Sinceramente, que país é este ? Que droga de Justiça é esta ? Que país de liberdades negadas é este ? Que porcaria de instituições desmoralizadas e corruptas são estas que nos agridem diariamente, e nos impedem o direito de reclamar ! Acaso alguém aí ouviu falar de que a constituição tenha sido rasgada ? ou tenha perdido seu prazo de validade ? Pois é, uma Justiça que só abençoa os poderosos, poderosos no sentido de quem está no poder, justiça que tem medo da verdade, justiça que acaricia os bandidos e pune com sua força uma manifestação da sociedade quando esta tenta defender-se de eleger pulhas, corruptos e vigaristas ? Voltamos ao tempo das patrulhas ditatoriais, vão nos impor o regime da censura, o império da merda, e sem direito a reclamar ! Este é um país desonesto, feito e comandado por homens desonestos, gigolôs de bosta vestidos em togas vestais bradando seu chicote no açoite à liberdade e desejo à livre manifestação.
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Lamentavelmente, é esta uma democracia de papel, comandado por parias e escravocratas, que exploram, sangram e seviciam a nação aos seus caprichos e desmandos, de demência, de imoralidade, de indecência, e o povo, massa pobre e indefesa, tem que se vergar às pérfidas e pútridas mentes doentias, visão dos horrores. Inferno de pecadores, nação de traidores. Pátria inútil que não é capaz de abrigar um povo lúcido e feliz. Melhor que saiamos todos. Vamo-nos embora daqui. Fomos enxotados por desejarmos viver como cidadãos. Deixemos o Brasil. Que limpem suas próprias privadas, que cozinhem seu próprio veneno, que se banhem em seu lodaçal de vergonhas, que varram e lavem sua própria lama de safadezas e sacanagens. Transformaram o Brasil numa imensa cloaca a céu aberto. Vilipendiaram o bom senso, assaltaram nossos direitos e garantias, massacraram nossas liberdades, escarraram em nossa própria dignidade. O Brasil, lamento informar, fechou, definitivamente, as portas para a civilização. Transformou-se num quintal de amebas, onde sua ânsia de poder ilicitamente quer sob império do escárnio e da subjugação hedionda, submeter a todos a escravidão do medo, do cala boca, e da servil genuflexão imoral dos senhores paranóicos, em febril agitação de poder: O mau caratismo venceu nossa esperança. O Brasil, como pátria de homens livres, acabou.
Justiça que cerceia, que censura, que só prende ladrão de galinha, enquanto até hoje não prendeu um político sequer por corrupção ! Isto é que eles chamam de justiça que nega que a sociedade possa saber da verdade sobre o bando de assaltantes dos cofres públicos só porque o canalha é político com assento na República de Bananas ! Vão enganar suas mamaezinhas, talvez ela acreditem em coelhinho da páscoa.
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Se justiça houvesse, impugnava um pilantra destes de concorrer por um estado que sabidamente o cafajeste nem moradia tem ! Justiça brasileira, bah!!!! Justiça de costas à razão.
Justiça que cerceia, que censura, que só prende ladrão de galinha, enquanto até hoje não prendeu um político sequer por corrupção ! Isto é que eles chamam de justiça que nega que a sociedade possa saber da verdade sobre o bando de assaltantes dos cofres públicos só porque o canalha é político com assento na República de Bananas ! Vão enganar suas mamaezinhas, talvez ela acreditem em coelhinho da páscoa.
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Se justiça houvesse, impugnava um pilantra destes de concorrer por um estado que sabidamente o cafajeste nem moradia tem ! Justiça brasileira, bah!!!! Justiça de costas à razão.
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Fosse justiça digna do nome, não permitia que um certo candidato ainda presidente, usasse e abusasse de maneira vil, irresponsável, ilegal e debochada a máquina pública para comprar votos e consciências, chefe de quadrilheiros, que atropela o estado de direito para sua perpetuação no poder.
Fosse justiça digna do nome, não permitia que um certo candidato ainda presidente, usasse e abusasse de maneira vil, irresponsável, ilegal e debochada a máquina pública para comprar votos e consciências, chefe de quadrilheiros, que atropela o estado de direito para sua perpetuação no poder.
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Isto nunca em nenhum país decente do mundo, poderia ou tem direito de ser chamada de justiça. Pode ser arremedo de qualquer porcaria, menos justiça. Alguém precisa avisá-los que o tempo da inquisição já passou faz tempo.
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Aliás, o jornalista Reinaldo de Azevedo, em seu blog, manifestou-se da seguinte forma sobre a decisão do TSE em relação ao programa na tevê de Alckimin: “ É um escárnio. Quer dizer que nada disso aconteceu, meu senhor? A oposição está proibida de levar à televisão a denúncia do procurador-geral da República, que apontou a existência de 40 quadrilheiros no país? O PT achou a referência ofensiva? Pelo visto, Direito também. Ofensivos não seriam os fatos? Não houve dólar na cueca? Não houve mensalão? Não há sanguessugas? Eis aí a prova provada do que, de fato, incomoda essa gente. Até quando Alckmin procurou rivalizar com Lula no triunfalismo, o PT assistia a tudo, tranqüilo, da poltrona. Ok, Gonzáles. Faça o seguinte. Elimine o texto. Mostre só as manchetes dos jornais. Ou se vai também censurar a imprensa, senhor Direito?”.
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E sobre a declaração de que campanha não é tribunal, Reinaldo de Azevedo conclui dizendo: ”Qual é? Essa história de que o mensalão não está provado e de que ainda não há a sentença transitado em julgado é pura balela. Eleição não é tribunal. O programa de Alckmin não estava dizendo “O fulano A é um mensaleiro”. Referia-se à existência do mensalão. Quando menos, então, ela seria uma questão de opinião; sendo assim, o que a Justiça tem com isso? Ela vai legislar agora também sobre opiniões? Quando menos, o mensalão se tornou uma realidade política; tornou-se o nome de um escândalo, de um conjunto de práticas condenáveis. Ora, as privatizações, que não são, em si, práticas criminosas (o PT disse que houve crime; eu digo que é mentira: cada um na sua), são vendidas como crimes pelos petistas e pelo PSOL. Quer dizer que os tucanos devem recorrer à Justiça para tirar do ar tal menção? Se os petistas acusarem esta ou aquela personalidades, não tendo provas, vá lá. Mas seria legítimo proibir que se pronunciasse na TV a palavra “privatização”? Estamos nos esquecendo do que é liberdade de crítica.”
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Porém, para o douto saber do ministro, não se pode falar a verdade para o eleitor em campanha, basta ver que este mesmo TSE proibiu até de se publicar na imprensa pesquisas eleitorais, a mando do senador Sarney, pesquisas protocoladas no próprio TSE, porque estas não lhe era favoráveis!(?) E não contente, mandou que se retirasse do ar blogs, posts com comentários e tudo o mais que mencionasse Sarney, numa verdadeira agressão ao direito de informação. Só que a justiça verdadeira acaba sempre prevalecendo, apesar das “sábias” decisões dos tribunais: Sarney está atrás para sua reeleição, e daqui, particularmente, torço para que este maribondo e filhote partido na ditadura militar, encontre o rumo de casa e não volte mais ao parlamento brasileiro. De lama o local já está cheio. Mais um a infestá-lo, apodrece.
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Já não bastasse o Executivo enxovalhado a mais não poder por patrocinar tanta corrupção, um legislativo transformado em balcão de negócios pestilentos e espúrios, que roubam, sob as bênçãos do Executivo, o investimento em educação, saúde, segurança, estradas e até da merenda escolar, agora alia-se ao bando para os abençoar a Justiça eleitoral para impedir a legítima divulgação da verdade, direito inalienável do eleitor, e depois, com a maior cara de pau, tem a coragem de mandar imprimir milhares (ou milhões) de cartilhas para ensinar o eleitor a votar. Com a decisão esquerda do Sr. Direito, é de se perguntar: precisará o eleitor imprimir cartilhas para ensinar a Justiça Eleitoral a julgar ?
Isto nunca em nenhum país decente do mundo, poderia ou tem direito de ser chamada de justiça. Pode ser arremedo de qualquer porcaria, menos justiça. Alguém precisa avisá-los que o tempo da inquisição já passou faz tempo.
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Aliás, o jornalista Reinaldo de Azevedo, em seu blog, manifestou-se da seguinte forma sobre a decisão do TSE em relação ao programa na tevê de Alckimin: “ É um escárnio. Quer dizer que nada disso aconteceu, meu senhor? A oposição está proibida de levar à televisão a denúncia do procurador-geral da República, que apontou a existência de 40 quadrilheiros no país? O PT achou a referência ofensiva? Pelo visto, Direito também. Ofensivos não seriam os fatos? Não houve dólar na cueca? Não houve mensalão? Não há sanguessugas? Eis aí a prova provada do que, de fato, incomoda essa gente. Até quando Alckmin procurou rivalizar com Lula no triunfalismo, o PT assistia a tudo, tranqüilo, da poltrona. Ok, Gonzáles. Faça o seguinte. Elimine o texto. Mostre só as manchetes dos jornais. Ou se vai também censurar a imprensa, senhor Direito?”.
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E sobre a declaração de que campanha não é tribunal, Reinaldo de Azevedo conclui dizendo: ”Qual é? Essa história de que o mensalão não está provado e de que ainda não há a sentença transitado em julgado é pura balela. Eleição não é tribunal. O programa de Alckmin não estava dizendo “O fulano A é um mensaleiro”. Referia-se à existência do mensalão. Quando menos, então, ela seria uma questão de opinião; sendo assim, o que a Justiça tem com isso? Ela vai legislar agora também sobre opiniões? Quando menos, o mensalão se tornou uma realidade política; tornou-se o nome de um escândalo, de um conjunto de práticas condenáveis. Ora, as privatizações, que não são, em si, práticas criminosas (o PT disse que houve crime; eu digo que é mentira: cada um na sua), são vendidas como crimes pelos petistas e pelo PSOL. Quer dizer que os tucanos devem recorrer à Justiça para tirar do ar tal menção? Se os petistas acusarem esta ou aquela personalidades, não tendo provas, vá lá. Mas seria legítimo proibir que se pronunciasse na TV a palavra “privatização”? Estamos nos esquecendo do que é liberdade de crítica.”
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Porém, para o douto saber do ministro, não se pode falar a verdade para o eleitor em campanha, basta ver que este mesmo TSE proibiu até de se publicar na imprensa pesquisas eleitorais, a mando do senador Sarney, pesquisas protocoladas no próprio TSE, porque estas não lhe era favoráveis!(?) E não contente, mandou que se retirasse do ar blogs, posts com comentários e tudo o mais que mencionasse Sarney, numa verdadeira agressão ao direito de informação. Só que a justiça verdadeira acaba sempre prevalecendo, apesar das “sábias” decisões dos tribunais: Sarney está atrás para sua reeleição, e daqui, particularmente, torço para que este maribondo e filhote partido na ditadura militar, encontre o rumo de casa e não volte mais ao parlamento brasileiro. De lama o local já está cheio. Mais um a infestá-lo, apodrece.
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Já não bastasse o Executivo enxovalhado a mais não poder por patrocinar tanta corrupção, um legislativo transformado em balcão de negócios pestilentos e espúrios, que roubam, sob as bênçãos do Executivo, o investimento em educação, saúde, segurança, estradas e até da merenda escolar, agora alia-se ao bando para os abençoar a Justiça eleitoral para impedir a legítima divulgação da verdade, direito inalienável do eleitor, e depois, com a maior cara de pau, tem a coragem de mandar imprimir milhares (ou milhões) de cartilhas para ensinar o eleitor a votar. Com a decisão esquerda do Sr. Direito, é de se perguntar: precisará o eleitor imprimir cartilhas para ensinar a Justiça Eleitoral a julgar ?