mais ? Acreditamos que não, os números são muito eloqüentes, dispensando comentários. Basta anotar que o desemprego aumentou, bem como o número de falências tem sido maior, nossos juros continuam os mais altos do mundo, com o segundo colocado sendo 50% menor, nossa carga tributária é a maior dentre os países que compõem o bloco dos países emergente, e nosso índice de crescimento tem sido muito aquém deste mesmo bloco.
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Pesquisa publicada no site da revista Exame nesta quinta-feira, 07.09.06, mostra que investimentos em máquinas caíram 21,8% entre 2003 e 2005, se comparado ao período de 2000 a 2002. As empresas não financeiras investiram menos em máquinas e equipamentos durante o governo Lula, se comparado ao governo Fernando Henrique Cardoso (FHC). A conclusão é da consultoria Economática, que analisou os investimentos realizados por 233 empresas no Brasil.
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De acordo com o estudo, a soma dos valores destinados à compra de ativos permanentes por 231 companhias entre 2003 e 2005 foi de 154 bilhões de reais, 21,8% a menos que os recursos gastos entre 2000 e 2002. Somente as duas maiores empresas de capital aberto do país, Petrobras e Companhia Vale do Rio Doce, foram na contramão do mercado e investiram mais nos primeiros três anos do governo Lula que nos últimos três anos do governo FHC. A Petrobras elevou de 25,2 bilhões de reais para 48,5 bilhões de reais seus investimentos em máquinas e equipamentos, enquanto a Vale subiu de 5,4 bilhões de reais para 20,5 bilhões de reais.
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De acordo com o estudo, a soma dos valores destinados à compra de ativos permanentes por 231 companhias entre 2003 e 2005 foi de 154 bilhões de reais, 21,8% a menos que os recursos gastos entre 2000 e 2002. Somente as duas maiores empresas de capital aberto do país, Petrobras e Companhia Vale do Rio Doce, foram na contramão do mercado e investiram mais nos primeiros três anos do governo Lula que nos últimos três anos do governo FHC. A Petrobras elevou de 25,2 bilhões de reais para 48,5 bilhões de reais seus investimentos em máquinas e equipamentos, enquanto a Vale subiu de 5,4 bilhões de reais para 20,5 bilhões de reais.
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Segundo a Economática, o redução dos investimentos é mais forte se descontada a parcela de recursos destinada apenas à manutenção e reposição de máquinas e equipamentos. O investimento líquido (aquilo que realmente foi utilizado para ampliar a capacidade de produção) das 231 empresas analisadas entre 2000 e 2002 foi de 83 bilhões de reais, caindo praticamente à metade entre 2003 e 2005, para 43 bilhões de reais. A Economática afirma que a queda foi generalizada, atingindo todos os setores da economia.
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É impressionante como a falácia presidencial é absorvida sem cotejamento por quase ninguém. O Brasil da propaganda oficial e até a da campanha eleitoral vista na tevê não guarda nenhuma relação de parentesco com o Brasil real. E isto, antes que se caia no despropósito de uma estelionato eleitoral, por comprar um produto com prazo de validade já vencido, e que durante tantos anos só vigora pelo marketing mentiroso com que se oferece, precisamos desmistificar e desconstruir este Brasil de papel.
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Já a Folha de São Paulo desta sexta-feira, 08.09.06, reproduz entrevista com Nouriel Roubini, professor da Universidade de Nova York e ex-consultor do Tesouro dos EUA, na qual o especialista criticou ação do Fed e o Brasil . Desta entrevista, é oportuno destacar a pergunta a seguir:
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FOLHA - Mesmo com esse cenário, o Brasil cresceu 0,5% no segundo trimestre...
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ROUBINI - O Brasil cresceu 2,3% no ano passado, e a previsão para este ano é de 3,5%. Neste cenário, é um crescimento medíocre. Se isso é o melhor que vocês conseguem fazer no melhor dos cenários globais, o que vai acontecer quando esse cenário piorar? O Brasil faz parte dos Brics, mas Rússia, Índia e China estão crescendo de 6% a 10%. O Brasil deve crescer de 3% a 3,5% e no melhor cenário continua com um desempenho econômico fraco. Vai ficar mais difícil para o Brasil.
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A seguir, o resultado dos estudos feitos pelo Banco Mundial sobre as condições que o Brasil oferece para os investidores estenderem seu saquinho de bondades em nosso favor, apostando no país e confiando que sejamos assim tão atraentes. Como iremos ver, estamos diante de uma mentira (mais uma!) que certo candidato-presidente insiste em querer nos fazer engolir. E mesmo que os "especialistas" insistam em dizer que nossa economia esteja como nunca antes esteve, acreditem: estamos no limiar de um novo caos.
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Bastante seria sintonizar nossa capacidade de crescimento com a realidade: continuamos na rabeira. Mesmo que crescêssemos os mentirosos 4% este ano, ainda assim nos situaríamos em 87% lugar. Como isto já se sabe não será obtido, prevendo o IPEA algo em torno de 3,2% (particularmente acreditamos não passar de 3,0%), isto por si só já nos empurraria mais abaixo da linha de cintura. Ou seja, estamos voando baixinho, baixinho. E é preciso lembrar, ainda, que tanto o Banco Mundial, quanto o FMI e mais alguns especialistas de renome internacional prevêem para 2007 um decréscimo no ritmo de crescimento mundial, chegando a afirmar que ocorra uma inevitável recessão na economia norte-americana. Seria, sem dúvida, um cenário horroroso para o Brasil. O que demonstra que perdemos o trem da história mais uma vez. O pior é que, por conta deste cenário econômico que se vendeu falsamente para a nação, ufanista ao extremo, Lula navega numa onda de quase delírio, podendo ser reeleito para um segundo mandato no primeiro turno. Como já dissemos em outros artigos, seria o maior estelionato eleitoral de nossa história republicana.
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Por enquanto, leiam e reflitam sobre os estudos do Banco Mundial, transcritos com a colaboração das Agências Reuters e BBC Brasil.
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Brasil fica em 121º em ranking para fazer negócios
Um estudo do Banco Mundial divulgado nesta terça-feira coloca o Brasil no 121º lugar em um ranking de 155 países sobre os melhores lugares do mundo para fazer negócios.
Um estudo do Banco Mundial divulgado nesta terça-feira coloca o Brasil no 121º lugar em um ranking de 155 países sobre os melhores lugares do mundo para fazer negócios.
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O estudo, chamado Doing Business in 2006- Creating Jobs (Fazendo Negócios em 2006 – Criando Empregos), analisa dez itens diferentes, como a facilidade de abrir e fechar uma empresa, facilidade para contratação e demissão, carga tributária, acesso ao crédito e regras de propriedade.
O estudo, chamado Doing Business in 2006- Creating Jobs (Fazendo Negócios em 2006 – Criando Empregos), analisa dez itens diferentes, como a facilidade de abrir e fechar uma empresa, facilidade para contratação e demissão, carga tributária, acesso ao crédito e regras de propriedade.
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Segundo o ranking geral do estudo, os cinco melhores lugares do mundo para fazer negócios são Nova Zelândia, Cingapura, Estados Unidos, Canadá e Noruega.
Segundo o ranking geral do estudo, os cinco melhores lugares do mundo para fazer negócios são Nova Zelândia, Cingapura, Estados Unidos, Canadá e Noruega.
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Os cinco piores são, na ordem inversa, República Democrática do Congo, Burkina Faso, República Centro-Africana, Chade e Sudão.
Os cinco piores são, na ordem inversa, República Democrática do Congo, Burkina Faso, República Centro-Africana, Chade e Sudão.
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Apesar de colocar o Brasil entre os lugares que apresentam mais empecilhos para os negócios, o estudo o cita, ao lado de Jamaica, Equador e El Salvador, como os países da América Latina e do Caribe que mais melhoras apresentaram nos itens analisados.
Apesar de colocar o Brasil entre os lugares que apresentam mais empecilhos para os negócios, o estudo o cita, ao lado de Jamaica, Equador e El Salvador, como os países da América Latina e do Caribe que mais melhoras apresentaram nos itens analisados.
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O relatório cita especificamente a aprovação da nova lei de falências, que teria reduzido de dez para cinco anos o prazo para o fechamento de uma empresa após a falência.
O relatório cita especificamente a aprovação da nova lei de falências, que teria reduzido de dez para cinco anos o prazo para o fechamento de uma empresa após a falência.
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Contratações e demissões
Contratações e demissões
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O item no qual o Brasil foi mais mal avaliado pelo Banco Mundial foi o referente à facilidade para contratar e demitir funcionários, no qual o país ficou em 144º entre as 155 nações analisadas.
O item no qual o Brasil foi mais mal avaliado pelo Banco Mundial foi o referente à facilidade para contratar e demitir funcionários, no qual o país ficou em 144º entre as 155 nações analisadas.
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Para chegar a esse dado, o Banco Mundial mediu a dificuldade para contratar novos empregados, a rigidez da regulamentação sobre a expansão ou a contração da carga horária dos empregados, os custos de contratar um funcionário além do salário e a dificuldade e os custos para demissões.
Para chegar a esse dado, o Banco Mundial mediu a dificuldade para contratar novos empregados, a rigidez da regulamentação sobre a expansão ou a contração da carga horária dos empregados, os custos de contratar um funcionário além do salário e a dificuldade e os custos para demissões.
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Os outros itens nos quais o Brasil ficou entre os 20 piores colocados do ranking do Banco Mundial são a facilidade para o fechamento de empresas, no qual o país é o 141º do ranking, e a carga tributária, com o Brasil na 140º posição.
Os outros itens nos quais o Brasil ficou entre os 20 piores colocados do ranking do Banco Mundial são a facilidade para o fechamento de empresas, no qual o país é o 141º do ranking, e a carga tributária, com o Brasil na 140º posição.
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Entre os fatores nos quais o Brasil foi melhor avaliado pelo Banco Mundial está a proteção aos investidores (53º no ranking) e o cumprimento de contratos (70º).
Entre os fatores nos quais o Brasil foi melhor avaliado pelo Banco Mundial está a proteção aos investidores (53º no ranking) e o cumprimento de contratos (70º).
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Os demais itens avaliados são a facilidade de montar uma empresa (com o Brasil em 98º no ranking), a administração e o custo das licenças de funcionamento (115º), o registro de propriedades (105º), o acesso ao crédito (80º) e o comércio entre fronteiras (107º).
Os demais itens avaliados são a facilidade de montar uma empresa (com o Brasil em 98º no ranking), a administração e o custo das licenças de funcionamento (115º), o registro de propriedades (105º), o acesso ao crédito (80º) e o comércio entre fronteiras (107º).
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Criação de empregos
Criação de empregos
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No lançamento do relatório, em Washington, o presidente do Banco Mundial, Paul Wolfowitz, destacou que a finalidade do estudo é mostrar o caminho para facilitar os negócios e incentivar a criação de empregos.
No lançamento do relatório, em Washington, o presidente do Banco Mundial, Paul Wolfowitz, destacou que a finalidade do estudo é mostrar o caminho para facilitar os negócios e incentivar a criação de empregos.
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“Os empregos são uma prioridade para qualquer país”, disse Wolfowitz. “Fazer mais para melhorar a regulamentação e ajudar os empreendedores é a chave para criar empregos – e mais crescimento”, afirmou.
“Os empregos são uma prioridade para qualquer país”, disse Wolfowitz. “Fazer mais para melhorar a regulamentação e ajudar os empreendedores é a chave para criar empregos – e mais crescimento”, afirmou.
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Para o vice-presidente do Banco Mundial para desenvolvimento do setor privado, Michael Klein, o fato de os países africanos estarem entre os últimos do ranking é preocupante.
Para o vice-presidente do Banco Mundial para desenvolvimento do setor privado, Michael Klein, o fato de os países africanos estarem entre os últimos do ranking é preocupante.
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“Muitos países africanos que precisam desesperadamente de novas empresas e empregos correm o risco de ficar ainda mais para trás em relação aos outros países que estão simplificando as regras e tornando o clima para investimento mais amistoso para os negócios”, afirmou Klein.
“Muitos países africanos que precisam desesperadamente de novas empresas e empregos correm o risco de ficar ainda mais para trás em relação aos outros países que estão simplificando as regras e tornando o clima para investimento mais amistoso para os negócios”, afirmou Klein.
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E na América, somos o 4° pior país
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O Brasil é o quarto país com ambiente mais difícil de se fazer negócios entre 17 nações da América Latina, de acordo com um relatório divulgado pelo Banco Mundial nesta quarta-feira (terça-feira no horário de Brasília).
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O Brasil ficou na frente apenas de Equador, Bolívia e Venezuela, de acordo com o relatório Fazendo Negócios 2007. Segundo o ranking, os países com melhor ambiente para se fazer negócios no continente são Chile, México e Uruguai.
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O Brasil ficou na frente apenas de Equador, Bolívia e Venezuela, de acordo com o relatório Fazendo Negócios 2007. Segundo o ranking, os países com melhor ambiente para se fazer negócios no continente são Chile, México e Uruguai.
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O índice do Banco Mundial leva em conta dez fatores diferentes como a dificuldade de abrir e fechar um negócio, os trâmites burocráticos em relação a licenças e a obtenção de crédito, entre outros.
O índice do Banco Mundial leva em conta dez fatores diferentes como a dificuldade de abrir e fechar um negócio, os trâmites burocráticos em relação a licenças e a obtenção de crédito, entre outros.
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No ranking mundial, o Brasil ocupa o 121º lugar de um ranking de 175 economias.
No ranking mundial, o Brasil ocupa o 121º lugar de um ranking de 175 economias.
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Piores índices
Piores índices
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Em alguns indicadores, o Brasil possui o pior desempenho entre os 17 países avaliados na América Latina.
Em alguns indicadores, o Brasil possui o pior desempenho entre os 17 países avaliados na América Latina.
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O Brasil é o país latino-americano onde mais demora para se abrir um negócio: em média 152 dias. Isso é mais de cinco vezes o prazo necessário no México ou no Chile.
O Brasil é o país latino-americano onde mais demora para se abrir um negócio: em média 152 dias. Isso é mais de cinco vezes o prazo necessário no México ou no Chile.
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Os empresários que decidem abrir uma empresa também passam por mais procedimentos burocráticos do que em qualquer outra nação no continente – uma média de 17.
Os empresários que decidem abrir uma empresa também passam por mais procedimentos burocráticos do que em qualquer outra nação no continente – uma média de 17.
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Entre os países da América Latina, o Brasil também é o país onde se paga a maior quantidade de encargos trabalhistas - equivalente a 37,7% do salário dos empregados, em média - e onde se gasta mais horas do ano pagando impostos. Em média, uma empresa gasta 2,6 mil horas por ano envolvida com as burocracias de pagar taxas, mais de quatro vezes o tempo necessário na Argentina.
Entre os países da América Latina, o Brasil também é o país onde se paga a maior quantidade de encargos trabalhistas - equivalente a 37,7% do salário dos empregados, em média - e onde se gasta mais horas do ano pagando impostos. Em média, uma empresa gasta 2,6 mil horas por ano envolvida com as burocracias de pagar taxas, mais de quatro vezes o tempo necessário na Argentina.
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O Brasil também é o país com maior demora para registro de propriedade (média de 14 dias) e com maior espera para obtenção de licença de operação (460 dias, em média).
O Brasil também é o país com maior demora para registro de propriedade (média de 14 dias) e com maior espera para obtenção de licença de operação (460 dias, em média).
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De positivo, o relatório do Banco Mundial destaca que o Brasil melhorou a eficiência dos tribunais ao "limitar recursos frívolos e simplificar a execução de julgamentos".
De positivo, o relatório do Banco Mundial destaca que o Brasil melhorou a eficiência dos tribunais ao "limitar recursos frívolos e simplificar a execução de julgamentos".
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Os melhores desempenhos no Mundo
Os melhores desempenhos no Mundo
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Entre as 175 economias avaliadas em todo o mundo, os países com melhor desempenho no ranking são, na ordem, Cingapura, Nova Zelândia, Estados Unidos, Canadá, Hong Kong, Grã-Bretanha, Dinamarca, Austrália, Noruega e Irlanda. O primeiro latino-americano a aparecer na lista é o Chile, na 28ª posição.
Entre as 175 economias avaliadas em todo o mundo, os países com melhor desempenho no ranking são, na ordem, Cingapura, Nova Zelândia, Estados Unidos, Canadá, Hong Kong, Grã-Bretanha, Dinamarca, Austrália, Noruega e Irlanda. O primeiro latino-americano a aparecer na lista é o Chile, na 28ª posição.
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Na América Latina, os países que mais evoluíram em relação ao ano passado foram México, Peru e Guatemala, que aprovaram o maior número de reformas para facilitar o ambiente de negócios.
O estudo do Banco Mundial destaca que a América Latina melhorou no campo das reformas, mas que outras regiões – como o Leste Europeu, os países da OECD, o Oriente Médio e a África Subsaariana – avançaram mais rapidamente.
Na América Latina, os países que mais evoluíram em relação ao ano passado foram México, Peru e Guatemala, que aprovaram o maior número de reformas para facilitar o ambiente de negócios.
O estudo do Banco Mundial destaca que a América Latina melhorou no campo das reformas, mas que outras regiões – como o Leste Europeu, os países da OECD, o Oriente Médio e a África Subsaariana – avançaram mais rapidamente.
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Ranking Fazendo Negócios 2007*
Ranking Fazendo Negócios 2007*
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1 - Chile
2 - México
3 - Uruguai
4 - Peru
5 - Nicaragua
6 - El Salvador
7 - Colômbia
8 - Panamá
9 - Argentina
10 - Costa Rica
11 - Honduras
12 - Paraguai
13 - Guatemala
14 - Brasil
15 - Equador
16 - Bolívia
17 - Venezuela
1 - Chile
2 - México
3 - Uruguai
4 - Peru
5 - Nicaragua
6 - El Salvador
7 - Colômbia
8 - Panamá
9 - Argentina
10 - Costa Rica
11 - Honduras
12 - Paraguai
13 - Guatemala
14 - Brasil
15 - Equador
16 - Bolívia
17 - Venezuela
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Fonte: Banco Mundial
* não inclui países caribenhos
Fonte: Banco Mundial
* não inclui países caribenhos
