terça-feira, março 04, 2008

Até quando se vai silenciar sobre a Internacional do Terror na América Latina? Leiam o que dizia o terrorista pançudo

Blog Reinaldo Azevedo

Como noticiei no começo desta madrugada, o governo colombiano tem evidências de que a corja bolivariana de Rafael Correa, presidente do Equador, negocia com as Farc. Sim, o continente continuará a ignorar o óbvio e o que está aos olhos de toda gente: os movimentos de esquerda da América Latina — no caso da Colômbia, misturados ao narcoterrorismo — têm uma central para definir suas estratégias: o Foro de São Paulo.

As esquerdas, como sempre, conseguiram submeter a verdade ao ridículo, transformando-a numa espécie de delírio conspiratório. “Ah, quem fala do Foro no Brasil?” E logo respondem: “Ah, o Olavo de Carvalho, o Reinaldo, esses malucos”.É mesmo? Lula já discursou no Foro e saudou os governos alinhados com seus princípios. O vídeo feito para o 3º Congresso do PT no ano passado mostra os países caindo sob o domínio do foro, uma espécie de Teoria do Dominó. Em 2003, o narcoterrorista morto pelas forças democráticas da Colômbia concedeu uma entrevista a Fabiano Maisonnave, da Folha. Leia trecho. Volto depois:

(...)Folha - Vocês têm buscado contato com o governo Lula?

Reyes - Estamos tentando estabelecer -ou restabelecer- as mesmas relações que tínhamos antes, quando ele era apenas o candidato do PT à Presidência.

Folha - O sr. conheceu Lula?

Reyes - Sim, não me recordo exatamente em que ano, foi em San Salvador, em um dos Foros de São Paulo.

Folha - Houve uma conversa?

Reyes - Sim, ficamos encarregados de presidir o encontro. Desde então, nos encontramos em locais diferentes e mantivemos contato até recentemente. Quando ele se tornou presidente, não pudemos mais falar com ele.

Folha - Qual foi a última vez que o sr. falou com ele?

Reyes - Não me lembro exatamente. Faz uns três anos.

Folha - Fora do governo, quais são os contatos das Farc no Brasil?

Reyes - As Farc têm contatos não apenas no Brasil com distintas forças políticas e governos, partidos e movimentos sociais. Na época do presidente [Fernando Henrique] Cardoso, tínhamos uma delegação no Brasil.

Folha - O sr. pode nomear as mais importantes?

Reyes - Bem, o PT, e, claro, dentro do PT há uma quantidade de forças; os sem-terra, os sem-teto, os estudantes, sindicalistas, intelectuais, sacerdotes, historiadores, jornalistas...

Folha - Quais intelectuais?

Reyes - [O sociólogo] Emir Sader, frei Betto [assessor especial de Lula] e muitos outros.
(...)

Folha - Qual é a relação entre as Farc e os traficantes que compram droga dos camponeses?

Reyes - As Farc cobram imposto desses comerciantes, que compram dos camponeses. Não apenas dos que vendem coca, mas também dos que produzem grandes quantidades de soja, arroz, milho. Não se cobra dos camponeses, mas dos comerciantes.
(...)

Íntegra da entrevista aqui

Voltei
Como? Não me digam que os humanistas Frei Betto e Emir Sader eram amigos da canalha terrorista!!! Estou tão surpreso! O dito “religioso” não quer apenas o bem da humanidade segundo os princípios cristãos? O que ele faz falando com gente que seqüestra, tortura e mata? E os Emirados Sáderes? O nascoterror virou um atalho para o socialismo?

Chegou a hora de expor às claras essa coordenação continental entre as esquerdas da América Latina, que, vejam só!, podem ir do mercadismo, como a brasileira, ao terrorismo, como as Farc. Um mesmo ente as reúne. É por isso que o presidente Álvaro Uribe, que preside o país que é a verdadeira vítima desse processo, está sendo levado a se explicar. Por quê? Será porque caçou um terrorista que passava seus dias, a exemplo de seus companheiros, planejando seqüestros e assassinatos?

Vejam a posição do Itamaraty: é, para dizer pouco, pusilânime. E, por pusilânime, é, então, favorável ao terror. O governo brasileiro não disse, até agora, o óbvio: as Farc são um grupo terrorista. E não disse, entre outras razões, porque o partido do presidente divide com a organização a mesa do Foro de São Paulo. Mais do que isso: Lula é o pai da criança, junto com Fidel Castro. A mãe é a impostura esquerdopata.