Justiça condena dirigente do MST a 4 meses de detenção
Agência Folha
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O coordenador nacional e líder do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) em Pernambuco, Jaime Amorim, foi condenado pela Justiça estadual a quatro meses de detenção em regime aberto, por incitação ao crime durante manifestação feita em frente ao Consulado dos Estados Unidos em Recife, em dezembro de 2005. O advogado de Amorim, Fernando Prioste, disse que ele é inocente e que contestará a decisão.
Em 2006, o líder sem-terra chegou a ficar preso por uma semana. Durante o protesto no consulado, contra a visita do presidente George W. Bush, manifestantes arremessaram pedras em direção à representação dos EUA.
Em nota, o MST-PE atribuiu ontem a condenação de Amorim, entre outros fatores, à "intervenção do governo dos Estados Unidos" no caso e à "criminalização do direito de manifestação".
No recurso ao Tribunal de Justiça do Estado, Prioste alegará violação do princípio de ampla defesa. Segundo ele, testemunhas a favor do seu cliente não foram ouvidas no processo. (FÁBIO GUIBU)
Enquanto isso...
Sem-terra bloqueiam rodovia em MT e invadem sede do Incra
O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) invadiu ontem a sede do Incra em Cáceres (221 km de Cuiabá). A ação terminou após dois sem-terra serem levados para a delegacia por suposta agressão a dois policiais militares. Manifestantes pediam mais áreas para reforma agrária e investimentos de infra-estrutura nos assentamentos.
O MST de Mato Grosso também bloqueou até o meio da tarde a BR-163 no trevo de Cláudia (604 km de Cuiabá) pelo segundo dia seguido.
De acordo com o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), representantes do órgão foram enviados para a região. Os manifestantes querem regularização ambiental de assentamentos, apoio do governo federal e terras para a reforma agrária.
Na Paraíba, integrantes do MST bloquearam trechos de duas rodovias federais. Os manifestantes pediam agilidade na desapropriação de terras no Estado. Os bloqueios tiveram início às 8h30 e terminaram às 15h20, com a presença de representante do Incra.
***** COMENTANDO A NOTICIA:
***** COMENTANDO A NOTICIA:
O Ministério Público tem obrigação de começar a por um “basta” na ação terrorista do movimento sem-terra. Que há muito se transformação de uma entidade social em um bando de arruaceiros e guerrilheiros. Há um arcabouço jurídico em vigor no País que este pessoal tem pisoteado intensamente. A inação do governo federal aliada à omissão do Ministério Público só fazem aumentar o sentimento de impunidade instalado na população, o que só faz alimentar o crescimento da criminalidade. Inadmissível que para uns vale o lei a determina, e para outros tudo é permitido. Não são apenas os gigolôs políticos que colaboram para isto, mas parte da sociedade também é responsável pela violência.
O que não é possível aceitar é que órgãos existentes para combater o atropelo das leis fiquem de braços cruzados apenas porque se tratam de pessoas “pobres”. No fundo, os dirigentes do MST já deixaram de ser “pobres” há muito tempo, e sem precisarem trabalhar. Quem é realmente pobre é que acaba sendo usado como massa de manobra para a ação criminosa dos verdadeiros bandidos. Quanto mais se consentir na impunidade à ação criminosa do MST e congêneres, maior tende a ser a violência reinante no país. A pergunta que se impõe: quem ganha com isto ?
Deste modo, acontecesse, rotineiramente, o que vimos na primeira nota, isto, dirigentes da entidade sendo presos, julgados e condenados pela Justiça e por certo o país poderia respirar um pouco mais de segurança. Porque é preciso ficar bem claro: não é com baderna provocada por arruaceiros e chacais que se constrói um povo civilizado. Até pelo contrário.
E reparem: a impunidade tem sido tanta, que a coisa parece estar passando para o lado dos indígenas. Todo o santo dia tem alguma tribo bloqueando estradas, fazendo funcionários públicos reféns, é invasão de prédio público que não acaba, além da violência que assistimos ao engenheiro da Eletrobrás. E, que por sinal não foi a última.
Querem um exemplo do mal que a política canalha deste governo está provocando ao país?
Leiam a notícia a seguir do Cláudio Humberto. Ela representa bem o conflito que se está criando de brasileiros contra brasileiros, por obra e graça do desgoverno Lula. Estamos deixando de ser um povo, para nos tornarmos diversos “bandos”, cada um vivendo em seu próprio gueto, dentro de um mesmo país que também corre o risco de se desintegrar. Como perguntar não ofende,lá vai: prá que grau de investimento se, no final, periga não sobrar nenhum Brasil ?
Índios estupram servidor da Funasa
Alegando insatisfação com a Fundação Nacional de Saúde, um indefeso funcionário foi estuprado por um grupo de índios na região do Oiapoque, extremo Norte do País. Envergonhado, ele reluta em prestar queixa à polícia e pede inclusive para omitir o Estado em que é lotado. Danilo Forte, presidente da Funasa, admitiu à coluna que informalmente soube do fato, mas só pode ordenar sua apuração com a denúncia formalizada.
Agora só falta o bispo Erwin Krautler, do Cimi, chamar o crime de estupro de “direito de defesa” dos índios, como no caso do engenheiro linchado.
A queixa é dos servidores: cerca de 80% das verbas da Funasa para os estados da Amazônia são transferidas para ONGs. Algumas, vigaristas.
Diferença dos tempos: os índios caiapós se pintam de preto e se
armam de facões quando estão em guerra. Assim estavam no dia 20 de maio, quando agrediram violentamente o engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Rezende, em Altamira, no Pará. Era um protesto contra a construção da hidroelétrica de Belo Monte, no Xingu, rio que corta as florestas que habitam. No fim do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso eles participaram da cerimônia de demarcação de novas áreas indígenas, juntamente com outras tribos, nos jardins do Palácio da Alvorada. Mas naquela manhã, não traziam no corpo as cores da guerra e sim os enfeites para ocasiões pacíficas. No lugar dos facões de aço, tacapes e bordunas de madeira decorados com penas de arara e miçangas. Ao invés de atacar e gritar, os kayapó dançaram e cantaram. Para tranqüilidade dos agentes da segurança palaciana.
Mas, então, vivíamos outros tempos...
Deste modo, acontecesse, rotineiramente, o que vimos na primeira nota, isto, dirigentes da entidade sendo presos, julgados e condenados pela Justiça e por certo o país poderia respirar um pouco mais de segurança. Porque é preciso ficar bem claro: não é com baderna provocada por arruaceiros e chacais que se constrói um povo civilizado. Até pelo contrário.
E reparem: a impunidade tem sido tanta, que a coisa parece estar passando para o lado dos indígenas. Todo o santo dia tem alguma tribo bloqueando estradas, fazendo funcionários públicos reféns, é invasão de prédio público que não acaba, além da violência que assistimos ao engenheiro da Eletrobrás. E, que por sinal não foi a última.
Querem um exemplo do mal que a política canalha deste governo está provocando ao país?
Leiam a notícia a seguir do Cláudio Humberto. Ela representa bem o conflito que se está criando de brasileiros contra brasileiros, por obra e graça do desgoverno Lula. Estamos deixando de ser um povo, para nos tornarmos diversos “bandos”, cada um vivendo em seu próprio gueto, dentro de um mesmo país que também corre o risco de se desintegrar. Como perguntar não ofende,lá vai: prá que grau de investimento se, no final, periga não sobrar nenhum Brasil ?
Índios estupram servidor da Funasa
Alegando insatisfação com a Fundação Nacional de Saúde, um indefeso funcionário foi estuprado por um grupo de índios na região do Oiapoque, extremo Norte do País. Envergonhado, ele reluta em prestar queixa à polícia e pede inclusive para omitir o Estado em que é lotado. Danilo Forte, presidente da Funasa, admitiu à coluna que informalmente soube do fato, mas só pode ordenar sua apuração com a denúncia formalizada.
Agora só falta o bispo Erwin Krautler, do Cimi, chamar o crime de estupro de “direito de defesa” dos índios, como no caso do engenheiro linchado.
A queixa é dos servidores: cerca de 80% das verbas da Funasa para os estados da Amazônia são transferidas para ONGs. Algumas, vigaristas.
Diferença dos tempos: os índios caiapós se pintam de preto e se
armam de facões quando estão em guerra. Assim estavam no dia 20 de maio, quando agrediram violentamente o engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Rezende, em Altamira, no Pará. Era um protesto contra a construção da hidroelétrica de Belo Monte, no Xingu, rio que corta as florestas que habitam. No fim do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso eles participaram da cerimônia de demarcação de novas áreas indígenas, juntamente com outras tribos, nos jardins do Palácio da Alvorada. Mas naquela manhã, não traziam no corpo as cores da guerra e sim os enfeites para ocasiões pacíficas. No lugar dos facões de aço, tacapes e bordunas de madeira decorados com penas de arara e miçangas. Ao invés de atacar e gritar, os kayapó dançaram e cantaram. Para tranqüilidade dos agentes da segurança palaciana.Mas, então, vivíamos outros tempos...