Adelson Elias Vasconcellos
De uma semana para cá temos colecionado reportagens sobre a ação terrorista e selvagem, tanto quanto ilegal, dos baderneiros do MST e congêneres, incluindo-se e destacando-se a tal Via Campesina, que representa talvez o lado mais ilegítimo de pressão “social” de que se tem notícia. Na verdade, tais movimentos se valem de um apelo mascarado de “social” para praticarem da forma mais lacaia possível, o terrorismo político a serviço do petismo e suas “ilegalidades”.
Não, senhores, não mesmo: não se reconheça nesta gente “boa intenção”, ou “propósitos honestos”, ou apenas o desejo de trabalharem. Há mais de uma centena de artigos dando conta do que se pratica nos tais acampamentos e assentamentos. Sim, claro, ASSENTAMENTOS. Seria demais esperar que, uma vez ganho o pedaço de chão que reivindicam, os “assentados” se dedicassem a tomar para si, a boa vontade de trabalharem e, da terra recebida de graça, ao menos neste pedaço de chão trabalhassem para tirarem seu próprio sustento. Mas, qual?, e quem foi que disse que a briga era por terra, na doce e ingênua pretensão de trabalharem ?
De jeito nenhum, aceitar que a reivindicação tenha ponto final com a posse da terra, seria perder o encanto com que eles seduzem a opinião pública, neste misto de chantagem e cretinice, para continuarem perambulando quase sem rumo, e recebendo todos os favores que o Poder Público os agracia. Enquanto o canto de sereia soar majestoso, não há de parte desta gente o menor desejo de “apenas” trabalharem. Sabe-se, também, que a grande maioria destes “trabalhadores” sequer revolveu um centímetro quadrado de terra em toda a sua vida. Claro que, dentre os milhares que serram fileiras no MST e congêneres, haverá alguns que foram um dia agricultores. Haverá também aqueles que um dia trabalharam em qualquer outra coisa e que, desempregados, se tornaram massa de manobra arrebanhada e conduzida pelos dirigentes da “organização criminosa”.
Vejam a coleção de manchetes em apenas uma semana:
De uma semana para cá temos colecionado reportagens sobre a ação terrorista e selvagem, tanto quanto ilegal, dos baderneiros do MST e congêneres, incluindo-se e destacando-se a tal Via Campesina, que representa talvez o lado mais ilegítimo de pressão “social” de que se tem notícia. Na verdade, tais movimentos se valem de um apelo mascarado de “social” para praticarem da forma mais lacaia possível, o terrorismo político a serviço do petismo e suas “ilegalidades”.
Não, senhores, não mesmo: não se reconheça nesta gente “boa intenção”, ou “propósitos honestos”, ou apenas o desejo de trabalharem. Há mais de uma centena de artigos dando conta do que se pratica nos tais acampamentos e assentamentos. Sim, claro, ASSENTAMENTOS. Seria demais esperar que, uma vez ganho o pedaço de chão que reivindicam, os “assentados” se dedicassem a tomar para si, a boa vontade de trabalharem e, da terra recebida de graça, ao menos neste pedaço de chão trabalhassem para tirarem seu próprio sustento. Mas, qual?, e quem foi que disse que a briga era por terra, na doce e ingênua pretensão de trabalharem ?
De jeito nenhum, aceitar que a reivindicação tenha ponto final com a posse da terra, seria perder o encanto com que eles seduzem a opinião pública, neste misto de chantagem e cretinice, para continuarem perambulando quase sem rumo, e recebendo todos os favores que o Poder Público os agracia. Enquanto o canto de sereia soar majestoso, não há de parte desta gente o menor desejo de “apenas” trabalharem. Sabe-se, também, que a grande maioria destes “trabalhadores” sequer revolveu um centímetro quadrado de terra em toda a sua vida. Claro que, dentre os milhares que serram fileiras no MST e congêneres, haverá alguns que foram um dia agricultores. Haverá também aqueles que um dia trabalharam em qualquer outra coisa e que, desempregados, se tornaram massa de manobra arrebanhada e conduzida pelos dirigentes da “organização criminosa”.
Vejam a coleção de manchetes em apenas uma semana:
Mulheres sem terra invadem estatal e dois engenhos em Pernambuco
Vale acusa MST de invadir e depredar fazenda no MA
No RS: MST bloqueia Tabaí-Canoas e tenta saquear caminhão
Sem-terra devastam área de 150 mil hectares no Pará
Sem-terra bloqueiam ferrovia com pneus em MG
Sem-terra protestam em oito rodovias do RS
Mulheres da Via Campesina invadem fazenda no RS
Mulheres da Via Campesina destroem plantação de milho transgênico
MST destrói objetos de fazenda durante invasão em Alagoas
MST invade Fazenda Haras do Sul em Itatiba-SP
Ora, o que vem a ser toda esta sanha depredadora senão ações de guerrilha e terror ? Quem quer trabalhar não se sujeita a tamanha baderna. E tudo isto é bancado por quem ? Que “capital” tem sido empregado e de onde provêm para sustentar e bancar um movimento com tamanha magnitude ? O que se esconde por detrás desta patifaria toda ?
É evidente que, desde a chegada do PT ao poder, esta tem sido a tônica do MST, Via Campesina e demais bandoleiros. Enquanto isto, os cofres do Tesouro não deixaram um só dia de irrigar e sustentar estas organizações criminosas. De outro lado, qual a atitude do governo federal ? Que providências tomou para garantir a paz no campo e o direito à propriedade dos proprietários que sequer conseguem produzir sem o medo constante de ver suas propriedades invadidas e depredadas por centenas de vagabundos e arruaceiros ?
De modo algum é possível o país continuar não apenas concordando com tanto barbarismo, mas não pode, sobretudo, continuar ignorando que é do bolso de todos nós que têm saído os recursos que sustentam todas estas ações violentas. Cedo ou tarde, a sociedade brasileira precisará enfrentar esta situação. Porque não será possível o país tomar assento dentre as nações mais prósperas do mundo com a manutenção de milhares de pessoas à margem da lei e sempre predispostas ao vandalismo. Fossem tais movimentos compostos por meia dúzia de picaretas, ainda vá lá: porém, o que se vê, de norte a sul, é a bandeira do MST espalhada nos quatro cantos do Brasil.
E por que, sendo o governo atual um aliado do MST e congêneres, não busca um diálogo definitivo para, pelo menos, atender no que for justificado, os apelos e reivindicações de tais movimentos, encerrando assim todo este torvelinho de violência e baderna ?
Bem, é aí, como diz o velho dito popular, que a porca torce o rabo: acontece que MST, via Campesina e assemelhados não têm por escopo reivindicações digamos “sociais’” ou “agrárias” para ser mais preciso. Tratam-se de movimentos com profunda conotação política e a serviço de uma ideologia. Mesmo que todos os membros de tais movimentos recebessem amanhã um pedaço de terra, com farto financiamento e assistência agronômica, eles ainda assim permaneceriam agindo da mesma forma, com o mesmo tônus violento com que se portam hoje. E por quê ? Aí é que está: trata-se de movimento político, sob o falso manto de “movimento social”.
Leiam o artigo do Reinaldo Azevedo no post seguinte, e vejam o modo nada “social” de uma organização verdadeiramente devotada ao crime e à guerrilha. Ah, antes que esqueça: seria interessante que a Polícia Federal visitasse alguns dos acampamentos, ou retiros, do MST, principalmente no Sul-Sudeste. Com certeza encontrará uma boa quantidade de pessoas falando espanhol e ensinando a prática de guerrilha. Aliás, adoraríamos que alguém da CNBB – que sempre aplaudiu a ilegalidade destes guerrilheiros – nos demonstrasse em que vírgula do Evangelho Cristão está dito que é válida a ação criminosa como a que se vê no MST. Em resumo, está passando da hora do país encarar de frente as ações desta gente !!!