Lula admite adotar idade mínima para aposentadoria pelo INSS
Fonte: INVERTIA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu, pela primeira vez, a possibilidade de ser adotada uma idade mínima para aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ao instalar o Fórum Nacional da Previdência Social, ontem.
"Tem problema de idade? É possível que tenha. Vamos tentar resolver isso, mas discutindo com a responsabilidade de um País que quer prometer ao seu povo, daqui a alguns anos, um sistema de previdência que seja seguro", disse ele, segundo o jornal Estado de S. Paulo.
No entanto, Lula também afirmou que há pessoas no País que se aposentam muito cedo. "Eu acho que tem trabalhador que poderia trabalhar um pouco mais", disse. Em seguida, afirmou que tem pessoa que começa a trabalhar com 14 anos e que, neste caso, "não pode esperar um pouco mais (para requerer a aposentadoria)".
O presidente livrou a sua responsabilidade de propor uma reforma da Previdência. "E agora, quando alguém vier me falar sobre Previdência, eu falo: por favor não conversem comigo, vão conversar com os membros do Fórum porque eles terminarão por nos apresentar uma proposta."
A idade mínima será um dos temas mais polêmicos do Fórum, que terá a primeira reunião no dia 7 de março. Lula disse que não aceitará "saídas simplistas" para os problemas da Previdência. "A única coisa que não posso admitir, e não vou admitir, é que alguém apresente saídas simplistas para a Previdência Social."
COMENTANDO A NOTICIA: Ora vejam só: quando outros falam em “idade mínima” os petistas sobem no telhado para mandarem lenha e descer o sarrafo na propostas. Agora eles mesmos já falam, sem nenhum pudor, nas mesmas idéias que combateram nos outros. Procurem no dicionário como se denomina este tipo de gente ! Sugestões: hipocrisia, canalhice, cretinice, salafrários...
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Câmara aprova projeto de lei que cria a Super-Receita
Por Maria Clara Cabral, Fonte: INVERTIA
Fonte: INVERTIA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu, pela primeira vez, a possibilidade de ser adotada uma idade mínima para aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ao instalar o Fórum Nacional da Previdência Social, ontem.
"Tem problema de idade? É possível que tenha. Vamos tentar resolver isso, mas discutindo com a responsabilidade de um País que quer prometer ao seu povo, daqui a alguns anos, um sistema de previdência que seja seguro", disse ele, segundo o jornal Estado de S. Paulo.
No entanto, Lula também afirmou que há pessoas no País que se aposentam muito cedo. "Eu acho que tem trabalhador que poderia trabalhar um pouco mais", disse. Em seguida, afirmou que tem pessoa que começa a trabalhar com 14 anos e que, neste caso, "não pode esperar um pouco mais (para requerer a aposentadoria)".
O presidente livrou a sua responsabilidade de propor uma reforma da Previdência. "E agora, quando alguém vier me falar sobre Previdência, eu falo: por favor não conversem comigo, vão conversar com os membros do Fórum porque eles terminarão por nos apresentar uma proposta."
A idade mínima será um dos temas mais polêmicos do Fórum, que terá a primeira reunião no dia 7 de março. Lula disse que não aceitará "saídas simplistas" para os problemas da Previdência. "A única coisa que não posso admitir, e não vou admitir, é que alguém apresente saídas simplistas para a Previdência Social."
COMENTANDO A NOTICIA: Ora vejam só: quando outros falam em “idade mínima” os petistas sobem no telhado para mandarem lenha e descer o sarrafo na propostas. Agora eles mesmos já falam, sem nenhum pudor, nas mesmas idéias que combateram nos outros. Procurem no dicionário como se denomina este tipo de gente ! Sugestões: hipocrisia, canalhice, cretinice, salafrários...
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Câmara aprova projeto de lei que cria a Super-Receita
Por Maria Clara Cabral, Fonte: INVERTIA
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Após quatro tentativas, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira o Projeto da Super-Receita, que cria a Secretaria da Receita Federal do Brasil. O órgão vai fiscalizar a cobrança de impostos e da contribuição à Previdência Social, tarefas anteriormente delegadas à Secretaria da Receita Federal e à Secretaria de Receita Previdenciária.
O Plenário aprovou algumas emendas feitas pelos senadores. A mais polêmica previa que o auditor não teria o poder de contestar o pagamento de imposto por pessoas jurídicas que tivessem vínculo com alguma empresa. A chamada emenda 3 foi aprovada pelo Congresso, mas a previsão é de que receba veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a proposta do Senado, apenas a Justiça poderia avaliar se há ou não relação de trabalho entre a pessoa jurídica e a empresa.
O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) criticou a aprovação da emenda que, segundo ele, demonstra a precariedade das relações de trabalho. "Temos de olhar para a realidade do Brasil e esse tipo de relação trabalhista nega as conquistas do trabalhador", afirmou.
Já a oposição comemorou a emenda. Segundo o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), o empregado lesado tem que procurar a Justiça, já que o fiscal tem outras atribuições.
A tramitação do projeto, que já passou pelo Senado e segue para sanção presidencial, demorou mais de um ano.
O projeto da Super-Receita (PL 6272/05) também cria os cargos de auditor fiscal, analista financeiro, auditor do trabalho e prevê a contratação de 1,2 mil procuradores da Fazenda Nacional. Para comandar o novo órgão, foi criado o cargo de secretário-geral da Super-Receita.
Emendas rejeitadas
A Câmara também rejeitou algumas emendas propostas pelo Senado ao projeto da Super-Receita. Uma delas propunha que o secretário da Receita fosse sabatinado e aprovado pelos senadores, a exemplo do que é feito com o presidente do Banco Central.
O líder do PPS, deputado Fernando Coruja (SC), lembrou que a medida já havia sido rejeitada anteriormente na Câmara e argumentou que o nome de um funcionário técnico, subordinado ao ministro da Fazenda, não poderia ser submetido ao Senado. "Se o ministro é escolhido pelo presidente, por que seu subordinado seria chancelado pelo Senado?", questionou o líder do governo, deputado Beto Albuquerque (PSB-RS).
Com Agência Câmara
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Lula quer garantia para trabalhador investir no FGTS
Fonte: Agência Brasil
A garantia de rentabilidade para o trabalhador caso aplique recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em obras de infra-estrutura foi um dos temas da reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e líderes da base aliada, na manhã de hoje, no Palácio do Planalto. A informação foi dada pelo vice-presidente do PSB, Roberto Amaral.
O Fundo de Infra-Estrutura é uma das medidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O governo e as centrais sindicais reuniram-se ontem, mas ainda não chegaram a um acordo sobre a proposta de garantia da rentabilidade das aplicações. Os sindicalistas querem que seja estabelecida rentabilidade mínima do investimento. E propõem a Taxa Referencial (TR), mais juros de 3%. O governo, por sua vez, alega que a legislação não permite essa regra.
De acordo com Roberto Amaral, que participou da reunião no Planalto, a solução para esse problema "será técnica" e "não passará por cima de nenhuma lei". "Nós vamos encontrar solução para isso". O governo federal quer investir R$ 5 bilhões do FGTS em obras de saneamento básico, infra-estrutura e habitação.
Participaram do encontro os ministros Guido Mantega, da Fazenda; Paulo Bernardo, do Planejamento; e Tarso Genro, das Relações Institucionais, além dos presidentes e líderes dos 11 partidos aliados (PT, PMDB, PSB, PV, PC do B, PDT, PP, PR, PRB, PTB, PSC).
COMENTANDO A NOTÍCIA: Na verdade o que Lula está tentando é dar uma maquiada numa medida totalmente inconstitucional. O FGTS não é recurso público. Portanto, o governo não tem poder de decisão sobre sua aplicação além da que a lei lhe autoriza. Não basta, portanto, querer garantir “rentabilidade” mínima. A aplicação só pode ser diferente alterando a Constituição. Vai daí que a maquiagem por mais bem que seja, não terá a virtude de esconder a ilegalidade da ação governamental sobre o FGTS. Uma sugestão ao governo: por que ao invés de mexerem no bolso alheio de forma ilegal, o governo não corta aos alguns gastos vagabundos que são apenas desperdícios, recursos jogados no ralo, hein ?
Após quatro tentativas, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira o Projeto da Super-Receita, que cria a Secretaria da Receita Federal do Brasil. O órgão vai fiscalizar a cobrança de impostos e da contribuição à Previdência Social, tarefas anteriormente delegadas à Secretaria da Receita Federal e à Secretaria de Receita Previdenciária.
O Plenário aprovou algumas emendas feitas pelos senadores. A mais polêmica previa que o auditor não teria o poder de contestar o pagamento de imposto por pessoas jurídicas que tivessem vínculo com alguma empresa. A chamada emenda 3 foi aprovada pelo Congresso, mas a previsão é de que receba veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a proposta do Senado, apenas a Justiça poderia avaliar se há ou não relação de trabalho entre a pessoa jurídica e a empresa.
O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) criticou a aprovação da emenda que, segundo ele, demonstra a precariedade das relações de trabalho. "Temos de olhar para a realidade do Brasil e esse tipo de relação trabalhista nega as conquistas do trabalhador", afirmou.
Já a oposição comemorou a emenda. Segundo o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), o empregado lesado tem que procurar a Justiça, já que o fiscal tem outras atribuições.
A tramitação do projeto, que já passou pelo Senado e segue para sanção presidencial, demorou mais de um ano.
O projeto da Super-Receita (PL 6272/05) também cria os cargos de auditor fiscal, analista financeiro, auditor do trabalho e prevê a contratação de 1,2 mil procuradores da Fazenda Nacional. Para comandar o novo órgão, foi criado o cargo de secretário-geral da Super-Receita.
Emendas rejeitadas
A Câmara também rejeitou algumas emendas propostas pelo Senado ao projeto da Super-Receita. Uma delas propunha que o secretário da Receita fosse sabatinado e aprovado pelos senadores, a exemplo do que é feito com o presidente do Banco Central.
O líder do PPS, deputado Fernando Coruja (SC), lembrou que a medida já havia sido rejeitada anteriormente na Câmara e argumentou que o nome de um funcionário técnico, subordinado ao ministro da Fazenda, não poderia ser submetido ao Senado. "Se o ministro é escolhido pelo presidente, por que seu subordinado seria chancelado pelo Senado?", questionou o líder do governo, deputado Beto Albuquerque (PSB-RS).
Com Agência Câmara
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Lula quer garantia para trabalhador investir no FGTS
Fonte: Agência Brasil
A garantia de rentabilidade para o trabalhador caso aplique recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em obras de infra-estrutura foi um dos temas da reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e líderes da base aliada, na manhã de hoje, no Palácio do Planalto. A informação foi dada pelo vice-presidente do PSB, Roberto Amaral.
O Fundo de Infra-Estrutura é uma das medidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O governo e as centrais sindicais reuniram-se ontem, mas ainda não chegaram a um acordo sobre a proposta de garantia da rentabilidade das aplicações. Os sindicalistas querem que seja estabelecida rentabilidade mínima do investimento. E propõem a Taxa Referencial (TR), mais juros de 3%. O governo, por sua vez, alega que a legislação não permite essa regra.
De acordo com Roberto Amaral, que participou da reunião no Planalto, a solução para esse problema "será técnica" e "não passará por cima de nenhuma lei". "Nós vamos encontrar solução para isso". O governo federal quer investir R$ 5 bilhões do FGTS em obras de saneamento básico, infra-estrutura e habitação.
Participaram do encontro os ministros Guido Mantega, da Fazenda; Paulo Bernardo, do Planejamento; e Tarso Genro, das Relações Institucionais, além dos presidentes e líderes dos 11 partidos aliados (PT, PMDB, PSB, PV, PC do B, PDT, PP, PR, PRB, PTB, PSC).
COMENTANDO A NOTÍCIA: Na verdade o que Lula está tentando é dar uma maquiada numa medida totalmente inconstitucional. O FGTS não é recurso público. Portanto, o governo não tem poder de decisão sobre sua aplicação além da que a lei lhe autoriza. Não basta, portanto, querer garantir “rentabilidade” mínima. A aplicação só pode ser diferente alterando a Constituição. Vai daí que a maquiagem por mais bem que seja, não terá a virtude de esconder a ilegalidade da ação governamental sobre o FGTS. Uma sugestão ao governo: por que ao invés de mexerem no bolso alheio de forma ilegal, o governo não corta aos alguns gastos vagabundos que são apenas desperdícios, recursos jogados no ralo, hein ?