Lula abre vagas ao PMDB nos bancos estatais
Veja online
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou uma divisão de cargos no Banco do Brasil para abrir espaço para aliados do PMDB. Na campanha à reeleição, no ano passado, Lula dissera que não nomearia nem mesmo um faxineiro para o BB. De acordo com reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo, o presidente orientou o conselho de administração do banco a separar uma vice-presidência em duas unidades para criar mais uma vaga na direção.
Por orientação de Lula, a assembléia dos acionistas poderá aprovar em breve a divisão da vice-presidência de Governo e Agronegócios em dois cargos - que seriam ocupados ex-senador Maguito Vilela, do PMDB, e pelo ex-ministro Luiz Carlos Guedes Pinto, ligado ao PT. Vilela, candidato derrotado ao governo de Goiás em 2006, deve cuidar das contas de oito Estados, da subsidiária de previdência do BB e de um montante de 187 bilhões de reais anuais em tributos federais, estaduais e municipais.
De acordo com reportagem da Agência Estado, o governo abre espaço para o PMDB também na Caixa Econômica Federal, onde o ex-deputado Moreira Franco deverá assumir uma vice-presidência ou uma diretoria. Outro peemedebista, Paes de Andrade, ex-presidente do partido, também pode ser nomeado para uma vice-presidência. Em 2006, na campanha eleitoral, Lula visitou a sede do BB e defendeu a profissionalização dos bancos estatais e prometeu não fazer indicações políticas a eles.
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Oposição cobra apuração sobre o caso Vavá
Os parlamentares de oposição pediram a investigação sobre o caso do indiciamento do irmão mais velho do presidente Lula, Genival Inácio da Silva, por tráfico de Influência no Executivo e exploração de prestígio no judiciário. A Operação Xeque-Mate da Polícia Federal realizou busca e apreensão na casa de Vavá, desarticulando uma suposta máfia de caça-níqueis envolvida em um esquema de corrupção policial.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou uma divisão de cargos no Banco do Brasil para abrir espaço para aliados do PMDB. Na campanha à reeleição, no ano passado, Lula dissera que não nomearia nem mesmo um faxineiro para o BB. De acordo com reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo, o presidente orientou o conselho de administração do banco a separar uma vice-presidência em duas unidades para criar mais uma vaga na direção.
Por orientação de Lula, a assembléia dos acionistas poderá aprovar em breve a divisão da vice-presidência de Governo e Agronegócios em dois cargos - que seriam ocupados ex-senador Maguito Vilela, do PMDB, e pelo ex-ministro Luiz Carlos Guedes Pinto, ligado ao PT. Vilela, candidato derrotado ao governo de Goiás em 2006, deve cuidar das contas de oito Estados, da subsidiária de previdência do BB e de um montante de 187 bilhões de reais anuais em tributos federais, estaduais e municipais.
De acordo com reportagem da Agência Estado, o governo abre espaço para o PMDB também na Caixa Econômica Federal, onde o ex-deputado Moreira Franco deverá assumir uma vice-presidência ou uma diretoria. Outro peemedebista, Paes de Andrade, ex-presidente do partido, também pode ser nomeado para uma vice-presidência. Em 2006, na campanha eleitoral, Lula visitou a sede do BB e defendeu a profissionalização dos bancos estatais e prometeu não fazer indicações políticas a eles.
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Oposição cobra apuração sobre o caso Vavá
Os parlamentares de oposição pediram a investigação sobre o caso do indiciamento do irmão mais velho do presidente Lula, Genival Inácio da Silva, por tráfico de Influência no Executivo e exploração de prestígio no judiciário. A Operação Xeque-Mate da Polícia Federal realizou busca e apreensão na casa de Vavá, desarticulando uma suposta máfia de caça-níqueis envolvida em um esquema de corrupção policial.
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O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) pediu apuração rigorosa do caso. "O que preocupa é que a primeira família esteja sendo investigada. O comentário do presidente, sugerindo que as investigações prossigam, é o mínimo que se espera de resposta", disse o líder do Democratas na Câmara.
O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) pediu apuração rigorosa do caso. "O que preocupa é que a primeira família esteja sendo investigada. O comentário do presidente, sugerindo que as investigações prossigam, é o mínimo que se espera de resposta", disse o líder do Democratas na Câmara.
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O senador Arthur Virgílio (AM), líder tucano no Senado, afirmou que o assunto vai ao plenário da Casa. "Estou impressionado. Nunca vi nada tão deplorável no momento político e na democracia brasileira. No meio disso tudo há uma massa de pessoas que se sentem impotentes", declarou.
O senador Arthur Virgílio (AM), líder tucano no Senado, afirmou que o assunto vai ao plenário da Casa. "Estou impressionado. Nunca vi nada tão deplorável no momento político e na democracia brasileira. No meio disso tudo há uma massa de pessoas que se sentem impotentes", declarou.
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Já o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que essa exploração sobre o caso já era esperada. "É claro que ele é um atrativo não só jornalístico do ponto de vista quando se trata do irmão do presidente é notícia", reclamou Chinaglia.
Já o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que essa exploração sobre o caso já era esperada. "É claro que ele é um atrativo não só jornalístico do ponto de vista quando se trata do irmão do presidente é notícia", reclamou Chinaglia.
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O presidente da República em exercício, José Alencar, declarou que acredita na inocência do irmão de Lula porque o conhece e ele “não estaria metido em coisas deste tipo”.
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Comércio bombando
Carlos Sardenberg, Portal G1
Não foram apenas as vendas de automóveis que bateram recordes. Hoje, a Serasa, a maior empresa de verificação de crédito do país, informou que o mês passado foi o melhor maio para o comércio brasileiro desde 2000. Importante: com o Dia das Mães, maio é o segundo mês mais importante para o comércio, perdendo apenas para dezembro.
O presidente da República em exercício, José Alencar, declarou que acredita na inocência do irmão de Lula porque o conhece e ele “não estaria metido em coisas deste tipo”.
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Comércio bombando
Carlos Sardenberg, Portal G1
Não foram apenas as vendas de automóveis que bateram recordes. Hoje, a Serasa, a maior empresa de verificação de crédito do país, informou que o mês passado foi o melhor maio para o comércio brasileiro desde 2000. Importante: com o Dia das Mães, maio é o segundo mês mais importante para o comércio, perdendo apenas para dezembro.
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O Indicador Serasa de Atividade do Comércio indicou que as vendas no varejo subiram 10,1% em relação ao maio de 2006. No acumulado janeiro/maio, o crescimento é de 9,7%, sobre o mesmo período do ano passado. É também o melhor resultado desde 2000, ano em que o país cresceu perto dos 5%.
O Indicador Serasa de Atividade do Comércio indicou que as vendas no varejo subiram 10,1% em relação ao maio de 2006. No acumulado janeiro/maio, o crescimento é de 9,7%, sobre o mesmo período do ano passado. É também o melhor resultado desde 2000, ano em que o país cresceu perto dos 5%.
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Nos hipermercados, supermercados e varejo de alimentos e bebidas, as vendas aumentaram 7,2% nos primeiros cinco meses deste ano. Foi melhor no varejo especializado - lojas de eletroeletrônicos, computadores e informática, veículos, materiais de construção: alta de 12,5% no volume de vendas. ara os analistas da Serasa, estes significativos índices de crescimento das vendas do varejo O que explica isso?
Nos hipermercados, supermercados e varejo de alimentos e bebidas, as vendas aumentaram 7,2% nos primeiros cinco meses deste ano. Foi melhor no varejo especializado - lojas de eletroeletrônicos, computadores e informática, veículos, materiais de construção: alta de 12,5% no volume de vendas. ara os analistas da Serasa, estes significativos índices de crescimento das vendas do varejo O que explica isso?
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Ganhos de renda (os rendimentos pessoais estão crescendo na faixa de 5% reais ao ano, conforme o IBGE), aumento do número de ocupados e, muito especialmente, a explosão do crédito pessoal. Não por acaso, as vendas que mais sobem são de automóveis, eletrônicos e computadores, que dependem de crédito.
Ganhos de renda (os rendimentos pessoais estão crescendo na faixa de 5% reais ao ano, conforme o IBGE), aumento do número de ocupados e, muito especialmente, a explosão do crédito pessoal. Não por acaso, as vendas que mais sobem são de automóveis, eletrônicos e computadores, que dependem de crédito.
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No caso dos automóveis, por exemplo, 85% das vendas são no crediário.
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Bush e Blair terminam com aliança política e pessoal
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair, dois aliados que marcaram a política internacional nos últimos anos, despediram-se nesta quinta-feira.
No caso dos automóveis, por exemplo, 85% das vendas são no crediário.
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Bush e Blair terminam com aliança política e pessoal
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair, dois aliados que marcaram a política internacional nos últimos anos, despediram-se nesta quinta-feira.
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“É um momento nostálgico para mim. Lamento que tenha chegado, mas assim é a vida”, declarou Bush, lembrando do aliado estrangeiro que mais confiou politicamente.Blair foi mais cauteloso e não fez referências pessoais ao presidente dos EUA, talvez porque a imprensa britânica tem o criticado muito por sua ligação com Bush. Com o fim da aliança, o republicano fica praticamente sozinho no cenário internacional.
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A tangerina na guerra das águas
Lauro Jardim, Radar, Veja online
A AmBev lança na semana que vem, inicialmente apenas no Rio de Janeiro e em São Paulo, um novo sabor do H2OH!. Agora, será a vez do limão/tangerina. Lançado em setembro, o H2OH! limão é um refrigerante levemente gaseificado e sem açúcar. Mas é vendido como se fosse uma água com sabor. Virou sucesso de público rapidamente: na Grande São Paulo, por exemplo, já vende mais do que a Coca Cola Light.
“É um momento nostálgico para mim. Lamento que tenha chegado, mas assim é a vida”, declarou Bush, lembrando do aliado estrangeiro que mais confiou politicamente.Blair foi mais cauteloso e não fez referências pessoais ao presidente dos EUA, talvez porque a imprensa britânica tem o criticado muito por sua ligação com Bush. Com o fim da aliança, o republicano fica praticamente sozinho no cenário internacional.
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A tangerina na guerra das águas
Lauro Jardim, Radar, Veja online
A AmBev lança na semana que vem, inicialmente apenas no Rio de Janeiro e em São Paulo, um novo sabor do H2OH!. Agora, será a vez do limão/tangerina. Lançado em setembro, o H2OH! limão é um refrigerante levemente gaseificado e sem açúcar. Mas é vendido como se fosse uma água com sabor. Virou sucesso de público rapidamente: na Grande São Paulo, por exemplo, já vende mais do que a Coca Cola Light.
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A reação da Coca
Apanhada no contrapé, a Coca-Cola só conseguiu reagir à altura no mês passado: relançou com forte campanha publicitária a Aquarius, a sua água com sabor. A Aquarius sabor limão, aliás, tem uma embalagem que lembra a da AmBev. A Coca acredita no potencial de seus distribuidores para virar o jogo.
A reação da Coca
Apanhada no contrapé, a Coca-Cola só conseguiu reagir à altura no mês passado: relançou com forte campanha publicitária a Aquarius, a sua água com sabor. A Aquarius sabor limão, aliás, tem uma embalagem que lembra a da AmBev. A Coca acredita no potencial de seus distribuidores para virar o jogo.
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A guerra continua
Como o nicho de mercado tem se mostrado promissor, todos apostam: outros sabores virão.
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Estatais investem menos do que a meta
Do Jornal do Brasil
"As empresas estatais executaram só 22,7% dos investimentos previstos para o ano no primeiro quadrimestre, menos do que a meta fixada para o período entre janeiro e abril, de 33,3% do total. Segundo levantamento realizado pela Associação Contas Abertas a pedido deste jornal, as estatais investiram R$ 11,3 bilhões nos quatro primeiros meses, mas o objetivo era desembolsar R$ 16,6 bilhões. Em 2007, as estatais têm autorização para investir R$ 49,8 bilhões."
A guerra continua
Como o nicho de mercado tem se mostrado promissor, todos apostam: outros sabores virão.
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Estatais investem menos do que a meta
Do Jornal do Brasil
"As empresas estatais executaram só 22,7% dos investimentos previstos para o ano no primeiro quadrimestre, menos do que a meta fixada para o período entre janeiro e abril, de 33,3% do total. Segundo levantamento realizado pela Associação Contas Abertas a pedido deste jornal, as estatais investiram R$ 11,3 bilhões nos quatro primeiros meses, mas o objetivo era desembolsar R$ 16,6 bilhões. Em 2007, as estatais têm autorização para investir R$ 49,8 bilhões."