sábado, outubro 14, 2006

Não, não são aloprados: são criminosos!

COMENTANDO A NOTICIA vem noticiando desde o início da campanha eleitoral para a Presidência da República, as ações espúrias com que Lula e o PT sistematicamente têm adotado para consumarem dois claros objetivos: um, para se vender a falsa idéia de que o governo Lula é melhor do que os que o antecederam, principalmente o de FHC, por quem Lula nutre uma inveja sem limites e sem escrúpulos. Com tal estratégia, Lula seria o "salvador" da pátria. O que, na verdade, seria uma aberração.
.
O segundo objetivo da tática lulista-petista é a de primeiro pintar seus adversários como irmãos do demônio e depois constrangê-los o mais que puderem para afastar sobre si toda e qualquer tentativa de oposição. A compra e montagem de dossiês se incluem como rotinas do PT em todas as campanhas eleitorais de que participa. A mentira, a falsidade são marcas próprias de um partido feito de guerrilheiros com ódio mortal à liberdade e à democracia.
.
Em vários artigos, leituras e notícias, temos demonstrado o quão isto tudo é verdadeiro: o PT em tempo integral, e por todas as suas lideranças, age nos escaninhos da guerrilha, do crime, da mentira. Não se trata mais de um partido político, e sim de uma legítima organização criminosa.
.
Neste segundo turno, a campanha petista não foge ao figurino. Desde Lula, o comandante e chefe da máfia petista, tem nos "brindado" diariamente com suas táticas imorais. O simples fato de serem obrigados a concorrerem num segundo turno, tornou sua ação inescrupulosa ainda mais incisiva, nefasta e eloqüente. Seu exército de meliantes, Dilma Rousseff, Tarso Genro, Luiz Marinho, JHosé Dirceu (este agindo como guerrilheiro oculto e não menos criminoso), Marta Suplicy, Marco Aurélio Garcia, Ricardo Berzoini, Ciro Gomes (apesar de estar em outro partido, mas devidamente alinhado na tática), Jacques Wagner, o protetor dos criminosos Márcio Tomaz Bastos sendo muito mais criminalista do que Ministro da Justiça, Olivio Dutra, e todo o comitê de campanha, só fazem nestes dias a apologia da mentira, das falsas acertivas, plantação ilegítima de hipocresias e inverdades. Ora para enfatisar feitos de um governo corrupto, ora para constranger e desmoralizar o candidato do PSDB.
.
Na edição da Revista Veja que chega às bancas neste final de semana, há uma reportagem sob o título O TERRORISMO DO PT, que demonstra que a tática do PT não é discutir o Brasil e quais programas ou ações melhorarão a vida do brasileiro. Para o PT e para Lula o importante é adonar-se do poder. Não lhes importam nem os meios nem a que preço. Lula em seu programa de Tevê aumentou a mentira em doses elefantínas: canta loas para um país que não é o Brasil real, nem tampouco seus feitos podem ser demonstrados. Para a propaganda falsa não há limites. O importante é privatizar o país: o dono ? PT, o partido dos trambiqueiros, dos imorais, dos delinquentes, dos cretinos e dos criminosos. Lula está levando às últimas consequências sua desfaçatez. Esperamos que os brasileiros no dia 29 de outubro digam NÃO ao petismo, isto é, digam NÃO à mentira, digam NÃO à palhaçada, digam NÃO à cretinice, digam NÃO à safadeza, digam NÃO à promiscuidade. Chega de salafrários, portanto, chega de Lula e seus miquinhos criminosos e delinquentes. Lugar de bandido é na cadeia: portanto, Catanduvas para Lula e sua quadrilha!
.
***************
O terrorismo do PT

Reportagem Revista Veja

A campanha de Lula adota a tática de usar boatos
para prejudicar o adversário

Dida Sampaio/AE
O bin laden Marco Aurélio Garcia: missão de espalhar o terror

.

Inventar uma mentira sobre o adversário, e divulgá-la à exaustão numa campanha eleitoral, é um velho truque sujo do qual o próprio presidente Lula já foi vítima. Em 1989, o então candidato à Presidência pelo PRN, Fernando Collor, espalhou o boato de que Lula, se eleito, confiscaria a poupança dos brasileiros. Em 1994, a campanha de Fernando Henrique Cardoso divulgou o "receio" de que o petista acabaria com o Plano Real. Agora Lula está vendo seus partidários adotar o mesmo método e até se engajou nele. No último dia 6, em um comício na Bahia, o presidente declarou que seu adversário nas eleições, Geraldo Alckmin, pretendia privatizar a Petrobras, os Correios, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. Mesmo tendo sido desmentido pelo tucano, o candidato do PT e sua equipe continuaram a alardear a falsa informação, numa operação de terrorismo eleitoral que já havia incluído a difusão de outras mentiras: a de que o tucano extinguiria o Bolsa Família, acabaria com a Zona Franca de Manaus e demitiria funcionários públicos. "É a mesma estratégia utilizada por Goebbels, o ministro da propaganda de Hitler: você repete uma mentira muitas vezes para tentar transformá-la em verdade", afirma Alberto Goldman (PSDB), vice-governador eleito de São Paulo.

A nova tática eleitoral do PT tem militantes como o marqueteiro João Santana, a ex-prefeita Marta Suplicy e o ex-ministro e deputado federal eleito pelo PSB Ciro Gomes. Na linha de frente da operação está Marco Aurélio Garcia, coordenador-geral da campanha. Na semana passada, Garcia aproveitou-se de uma declaração do economista Yoshiaki Nakano, segundo a qual o governo faria um bem ao país se efetuasse um corte de 60 bilhões de reais no Orçamento, para divulgar uma nota dizendo que "Alckmin quer levar o país à recessão e o governo federal à inoperância". Não adiantou o fato de Nakano, um dos coordenadores do programa econômico de Alckmin, ter sido desautorizado pelo candidato – a central de boatos do PT cuidou de reverberar a mentira.

A tática é antiga, como lembra o historiador Marco Antonio Villa. Em 1945, adversários do brigadeiro Eduardo Gomes divulgaram que o então candidato à Presidência pela UDN havia dito em um discurso que não precisava do "voto dos marmiteiros", como eram conhecidos os operários. A notícia era falsa, mas abalou a candidatura de Gomes, que perdeu a Presidência para Eurico Gaspar Dutra. Na semana passada, o PT decidiu refinar a estratégia: colocou em seu site de campanha – para logo em seguida retirar – uma nota que dizia: "Alguém poderia perguntar se ele (Alckmin) sabia que sua filha era funcionária de uma empresa acusada de contrabando, a Daslu, ou se tinha conhecimento de que sua esposa ganhou de presente 400 vestidinhos chiques". Em seguida, membros do governo "plantaram" nos jornais a notícia de que fora Lula em pessoa quem, "indignado" com a divulgação do texto, teria ordenado sua retirada do ar. Com isso, o PT conseguiu trazer à tona episódios embaraçosos para Alckmin e, ao mesmo tempo, lustrar a imagem do presidente – apresentado como candidato "preocupado com o vale-tudo" das eleições. Mas o maior objetivo dos bin ladens petistas com a última operação é pressionar os tucanos para que não toquem no que é um dos mais sensíveis assuntos do governo Lula: os negócios bem-sucedidos de Lulinha – como é conhecido Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente e sócio de uma empresa de games que recebeu 15 milhões de reais da Telemar.