O Paraguai, a Bolívia e o Pai dos Pobres
Lúcio Lopes, Minuto Político
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A Bolívia nunca teve dinheiro para investir em uma obra que viabilizasse a extração de seu gás natural. O Brasil foi lá, assinou um contrato de exploração do gás, construiu obras no país vizinho, além do gasoduto que liga Bolívia à Argentina, passando pelo Brasil. Como bancou toda a obra, o Brasil, dono do transporte, pagava um valor inferior ao praticado na Europa ou nos EUA, justamente motivado pelo transporte caríssimo, pois o gasoduto nos custou US$1.500.000.000. Entra o cocalero Evo, grita que o gás está barato, impõe um novo preço e Lula, bonzinho e querendo ser o grande líder das Américas, aceita.O mesmo pode ocorrer com o Paraguai. E se a Bolívia pode, o Paraguai também pode.
A Bolívia nunca teve dinheiro para investir em uma obra que viabilizasse a extração de seu gás natural. O Brasil foi lá, assinou um contrato de exploração do gás, construiu obras no país vizinho, além do gasoduto que liga Bolívia à Argentina, passando pelo Brasil. Como bancou toda a obra, o Brasil, dono do transporte, pagava um valor inferior ao praticado na Europa ou nos EUA, justamente motivado pelo transporte caríssimo, pois o gasoduto nos custou US$1.500.000.000. Entra o cocalero Evo, grita que o gás está barato, impõe um novo preço e Lula, bonzinho e querendo ser o grande líder das Américas, aceita.O mesmo pode ocorrer com o Paraguai. E se a Bolívia pode, o Paraguai também pode.
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O Paraguai (Lula ainda não pediu perdão a ele por ter exterminado, praticamente, a população do país, matando 90% da população. Anteriormente Lula havia pedido perdão à África pela escravidão no Brasil, e a Evo, por ter trocado o estado do Acre por 2 cavalos).
O Paraguai (Lula ainda não pediu perdão a ele por ter exterminado, praticamente, a população do país, matando 90% da população. Anteriormente Lula havia pedido perdão à África pela escravidão no Brasil, e a Evo, por ter trocado o estado do Acre por 2 cavalos).
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O Paraguai tornou-se sócio em 50% da Usina Hidrelétrica de Itaipu, mesmo sem ter entrado com um níquel sequer no custo da obra. O Brasil compra grande parte da energia que cabe ao Paraguai, paga menos do que o mercado, como ficou pactuado no contrato, já que não houve investimento paraguaio.
O Paraguai tornou-se sócio em 50% da Usina Hidrelétrica de Itaipu, mesmo sem ter entrado com um níquel sequer no custo da obra. O Brasil compra grande parte da energia que cabe ao Paraguai, paga menos do que o mercado, como ficou pactuado no contrato, já que não houve investimento paraguaio.
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Agora o país vizinho grita por reajuste. Se Lula cedeu às reivindicações bolivianas, por que não cederá a nós?
Agora o país vizinho grita por reajuste. Se Lula cedeu às reivindicações bolivianas, por que não cederá a nós?
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Lula diz que compra a parte paraguaia da usina, ele dá quatro bilhões de dólares, mas as turbinas estão no lado paraguaio. Daqui a cinco ou dez anos, entra um cocalero qualquer na presidência do Paraguai e eles nos roubam a usina, em troca de qualquer mixaria como aconteceu com nossas refinarias na Bolívia.
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Todos os partidos com um suspeito
Da coluna Painel da Folha de S.Paulo.
Lula diz que compra a parte paraguaia da usina, ele dá quatro bilhões de dólares, mas as turbinas estão no lado paraguaio. Daqui a cinco ou dez anos, entra um cocalero qualquer na presidência do Paraguai e eles nos roubam a usina, em troca de qualquer mixaria como aconteceu com nossas refinarias na Bolívia.
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Todos os partidos com um suspeito
Da coluna Painel da Folha de S.Paulo.
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"Quatro dias depois de deflagrada a Operação Navalha, não há registro de articulações ou planos para a instalação de uma CPI no Congresso sobre os negócios da empresa Gautama. Explica-se: a maioria das siglas tem ao menos um nome envolvido no escândalo."
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Operação Navalha mira a própria PF
De O Globo
"Relatório reservado da Divisão de Contra-Inteligência da Polícia Federal sobre a Operação Navalha acusa o vice-diretor da instituição, Zulmar Pimentel, de vazar informações sigilosas e comprometer as investigações sobre o envolvimento de colegas de corporação com esquemas de contrabando e corrupção. Entre os investigados estavam o atual secretário de Segurança Pública da Bahia, Paulo Bezerra, e o superintendente da PF no estado, César Nunes, além dos delegados João Batista Paiva Santana e Rubem Patury. Essa investigação, em que o nome do empreiteiro Zuleido Veras já aparecia, deu origem à Operação Navalha e por isso consta do relatório da PF.
No mesmo documento da PF encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça, a Divisão de Contra-Inteligência acusa o juiz Durval Carneiro Neto, da 2 Vara Federal da Bahia, de participar do vazamento de informações e, com isso, inviabilizar as investigações sobre corrupção de delegados em postos estratégicos da Polícia Federal."
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Integrantes da quadrilha envolvem Renan e Teotônio
De O Globo
"As gravações feitas pela Polícia Federal com autorização judicial revelam ainda que a empresa Gautama, acusada de comandar esquema de corrupção com desvio de dinheiro público, teria recorrido a políticos de Alagoas para liberar recursos para as obras de construção de canais em Pratagy. Segundo o relatório da PF enviado ao Superior Tribunal de Justiça, os integrantes da suposta quadrilha citam o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e o governador Teotônio Vilela Filho (PSDB).
Em uma conversa telefônica, Zuleido Veras, dono da Gautama e que foi preso semana passada na Operação Navalha, afirma que a liberação dos recursos tem que sair e que pode ser dito que a obra "é do Téo", apelido de Teotônio Vilela. Em outro trecho, segundo a PF, Zuleido fica satisfeito quando é informado que tanto Renan quanto o governador ligaram para pedir a liberação de verbas para a obra:
— Ele (Paulo Pimentel, subsecretário de Fazenda de Alagoas) disse: "Não, vai liberar hoje porque ligou metade do estado pra Cheba (apelido de Henrique Araújo Ferreira, à época, Secretário da Fazenda de Alagoas)". Seu chefe mobilizou todo mundo aí. Aí citou o nome de todo mundo, quem tinha ligado pra Cheba cobrando, tá certo? — diz Bolivar Ribeiro Saback (funcionário-lobista da Gautama), numa das conversas com Zuleido.
— Quem foi? — pergunta Zuleido Veras.
— Téo (Teotônio Villela), Renan (Calheiros)... Segundo ele... Você mobilizou esse pessoal todo? — pergunta Bolivar, pouco antes de a ligação cair."
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40 deputados na lista da Gautama
De O Globo
"Policiais federais identificaram o nome de pelo menos 40 deputados nos arquivos apreendidos em escritórios da Gautama, do empresário Zuleido Veras, apontado como chefe de um esquema de desvio de dinheiro público e de pagamento de propinas a políticos e servidores públicos. Os nomes desses parlamentares estão registrados em pastas ao lado de emendas de interesse da Gautama e valores em dinheiro ou indicações de presentes. Na primeira fase da Operação Navalha, um desses deputados foi filmado recebendo uma mala que, de acordo com a polícia, continha dinheiro. O nome dele não foi revelado.
— O material é farto e permitirá a documentação minuciosa do que fez e do que não fez cada parlamentar — disse um dos investigadores.
Segundo ele, as pastas indicam que os dirigentes da Gautama fizeram um acompanhamento minucioso de cada fase dos projetos da empresa financiados com dinheiro público. A companhia fazia a descrição $ária dos projetos com as anotações sobre emendas parlamentares apresentadas ao Orçamento da União para assegurar a destinação de verbas para as futuras obras. Como informações complementares, a empresa registrava os nomes dos parlamentares, alguns deles relacionados a valores e presentes, como carros, ternos e gravatas de grife."
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Governo cria salas de crise
Cláudio Humberto
O governo Lula fará uma simulação de epidemia de gripe aviária para testar o Sistema Georeferenciado de Monitoramento e Apoio à Decisão da Presidência da República, que acaba de implantar sigilosamente. São salas de "situação de emergência", no Palácio do Planalto e em dez ministérios, interligadas por vídeoconferência e infovias. O sistema tem o mapeamento completo do País, visualizando qualquer local, via satélite, com um clique.
Coordenada pelo tenente-coronel Marcelo Montamari, do Ministério da Defesa, a implantação das salas de crise custou R$ 5 milhões.
Os ministérios da Saúde e da Defesa são os primeiros a manter plantão 24 horas em suas salas de situação de emergência.
"Quatro dias depois de deflagrada a Operação Navalha, não há registro de articulações ou planos para a instalação de uma CPI no Congresso sobre os negócios da empresa Gautama. Explica-se: a maioria das siglas tem ao menos um nome envolvido no escândalo."
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Operação Navalha mira a própria PF
De O Globo
"Relatório reservado da Divisão de Contra-Inteligência da Polícia Federal sobre a Operação Navalha acusa o vice-diretor da instituição, Zulmar Pimentel, de vazar informações sigilosas e comprometer as investigações sobre o envolvimento de colegas de corporação com esquemas de contrabando e corrupção. Entre os investigados estavam o atual secretário de Segurança Pública da Bahia, Paulo Bezerra, e o superintendente da PF no estado, César Nunes, além dos delegados João Batista Paiva Santana e Rubem Patury. Essa investigação, em que o nome do empreiteiro Zuleido Veras já aparecia, deu origem à Operação Navalha e por isso consta do relatório da PF.
No mesmo documento da PF encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça, a Divisão de Contra-Inteligência acusa o juiz Durval Carneiro Neto, da 2 Vara Federal da Bahia, de participar do vazamento de informações e, com isso, inviabilizar as investigações sobre corrupção de delegados em postos estratégicos da Polícia Federal."
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Integrantes da quadrilha envolvem Renan e Teotônio
De O Globo
"As gravações feitas pela Polícia Federal com autorização judicial revelam ainda que a empresa Gautama, acusada de comandar esquema de corrupção com desvio de dinheiro público, teria recorrido a políticos de Alagoas para liberar recursos para as obras de construção de canais em Pratagy. Segundo o relatório da PF enviado ao Superior Tribunal de Justiça, os integrantes da suposta quadrilha citam o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e o governador Teotônio Vilela Filho (PSDB).
Em uma conversa telefônica, Zuleido Veras, dono da Gautama e que foi preso semana passada na Operação Navalha, afirma que a liberação dos recursos tem que sair e que pode ser dito que a obra "é do Téo", apelido de Teotônio Vilela. Em outro trecho, segundo a PF, Zuleido fica satisfeito quando é informado que tanto Renan quanto o governador ligaram para pedir a liberação de verbas para a obra:
— Ele (Paulo Pimentel, subsecretário de Fazenda de Alagoas) disse: "Não, vai liberar hoje porque ligou metade do estado pra Cheba (apelido de Henrique Araújo Ferreira, à época, Secretário da Fazenda de Alagoas)". Seu chefe mobilizou todo mundo aí. Aí citou o nome de todo mundo, quem tinha ligado pra Cheba cobrando, tá certo? — diz Bolivar Ribeiro Saback (funcionário-lobista da Gautama), numa das conversas com Zuleido.
— Quem foi? — pergunta Zuleido Veras.
— Téo (Teotônio Villela), Renan (Calheiros)... Segundo ele... Você mobilizou esse pessoal todo? — pergunta Bolivar, pouco antes de a ligação cair."
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40 deputados na lista da Gautama
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"Policiais federais identificaram o nome de pelo menos 40 deputados nos arquivos apreendidos em escritórios da Gautama, do empresário Zuleido Veras, apontado como chefe de um esquema de desvio de dinheiro público e de pagamento de propinas a políticos e servidores públicos. Os nomes desses parlamentares estão registrados em pastas ao lado de emendas de interesse da Gautama e valores em dinheiro ou indicações de presentes. Na primeira fase da Operação Navalha, um desses deputados foi filmado recebendo uma mala que, de acordo com a polícia, continha dinheiro. O nome dele não foi revelado.
— O material é farto e permitirá a documentação minuciosa do que fez e do que não fez cada parlamentar — disse um dos investigadores.
Segundo ele, as pastas indicam que os dirigentes da Gautama fizeram um acompanhamento minucioso de cada fase dos projetos da empresa financiados com dinheiro público. A companhia fazia a descrição $ária dos projetos com as anotações sobre emendas parlamentares apresentadas ao Orçamento da União para assegurar a destinação de verbas para as futuras obras. Como informações complementares, a empresa registrava os nomes dos parlamentares, alguns deles relacionados a valores e presentes, como carros, ternos e gravatas de grife."
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Governo cria salas de crise
Cláudio Humberto
O governo Lula fará uma simulação de epidemia de gripe aviária para testar o Sistema Georeferenciado de Monitoramento e Apoio à Decisão da Presidência da República, que acaba de implantar sigilosamente. São salas de "situação de emergência", no Palácio do Planalto e em dez ministérios, interligadas por vídeoconferência e infovias. O sistema tem o mapeamento completo do País, visualizando qualquer local, via satélite, com um clique.
Coordenada pelo tenente-coronel Marcelo Montamari, do Ministério da Defesa, a implantação das salas de crise custou R$ 5 milhões.
Os ministérios da Saúde e da Defesa são os primeiros a manter plantão 24 horas em suas salas de situação de emergência.