PFL condena ataques de Hugo Chávez à imprensa
A Comissão Executiva do PFL divulgou comunicado oficial neste fim de semana condenando a agressão virulenta do presidente venezuelano Hugo Chávez à liberdade de imprensa e à democracia. Assinado pelo presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), o documento critica ainda o apoio do governo Lula ao projeto de tiranete.
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A Comissão Executiva do PFL divulgou comunicado oficial neste fim de semana condenando a agressão virulenta do presidente venezuelano Hugo Chávez à liberdade de imprensa e à democracia. Assinado pelo presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), o documento critica ainda o apoio do governo Lula ao projeto de tiranete.
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Leia, abaixo, a íntegra do documento:
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Nota à imprensa
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O PFL vem a público repudiar o comportamento antidemocrático e agressivo à liberdade de imprensa do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
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O PFL considera igualmente inaceitável o apoio do governo brasileiro ao presidente da Venezuela, em claro desrespeito à cláusula diplomática do Mercosul.
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O PFL reafirma a defesa da liberdade de imprensa e se solidariza com os jornalistas e funcionários das Organizações Globo, agredidos por Chávez sob o silêncio cúmplice das mais altas autoridades do País.
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Brasília, 20 de janeiro de 2007
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Jorge Bornhausen
Comissão Executiva Nacional do PFL.
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Comissão Executiva Nacional do PFL.
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COMENTANDO A NOTÍCIA: Pelo menos, de parte do PFL, existe alguém que ama este país, que é capaz de defendê-lo a todo custo quando agredido de forma imbecil, ainda mais quando esta agressão parte de um cafajeste e calhorda feito o miliquinho venezuelano. De maneira alguma é admissível o comportamento incivilizado do senhor Chávez, ainda mais quando se encontra em solo brasileiro, dentro de uma instituição do estado brasileiro, sendo homenageado por brasileiros, e como se cuspisse no prato que lambeu, se volta estupidamente contra uma organização jornalística do país para agredi-la e ofendê-la sob aplausos de um bando de idiotas e mais imbecis do que o próprio ditadorzinho latino e latrina.
Pode ser que agora outras “vozes” da sociedade se sintam compelidas em seguir no mesmo caminho. Mas só o farão (e se o fizerem) movidas pela ação de não ficar para trás, levadas pela onda. Aqui, no sábado, afirmamos sobre este assunto que o governo brasileiro, ao agachar-se com tamanha indecência, mostrou ser moralmente fraco para defender os interesses do país, para defender os brasileiros, as instituições brasileiras. E isto se dá pela simples razão de que estamos sendo governados por gente sem caráter, sem moral, sem amor ao seu próprio país. Para esta gente o que conta é fazer filantropia com chapéu alheio. É defender os pobres, mas dos outros países. É bater palmas para mediocridade. Aliar-se ao atraso.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Pelo menos, de parte do PFL, existe alguém que ama este país, que é capaz de defendê-lo a todo custo quando agredido de forma imbecil, ainda mais quando esta agressão parte de um cafajeste e calhorda feito o miliquinho venezuelano. De maneira alguma é admissível o comportamento incivilizado do senhor Chávez, ainda mais quando se encontra em solo brasileiro, dentro de uma instituição do estado brasileiro, sendo homenageado por brasileiros, e como se cuspisse no prato que lambeu, se volta estupidamente contra uma organização jornalística do país para agredi-la e ofendê-la sob aplausos de um bando de idiotas e mais imbecis do que o próprio ditadorzinho latino e latrina.
Pode ser que agora outras “vozes” da sociedade se sintam compelidas em seguir no mesmo caminho. Mas só o farão (e se o fizerem) movidas pela ação de não ficar para trás, levadas pela onda. Aqui, no sábado, afirmamos sobre este assunto que o governo brasileiro, ao agachar-se com tamanha indecência, mostrou ser moralmente fraco para defender os interesses do país, para defender os brasileiros, as instituições brasileiras. E isto se dá pela simples razão de que estamos sendo governados por gente sem caráter, sem moral, sem amor ao seu próprio país. Para esta gente o que conta é fazer filantropia com chapéu alheio. É defender os pobres, mas dos outros países. É bater palmas para mediocridade. Aliar-se ao atraso.