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Dia desses, no lançamento do tal PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o presidente Dom Luiz Inácio (PT-SP), cometeu ato falho ao declarar que “quatro anos de mandato não são suficientes” para realizar tudo a que se propõe.
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Sua excelência esqueceu que, na verdade, encontra-se já há cinco anos no cargo, sem nada de positivo ou espetacular, além do registro de indiciamento de 40 membros de sua equipe administrativa por “formação de quadrilha” e desvios generalizados.
Sua excelência esqueceu que, na verdade, encontra-se já há cinco anos no cargo, sem nada de positivo ou espetacular, além do registro de indiciamento de 40 membros de sua equipe administrativa por “formação de quadrilha” e desvios generalizados.
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Nosso amável beberrão, que condenou com veemência o fato de seu antecessor, FHC (1995-2003), ter subornado parlamentares corruptos para a compra da emenda constitucional da reeleição, sonha agora em se perpetuar.
Nosso amável beberrão, que condenou com veemência o fato de seu antecessor, FHC (1995-2003), ter subornado parlamentares corruptos para a compra da emenda constitucional da reeleição, sonha agora em se perpetuar.
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Está nos passos do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que descobriu o caminho das pedras do mandato sem fim: a distribuição de bolsa-esmola e outras migalhas a abandonados seculares do continente, os que constituem genuíno poder decisório nas eleições. A democracia é uma maravilha!
Está nos passos do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que descobriu o caminho das pedras do mandato sem fim: a distribuição de bolsa-esmola e outras migalhas a abandonados seculares do continente, os que constituem genuíno poder decisório nas eleições. A democracia é uma maravilha!
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A diferença é que Chávez comanda país cuja maior riqueza natural (o petróleo) não se encontra alienada a nenhum poder estrangeiro. E Dom Luiz Inácio, como bem lembrou Hélio Fernandes (em artigo na sexta-feira, 26), cuida (cuida?) de dívida interna que se encontra na casa de um trilhão e 91 bilhões de reais!!!
A diferença é que Chávez comanda país cuja maior riqueza natural (o petróleo) não se encontra alienada a nenhum poder estrangeiro. E Dom Luiz Inácio, como bem lembrou Hélio Fernandes (em artigo na sexta-feira, 26), cuida (cuida?) de dívida interna que se encontra na casa de um trilhão e 91 bilhões de reais!!!
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Com a atual taxa de juros, como irá sobrar dinheiro para se alimentar o tal PAC? Vivemos num país de escravos, no qual as instituições não funcionam e qualquer bandido de gravata, com patrimônio considerável e poder de influência está livre para agir da forma que melhor apetecer. Carregando e entregando o que bem desejar.
Com a atual taxa de juros, como irá sobrar dinheiro para se alimentar o tal PAC? Vivemos num país de escravos, no qual as instituições não funcionam e qualquer bandido de gravata, com patrimônio considerável e poder de influência está livre para agir da forma que melhor apetecer. Carregando e entregando o que bem desejar.
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Quem conduziu os países ditos emergentes para situação caótica de desesperança, foram as oligarquias preconceituosas e irresponsáveis que ditam normas há séculos. No Brasil, nada mudou.
Quem conduziu os países ditos emergentes para situação caótica de desesperança, foram as oligarquias preconceituosas e irresponsáveis que ditam normas há séculos. No Brasil, nada mudou.
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O desgoverno petista continua adotando a mesma tática suicida de política entreguista que sangra o investimento interno e remete para o exterior a riqueza produzida. Nada nos pertence.
Mas é possível que Dom Luiz Inácio não consiga se perpetuar no palácio, embora alimente visível divisão numa sociedade onde dois terços vegetam no desespero da necessidade extrema. A maior preocupação dessa parcela é não saber o que irá comer no dia seguinte.
O desgoverno petista continua adotando a mesma tática suicida de política entreguista que sangra o investimento interno e remete para o exterior a riqueza produzida. Nada nos pertence.
Mas é possível que Dom Luiz Inácio não consiga se perpetuar no palácio, embora alimente visível divisão numa sociedade onde dois terços vegetam no desespero da necessidade extrema. A maior preocupação dessa parcela é não saber o que irá comer no dia seguinte.
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Quem sustenta os planos mirabolantes, gestados nas entranhas da insensibilidade da burocracia nacional, são as classes médias espoliadas e exauridas por carga tributária a ocupar o primeiro lugar no planeta.
Quem sustenta os planos mirabolantes, gestados nas entranhas da insensibilidade da burocracia nacional, são as classes médias espoliadas e exauridas por carga tributária a ocupar o primeiro lugar no planeta.
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O Plano de Crescimento, como resposta às crescentes dificuldades que o país enfrenta, não tem como prosperar porque é preciso que se efetue radical mudança no atual modelo. Blábláblá infindável a justificar paliativos mal-intencionados.Para que houvesse a mínima possibilidade de sucesso do PAC, seria necessário investimento interno de recursos financeiros contabilizados para o pagamento de juros de nossas impagáveis dívidas (interna e externa).
O Plano de Crescimento, como resposta às crescentes dificuldades que o país enfrenta, não tem como prosperar porque é preciso que se efetue radical mudança no atual modelo. Blábláblá infindável a justificar paliativos mal-intencionados.Para que houvesse a mínima possibilidade de sucesso do PAC, seria necessário investimento interno de recursos financeiros contabilizados para o pagamento de juros de nossas impagáveis dívidas (interna e externa).
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Mas não há como enveredar por tal caminho, enquanto o Banco Central for dirigido de fora para dentro e a corrupção estiver admitida como moeda de troca na compensação pela aprovação de projetos que beneficiam nossos algozes.Todos os presidentes justificam que nada pode ser feito em curto período de tempo e que nossas mazelas existem há séculos. E todos agem no sentido da não mudança. Falta-lhes pudor. Até porque, em longo prazo, estaremos todos mortos.
Mas não há como enveredar por tal caminho, enquanto o Banco Central for dirigido de fora para dentro e a corrupção estiver admitida como moeda de troca na compensação pela aprovação de projetos que beneficiam nossos algozes.Todos os presidentes justificam que nada pode ser feito em curto período de tempo e que nossas mazelas existem há séculos. E todos agem no sentido da não mudança. Falta-lhes pudor. Até porque, em longo prazo, estaremos todos mortos.