Começo com uma notícia pequena publicada no O GLOBO que resume bem, não o que é o Brasil, mas do porquê o País encontra-se envolto na lama da corrupção, verdadeiro câncer que, dia após dia, ano após ano, vem corroendo e aniquilando as possibilidades deste país poder, quem sabe, ou talvez, tornar-se uma nação verdadeira e progressista, com ordem e progresso:
"A assessoria jurídica do Tribunal Superior Eleitoral deu parecer pela rejeição da consulta feita pelo deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) sobre a possibilidade de impugnação de mandato de parlamentares contra os quais há provas de corrupção. O objetivo do deputado é impedir a diplomação de envolvidos com a máfia das ambulâncias que venham a se reeleger.
A consulta, com dez perguntas, foi encaminhada à assessoria especializada do TSE que recomendou a rejeição “na sua totalidade, ao tempo que faz vislumbrar questões que no momento oportuno serão objeto de jurisdição da Justiça Eleitoral”. O parecer foi enviado ao ministro Gerardo Grossi, que deve concluir o voto nos próximos dias".
Ou seja, de forma lacônica o Tribunal Superior Eleitoral mandou-nos o seguinte e retumbante recado: quem roubou, quem corrompeu, quem ilicitamente serviu-se do seu mandato para desviar, desonestamente, através de esquemas fraudulentos, dinheiro público em seu próprio benefício, pode continuar no mandato, e pode eleger-se outra vez para continuar roubando do contribuinte. O TSE cumpre que papel ? A quem cabê-nos reclamar, se a Justiça Brasileira em sua douta manifestação, dá o tom vergonhoso do liberou geral. A quem competiria dar um sinal claro de que a sociedade pode se defender e expulsar da vida pública os cancros que nela a infestam e a corroem, simplesmente deu às costas para sua própria competência, e feito Pilatos, lavou as mãos. E pior, Pilatos só lavou as mãos, aqui decretou-se o assassinato em série da honra de mais de 180,0 milhões de cidadãos. Destruiu-se na legalidade o último fio de esperança para tornar o crime ilegal . Perfeita inversão de valores. Nem os bandidos esperavam tanto e agradecem a atenção dispensada.
E é de negligência em negligência, de omissão em omissão, de conivência em conivência que estamos destruindo a sociedade que um dia sonhávamos feliz, ordeira, trabalhadora, e principalmente, honrada. Se a Justiça não cumpre o seu papel e deixa-nos à mercê destes pestilentos, fazer o quê ? A quem recorrer ? Se nossos políticos corrompem, roubam, compram votos, aliciam favores, e o Tribunal Eleitoral lhes autoriza a continuarem impunemente agindo, o melhor que se tem é pegar o primeiro vôo, desde que não seja pela VARIG, e fugir para bem longe deste Brasil e esquecê-lo ! Nada mais nos resta fazer. Passamos a existir apenas em meio a inescrupulosos, bandidos, selvagens e foras da lei devidamente protegidos sob o agradável manto do Poder Judiciário, que sem lei nem piedade, aliou-se e se acumpliciou a bandidagem sórdida, deixando-se tomar pelo câncer que nos extingue como nação.
A indignação bateu no teto. Não há como e a quem pedir socorro, gritar, protestar, berrar, esbravejar e dizer não. Pedir por justiça ? Nossa Justiça existe apenas para encastelar-se em belos prédios construídos de maneira tão nababesca, que para eles nossa miséria não existe. Em salas onde o luxo é corriqueiro, afundados em tronos de ouro e marfim, protegem-se da dolorosa miséria brasileira em ar condicionado e vidros fumê. Seus salários, suas vantagens, seus benefícios são um verdadeiro acinte, um deboche, um escárnio ao restante da população que paga impostos. Nosso Legislativo não representa nada além de seu próprio e único interesse, virou balcão de negócios espúrios e criminosos, e temos um Executivo preocupado consigo mesmo, sem poder, sem plano de governo, sem autoridade, sem direção, sem rota, olhando apenas para o palanque da próxima eleição para continuar sua indigência ação tão promiscua quanto a dos demais colegas de poder real e não se constrange de acintosamente tentar vender-nos uma história do Brasil que não existe, em agredir quando deveria contemporizar, de forma desequilibrada exalar e verbalizar ódios, rancores e raiva em palanques festivos onde faz que não vê, que nada sabe de forma mentirosa, que faz de conta que governa um país podre na sua base, inescrupuloso na sua esfera mais alta. O Estado Brasileiro, mastodôntico, suga as energias do povo a que deveria servir, mas ao invés de para ele canalizar estas energias em forma de serviços, atira-nos numa ralo de desumana condição. Estradas, escolas, hospitais, postos de saúde, nada do que deveria ser sua obrigação, deixa de exalar indignidade e descaso, e em tudo que nos devolve, antes se serve para estufar seus paraísos fiscais e usufruir de seus privilégios legalmente consolidados e carimbados sob o funesto "Direito adquirido". Na segurança pública omite-se irresponsávelmente, tendo como preocupação os direitos dos bandidos muito mais do que com os direitos das vítimas, e quando dos criminosos nada mais há para achacar, os atira na vala pútrida que chamam de presídios. Com tal decreto do TSE, o ilícito está consentido, e a imoralidade consolidada. Tudo na forma da lei. Numa só canetada, os doutos juízes, feitos tsunami, decretaram a extrema-unção no resto de sonhos que ainda pudéssemos guardar para varrermos da vida pública o vírus da corrupção. Fizeram isto justo no momento em que nos rebelávamos contra nossos detratores. Tratemos, então, de enterrar o cádaver. A Elite venceu a guerra e todas as batalhas. Nossa bandeira triste e maculada, vergada sob o peso da desonra e da vergonha, se contorce de dor, e nossos heróis sepultados, reviram-se em seus túmulos, compungidos. Ninguém os vê, ninguém os ouve. Morreram nossos valores e ideais mais altos, por múltipla falência dos órgãos.
"A assessoria jurídica do Tribunal Superior Eleitoral deu parecer pela rejeição da consulta feita pelo deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) sobre a possibilidade de impugnação de mandato de parlamentares contra os quais há provas de corrupção. O objetivo do deputado é impedir a diplomação de envolvidos com a máfia das ambulâncias que venham a se reeleger.
A consulta, com dez perguntas, foi encaminhada à assessoria especializada do TSE que recomendou a rejeição “na sua totalidade, ao tempo que faz vislumbrar questões que no momento oportuno serão objeto de jurisdição da Justiça Eleitoral”. O parecer foi enviado ao ministro Gerardo Grossi, que deve concluir o voto nos próximos dias".
Ou seja, de forma lacônica o Tribunal Superior Eleitoral mandou-nos o seguinte e retumbante recado: quem roubou, quem corrompeu, quem ilicitamente serviu-se do seu mandato para desviar, desonestamente, através de esquemas fraudulentos, dinheiro público em seu próprio benefício, pode continuar no mandato, e pode eleger-se outra vez para continuar roubando do contribuinte. O TSE cumpre que papel ? A quem cabê-nos reclamar, se a Justiça Brasileira em sua douta manifestação, dá o tom vergonhoso do liberou geral. A quem competiria dar um sinal claro de que a sociedade pode se defender e expulsar da vida pública os cancros que nela a infestam e a corroem, simplesmente deu às costas para sua própria competência, e feito Pilatos, lavou as mãos. E pior, Pilatos só lavou as mãos, aqui decretou-se o assassinato em série da honra de mais de 180,0 milhões de cidadãos. Destruiu-se na legalidade o último fio de esperança para tornar o crime ilegal . Perfeita inversão de valores. Nem os bandidos esperavam tanto e agradecem a atenção dispensada.
E é de negligência em negligência, de omissão em omissão, de conivência em conivência que estamos destruindo a sociedade que um dia sonhávamos feliz, ordeira, trabalhadora, e principalmente, honrada. Se a Justiça não cumpre o seu papel e deixa-nos à mercê destes pestilentos, fazer o quê ? A quem recorrer ? Se nossos políticos corrompem, roubam, compram votos, aliciam favores, e o Tribunal Eleitoral lhes autoriza a continuarem impunemente agindo, o melhor que se tem é pegar o primeiro vôo, desde que não seja pela VARIG, e fugir para bem longe deste Brasil e esquecê-lo ! Nada mais nos resta fazer. Passamos a existir apenas em meio a inescrupulosos, bandidos, selvagens e foras da lei devidamente protegidos sob o agradável manto do Poder Judiciário, que sem lei nem piedade, aliou-se e se acumpliciou a bandidagem sórdida, deixando-se tomar pelo câncer que nos extingue como nação.
A indignação bateu no teto. Não há como e a quem pedir socorro, gritar, protestar, berrar, esbravejar e dizer não. Pedir por justiça ? Nossa Justiça existe apenas para encastelar-se em belos prédios construídos de maneira tão nababesca, que para eles nossa miséria não existe. Em salas onde o luxo é corriqueiro, afundados em tronos de ouro e marfim, protegem-se da dolorosa miséria brasileira em ar condicionado e vidros fumê. Seus salários, suas vantagens, seus benefícios são um verdadeiro acinte, um deboche, um escárnio ao restante da população que paga impostos. Nosso Legislativo não representa nada além de seu próprio e único interesse, virou balcão de negócios espúrios e criminosos, e temos um Executivo preocupado consigo mesmo, sem poder, sem plano de governo, sem autoridade, sem direção, sem rota, olhando apenas para o palanque da próxima eleição para continuar sua indigência ação tão promiscua quanto a dos demais colegas de poder real e não se constrange de acintosamente tentar vender-nos uma história do Brasil que não existe, em agredir quando deveria contemporizar, de forma desequilibrada exalar e verbalizar ódios, rancores e raiva em palanques festivos onde faz que não vê, que nada sabe de forma mentirosa, que faz de conta que governa um país podre na sua base, inescrupuloso na sua esfera mais alta. O Estado Brasileiro, mastodôntico, suga as energias do povo a que deveria servir, mas ao invés de para ele canalizar estas energias em forma de serviços, atira-nos numa ralo de desumana condição. Estradas, escolas, hospitais, postos de saúde, nada do que deveria ser sua obrigação, deixa de exalar indignidade e descaso, e em tudo que nos devolve, antes se serve para estufar seus paraísos fiscais e usufruir de seus privilégios legalmente consolidados e carimbados sob o funesto "Direito adquirido". Na segurança pública omite-se irresponsávelmente, tendo como preocupação os direitos dos bandidos muito mais do que com os direitos das vítimas, e quando dos criminosos nada mais há para achacar, os atira na vala pútrida que chamam de presídios. Com tal decreto do TSE, o ilícito está consentido, e a imoralidade consolidada. Tudo na forma da lei. Numa só canetada, os doutos juízes, feitos tsunami, decretaram a extrema-unção no resto de sonhos que ainda pudéssemos guardar para varrermos da vida pública o vírus da corrupção. Fizeram isto justo no momento em que nos rebelávamos contra nossos detratores. Tratemos, então, de enterrar o cádaver. A Elite venceu a guerra e todas as batalhas. Nossa bandeira triste e maculada, vergada sob o peso da desonra e da vergonha, se contorce de dor, e nossos heróis sepultados, reviram-se em seus túmulos, compungidos. Ninguém os vê, ninguém os ouve. Morreram nossos valores e ideais mais altos, por múltipla falência dos órgãos.
Não há política no Brasil, há politicagem, e em todos níveis, em todas as esferas, em todas as direções. Este antro de bandidos se esmera, a cada dia mais, para denegrir o que seja ético, o que seja moral, o que deveria ser dignidade. Este gigolô de alto custo não se cansa de mentir acintosamente para devolver-nos uma esperança que já não temos. “Todo o político é ladrão” há muito deixou de ser folclórico, é a nossa realidade. Ser honesto e digno neste solo, há muito deixou de ser virtude. Justiça no Brasil, seu contribuinte babaca, é para tem quem poder, quem é autoridade, não para quem tem a lei a seu favor. Desculpe falei de lei ? Não, não há lei, pode até existir um monte de papel que eles ignoram o tempo todo, mas que te atiram na cara quando você inventa de reclamar. Não há decência neste bordel festivo que se chama Estado Brasileiro. Quanto mais nos tiram, mais querem nos tirar. E se você acha que tem algum direito, e até pode ter, saiba que eles jamais se cansarão em nega-lo e reconhecer o que prescrito está na lei. Principalmente, se a este direito corresponder um dever deles para com você. A Elite que corrompe o país, que explora, que achaca, que suga o fruto do trabalho diário de 180 milhões chama-se Estado Brasileiro, federal, municipal, estadual, todos sem distinção são teus exploradores, teus escravocratas, teus usurpadores. Justiça, meu camarada, só para reclamarem que 21,0 mil de salário mensal, com vantagens, benefícios e mordomias é pouco para mais se empanturrarem nas delícias de seus palácios reais. E este custo todo ele tira de você, imbecil, que ganha um mínimo ridículo de R$ 350,00, que não é para você ter qualidade de vida e existir como cidadão, é para sobreviver o suficiente para ele te explorar mais e mais, e te sugar até a última gota de energia vital que te restar e te jogar, quando nada mais houver para ser explorado, numa sarjeta fétida apelidada de saúde pública.
Então, senhores e senhoras, quando nossa Justiça acaricia os sanguessugas e lhes dá o recado de que podem continuar impunes concorrendo aos mesmo cargos onde sua safadeza e imoralidade lhes deu o caminho da corrupção, está convidando a que o crime se repita, se renove, se aperfeiçoe. Provavelmente, a eles o importante é apenas a contribuição monetária jorrando abundante, não lhes importando de onde parta o dinheiro, em cima de quantos cadáveres a energia foi tirada. Deposita-se tudo no paraíso fiscal mais próximo de você, trouxa miserável, para a devida lavagem com aplicações em letras do tesouro nacional, que deveria ser nacional e público, mas que tornou-se privado e com ações nominativas intransferíveis, em poder dos nossos desonrados membros da facção chamada elite. Elite fedorenta e sórdida, encastelada em palácios, chamada de governo brasileiro, antro de prevaricação e perversão, vocês sabem com quem estão falando ? Não, vocês estão falando com as prostitutas que vocês exploram há 506 anos, a nação brasileira. Gigolôs da nação, elite corrompida, chamada Estado Brasileiro.
E você que me leu até aqui, sabe daquela máxima que diz, se o estupro for inevitável, relaxe e goze? Vamos mudá-la. Eles querem o Brasil ? Ótimo, vamos embora todos nós, que fiquem com o Brasil sem nação. Pode ser que não tendo mais a quem explorar, acabem levantando seus traseiros das cadeiras e tronos em que se afundam na contagem e conferência de seus abastecidos saldos bancários, e saiam para recolher o lixo que esparramaram, e o embrulhem com as letras do tesouro nacional que roubam incansavelmente, e depois, com o peso da sua própria imundicie, se afundem e se afoguem na lama de deles exalou nestes 506 anos. Eles não tem o direito de roubar nossa dignidade, mesmo que, como nação, já não tenhamos mais nenhuma identidade.