quarta-feira, fevereiro 14, 2007

TOQUEDEPRIMA...

Pesquisa revela que mulheres preferem comprar roupas a fazer sexo

NOVA YORK, Estados Unidos - Uma pesquisa feita por uma multinacional com mil mulheres de dez cidades americanas chegou a uma triste conclusão para a auto-estima masculina.
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Sem pensar duas vezes, a maioria declarou que toparia ficar 15 meses sem sexo em troca de roupas novas. 2% ficariam 3 anos na secura em troca de panos novos.
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Elas também são mais fiéis aos modelitos que aos companheiros. Mulheres entre 18 e 54 anos em geral mantêm suas roupas favoritas durante 12 anos e meio, um ano a mais que sua relação mais longa.
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70% declararam acreditar em amor à primeira vista entre uma mulher e um vestido perfeito.
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Com relação aos homens, o número cai para 54%.
48% declararam que, ao contrário dos parceiros, suas roupas favoritas as fazem se sentir mais confiantes e sexys.
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"Dizem que a roupa faz o homem, mas pelo jeito a roupa pode substituir o homem", declarou o designer de moda, estilista e astro da série de TV "Queer Eye for the Straight Guy" Carson Kressley.

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Magia traduzida em negócios
Gazeta Mercantil

Apesar de não ter os parques de diversões nem as emissoras de TV aberta e rádio, a Walt Disney Brasil está entre as dez subsidiárias mais importantes da companhia norte-americana. No último ano cresceu cerca de 25%, graças ao aumento da distribuição e a estabilidade econômica. Para 2007, um dos produtos estratégicos é o telefilme “High School Musical”, que, além de ganhar uma seqüência, terá uma versão nacional.

Nos Estados Unidos, o projeto começou despretensioso, com um orçamento estimado em cerca de US$ 4 milhões, e virou uma verdadeira febre. Em solo nacional, já existem 73 tipos de produtos com a marca “High School Musical”, que vão desde cadernos até xampus e condicionadores. Em entrevista exclusiva, o presidente da Disney do Brasil, Marcos Rosset, fala sobre negócios e tendências no segmento de entretenimento.

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Pesquisa;brasileiros querem mudanças nas leis para menores

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Pesquisa da Vox Populi indica que 88% da sociedade é favorável redução da idade de imputabilidade penal. A pesquisa é de cinco anos atrás, 2002,foi realizada especificamente sobre o assunto, mas abordagens idênticas realizadas em pesquisas recentes, principalmente em 2005, apontaram resultados semelhantes.

João Francisco Meira, presidente da Vox, disse que a sociedade brasileira pede mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente há muitos anos. "Há um suporte muito grande da opinião pública para se promover atualização na legislação do menor no Brasil", disse.
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João Francisco acredita que a legislação brasileira está desatualizada porque não leva em conta que nos últimos anos houve um avanço enorme na formação dos jovens, de qualquer classe social, no nível de informação e conhecimento do mundo.
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Hoje, ao longo do dia, e autoridades,civis e religiosas, e tantos outros especialistas defensores de crianças e adolescentes apareceram na mídia para atribuir a toda tragédia do menor brasileiro a falta de educação e às políticas de segurança do Estado. João Francisco acha que simplificar jogar nas costas do estado a responsabilidade pelos menores infratores.
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"Ora, uma coisa não exclui a outra, todos os aspectos têm que ser tratados, da educação e, também, a questão da redução da imputabilidade dos menores. Os defensores dos direitos humanos não deveriam tratar o debate como se fosse uma heresia questionar a maioridade penal. Estas pessoas deveriam, isto sim, assumir que a atual política não está dando certo, tanto que a criminalidade entre jovens tem aumentado nos últimos anos." completa.

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Projeto que limita capital estrangeiro na TV volta à Câmara
Gerusa Marques, Estadão online

BRASÍLIA - O deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP) reapresentou na última quinta-feira um projeto polêmico que limita a 30% a participação de capital estrangeiro nos setores de produção, programação e distribuição de conteúdo, como programas de televisão. O projeto original era do ex-deputado Luiz Piauhylino (PDT-PE) e recebeu, no fim do ano passado, substitutivo de Marquezelli. Como a proposta não foi votada em nenhuma das comissões da Câmara dos Deputados e Piauhylino não foi reeleito, o projeto foi arquivado em dezembro.

Marquezelli apresentou praticamente o mesmo texto de seu substitutivo em que diz que "a produção e a programação e provimento de conteúdo nacional a ser distribuído por qualquer meio eletrônico e independentemente das tecnologias de que faça uso, somente poderão ser explorados por brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, ou por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras, nas quais ao menos 70% do capital total e do capital votante deverão pertencer, direta ou indiretamente, a brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos".

Esse projeto, que cria uma reserva de mercado para as emissoras brasileiras de TV, deverá ter tramitação conjunta à proposta apresentada nesta semana, de autoria do deputado Paulo Bornhausen (PFL-SC), que vai na direção contrária, propondo a retirada de todas as amarras para a participação de capital estrangeiro no setor.

A proposta de Bornhausen permite, por exemplo, que as empresas de telefonia entrem sem restrição nos mercados de TV por assinatura e na produção, programação e distribuição de conteúdo. Os dois projetos passarão, pelo menos, pelas comissões de Constituição e Justiça e de Ciência e Tecnologia, antes de ir a plenário. Ainda não foram indicados os deputados que irão relatar a matéria.

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Câmara aprova 15 emendas ao projeto da Super-Receita
Fonte: Investnews

O Plenário da Câmara aprovou hoje 15 emendas do Senado ao Projeto de Lei 6272/05, do Poder Executivo, que cria a Secretaria da Receita Federal do Brasil, conhecida como Super-Receita. Também foram rejeitadas as 11 emendas que tiveram parecer contrário do relator da proposta, deputado Pedro Novais (PMDB-MA). Restam nove destaques para votação em separado (DVS) feitos a algumas das emendas, que serão analisados em seqüência.

As informações são da Agência Câmara.