sexta-feira, outubro 27, 2006

O lixo do PT !

Eis um partido que adora o lixo. Principalmente, fazer negócios com o lixo. Se há uma coisa comum nas administrações do PT, isto é o seu dom natural para mexer com lixo. Com a colaboração do Alerta Total eis uma cronologia interessante.
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Há denúncias que envolvem o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, com a máfia do lixo. Revelam que Delúbio, que cuidava das finanças petistas cinco anos atrás, durante a campanha de Lula em 2002, arrecadou oficialmente as doações eleitorais de empresas que atuam na área do lixo. Da prestação de contas da campanha do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, por ele assinada e enviada ao Tribunal Superior Eleitoral, referente ao ano eleitoral de 2002, consta a doação feita por uma empresa de lixo, no valor de R$ 130.000,00 (cento e trinta mil reais).
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A mesma empresa de lixo fez a doação ao Comitê do PT para presidente em 2002 no valor total de R$ 350.000,00. Assim a campanha de Lula e o Comitê do PT para presidente em 2002, receberam R$ 480.000,00 da empresa de lixo que foi condenada na Justiça de São Paulo, por lesão aos cofres do município de São Paulo, em data anterior à transferência da doação à campanha eleitoral do candidato Lula e ao Comitê do Partido dos Trabalhadores para presidente.
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A empresa de lixo foi condenada nos autos da ação de improbidade administrativa n. 583.53.1999.423632-0, pelo Juízo da 14ª Vara da Fazenda Pública da Capital, em ação movida em 28/10/1999, pelo Ministério Público do Estado de São Paulo. A sentença foi confirmada posteriormente pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Além de condenada a reparação dos danos que causou ao erário público de São Paulo, a empresa de lixo foi condenada à proibição de contratar com o poder público pelo prazo de cinco anos. Ao assinar sua prestação de conta da campanha de 2002, confirmando o recebimento da doação do esquema do Lixo, Lula não poderá alegar, como de costume, “que não sabia de nada”.

Caso do Lixo em Porto Alegre
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Durante a administração popular iniciada com o governo do PT em Porto Alegre (RS), que teve Olívio Dutra como primeiro prefeito, seguido por Tarso Genro, Raul Pont e João Verle, o representante petista do lixo na capital gaúcha comandou a limpeza urbana por três gestões.
Foram tantas as irregularidades que o diretor geral do lixo de Porto Alegre acabou sendo condenado no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul a ter que devolver o valor perto de R$ 1 milhão aos cofres públicos do município.Esse ex-diretor geral responde ainda a processo na Justiça em ação civil pública ingressada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul.
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Lixo da Marta
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No município de São Paulo, a prefeitura comandada pela petista Marta Suplicy, hoje coordenadora da campanha de Lula em São Paulo, realizou a maior licitação pública do Brasil na área do lixo.
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Faltando exatos 86 dias antes do final de seu governo, a prefeitura de São Paulo firmou dois contratos com concessionárias privadas, por um prazo de até 40 anos, com valores que chegavam a R$ 20 bilhões.
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As irregularidades no processo licitatório e indícios de fraudes culminaram com diversos processos na Justiça de São Paulo, estando os contratos com essas concessionárias “sub judice”.
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O Ministério Público paulistano abriu investigação sobre o lixo de São Paulo.
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A seguir o MP ingressou com uma ação civil pública, em novembro de 2004, contra autoridades, funcionários e empresas privadas, pela chamada “trama no lixo”.
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Lixo de Palocci
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No dia 19 de setembro passado, o delegado seccional da Polícia Civil em Ribeirão Preto, Antonio Valencise, pediu a prisão do ex-ministro da Fazenda e agora deputado federal eleito, o petista Antonio Palocci Filho, acusando-o de envolvimento em irregularidades no contrato de limpeza nas administrações do PT na cidade do Oeste paulista.
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No relatório final do inquérito, Palocci é citado como o coordenador da "máfia do lixo".
As investigações, que também fizeram parte da CPI dos Bingos, incluem irregularidades nas gestões dos petistas Palocci (2001 a 2002) e Gilberto Maggioni (2002 a 2004) em Ribeirão Preto (SP).
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De acordo com o delegado, o rombo deixado pelas irregularidades foi superior a R$ 30 milhões.
Segundo Rogério Buratti, ex-assessor de Palocci na prefeitura, o ex-ministro recebia R$ 50 mil mensais de propina da empresa de lixo.
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Sujeira que matou Celso Daniel?
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O assassinato do ex-prefeito de Santo André (SP) Celso Daniel, em janeiro de 2002, foi apontado pela CPI dos Bingos e pelo Grupo de Atuação Especial Regional contra o Crime Organizado (Gaerco) em Santo André (SP) como estando relacionado à corrupção na coleta de lixo.
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Os irmãos o ex-prefeito petista Celso Daniel chegaram a afirmar que Celso foi morto porque não aceitou o enriquecimento de correligionários petistas com um esquema de caixa dois concebido originalmente apenas para financiar as campanhas eleitorais do partido.
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Entre os fundos de campanha estava o lixo de Santo André na administração petista do próprio Celso Daniel.