domingo, agosto 27, 2006
Lula destrói a agropecuária brasileira.
Se você, produtor rural, estivesse neste instante assistindo a um programa eleitoral na tevê, e o candidato que estivesse falando fosse o Presidente Lula, candidato pelo PT à reeleição, e ouvisse vossa excelência prometer o paraíso para a agropecuária brasileira, desligue seu rádio ou sua tevê. A menos que você quisesse ouvir a mais descarada mentira. Lula não quer agricultura nos moldes como a nossa foi construída. Sua intenção é matá-la. E saiba que depende de você, em outubro, reverter o quadro e o drama em que se encontra.
Definitivamente, o governo Lula se tornou a pior praga da agropecuária nacional. Uma estimativa divulgada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) indica a queda de 1,91% do Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio neste ano. O PIB do setor deve fechar o ano em R$ 527,38 bilhões, uma perda de R$ 10,25 bilhões em relação ao resultado do ano passado, de R$ 537,63 bilhões. A desaceleração das atividades do agronegócio em quase 2% do PIB confirma as previsões de menor crescimento econômico este ano, abaixo, portanto, dos 4% projetados pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, e pelo Banco Central. A CNA estima que a agricultura e pecuária responderão por uma retração de 0,4% no PIB nacional, explicou o superintendente técnico da CNA, Ricardo Cotta. ‘A economia brasileira crescerá menos neste ano devido à crise do setor rural. Não fosse o resultado negativo do agro-negócio, o Brasil poderia ter crescimento de 3,8%’, afirma Cotta. (...) A retração nas atividades do setor implicará nova revisão da participação do PIB do agro-negócio no PIB nacional. Segundo o superintendente da CNA, em 2003 essa participação era de 30,51%, mas este ano deverá cair para 26,44%. ‘Essa é a menor participação desde 1994, quando o estudo começou a ser feito’, afirmou. O PIB do setor agropecuário (agricultura e pecuária) somará R$ 146,94 bilhões em 2006, valor que representa 7,4% do PIB do País, estimado pelo BC em R$ 1,994 trilhão, segundo Cotta. ‘Até 2005, essa participação era de 8%’, completou.”
Em outro estudo, que já divulgamos aqui, a AGROCONSULT informou que haverá redução tanto em área plantada, cerca de 14%, bem como em volume de produção de grãos, ficando abaixo de 100,0 milhões de toneladas, muito aquém da média nacional dos últimos anos.
Em reportagem do Jornal A GAZETA, de Cuiabá, MT, sabe-se que, pela primeira vez na história daquele estado, o Banco do Brasil fechará o ano de 2006 sem atingir as metas de mercada contra a média anual de crescimento de 10% no volume de financiamentos. Em razão disto, o BB fechou 11 postos de atendimento, localizados nos municípios de Rondolândia, Cocalinho, Indiavaí, São José do Xingu, Santa Rita do Trivelato, Ribeira Cascalheira, Porto Estrela, Castanheira, Juruena, Gloria d'Oeste, e Reserva do Cabaçal.
Não bastassem estes problemas, há o lado bandido da questão: o governo Lula, com generosas doações, tem sustentado o MST e patrocinado diretamente que o movimento continue a invadir propriedades produtivas em escalada cada vez mais ascendente. Ocorre, que não havendo repressão nem policial nem tampouco do fechamento da torneira que jorra graciosa e fartamente recursos orçamentários nas veias do MST e seus congêneres, os sem-terras deram-se conta que melhor seria invadir propriedades com gado, pastagem formada e culturas de feijão, milho, soja já formadas. Mais dinheiro, com menor esforço. Apenas para se ter uma idéia no período de 2003 a 2005, o número de invasões multiplicaram-se em três vezes, sendo que 2005 foram 327, contra apenas 103 em 2002, ultimo ano de FHC. Em contrapartida, o número de assentamentos foram de 245.000 ante uma promessa de 400.000, sendo que FHC assentou 30% mais em idêntico número de anos. Já os recursos, bem destes o MST não pode nem deve se queixar. Em três anos e meio, o Tesouro Nacional já liberou cerca de 31,0 milhões de reais. Em conseqüência da política “amistosa”, agro- pecuaristas do Rio Grande do Sul estão abandonando suas terras, e indo viver dignamente, protegidos pela lei, em terras do Uruguai, Argentina, Paraguai e até na Bolívia. Perderam a confiança no Poder Executivo que incentiva o assalto imoral de propriedades privadas produtivas, sustentando a bandidagem, o crime, o terrorismo rural.
A revista ISTO É que circula neste final de semana traz uma reportagem da qual extraímos o texto a seguir:
Intriga entender como estão sendo usados, no detalhe, esses R$ 605 milhões transferidos dos cofres públicos para entidades privadas. Há autoridades que tentam descobrir – e acabam chegando a casos de inadimplência, desvios e indícios de fraude. Auditores do Ministério do Desenvolvimento Agrário estão neste momento escarafunchando os repasses. Já descobriram 62 convênios inadimplentes assinados na gestão Lula. Destes, 34 foram fechados com associações e cooperativas de assentados. A lista de problemas vai desde a não prestação de contas até irregularidades na execução financeira. É o caso de um dos convênios assinados com uma tal de Aspta (sigla de Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa), com sede na rua da Candelária, no centro do Rio de Janeiro. Tem o objetivo de promover “mobilização social e desenvolvimento agrícola sustentável, fortalecendo sinergias interinstitucionais para a disseminação de experiências inovadoras voltadas à conversão agro-ecológica de sistemas agrícolas”. Deu para entender? Os auditores estão tentando. Foi o segundo convênio inadimplente da associação com o governo. “Estamos devolvendo dinheiro”, diz Jean Marc, filho de suíços e coordenador dessa associação. Ele atribui a inadimplência à alteração de procedimentos de prestação de contas sugerida pelo Tribunal de Contas da União.
Definitivamente, o governo Lula se tornou a pior praga da agropecuária nacional. Uma estimativa divulgada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) indica a queda de 1,91% do Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio neste ano. O PIB do setor deve fechar o ano em R$ 527,38 bilhões, uma perda de R$ 10,25 bilhões em relação ao resultado do ano passado, de R$ 537,63 bilhões. A desaceleração das atividades do agronegócio em quase 2% do PIB confirma as previsões de menor crescimento econômico este ano, abaixo, portanto, dos 4% projetados pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, e pelo Banco Central. A CNA estima que a agricultura e pecuária responderão por uma retração de 0,4% no PIB nacional, explicou o superintendente técnico da CNA, Ricardo Cotta. ‘A economia brasileira crescerá menos neste ano devido à crise do setor rural. Não fosse o resultado negativo do agro-negócio, o Brasil poderia ter crescimento de 3,8%’, afirma Cotta. (...) A retração nas atividades do setor implicará nova revisão da participação do PIB do agro-negócio no PIB nacional. Segundo o superintendente da CNA, em 2003 essa participação era de 30,51%, mas este ano deverá cair para 26,44%. ‘Essa é a menor participação desde 1994, quando o estudo começou a ser feito’, afirmou. O PIB do setor agropecuário (agricultura e pecuária) somará R$ 146,94 bilhões em 2006, valor que representa 7,4% do PIB do País, estimado pelo BC em R$ 1,994 trilhão, segundo Cotta. ‘Até 2005, essa participação era de 8%’, completou.”
Em outro estudo, que já divulgamos aqui, a AGROCONSULT informou que haverá redução tanto em área plantada, cerca de 14%, bem como em volume de produção de grãos, ficando abaixo de 100,0 milhões de toneladas, muito aquém da média nacional dos últimos anos.
Em reportagem do Jornal A GAZETA, de Cuiabá, MT, sabe-se que, pela primeira vez na história daquele estado, o Banco do Brasil fechará o ano de 2006 sem atingir as metas de mercada contra a média anual de crescimento de 10% no volume de financiamentos. Em razão disto, o BB fechou 11 postos de atendimento, localizados nos municípios de Rondolândia, Cocalinho, Indiavaí, São José do Xingu, Santa Rita do Trivelato, Ribeira Cascalheira, Porto Estrela, Castanheira, Juruena, Gloria d'Oeste, e Reserva do Cabaçal.
Não bastassem estes problemas, há o lado bandido da questão: o governo Lula, com generosas doações, tem sustentado o MST e patrocinado diretamente que o movimento continue a invadir propriedades produtivas em escalada cada vez mais ascendente. Ocorre, que não havendo repressão nem policial nem tampouco do fechamento da torneira que jorra graciosa e fartamente recursos orçamentários nas veias do MST e seus congêneres, os sem-terras deram-se conta que melhor seria invadir propriedades com gado, pastagem formada e culturas de feijão, milho, soja já formadas. Mais dinheiro, com menor esforço. Apenas para se ter uma idéia no período de 2003 a 2005, o número de invasões multiplicaram-se em três vezes, sendo que 2005 foram 327, contra apenas 103 em 2002, ultimo ano de FHC. Em contrapartida, o número de assentamentos foram de 245.000 ante uma promessa de 400.000, sendo que FHC assentou 30% mais em idêntico número de anos. Já os recursos, bem destes o MST não pode nem deve se queixar. Em três anos e meio, o Tesouro Nacional já liberou cerca de 31,0 milhões de reais. Em conseqüência da política “amistosa”, agro- pecuaristas do Rio Grande do Sul estão abandonando suas terras, e indo viver dignamente, protegidos pela lei, em terras do Uruguai, Argentina, Paraguai e até na Bolívia. Perderam a confiança no Poder Executivo que incentiva o assalto imoral de propriedades privadas produtivas, sustentando a bandidagem, o crime, o terrorismo rural.
A revista ISTO É que circula neste final de semana traz uma reportagem da qual extraímos o texto a seguir:
Intriga entender como estão sendo usados, no detalhe, esses R$ 605 milhões transferidos dos cofres públicos para entidades privadas. Há autoridades que tentam descobrir – e acabam chegando a casos de inadimplência, desvios e indícios de fraude. Auditores do Ministério do Desenvolvimento Agrário estão neste momento escarafunchando os repasses. Já descobriram 62 convênios inadimplentes assinados na gestão Lula. Destes, 34 foram fechados com associações e cooperativas de assentados. A lista de problemas vai desde a não prestação de contas até irregularidades na execução financeira. É o caso de um dos convênios assinados com uma tal de Aspta (sigla de Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa), com sede na rua da Candelária, no centro do Rio de Janeiro. Tem o objetivo de promover “mobilização social e desenvolvimento agrícola sustentável, fortalecendo sinergias interinstitucionais para a disseminação de experiências inovadoras voltadas à conversão agro-ecológica de sistemas agrícolas”. Deu para entender? Os auditores estão tentando. Foi o segundo convênio inadimplente da associação com o governo. “Estamos devolvendo dinheiro”, diz Jean Marc, filho de suíços e coordenador dessa associação. Ele atribui a inadimplência à alteração de procedimentos de prestação de contas sugerida pelo Tribunal de Contas da União.
O TCU tem 15 processos contra as principais associações, todas ligadas aos sem-terra, conhecidas pelas siglas de Anca, Concrab e Anara. As duas primeiras são ligadas ao MST. A Anara é do MLST e foi apontada como a associação que financiou o quebra-quebra no Congresso, em julho. Sua sede nacional fica na cidade-satélite do Guará, Distrito Federal. Quem está exercendo o cargo de presidente da Anara é Edmilson de Oliveira Lima. Ele é também da direção nacional do MLST. Ficou 34 dias preso. Em dezembro, assinou convênio com o Incra no valor de R$ 2,247 milhões. Equivalia na época a exatos US$ 1 milhão de dólares. A Anara precisava entrar com a contrapartida de R$ 224 mil (US$ 99,9 mil), mas está inadimplente desde 8 de junho.
Numa amostra de 100 convênios, os auditores concluíram que os acordos são muito abrangentes, sem objetivos definidos. Não há quadros técnicos gerenciais nem operacionais para cumprir os convênios. Não existe comparação dos preços conveniados com os de mercado nem comprovação de regularidade fiscal. A segunda parcela de dinheiro é liberada sem a aprovação parcial de contas relativa à primeira etapa. Em nenhum dos convênios, as contrapartidas foram depositadas nas contas correntes acordadas. Em convênio fechado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação com a Anca, o dinheiro saiu da conta da associação para as contas das secretarias regionais do MST em 23 unidades da Federação. Foi “redistribuído” um montante de R$ 7,3 milhões, uma descentralização não acordada. Os auditores da Secretaria de Controle Externo em São Paulo sugeriram audiência com o ex-presidente do Conselho Deliberativo do FNDE, o ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, por grave infração à norma legal.
Os pagamentos com dinheiro destes convênios são feitos por cheques sacados diretamente na boca do caixa. Descobriu-se que, durante uma Jornada Socialista realizada com dinheiro público, os sem-terra tiveram aulas de volante, técnicas de massagem e relaxamento. Enquanto isso, a liberação de recursos do Pronaf trouxe para dentro do governo as instituições ligadas à agricultura familiar, como Contag e Fetraf. Os empréstimos do Pronaf nesta última safra totalizaram R$ 7,5 bilhões, 240% acima do período de FHC. O secretário de Agricultura Familiar, Valter Bianchini, já começou a redigir um grande plano agrícola para um eventual segundo mandato do presidente Lula. “Você sabe que lideranças dos movimentos são petistas e estão contribuindo conosco”, diz Bianchini. “Os movimentos são movimentos, mas as lideranças dos movimentos, as direções, estão ligadas ao PT.”
“Há uma obsessão do governo em cooptar os movimentos sociais, assim como cooptou o sindical”, diz o deputado Augusto Carvalho, do PPS de Brasília, fundador do sítio de internet Contas Abertas, que acompanha os gastos do governo. “Essa conquista do silêncio dos movimentos merece maior fiscalização, sob pena de desmoralizar a reforma agrária.” Uma das coordenadoras nacionais do MST, Marina dos Santos, diz que cabe às instituições sem fins lucrativos se posicionar sobre eventuais irregularidades nos convênios. “Mas temos convicção de sua idoneidade”, registrou. Ela reclama que o governo federal repassa mais dinheiro às multinacionais que aos pequenos agricultores. Na noite de quinta-feira 24, o Incra informou que todos os convênios são auditados pelo TCU e pela Controladoria Geral da União. De fato – e é por isso que começam a vir a público tantas irregularidades".
Quando referimo a estranheza da falta de reação da sociedade brasileira diante de tanta lama, corrupção e safadeza, os números das doações governamentais dão bem a grandeza e a medida com que Lula abafou, premeditada e criminosamente a voz do povo. O silêncio dos movimentos sociais nas vésperas da eleição pode ser medido em números. Desde seu início, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva repassou R$ 605 milhões do Ministério do Desenvolvimento Agrário para “instituições privadas sem fins lucrativos”. Associações, cooperativas e outras instituições ficaram responsáveis por boa parte do investimento da verba oficial. Só no ano passado, foram repassados R$ 280 milhões, que beneficiaram 535 instituições. É um crescimento de 300% em relação às transferências no último ano de Fernando Henrique Cardoso. ISTOÉ teve acesso com exclusividade à lista completa de convênios do Incra com instituições privadas. Alguns deles têm duração até 2010, fim do próximo mandato presidencial. Até sexta-feira 18, as instituições privadas tinham recebido R$ 111 milhões do governo neste ano eleitoral. Por trás da maior parte delas estão os movimentos dos trabalhadores sem terra, como o MST, de João Pedro Stedile, o MSLT, de Bruno Maranhão, e a Contag de Manoel José dos Santos, engajados na campanha da reeleição do presidente Lula. “O pessoal do MST vai votar no Lula”, diz o deputado Adão Pretto, do PT gaúcho, um dos fundadores do MST.
E quando a agropecuária se julgava livre do pior, sabe-se o que os criminosos porões do PT terrorista e corrupto estão a urdir mais um escabroso plano para sepultar de vez a agropecuária brasileira. O texto a seguir está na revista EXAME de 30.08., sob o título “O Governo quer tomar as terras deles”:
Não bastasse ter de enfrentar uma das piores crises que já assolaram o campo brasileiro, os produtores rurais acabam de receber uma notícia que caiu como uma verdadeira bomba. Meio na surdina, setores do governo planejam uma abrupta alteração nos rumos da reforma agrária no país e ameaçam de desapropriação uma enorme parcela dos fazendeiros. Pela idéia em debate, cada grande produtor será obrigado a atingir um índice mínimo de produtividade -- quem ficar abaixo dele num único ano corre o risco de perder a terra. Por si mesma, tal notícia já é suficiente para tirar o sono de milhares de proprietários. O mais grave, porém, é que as versões que circulam em Brasília apontam que essa exigência de produtividade poderá ser draconiana. O medo é que os produtores, abalados pela crise, simplesmente não tenham condições de cumprir as exigências. Embora ainda não se conheçam os detalhes, algumas estimativas mostram o fantástico potencial de problemas da medida. No caso da soja e do milho, o consultor André Pessoa, da Agroconsult, empresa especializada em agronegócio, estima que até 58% das lavouras fiquem abaixo da nota de corte. Nos estados mais afetados pela seca, como o Rio Grande do Sul, é provável que haja atualmente um número muito reduzido de produtores em condições de produzir com a eficiência exigida nas versões originais do projeto. "O clima no campo é de apreensão", diz Luiz Antônio Pinazza, diretor da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag).
A discussão sobre o índice de produtividade foi um dos fatores que motivaram há duas semanas a saída do governo de Roberto Rodrigues, que ocupava o Ministério da Agricultura desde a posse do presidente Lula, em 2003. Em Brasília, Rodrigues era o principal opositor da medida. Uma de suas críticas ao índice era a de que ele fora feito com base num trabalho do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Incra, que calcularam os indicadores de produtividade de cada cultura pela produção registrada entre 1999 e 2003 -- período em que o agronegócio nacional bateu seguidos recordes. Com a crise atual, naturalmente, os produtores têm menos recursos para aplicar em insumos, como defensivos e fertilizantes. É por isso que todos os especialistas já vinham trabalhando com a perspectiva de queda na produtividade do setor. Portanto, o momento não poderia ser pior para cobrar dos fazendeiros que cumpram as exigências em termos de produção. "Além de fixar um teto alto, o governo não leva em conta as características cíclicas do setor", afirma Pessoa. "É natural que a produtividade seja maior nos anos positivos e caia nos de dificuldades."
A saída de Rodrigues representou a queda de um dos últimos defensores do agro-negócio dentro do governo Lula. O anúncio do nome de seu substituto deixou o setor para lá de ressabiado. Quem assumiu o cargo foi o antigo secretário executivo do ministério, Luís Carlos Guedes Pinto. Embora fizesse parte da equipe de Rodrigues, Guedes tem ligações históricas com os movimentos de reforma agrária. Em razão disso, os produtores acham que ele tende a ser simpático à idéia de facilitar a desapropriação de novas terras. Na cerimônia de posse, o novo ministro utilizou um discurso conciliatório, dizendo que o tema ainda não está fechado. Presente na ocasião, o presidente Lula também fez questão de apaziguar os ânimos. "Nada será feito por agora", afirmou ele, num sinal de que a medida não será implementada antes das eleições de outubro. O que vem depois ninguém sabe.
Independentemente do desfecho do caso, o episódio já abriu uma nova crise entre os agricultores e o governo. O presidente da Sociedade Rural Brasileira, João de Almeida Sampaio, diz que o setor fará campanha aberta contra a administração petista caso a nova política seja implementada. Alguns produtores falam até em adotar uma espécie de política de "desespero", investindo o que puderem nas culturas, mesmo que isso resulte em mais prejuízo, apenas para atingir o índice de produtividade a ser exigido pelo governo. "Pior do que perder dinheiro numa safra é perder a terra", afirma Nelson Taludo, agricultor do interior do Paraná, um dos produtores que estariam hoje ameaçados de desapropriação.
.- Proprietário: Celso Griesang
.- Localização: Rondonópolis (MT)
.- Tamanho da propriedade: 4 000 hectares
.- Culturas:soja e algodão
.- Produtividade da última safra: 2,1 t/ha
.- Índice de produtividade proposto pelo governo(1): 2,9 t/ha
.-"É claro que eu gostaria de ter uma produtividade maior, só que é impossível controlar variáveis que influem no negócio, como o regime de chuvas e a incidência de pragas".
(1) MDA/Incra
Ou seja, o índice de produtividade a ser “exigido” pelos burocratas petistas já é superior ao que a propriedade apresenta.
Segue a reportagem:
O fato de haver produtores dizendo que vão jogar dinheiro fora para manter suas propriedades não é o aspecto mais surreal de toda essa discussão. Há outros absurdos na história. Em primeiro lugar, o governo não tem condições de saber qual será o impacto da medida, pois não realiza desde 1996 um censo agropecuário no Brasil. Ou seja, ninguém sabe dizer se a mudança das regras liberará 100 ou 1 milhão de hectares passíveis de desapropriação. Além disso, o empenho do governo dá a impressão de que estão faltando terras no país para ser distribuídas -- daí a necessidade de avançar sobre quem produz e gera riquezas. É um raciocínio incorreto. Hoje existem mais de 90 milhões de terras agricultáveis ociosas no Brasil (veja quadro abaixo). Como elas se localizam longe dos grandes centros urbanos, são propriedades desprezadas pelo MST e por outros movimentos do gênero. "Aumentar o estoque de terras para reforma agrária não é o principal objetivo da medida", afirma Guilherme Cassel, ministro do Desenvolvimento Agrário. "Queremos melhorar a performance no campo. A situação atual premia a improdutividade e impede o andamento das reformas."
As palavras de Cassel sugerem que haja no Brasil um número considerável de especuladores de terra, sem interesse em investir seriamente na agricultura. Ocorre exatamente o contrário. Se há um setor eficiente na economia brasileira é o agronegócio. Ele é responsável por 34% do produto interno bruto (PIB), 37% dos empregos gerados e 93% do saldo da balança comercial. Além do mais, trata-se de um dos setores mais produtivos do país -- graças a investimentos em tecnologia implementados ao longo de décadas. Desde 1991, o país foi capaz de dobrar a produção agrícola, apesar de a área plantada quase não ter crescido. Em vez de investir em fatores que possam turbinar ainda mais o trabalho de quem já produz, como novas pesquisas e linhas de financiamento, o governo planeja tomar as terras para entregá-las à turma dos assentamentos agrários, que já provou ser capaz de tudo, menos de produzir com eficiência.
O interesse do governo em fixar um índice mínimo de produtividade traz também outras questões importantes a ser discutidas envolvendo o conceito de direito de propriedade. Um exemplo: punir a ineficiência de um produtor com a perda de suas terras é algo justo? Mal comparando, seria o mesmo que uma lei permitir a desapropriação de uma montadora de veículos que, por alguma circunstância, opera apenas em dois turnos -- e não nos três de sua capacidade total. Em todos os demais setores da economia, fica a cargo do mercado definir quem são os produtores que merecem permanecer em operação -- e quais serão deslocados. Ou seja, numa economia de mercado é normal que os mais competentes prevaleçam. No caso do universo do campo, a noção que abre espaço para que se rasgue o direito de propriedade é a chamada "função social da terra", conforme fixa o artigo 184 da Constituição Federal. Na visão maniqueísta dos congressistas que escreveram a Carta de 1988, só o fato de alguém ter uma grande propriedade já o coloca do lado dos vilões. A realidade é outra. "O modelo distributivista de terras, que o governo atual insiste em adotar, não deu certo em lugar algum do mundo", afirma Xico Graziano, deputado federal do PSDB e ex-presidente do Incra. "Para ser eficiente, a atividade agrícola exige hoje muitos investimentos e uma grande infra-estrutura, condições difíceis de ser preenchidas nos assentamentos. Por isso, muitos deles viram, em geral, favelas rurais."
Vejam o exemplo abaixo:
Reforma absurda
Apesar de ainda restarem 93 milhões de hectares disponíveis para a agropecuária, o governo quer fazer reforma agrária em áreas onde já se produz
(1) MDA/Incra
Ou seja, o índice de produtividade a ser “exigido” pelos burocratas petistas já é superior ao que a propriedade apresenta.
Segue a reportagem:
O fato de haver produtores dizendo que vão jogar dinheiro fora para manter suas propriedades não é o aspecto mais surreal de toda essa discussão. Há outros absurdos na história. Em primeiro lugar, o governo não tem condições de saber qual será o impacto da medida, pois não realiza desde 1996 um censo agropecuário no Brasil. Ou seja, ninguém sabe dizer se a mudança das regras liberará 100 ou 1 milhão de hectares passíveis de desapropriação. Além disso, o empenho do governo dá a impressão de que estão faltando terras no país para ser distribuídas -- daí a necessidade de avançar sobre quem produz e gera riquezas. É um raciocínio incorreto. Hoje existem mais de 90 milhões de terras agricultáveis ociosas no Brasil (veja quadro abaixo). Como elas se localizam longe dos grandes centros urbanos, são propriedades desprezadas pelo MST e por outros movimentos do gênero. "Aumentar o estoque de terras para reforma agrária não é o principal objetivo da medida", afirma Guilherme Cassel, ministro do Desenvolvimento Agrário. "Queremos melhorar a performance no campo. A situação atual premia a improdutividade e impede o andamento das reformas."
As palavras de Cassel sugerem que haja no Brasil um número considerável de especuladores de terra, sem interesse em investir seriamente na agricultura. Ocorre exatamente o contrário. Se há um setor eficiente na economia brasileira é o agronegócio. Ele é responsável por 34% do produto interno bruto (PIB), 37% dos empregos gerados e 93% do saldo da balança comercial. Além do mais, trata-se de um dos setores mais produtivos do país -- graças a investimentos em tecnologia implementados ao longo de décadas. Desde 1991, o país foi capaz de dobrar a produção agrícola, apesar de a área plantada quase não ter crescido. Em vez de investir em fatores que possam turbinar ainda mais o trabalho de quem já produz, como novas pesquisas e linhas de financiamento, o governo planeja tomar as terras para entregá-las à turma dos assentamentos agrários, que já provou ser capaz de tudo, menos de produzir com eficiência.
O interesse do governo em fixar um índice mínimo de produtividade traz também outras questões importantes a ser discutidas envolvendo o conceito de direito de propriedade. Um exemplo: punir a ineficiência de um produtor com a perda de suas terras é algo justo? Mal comparando, seria o mesmo que uma lei permitir a desapropriação de uma montadora de veículos que, por alguma circunstância, opera apenas em dois turnos -- e não nos três de sua capacidade total. Em todos os demais setores da economia, fica a cargo do mercado definir quem são os produtores que merecem permanecer em operação -- e quais serão deslocados. Ou seja, numa economia de mercado é normal que os mais competentes prevaleçam. No caso do universo do campo, a noção que abre espaço para que se rasgue o direito de propriedade é a chamada "função social da terra", conforme fixa o artigo 184 da Constituição Federal. Na visão maniqueísta dos congressistas que escreveram a Carta de 1988, só o fato de alguém ter uma grande propriedade já o coloca do lado dos vilões. A realidade é outra. "O modelo distributivista de terras, que o governo atual insiste em adotar, não deu certo em lugar algum do mundo", afirma Xico Graziano, deputado federal do PSDB e ex-presidente do Incra. "Para ser eficiente, a atividade agrícola exige hoje muitos investimentos e uma grande infra-estrutura, condições difíceis de ser preenchidas nos assentamentos. Por isso, muitos deles viram, em geral, favelas rurais."
Vejam o exemplo abaixo:
Reforma absurda
Apesar de ainda restarem 93 milhões de hectares disponíveis para a agropecuária, o governo quer fazer reforma agrária em áreas onde já se produz
.- Áreas não agricultáveis (reservas legais, cidades, unidades de preservação, rios, represas e estradas) - 54%
.- Terras onde já se produz - 35%
.- Áreas agricultáveis desocupadas (93 milhões de hectares) - 11%
.- Terras onde já se produz - 35%
.- Áreas agricultáveis desocupadas (93 milhões de hectares) - 11%
Fonte: Ministério da Agricultura
Gustavo Paul encerra sua reportagem levantando questões e concluindo:
Cabe aqui, portanto, uma questão fundamental: quem está cumprindo melhor sua função social, os produtores que respondem por um terço do PIB brasileiro ou os ineficientes assentamentos rurais? Os fatos mostram que a resposta é bastante óbvia. Mais do que isso, o resultado da discussão sobre o índice de produtividade pode definir a vocação brasileira nos assuntos do campo de uma vez por todas. Em última instância, está em jogo se o país vai continuar na vanguarda do agro-negócio -- com fazendas eficientes e capazes de gerar milhões de empregos diretos e indiretos -- ou se vai jogar fora essas conquistas e, em troca, transformar o país num imenso favelão rural".
Que governo é este ? Onde pretende chegar ? No que afinal quer transformar o Brasil ? Respondemos assim: este é um governo corrupto, mal intencionado, que quer destruir a cadeia agropecuária sob seu manto ideológico de atraso, para poder instalar seu comunismo de merda destinado a favorecer seus merdas de seguidores. E, seria oportuno lembrar que o comandante-em-chefe jamais poderá dizer-se patrono dos pobres, a menos que esteja se referindo ao estado em que deseja deixar 180,0 milhões de brasileiros, simples miseráveis atirados aos seus pés, enquanto “elles”, se refestelam ao melhor estilo burguês, verdadeiro bando de malucos e vagabundos, mamando nas tetas do poder central, donde sugam toda a energia produtiva do povo brasileiro. Governo medíocre comandado por uma tropa de imbecis, e chefiados por um demente com ambição de poder. Mais patético do que isso é vermos um país em tais condições alinhado a Cuba, Venezuela e Bolívia. Degradação total. O mínimo que se pode classificar aquilo que se chama de Governo Lula é de ser um verdadeiro antro promíscuo de imoralidade e indecência. Que Deus tenha piedade de nós !
A Carta do Presidente do CREA...
COMENTANDO A NOTÍCIA:
Esta carta foi enviada pelo Presidente do CREA do Ceará, Otacílio M. Guimarães, ao Presidente Lula, e dada sua relevância a trascrevemos na íntegra, e foi publicada originalmente no blog Argumento & Prosa, aquem solicitamos autorização para sua republicação.
**********
===> A CARTA:
Sr. Luis Inácio Lula da Silva:
Esta carta foi enviada pelo Presidente do CREA do Ceará, Otacílio M. Guimarães, ao Presidente Lula, e dada sua relevância a trascrevemos na íntegra, e foi publicada originalmente no blog Argumento & Prosa, aquem solicitamos autorização para sua republicação.
**********
===> A CARTA:
Sr. Luis Inácio Lula da Silva:
Causa indignação a qualquer cidadão medianamente esclarecidoouvir ou ler a asneira abaixo, pronunciada por uma pessoa semi-analfabeta,despreparada, sem nenhuma ética, que 52 milhões de abobalhados colocaram na presidência da república do Brasil. Esclarecendo: asneira vem de asno ouburro.
.
O senhor passou a sua vida toda, juntamente com o seu partido(?!?!?!), mentindo para um povo até conseguir conquistar as consciências de 52 milhões de incautos que não sabem distinguir óleo de água e agora, depoisde ter implantado no Brasil o maior esquema de corrupção jamais visto nomundo ainda vem dar uma de o mais honesto do país com essa afirmação desproposital, descabida e desrespeitosa. Pois eu lhe digo, senhor LuisInácio: eu sou um brasileiro de 62 anos de idade, não sou analfabeto, meuspais não eram analfabetos, eu recebi uma educação doméstica, moral e formal para dizer ao senhor, o seguinte: me respeite! Respeite o meu país! Respeiteas pessoas que estão indignadas com a sua desfaçatez! Se o senhor acha que o único repositório da ética e da moral deste país é o senhor, pois fique sabendo que eu quero discutir com o senhor sobre ética e moral, cara a cara,olho no olho.
O senhor passou a sua vida toda, juntamente com o seu partido(?!?!?!), mentindo para um povo até conseguir conquistar as consciências de 52 milhões de incautos que não sabem distinguir óleo de água e agora, depoisde ter implantado no Brasil o maior esquema de corrupção jamais visto nomundo ainda vem dar uma de o mais honesto do país com essa afirmação desproposital, descabida e desrespeitosa. Pois eu lhe digo, senhor LuisInácio: eu sou um brasileiro de 62 anos de idade, não sou analfabeto, meuspais não eram analfabetos, eu recebi uma educação doméstica, moral e formal para dizer ao senhor, o seguinte: me respeite! Respeite o meu país! Respeiteas pessoas que estão indignadas com a sua desfaçatez! Se o senhor acha que o único repositório da ética e da moral deste país é o senhor, pois fique sabendo que eu quero discutir com o senhor sobre ética e moral, cara a cara,olho no olho.
.
Eu quero que o senhor me explique como é que Delúbio Soares eSílvio Pereira armaram o esquema criminoso que resultou neste mar de lama que emporcalha a história do Brasil sem que o senhor, o José Genuíno e oJosé Dirceu soubessem de nada.
Eu quero que o senhor me explique como é que Delúbio Soares eSílvio Pereira armaram o esquema criminoso que resultou neste mar de lama que emporcalha a história do Brasil sem que o senhor, o José Genuíno e oJosé Dirceu soubessem de nada.
.
Eu quero que o senhor me explique, cara a cara, olho no olho,porque Celso Daniel, prefeito de Santo André, foi assassinado friamente e o seu governo agiu no sentido de paralisar as investigações. Será que o senhorsabe o que significa obstrução da justiça? Pois foi isto o que o senhor fez,obstruiu a justiça. Se o Brasil fosse um pais sério, o senhor já estaria na cadeia só por isto.
Eu quero que o senhor me explique, cara a cara, olho no olho,porque Celso Daniel, prefeito de Santo André, foi assassinado friamente e o seu governo agiu no sentido de paralisar as investigações. Será que o senhorsabe o que significa obstrução da justiça? Pois foi isto o que o senhor fez,obstruiu a justiça. Se o Brasil fosse um pais sério, o senhor já estaria na cadeia só por isto.
.
Eu quero que o senhor me explique porque mandou a prefeita deSão José dos Campos, Ângela Guadagnin, exonerar o secretário de finançasPaulo de Tarso Venceslau só porque este, que também fora secretário de finanças da prefeitura de Campinas, descobriu um esquema de desvio dedinheiro público operado pela CPEM que somente em 1992 desviou 10,5 milhões de dólares da prefeitura de São José dos Campos, sem falar nas outras três onde o esquema funcionava (Campinas, Piracicaba e Ribeirão Preto, esta última tendo como prefeito Antônio Palocci, atual ministro da fazenda), dinheiro esse que se destinava a alimentar o caixa 2 do PT.
Eu quero que o senhor me explique porque mandou a prefeita deSão José dos Campos, Ângela Guadagnin, exonerar o secretário de finançasPaulo de Tarso Venceslau só porque este, que também fora secretário de finanças da prefeitura de Campinas, descobriu um esquema de desvio dedinheiro público operado pela CPEM que somente em 1992 desviou 10,5 milhões de dólares da prefeitura de São José dos Campos, sem falar nas outras três onde o esquema funcionava (Campinas, Piracicaba e Ribeirão Preto, esta última tendo como prefeito Antônio Palocci, atual ministro da fazenda), dinheiro esse que se destinava a alimentar o caixa 2 do PT.
.
Nesse esquema o Paulo Okamoto, que não detinha cargo público e era apenas militante do PT, fazia o papel que o Sílvio Pereira fez até serdesmascarado recentemente.
Nesse esquema o Paulo Okamoto, que não detinha cargo público e era apenas militante do PT, fazia o papel que o Sílvio Pereira fez até serdesmascarado recentemente.
.
Note-se que estes fatos ocorreram há 12/13 anos atrás. Não é dehoje, portanto, que o PT se utiliza desses esquemas criminosos para suprir o seu caixa 2 e aumentar o patrimônio de seus integrantes. Inclusive o seu edo seu filho, o Lulinha, que recentemente recebeu da Telamar cinco milhões eduzentos mil reais como investimento numa empresa que eu não pagaria um centavo por ela. A troco de quê, senhor Lula, a Telamar deu essa dinheiramatoda ao seu filho?
Note-se que estes fatos ocorreram há 12/13 anos atrás. Não é dehoje, portanto, que o PT se utiliza desses esquemas criminosos para suprir o seu caixa 2 e aumentar o patrimônio de seus integrantes. Inclusive o seu edo seu filho, o Lulinha, que recentemente recebeu da Telamar cinco milhões eduzentos mil reais como investimento numa empresa que eu não pagaria um centavo por ela. A troco de quê, senhor Lula, a Telamar deu essa dinheiramatoda ao seu filho?
.
O senhor e seus asseclas vivem dizendo que tudo é culpa daselites brasileiras. Para mim, as elites que jogaram o PT e o governo Lula na lama têm nomes: José Dirceu, Sílvio Pereira, Delúbio Soares, Marcos Valérioe os que estão acima destes que o senhor tão bem conhece e eu não precisocitar. O senhor é o chefe de todos eles.
.
Pois eu lhe digo, senhor Lula: neste país nasceu antes do senhor um homem em condições de discutir com o senhor, cara a cara, olho no olho,sobre ética e muitos outros atributos que o senhor não possui, como porexemplo, capacidade administrativa, discernimento, iniciativa e coragem de tomar decisões. E digo mais: que eu não estou sozinho, pois o Brasil temmilhões de homens e mulheres que têm condições de discutir com o senhorsobre ética e moral. Quer me parecer que o senhor não entende o verdadeiro significado das palavras ética e moral, talvez seja este o caso, já quenunca estudou e se gaba de ter nascido de pais analfabetos.
O senhor e seus asseclas vivem dizendo que tudo é culpa daselites brasileiras. Para mim, as elites que jogaram o PT e o governo Lula na lama têm nomes: José Dirceu, Sílvio Pereira, Delúbio Soares, Marcos Valérioe os que estão acima destes que o senhor tão bem conhece e eu não precisocitar. O senhor é o chefe de todos eles.
.
Pois eu lhe digo, senhor Lula: neste país nasceu antes do senhor um homem em condições de discutir com o senhor, cara a cara, olho no olho,sobre ética e muitos outros atributos que o senhor não possui, como porexemplo, capacidade administrativa, discernimento, iniciativa e coragem de tomar decisões. E digo mais: que eu não estou sozinho, pois o Brasil temmilhões de homens e mulheres que têm condições de discutir com o senhorsobre ética e moral. Quer me parecer que o senhor não entende o verdadeiro significado das palavras ética e moral, talvez seja este o caso, já quenunca estudou e se gaba de ter nascido de pais analfabetos.
.
Na verdade, quem se gaba de ter nascido de pais analfabetos e deter pouco estudo não tem o direito de ofender todo um povo arvorando-se noúnico repositório da ética e da moral.
Na verdade, quem se gaba de ter nascido de pais analfabetos e deter pouco estudo não tem o direito de ofender todo um povo arvorando-se noúnico repositório da ética e da moral.
.
Senhor Lula, o senhor foi colocado onde está por pessoas tãoignorantes quanto o senhor. Mas eu devo lhe dizer que os homens e mulheres de bem deste país já estão cheios das asneiras que o senhor fala e faz e comsuas bravatas, com a sua incapacidade sobejamente demonstrada em governar o país e com o fato de estar se esquivando de suas Responsabilidades nos desmandos praticados pela cúpula dirigente do PT querendo nos fazer crer que Sílvio Pereira e Delúblio Soares agiram sozinhos. Não creio que Sílvio Pereira e Delúbio Soares sejam tão burros assim. Só um idiota acreditaria nisso. E digo-lhe mais uma coisa: pare de subestimar a inteligência dos brasileiros, pare de ofender os brasileiros, principalmente aqueles que acreditaram em suas mentiras e suas falácias e lhe colocaram onde está hoje.
Senhor Lula, o senhor foi colocado onde está por pessoas tãoignorantes quanto o senhor. Mas eu devo lhe dizer que os homens e mulheres de bem deste país já estão cheios das asneiras que o senhor fala e faz e comsuas bravatas, com a sua incapacidade sobejamente demonstrada em governar o país e com o fato de estar se esquivando de suas Responsabilidades nos desmandos praticados pela cúpula dirigente do PT querendo nos fazer crer que Sílvio Pereira e Delúblio Soares agiram sozinhos. Não creio que Sílvio Pereira e Delúbio Soares sejam tão burros assim. Só um idiota acreditaria nisso. E digo-lhe mais uma coisa: pare de subestimar a inteligência dos brasileiros, pare de ofender os brasileiros, principalmente aqueles que acreditaram em suas mentiras e suas falácias e lhe colocaram onde está hoje.
.
Está na hora do senhor devolver estes votos juntamente com um pedido dedesculpas tomando a decisão de renunciar ao cargo para o qual o senhor nunca esteve preparado para exercer.
Está na hora do senhor devolver estes votos juntamente com um pedido dedesculpas tomando a decisão de renunciar ao cargo para o qual o senhor nunca esteve preparado para exercer.
.
A seguir trecho do discurso proferido ontem pelo senhor, presidente Lula, para uma platéia de petroleiros da REDUC, Duque de Caxias,e que ofende pelo menos aqueles que possuem ética e dignidade neste país, oque não parece ser o seu caso.
A seguir trecho do discurso proferido ontem pelo senhor, presidente Lula, para uma platéia de petroleiros da REDUC, Duque de Caxias,e que ofende pelo menos aqueles que possuem ética e dignidade neste país, oque não parece ser o seu caso.
.
"Neste país está para nascer alguém que venha querer discutir ética comigo. Eu digo sempre o seguinte: sou filho de pai e mãe analfabetos.E o único legado que eles deixaram, não apenas para mim, mas para toda afamília, é que andar de cabeça erguida é a coisa mais importante que pode acontecer para um homem ou uma mulher. E eu conquistei o direito de andar de cabeça erguida neste país com muito sacrifício. E não vai ser a elite brasileira que vai fazer eu baixar a cabeça".
"Neste país está para nascer alguém que venha querer discutir ética comigo. Eu digo sempre o seguinte: sou filho de pai e mãe analfabetos.E o único legado que eles deixaram, não apenas para mim, mas para toda afamília, é que andar de cabeça erguida é a coisa mais importante que pode acontecer para um homem ou uma mulher. E eu conquistei o direito de andar de cabeça erguida neste país com muito sacrifício. E não vai ser a elite brasileira que vai fazer eu baixar a cabeça".
.
Estou pronto para discutir com o senhor sobre ética e outros assuntos a qualquer momento que o senhor escolher. Isto se o senhor tivercoragem, porque sempre foge do debate com a imprensa e com pessoasinteligentes. A maioria do povo brasileiro está de saco cheio com o senhor e com o seu PT - Partido dos Trambiqueiros.
Estou pronto para discutir com o senhor sobre ética e outros assuntos a qualquer momento que o senhor escolher. Isto se o senhor tivercoragem, porque sempre foge do debate com a imprensa e com pessoasinteligentes. A maioria do povo brasileiro está de saco cheio com o senhor e com o seu PT - Partido dos Trambiqueiros.
.
.
Otacílio M. Guimarães - Presidente do CREA (Ceará)
Otacílio M. Guimarães - Presidente do CREA (Ceará)
.
PS.: Se você tem moral e ética, ou pelo menos vergonha na cara,divulgue esta carta.
PS.: Se você tem moral e ética, ou pelo menos vergonha na cara,divulgue esta carta.
Assinar:
Comentários (Atom)