Adelson Elias Vasconcellos
O vice-ministro de Relações Exteriores, Alfredo Mantica, se disse "indignado" com o Brasil. "Lula coloca em discussão a democracia e o sistema jurídico italiano", afirmou. "Francamente, não podemos aceitar receber uma lição do Brasil ou de Lula", atacou.
O vice-ministro italiano está absolutamente certo. Já disse em outro post que a democracia italiana é mais extensa e antiga do que a brasileira e, em matéria de direito, somos alunos rastejantes perante eles.
Aliás, o fato de andar sempre acompanhado de ditadores quixotescos e analfabetos, e compor com eles alianças “amistosas” já seria inadmissível para um país que se diz democrático. Chega a ser vergonhoso para o povo brasileiro ler sobre alianças com tais cafajestes.
E, mais doloroso, ainda, quando este mesmo país, o nosso, vive dando às costas para governos legítimos, vivendo o estado de direito democrático em toda a sua plenitude, e dando “refúgio” para criminosos e terroristas. Graças a um governo organizado para o crime, nos tornamos o paraíso destes picaretas desclassificados.
Agindo da forma como este governo vem agindo, está colocando em risco a integridade e a segurança dos brasileiros residentes no exterior, ou por razões de trabalho ou de estudo, e alguns mais que simplesmente resolveram ir embora por absoluta falta de segurança aqui dentro.
Os protestos na Itália e que se multiplicam, não se resumem apenas ao plano da diplomacia e da política. Prova está que a embaixada do Brasil em Roma está observando nos últimos dias um novo fenômeno: a avalanche de e-mails e cartas que está recebendo, com críticas à decisão brasileira em relação a Cesare Battisti. A embaixada não está sequer dando conta de responder os e-mails.
O vice-ministro de Relações Exteriores, Alfredo Mantica, se disse "indignado" com o Brasil. "Lula coloca em discussão a democracia e o sistema jurídico italiano", afirmou. "Francamente, não podemos aceitar receber uma lição do Brasil ou de Lula", atacou.
O vice-ministro italiano está absolutamente certo. Já disse em outro post que a democracia italiana é mais extensa e antiga do que a brasileira e, em matéria de direito, somos alunos rastejantes perante eles.
Aliás, o fato de andar sempre acompanhado de ditadores quixotescos e analfabetos, e compor com eles alianças “amistosas” já seria inadmissível para um país que se diz democrático. Chega a ser vergonhoso para o povo brasileiro ler sobre alianças com tais cafajestes.
E, mais doloroso, ainda, quando este mesmo país, o nosso, vive dando às costas para governos legítimos, vivendo o estado de direito democrático em toda a sua plenitude, e dando “refúgio” para criminosos e terroristas. Graças a um governo organizado para o crime, nos tornamos o paraíso destes picaretas desclassificados.
Agindo da forma como este governo vem agindo, está colocando em risco a integridade e a segurança dos brasileiros residentes no exterior, ou por razões de trabalho ou de estudo, e alguns mais que simplesmente resolveram ir embora por absoluta falta de segurança aqui dentro.
Os protestos na Itália e que se multiplicam, não se resumem apenas ao plano da diplomacia e da política. Prova está que a embaixada do Brasil em Roma está observando nos últimos dias um novo fenômeno: a avalanche de e-mails e cartas que está recebendo, com críticas à decisão brasileira em relação a Cesare Battisti. A embaixada não está sequer dando conta de responder os e-mails.
"São dezenas de mensagens por dia", informou um funcionário da embaixada. Alguns dos e-mails chegam a usar palavrões para atacar o Brasil e insultos pesados. O jornal Il Tempo, de Roma, ainda iniciou uma campanha para pressionar pela extradição de Battisti. O jornal pede a adesão de Italianos e mesmo de brasileiros que vivem no país.
Após pronunciamento do governo brasileiro, o STF deve julgar a causa de Battisti, que aguarda em uma penitenciária de Brasília uma possível libertação, depois de ser detido no Rio de Janeiro em 2007 e de ser condenado na Itália por quatro assassinatos. O caso envolveu até a primeira-dama francesa, Carla Bruni, acusada por uma associação de vítimas italianas de influenciar a decisão de Lula durante sua visita ao Brasil, em dezembro.
Este governo, a começar pelo próprio Lula, precisa entender definitivamente uma coisa: o Brasil é maior do que qualquer presidente que temporariamente ocupe a função. Assim, não cabe a ele jogar o nome do país na lama e pisotear desrespeitosamente sobre a nossa História. Assim, também, falta-lhe estofo moral para brandir bandeiras de soberania agindo em conluio estreito com os lixos morais composto por criminosos, terroristas e assassinos fugidos da justiça de seus países.
É visível, desde que assumiu, que a política externa brasileira tem se voltado contra países desenvolvidos, especialmente Estados Unidos. Lula nunca acenou amigavelmente no Oriente Médio para a única democracia lá existente, preferindo sempre abrir os braços para as teocracias e governos devotados a financiar o terror.
Nunca a expressão diga-me com quem andas que te direi quem és, serviu tão apropriadamente qualificar alguém como no caso de Lula. Está precisando,mais do que nunca, qualificar suas relações para perceber (e aprender) que o outro mundo possível é onde vigora a DECÊNCIA, coisa da qual os tiranetes, amigos de Lula, não fazem a menor idéia do que seja.
E note-se: Lula assinou embaixo de um parecer ridículo esculpido por Tarso Genro sem, primeiro, avaliar as conseqüências da maldição que abençoou. E, segundo, o estúpido parecer do ministro conseguiu ser contrário não apenas ao bom senso, mas também contra os pareceres da Procuradoria da República, do CONARE (órgão criado exatamente para este fim), da Justiça Italiana, da União Européia e até do nosso Itamaraty velho de guerra. Será que Lula, diante de um caso que afetava a relação com país amigo e parceiro do Brasil, não poderia ao menos ter se orientado com outros “conselheiros”? Por que não chamou Celso Amorin para avaliar o peso da decisão ? Por que esta ação imbecil de atropelar a tudo e a todos tentando provar, sei lá, que é dono do próprio nariz, quem sabe?
E, sempre é bom lembrar, que o Brasil, diante de cretino do tipo Moralez, Chávez, Rafael Correia, Fidel Castro, tem sido de uma passividade absurda, permitindo que os caudilhos ataquem empresas, instituições e até patrimônio brasileiros, sem nunca bradar por soberania, respeito ou consideração. Quanto mais estes cretinos nos agridem, mais abrimos o caixa para “selar a parceria”!!! Valha-me Deus !!!
Claro que assumir uma posição de humildade reconhecendo o erro cometido, exigiria do Lula uma grandeza de caráter, que, absolutamente, não integra sua personalidade. Assim, o que é muito provável, resistirá à pressão legítima do governo e povo italianos, mantendo a decisão de Tarso. Contudo, é bom saber que, tal decisão, importará em prejuízos sem conta para o Brasil. Lá fora, estampou-se a verdadeira face de Lula e, o que é pior, serviu para colocar uma pecha nos "brasileiros” que serão, no fim, os que arcarão com o prejuízo da besteira cometida de forma tão insana. A teimosia, neste caso, não tem nada de soberana. Pelo contrário: ela demonstra, com inteira clareza, de que lado do mundo o Brasil pretendeu se colocar. Chutamos o pau da barraca, e se alguma ilusão ainda este governo nutria quanto a pertencer ao G-8 ou até ao tal Conselho de Segurança, é bom esquecer. A agressão, reiteramos, não apenas foi contra a democracia e a justiça italianas, foi contra todo povo italiano, que sofreu barbaramente com os movimentos terroristas da década de 70 e, a muito custo, conseguiu enfrentar e superar. Assim, eles tem inteira razão em se sentirem agredidos e traídos por uma parceiro de quem não esperavam tamanha afronta.
