segunda-feira, setembro 18, 2006

Lembram do Gregório ? Agora é Freud...

Pois é, hoje foi um dia e uma madrugada de muitas revelações. Revelações de dia, que ameaçavam estremecer nossa velha guerreira república brasileira, quase sempre tão maltratada pelas nossa classe política.
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No artigo anterior, "Lula e o PT o que querem ? Ditadura!" , mostramos aqui que a história do dossiê que andou sobrevoando o cenário político desde quinta-feira, era uma ameça à n0ssa democracia, ao nosso estado de direito, às nossas instituições.
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Depois, que os grampos descobertos nos telefones de três dos ministros do TSE, dentre eles o Ministro Marco Aurélio, representava um processo em curso e que desagüaria numa ruptura perigosíssima.
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Mas, se Deus não é brasileiro, sabe-se que ele deve nutrir sim uma enorme simpatia pelo povo brasileiro. As notas que se seguirão abaixo, demonstram a que ponto as pessoas são capazes de descer por sua ganância ao poder. E, desvairadamente, são capazes de jogar tudo para o alto, para, uma vez nele instalado, de lá não mais saírem. Só que, desta vez, quis o destino, que um Fiat Elba estacionasse em frente à porta do Palácio do Planalto. Pois é, foi justamente um Fiat Elba que derrubou Collor. Dentro deste carro de agora, surge o Gregório Fortunato da história: quem foi Gregório ? Gregório Fortunato (de chapéu) era o chefe da guarda pessoal de Getúlio Vargas (à frente). Mandou matar Carlos Lacerda, acabou acertando um oficial da Aeronáutica, e o chefe acabou se matando. Só que o Gregório de agora chama-se Freud,... Freud Godoy. Acho que desta vez, alegar que não sabia nada vai ficar bem mais difícil de engolir.
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Dossiê se vira contra Lula
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Da Folha de S. Paulo, hoje:
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"A pretexto da inclusão de fotos do presidenciável tucano Geraldo Alckmin no dossiê negociado com um dos chefes da máfia dos sanguessugas e da suspeita de que o governo tentaria abafar o caso, o PSDB e o PFL irão hoje ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) questionar a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a 13 dias das eleições.
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Logo cedo, o advogado da coligação que apóia Alckmin apresentará queixa de crime contra o suposto envolvimento do PT na intermediação da compra de imagens, documentos e da entrevista que mostrariam proximidade do presidenciável tucano e do candidato do PSDB ao governo de SP, José Serra, com a máfia dos sanguessugas, que fraudava licitações para a compra de ambulâncias com dinheiro público.
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Junto com a notícia-crime, os dois partidos apresentam à Justiça Eleitoral pedido de investigação do caso. "Há um certo receio de demora da Polícia Federal em esclarecer a origem do dinheiro destinado à compra do dossiê", disse Tasso Jereissati, presidente do PSDB.
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"Temos a notícia de que a PF já identificou o indivíduo do PT responsável pela entrega do dinheiro e não divulgou a informação nem divulgou fotos do dinheiro", disse Jereissati sobre o R$ 1,7 milhão apreendido na sexta-feira com Valdebran Carlos Padilha da Silva e Gedimar Pereira Passos, em SP."
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Quando os fios começam a se revelar:
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Da Folha de S. Paulo, hoje:
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"O advogado e ex-policial federal Gedimar Pereira Passos, preso sexta-feira em São Paulo, afirmou à PF que foi "contratado pela Executiva Nacional do PT" para negociar com a família Vedoin a compra de um dossiê contra os tucanos, e que do pacote fez parte entrevista acusando José Serra de envolvimento na máfia sanguessuga.
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Em seu depoimento, ao qual a Folha teve acesso, Gedimar declarou ter entregue R$ 1 milhão do total que seria pago aos donos da Planam (cerca de R$ 1,7 milhão) a Valdebran Padilha da Silva, intermediário da família no negócio, "no momento em que foi iniciada a entrevista entre os Vedoin e a imprensa" em Cuiabá (MT).
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Os Vedoin, de acordo com Gedimar, pediram inicialmente R$ 20 milhões por "informações graves" que envolveriam "não só políticos de outros partidos, mas também do próprio PT", e referentes "não apenas ao caso sanguessuga". O valor, entretanto, "estava fora do alcance do partido".
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A negociação teria prosseguido até baixar a R$ 2 milhões. Como mesmo essa quantia foi considerada elevada, o PT, segundo Gedimar, ofereceu "a uma importante revista de circulação nacional sociedade na compra das informações".
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Ele disse não saber se a revista seria "IstoÉ" -que na sexta-feira chegou às bancas com entrevista exclusiva em que Luiz Antonio Vedoin acusa Serra-, "Época" "ou mesmo um grande jornal de São Paulo".
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Gedimar contou à PF que "houve um acordo entre o PT e o órgão de imprensa" e que chegaram a reunir "pouco menos de R$ 2 milhões".
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Segundo o depoimento, "ficou acertado que uma equipe de jornalistas se deslocaria até Cuiabá para realizar entrevista exclusiva com os Vedoin", que na ocasião apresentariam "um arsenal de documentos".
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Os papéis, diz Gedimar, foram mostrados aos jornalistas, mas ficaram com Vedoin, pois "só seriam entregues mediante pagamento". As informações, no entanto, se revelaram decepcionantes. Resumiam-se "a fatos já de conhecimento da sociedade em geral, de pouca importância para o PT e para o órgão de imprensa".
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Interessado em receber o restante do dinheiro, Vedoin teria entregue aos jornalistas um CD-ROM que supostamente conteria as informações prometidas. Mas "os jornalistas, ao chegarem à sua base, verificaram que o CD nada continha".
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Gedimar disse acreditar que, nesse momento, houve uma "troca de informações" entre o PT e o órgão de imprensa "no sentido de de reverem a situação", uma vez que R$ 1 milhão já havia sido entregue ao representante dos Vedoin.
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O depoimento de Valdebran, também lido pela Folha, indica que a decepção dos "compradores", aliada às manobras de Vedoin para satisfazê-los, foi a responsável pela permanência prolongada de Gedimar e Valdebran no hotel paulistano onde acabaram presos pela PF na madrugada de sexta-feira."

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Um advogado do PT e suas causas...
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Da Folha de S. Paulo, hoje:
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"O advogado criminalista Cristiano Ávila Maronna, que defende um dos presos na sexta-feira pela Polícia Federal sob suspeita de tentar comprar por cerca de R$ 1,7 milhão um dossiê contra o candidato ao governo paulista José Serra (PSDB), representa o diretório estadual do PT em um processo na Justiça Eleitoral.
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Maronna também acompanhou Vladimir Poleto, ex-assessor da Prefeitura de Ribeirão Preto (SP) e relacionado ao caso dos dólares de Cuba, em seu depoimento prestado à CPI dos Bingos em novembro.
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Ele assina a representação movida pelo presidente do diretório estadual do PT em São Paulo, Paulo Frateschi, contra o secretário de Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu, por suposto uso eleitoral de investigações sobre o PCC.
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Ele também já representou o ex-deputado federal José Dirceu (PT-SP) em um processo eleitoral no ano de 1998 e a deputada federal Angela Guadagnin (PT) em 2002.
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Em outra ação, em que defende a vereadora de Osasco Maria José Favarão (PT), ele atuou com Hélio Silveira, atual advogado da campanha do candidato ao governo de São Paulo Aloizio Mercadante (PT)."

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Agora, Freud tem o que explicar...
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De O Estado de S. Paulo, hoje:
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"O segurança Freud Godoy, hoje assessor do gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, foi procurado, e não localizado, ontem pela reportagem do Estado. Próximo a Lula, Freud trabalhou como seu segurança na campanha presidencial de 2002. Antes disso já atuava como segurança para Lula, de quem era amigo em seus tempos de sindicalista.
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Com a vitória de Lula, em janeiro de 2003, Freud foi nomeado para um cargo no gabinete pessoal do presidente na função de assessor especial, em 12 de março de 2003. Oficialmente, ele cuida da segurança da primeira-dama, Marisa Letícia, mas já foi visto cumprindo outras tarefas para o Planalto. No final de dezembro de 2002, ele acompanhava Lula em caminhadas na Granja do Torto, dias antes de sua posse.
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Uma das tarefas do segurança é o controle de manifestações em atos de que Lula participa. Freud consta da relação de 974 militantes do PT com cargos na administração federal que descontam contribuição em folha para o partido. No PT, é tido como discreto e com circulação direta não só junto a Lula, mas também com dirigentes partidários."
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Lula, agora acabou ! Vá com Deus...
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De O Estado de S. Paulo, hoje:
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"O advogado Gedimar Passos deu, em depoimento à Polícia Federal (PF) de São Paulo, o nome da pessoa do PT que teria sido a responsável pela operação de compra do dossiê contra os candidatos do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra, e à Presidência, Geraldo Alckmin, e o ex-ministro da Saúde, Barjas Negri, também tucano. Gedimar declarou que foi a mando de um homem chamado 'Froude' ou 'Freud' que recebeu a missão de pagar R$ 1,75 milhão por documentos e informações sobre o suposto envolvimento dos políticos no esquema de venda de ambulâncias superfaturadas.
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Segundo ele, consta que o mandante da operação seria dono de uma empresa de segurança 'no (eixo) Rio de Janeiro/SP'. Ele também afirmou que não sabe dizer se 'Froude' ou 'Freud' tem influência no PT, mas a polícia já trabalha na identificação do responsável. Há pistas que apontam para Freud Godoy, atual assessor do Gabinete da Presidência e ex-coordenador de segurança das quatro campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência. É uma espécie de fiel escudeiro do presidente desde a década de 80. Segundo informações de funcionários do Diretório Nacional do PT de São Paulo, Freud é sócio de uma empresa de segurança que presta serviços ao partido. Ele foi procurado, mas não foi localizado ontem pelo Estado
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Gedimar e o empresário petista Valdebran Padilha foram presos na sexta em São Paulo com R$ 1,75 milhão, em notas de real e dólar. Eles estavam em um hotel da zona sul e tinham agendado encontro com Luiz Antônio Vedoin e o tio dele, Paulo Roberto Trevisan, que teriam dossiê supostamente capaz de relacionar Serra e Alckmin com a venda superfaturada de ambulâncias para prefeituras. Vedoin é dono da Planam, empresa que vendia os veículos e era o pivô do chamado esquema dos sanguessugas."
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Pois é, no artigo anterior, falamos sobre Ricardo Berzoini e sua confusão. Tarso Genro, ao longo do dia, ainda tentava reverter aquilo que estava para acontecer, ou seja, com a verdade descoberta, tudo voltar-se para cima de quem montou toda a farsa dos dossiês. Tentava articular petardos contra Serra e Alckimin, assim como Berzoini já atentara, Mercadante também. Porém, os fios do destino tecem costuras um pouco diferentes das que os homens desejam. E fazem cair os véus dos mistérios, mostrando a verdadeira face da empulhação.

De O Estado de S. Paulo, hoje:

"O ministro de Relações Institucionais, Tarso Genro, repudiou ontem o uso de qualquer tipo de denúncia ou dossiê como arma para interferir no processo eleitoral e defendeu a punição dos envolvidos na produção e tentativa de distribuição desse tipo de material. Na avaliação dele, procedimentos dessa natureza apenas contribuem para desgastar o processo democrático e deslegitimar a disputa eleitoral. 'Qualquer compra ou montagem de dossiês desse tipo é ilegal, antidemocrática e deve ser punida', afirmou Tarso, que passou o final de semana em Porto Alegre e conversou por telefone com o Estado.
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Para ele, a proximidade das eleições impede que qualquer informação contida no dossiê criado com o objetivo de atingir os tucanos José Serra, que disputa o governo paulista, e Geraldo Alckmin, que concorre à Presidência, seja comprovada antes do pleito de outubro. Isso, por si só, já é motivo suficiente para que o material não seja usado por qualquer candidato, de qualquer partido, na avaliação do ministro. 'O ponto de partida deve ser a presunção de inocência', afirmou Tarso.
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Seguindo esse mesmo raciocínio, Tarso evitou avaliar diretamente a suspeita de que o PT estaria por trás da negociação de compra do material. Mesmo assim, ele apontou que existem sinais claros de que a negociação dessas informações foi conduzida por pessoas que têm por único objetivo defender seus próprios interesses, utilizando-se da proximidade da eleição para isso. 'Onde há dinheiro envolvido, há interesses escusos', completou o ministro.
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(...)
Tarso comparou as denúncias lançadas desde o final da semana passada contra os candidatos tucanos às dificuldades atravessadas pelo PT desde a eclosão da crise política do mensalão, em junho do ano passado. Todos esses episódios, segundo ele, são reflexos de uma 'histeria denuncista' que se formou no Brasil há mais de um ano e da qual a sociedade como um todo deve se defender. 'A sociedade deve se proteger contra esse tipo de atitude', completou."
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Pois então senhor Tarso Genro, quem são os histéricos ? Quem haveria de patrocinar dossiês absolutamente mentirosos, inconsistentes, falsos com o propósito vil de e para prejudicar a Serra e Alckimin, em cujas biografias não vê as manchas que se lhes tentou colar ? Fica-nos difícil, face as investigações da tão proclamada eficência da Polícia Federal, feita e decantada pelo ainda presidente Lula, achar que a PF possa ter trocado de lado. Não esquecendo nunca de que seu chefe supremo é o Ministro Márcio Tomaz Bastos, aquele da Justiça.
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Durante anos, o PT patrocinou ações deste tipo, e nunca se reuniram tantas provas conclusivas de sua participação. Agora, bastou eficiência da Polícia Federal para toda a lama acumulado ao longo de todos estes anos pudessem mostrar as digitais do PT num sórdido episódio pelo qual a ganância pelo Poder, acabou traindo seus próprios protagonistas. Tendo já quase assegurada a Presidência da República, quis o PT assegurar o governo de São Paulo, onde Mercadante tem perdido, nas pesquisas, de goleada para Serra. Seriam pelo menos tres as derrotas para o PT: perder sua hegemonia no Rio Grande do Sul, e ver o PSDB comandando os estados de Minas Gerais, com Aécio Neves, e o de São Paulo, com José Serra. E aí, a ambição desenfreada, acabou falando mais alto do que a razão.
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Só resta ao Ministério Público, Tribunal Superior Eleitoral e Polícia Federal darem seguimento às investigações para instruir um processo de impeachment que agora não se vê como evitar. O melhor seria o TSE pura e simplesmente impugnar a candidatura de Lula: seria menos doloroso para o país. Ou, apostarmos na integridade de Lula, que ao contrário de Getúlio Vargas, poderia por si só não traumatizar o Brasil com um gesto insano: poderia simplesmente renunciar ele próprio ao mandato e a candidatura. Liberando o Brasil para retomar sua vida normal. E vivam nossas instituições, por assegurarem nossa democracia.
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E a você, presidente Lula, vá com Deus, e por favor, tenha respeito pelo Brasil. Sua máscara tendo sido arrancada, não nos envergonhe mais. Ou renuncie, ou saia disputa eleitoral. Pelo bem do Brasil !

O que Lula e PT querem ? A ditadura!

COMENTANDO A NOTICIA começa a apresentar os passos todos que o PT tem perseguido nos últimos dias para melar as eleições no país, colocando-se acima das leis, do estado de direito, que culminará, fatalmente, e se a tempo não for controlada e debelada, uma crise política sem precedentes.
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Aliás, outra não tem sido a advertência que temos feito, no sentido de alertar as pessoas para que não se deixassem influenciar nem tampouco caíssem nas armadilhas colocadas no caminho da nossa democracia, com as quais se pretende transgredir as normas legais, romper com o estado de direito, aniquilar as instituições, e legitimarem uma ditadura civil no Brasil. Vários foram os artigos neste sentido de alerta que se produziu, todos com fatos e informações consistentes que diagnosticavam o propósito pretendido por Lula e seu partido.
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O sinal de partida para o processo começou há muito tempo, porém fooi a partir da proposta de Lula de instalar-se uma assembléia constituinte para a execução de uma corriqueira reforma política – importante, é bem verdade - mas podendo ser realizada pelo Congresso, conforme determina a Constituição.
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Desde quinta-feira passada, 21.09, contudo, o ritmo tem se acelerado, e COMENTANDO A NOTICIA apresentará a seguir um relato pormenorizado de muitas das ações em curso, não sem antes dizer o seguinte:
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AS ELEIÇÕES DE OUTUBRO, ESTÃO SOB SUSPEIÇÃO !!!
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SEM OBSERVADORES INTERNACIONAIS INDICADOS PELA ONU PARA ACOMPANHÁ-LAS E CERTIFICAR-SE DA LISURA ATÉ A PROCLAMAÇÃO DO RESULTADO FINAL DA APURAÇÃO, ELAS NÃO SE LEGITIMARÃO.
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E O PODER JUDICIÁRIO TEM O DEVER CONSTITUCIONAL DE GARANTIR O PLENO ESTADO DE DIREITO, E DENTRO DO RIGOR LEGAL, JÁ SE TEM ELEMENTOS SUFICIENTES PARA:

A.) IMPUGNAR A CANDIDATURA DE LULA POR MUITOS CRIMES ELEITORAIS PRATICADOS, ALÉM DOS CRIMES DE RESPONSABILIDADE NO EXERCÍCIO DE SEU MANDATO;
B) CASSAR, IMEDIATAMENTE, O REGISTRO DO PT COMO PARTIDO POLÍTICO.
C) RECUSAR TODA E QUALQUER ALEGAÇÃO DOS PETISTAS, UMA VEZ QUE ELES PROMOVEM E PRETENDEM APLICAR UM GOLPE DE ESTADO.

Se Lula e o PT querem ganhar as eleições, que respeitem a lei em vigor.
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Na marra, na força, na ilegalidade, na mentira, no terrorismo, no banditismo só legitimarão a DITADURA que pretendem instalar, mas que o Brasil repele por absurda, porque nojenta, porque longe está de ser esta a vontade soberana do povo brasileiro.
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Ministros do TSE tiveram telefones grampeados
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Tribunal Superior Eleitoral identificou escuta nos telefones de três de seus ministros. Em nota divulgada em sua página na internet, o órgão afirma que uma empresa contratada pelo TSE para verificar a segurança das linhas telefônicas dos integrantes da Corte encontrou grampos em números utilizados pelos ministros Marco Aurélio de Mello, Cezar Peluso e Marcelo Ribeiro. A Assessoria de Imprensa do TSE informou que os detalhes sobre o assunto serão divulgados em entrevista coletiva pelo diretor-geral do Tribunal, Athayde Fontoura Filho, nesta segunda-feira (18), às 9h, no auditório do TSE em Brasília.
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A República treme 4 - O truque do Nariz
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Por Reinaldo Azevedo
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Para quem não percebeu direito, reitero. Márcio Thomaz Bastos, ministro da Justiça, agiu de um jeito em Cuiabá e de outro em São Paulo. Não podendo abortar a operação — tem o comando de boa parte da PF, mas não de todo ele —, o que fez o ministro da Justiça? Agiu segundo os costumes com o material apreendido e que seria usado contra Serra. Segundo os costumes mesmo: o vídeo já vazou e circula na Internet. Serve como prova de inocência, mas os petistas, claro, transformam no contrário. Fotos também foram tornadas públicas. De quê? De Serra fazendo a entrega simbólica de ambulâncias. O PT aposta na confusão. Para todos os efeitos, vincula Serra ao caso. Já em São Paulo, o nosso causídico foi de um cuidado extremo. Ninguém viu a cara do dinheiro, a materialidade das provas. Não depende de Márcio Thomaz Bastos querer ou não, o fato existe: o material que, em tese, prejudica o PSDB foi tornado público; o que, certamente, prejudicaria o PT foi amoitado. Ele transformou um caso em dois. Mas a casa está caindo sobre o seu nariz.
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PSDB quer que TSE assuma caso PT-sanguessuas
e representa contra Lula, Bastos e Berzoini
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Por Márcio Chaer, do site Consultor Jurídico:
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Os advogados do PSDB apresentam na manhã desta segunda-feira (18/9), em Brasília, representação contra a interferência do governo no processo eleitoral. A ação vai contra o presidente-candidato Lula da Silva; contra o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos e contra o presidente do PT, Ricardo Berzoini.
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Para os advogados, há fatos suficientes para a cassação do registro da candidatura do presidente Lula — como prescreve a Lei das Inegibilidades (LC 64/90).
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Independentemente da ação, a Corregedoria-Geral do Tribunal Superior Eleitoral pode assumir a condução do inquérito — já que o processo criminal está influindo na campanha eleitoral.
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Há pelo menos um precedente nesse sentido: em 1990, quando disputavam a Presidência da República o mesmo Lula e Fernando Collor de Mello. Na ocasião, explodia na mídia o caso Lubeca. Luiz Eduardo Greenhalgh era acusado de receber dinheiro clandestino de empreiteiros com interesses na administração municipal petista.O delegado do caso, Macilon José Bernardes turbinava o noticiário antipetista e o corregedor-geral do TSE, ministro Romildo Bueno de Souza requisitou o inquérito para brecar a fonte de notícias.Neste final de semana, os advogados do PSDB conseguiram liminar que proibiu o candidato do PMDB, Orestes Quércia, de repetir a divulgação das notícias veiculadas pela revista Istoé e pelo jornal Correio Braziliense. Nos dois casos associa-se a imagem de Serra e Alckmin ao esquema dos sanguessugas.
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Para os tucanos, o governo interfere diretamente na campanha.Ao evitar o flagrante da compra de acusações contra o PSDB por petistas em São Paulo, a PF transformou o mesmo caso em dois. Um, a prisão de duas pessoas com uma montanha de dinheiro, na capital paulista. Outro, a apreensão de um dossiê com o objetivo de mostrar que os candidatos tucanos participaram do esquema dos sanguessugas. Mas só os presos e os materiais apreendidos em Cuiabá, contra o PSDB, foram expostos. “Nunca vi uma coisa dessas”, afirma o advogado do PSDB, Ricardo Penteado. “A PF, que sempre se orgulha de mostrar suas façanhas e proezas, esconder desse jeito o resultado de prisão e apreensão como aconteceu em São Paulo, enquanto em Cuiabá se promove um grande espetáculo com essa profusão de detalhes.
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Segundo o advogado, como se trata de dinheiro não contabilizado — o que foi apreendido em São Paulo — não existe a hipótese de responsabilização do diretório estadual, já que a propaganda provocada estaria favorecendo o partido nacionalmente.Em defesa de seu partido, Penteado insiste em que o material apreendido em Cuiabá é “absurdamente inofensivo, mas provoca uma reserva mental aos olhos da população”. Ele diz que integram o dossiê apreendido fotos de situações que não dizem respeito ao escândalo das ambulâncias, como as de um encontro de prefeitos promovido em 2004.
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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Marco Aurélio, deve receber cópia da representação do PSDB no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira. “Vamos aguardar que as instituições funcionem com a eqüidistância que todos esperam”, afirmou ele a este site.O corregedor-geral César Asfor Rocha informou que está se colocando a par dos fatos para se manifestar oportunamente"
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Lula, a ditadura e os palavrões. Ecce homo!
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Por Reinaldo Azevedo
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Já publiquei aqui um trecho da coluna de Elio Gaspari deste domingo sobre o apreço de Lula pela democracia. Ela segue mais completa agora. Porque o Babalorixá lamentou ainda que a imprensa também impediria suas pretensões ditatoriais. Por isso o PT está criando uma a seu gosto. O relato confere com o que noticia no Estadão Sonia Racy. Nos dois casos, destaque-se que o presidente é retratado falando um monte de palavrões. Esse é, aliás, uma das características destacadas pelos repórteres Leonencio Nossa e Eduardo Scolese no livro Viagens com o Presidente. Reproduzo a nota de Gaspari na íntegra e também um trecho da matéria de Racy.
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O que escreve Gaspari: “Durante jantar de plutocratas a que Lula compareceu na quinta-feira, o empresário Eugenio Staub perguntou-lhe como pretendia fazer, durante um segundo mandato, as reformas que julga necessárias. "Nosso guia" respondeu: "Staub, não acorde o demônio que tem em mim, porque a vontade que dá é de fechar esse Congresso e fazer o que é preciso". (grifo nosso). Segundo Lula, o próximo Congresso será pior do que "esse que está aí", pois virá com Paulo Maluf e Clodovil. Expressando-se na sua língua franca, deixou mal a mãe de pelo menos 20 notáveis nacionais. A proposta golpista do demônio que Lula carrega consigo foi contestada pelos inúmeros convidados que a ouviram. Lula vê outro empecilho para o êxito do seu projeto: a imprensa. Nos últimos 50 anos, o coisa-ruim rondou três presidentes: Jânio Quadros, João Goulart e Costa e Silva. Nenhum deles concluiu o mandato. (Castello Branco e Ernesto Geisel fecharam o Congresso por poucas semanas.) Seja o que Deus quiser.”
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O que escreve Sonia Racy: “(...)um dos presentes fez a pergunta crucial [a Lula]: o que seria preciso fazer para o Brasil crescer num ritmo maior, quem sabe no ritmo da China? 'Aqui é mais complicado', respondeu o presidente. 'A China é uma ditadura. Para fazer isso, só se eu fechasse o Congresso'. Todos em volta riram. Imediatamente, de um lado e de outro, brotaram comentários de que isso não seria possível — mas todos passaram, no ato, a fazer fortes críticas ao atual Congresso. (...) Aquela era a principal das cinco mesas preparadas na casa do ministro, em Brasília. Além do próprio Furlan, ali estavam Eugênio Staub, dono da Gradiente, o dono do Grupo Ultra, Paulo Cunha, um dos diretores do Unibanco, Pedro Moreira Salles, e o presidente da Câmara Americana de Comércio, Hélio Magalhães. (...) Como de hábito, o presidente espalhou palavras nada elegantes, à vontade, nas rodinhas pelas quais circulou, antes que o jantar fosse servido. Já nessa etapa inicial do encontro, alguns dos convivas se assustaram com a falta de cerimônia presidencial. Eram, no caso, empresários que jamais haviam estado com Lula em ambientes informais. Quem imaginava aproveitar a proximidade com Lula para saber coisas importantes saiu decepcionado: praticamente metade do tempo ele passou falando sobre peixes e surpreendendo todo mundo pelo seu conhecimento, em especial, sobre as tilápias.”
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De Kennedy Alencar na Folha Online:
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"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao Conselho Político de sua campanha que se reúna nesta segunda (19/09) e envie uma comissão ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para se queixar do que julga "rigor excessivo" das punições à sua propaganda de TV, segundo relato de auxiliares diretos.

A cúpula da campanha petista tem duas preocupações principais. Evitar que novas punições da Justiça Eleitoral deixem Lula com pouco tempo de TV na última semana da campanha. E atuar preventivamente contra eventuais decisões que venham a questionar a lisura da reeleição de Lula se ela se confirmar no primeiro ou no segundo turno.
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A explicação que não convence: só mistifica
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O PT produziu uma nota em que afirma não ter produzido a armação de provas para incriminar José Serra e Alckimin. Pena que seja um monte de lixo para enganar e esconder o lixo que eles produziram. Vale lembrar:
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1.)Da coluna Painel da Folha de S. Paulo, hoje:

"Terceiro colocado na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, o ex-governador Orestes Quércia (PMDB) tentou, alguns dias atrás, fazer com que uma grande emissora de televisão se interessasse pelas acusações contra José Serra que aparecem na edição da revista "IstoÉ" que chegou ontem às bancas.

No início do mês, Quércia negou com veemência ter procurado auxiliares de Aloizio Mercadante (PT), segundo colocado, para trocar informações sobre suposto envolvimento de Serra, líder nas pesquisas, no escândalo sanguessuga. Petistas, porém, sustentam que o contato com Quércia ocorreu.

A PF apura suposta intermediação de Pedro Henry (PP-MT) no contado entre o PT e os Vedoin para a divulgação de dados contra os tucanos. Henry estaria ainda ajudando a pagar advogados dos donos da Planam.

Nota postada ontem por José Dirceu em seu blog: "Se a notícia (da "Isto É) for verdadeira, será a "pá de cal" na candidatura do Chuchu. Já não digo o mesmo em relação ao Serra, pois a distância dele para o Mercadante ainda é muito grande".

Tucanos estranharam a nota de Dirceu. O nome de Geraldo Alckmin não aparece na revista. Surgiu mais tarde, no material que o primo de Luiz Antonio Vedoin pretendia vender para divulgação.
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2.) A confusão mental de Berzoini:
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O presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), divulgou uma nota sinuosa para dar e ao mesmo tempo pedir explicações sobre o dossiê preparado pela família Vedoin, chefe da Máfia dos Sanguessugas, contra José Serra (PSDB).
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Na nota, Berzoini diz que o PT considera "graves as novas acusações relativas ao escândalo dos sanguessugas" contra José Serra (PSDB), mas afirma que o partido "sempre rejeitou o denuncismo eleitoral e a produção ilegal de dossiês".
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Acrescenta que Valdebran Padilha, filiado ao PT e preso pela Polícia Federal sob a acusação de pagar pelas informações contra tucanos, será suspenso do partido por precaução e terá de enfrentar procedimento disciplinar.
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E conclui: "Diante da consolidação da liderança de nossa candidatura presidencial e da frustração daqueles que desejaram destruir o PT, não nos surpreende que ocorram episódios dessa natureza, com o objetivo de conturbar a disputa eleitoral".
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Ao que se sabe, quem foi preso pela Polícia Federal foi um integrante do PT, acusado de pagar por informações para desestabilizar a campanha de Serra, não de Lula, Mercadante ou de quem quer que seja.
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E se Berzoini condena o denuncismo eleitoral, deveria prestar esclarecimentos convincentes sobre Valdebran Padilha. Porque, por enquanto, queiram os petistas ou não, o partido é o primeiro na lista de suspeitos nesse caso.

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3.) Questões que Márcio Tomaz Bastos não responde
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Para Thomaz Bastos, o uso deste tipo de expediente é uma burrice monumental.A PF está, desde sexta-feira, tentando localizar o doleiro que teria repassado dólares e reais para Padilha e Passos. Para a polícia, é possível que o nome do doleiro tenha sido inventado numa manobra para retardar o esclarecimento do caso.
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O procurador da República no Mato Grosso, Mário Lúcio Avelar, está acompanhando de perto as investigações da PF. Para ele, tudo indica que Valdebran Padilha e Gedimar Passos estavam apoiados numa forte estrutura financeira: “R$1,7 milhão é muito dinheiro. Não é qualquer um que pode se dispor de uma quantia dessas”, afirmou.
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Além do dinheiro, os bandidos presos em São Paulo bem como as fitas das escutas telefônicas feitas pela PF, reveladoras de que na armação estão envolvidos membros do PT e da revista Isto É (ou quanto é !!!!), tudo permanece trancado por expressa ordem do ministro da Justiça, ao passo que os que foram presos em Cuiabá e o material com eles apreendido foram escancarados para imprensa. E que material seriam estes ? Aquelas fotos em que Serra aparece entregando ambulâncias. Ora isto é incriminador? Ora se o são, prenda-se Lula e Humberto Costa, porque também já publicamos aqui foto dos dois entregando ambulância.
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Em todas as operações da PF muitas vezes o ministro veio a público dar entrevistas, e deixou que se filmassem pessoas presas, material apreendido e escutas telefônicas. O nebuloso aqui é que o ministro, num legítimo caso de dois pesos e duas medidas, mantém encoberto a parte principal da armação toda. E qual parte ? A que incrimina membros da executiva do PT em São Paulo ! Por quê? Manter ocultas da sociedade tais provas, além de estranho pode, mesmo que seja uma atitude legal, levantar sobre uma autoridade republicana uma suspeita da lisura com que deveria agir. O ministro tem a obrigação, por ser um direito da sociedade de ser informada, vir a público e entregar o material retido em São Paulo, sob pena de, além da ocultação de provas, estar procedendo na obstrução da justiça e sendo conivente com os crimes cometidos, atitudes indesculpáveis para um Ministro da Justiça.