Adelson Elias Vasconcellos
A grandeza política de um chefe da nação é saber administrar os seus contrários. Agredi-los verbalmente, com jocosidade ou não, faz deste pseudo chefe, um personagem pequeno, vulgar, sem espírito público. Sempre se deve buscar, em qualquer circunstância, a união e o entendimento. Mesmo que a crítica permaneça, é obrigação de qualquer mandatário expor suas razões, prestar contas de seus atos, justificar suas decisões com argumentos que demonstrem que, por detrás muitas vezes de medidas impopulares, se buscou o bem estar coletivo, o atendimento maior do interesse público.
Não é preciso grandes pesquisas para se concluir que Lula não encarna este perfil. Até pelo contrário: a história registra, em toda a sua biografia como político de oposição, que nos momentos mais agudos em que o país precisava muito mais de entendimento do que de divisão, não teve em Lula este político com a grandeza necessária para se dispor ajudar o país. Podemos, dentre tantos, citar ao menos destes momentos: um, quando da elaboração da Constituição de 1988, ele que era constituinte, negou-se juntamente com seus colegas de partidos, assinarem nossa carta magna, símbolo maior da reconquista da nossa legitimidade como nação democrática e livre.
Um segundo momento foi logo após o impeachment de Fernando Collor, quando Itamar Franco, seu vice presidente, assumiu a Presidência e estendeu a mão a todos os partidos para a busca de um entendimento nacional, com o objetivo de tornar a transição de um momento tão difícil melhor em todos os aspectos. O que Lula fez? Simplesmente negou-se ao entendimento. Quero crer que este cidadão, hoje transformado em presidente, não tem moral para exigir um tratamento que ele próprio se negou em conceder.
Não pensem que o momento econômico de estabilidade econômica, confere ao Brasil status de uma nação civilizada. Até pelo contrário: estamos regredindo em pontos que podem desembocar em rupturas institucionais. Por onde quer que se lance o olhar, o país segue cada dia mais atolado no caos. Negar isto é não enxergar o óbvio, ou tentar mascarar a realidade por absoluta conveniência e cinismo.
Na questão do conflito que se abriu com a ordem do governo federal de desocupação de não índios da reserva Raposa do Sol é possível notar que a dose de “paciência” de alguns segmentos da sociedade começam a se esgotar. Em diferentes artigos,nossos e de vários outros jornalistas e especialistas, deixamos claro que o que esconde por detrás desta ação sórdida desencadeada pelo governo federal, está muito longe do que interesse público. Estão desalojando centenas de famílias, nascidas naquela região muito antes de sua demarcação, que ocupam menos de 1% do total da reserva, que agregaram valor econômico à terra por seu trabalho honesto, em nome de pretensos direitos de diferentes etnias indígenas, muitas das quais que nunca puseram seus pés naquela reserva. E os direitos de quem nasceu e sempre morou e trabalhou ali, muito antes da famigerada demarcação burra? Vamos jogar no lixo e deixar aquelas famílias ao Deus dará ? Que espécie de governo é este que permite, escandalosa e criminosamente que bandoleiros de todas as espécies, que vivem da generosidade do Estado, que não trabalham, que invadem propriedades públicas e privadas, destruindo patrimônio construído com o sacrifício e trabalho alheio, enquanto retira de seus lares centenas de famílias nascidas e criadas em terras que trabalharam a vida toda para delas tirarem seu sustento?
E vejam a que ponto chega a estupidez e a ignorância destas “ditas” autoridades: para evitar o conflito que punha em risco a vida de muitos, o STF concedeu liminar que suspendeu a operação de guerra montada pela Polícia Federal para a desocupação e trouxe para si a decisão sobre a demanda, uma vez que se sabe que está violentando os direitos de muitos. Há uma constituição a ser cumprida, e a demarcação em terras contínuas fere o direito de muitos que lá estavam além de colocar em risco a integridade do próprio país. E se atentarmos que a demarcação em terras contínuas da Raposa do Sol foi feita à revelia do acordo feito em 1998 e que também abriga áreas de fronteira, então se pode dar curso a medidas que atentam à segurança do país.
Pois bem: além de Lula vários foram os ministros de estado que simplesmente atacaram o STF por sua decisão, como se todos tivessem autoridade para invadir a área de outro poder para tentar desqualificar sua decisão que preservou direitos individuais e assegurou a integridade. Já disse aqui e repito: o comportamento do governo nesta questão é indicativo de que o governo está muito mais preocupado em atender os piratas internacionais que povoam as centenas de ONGs picaretas do que propriamente com os interesses do país. Tem alguém aí levando algum por fora? Temos o direito de ai menos suspeitar dado o açodamento com que o governo Lula quer entrega um latifúndio injustificável por sua localização e dimensão a um grupo tão reduzido de índios.
A grandeza política de um chefe da nação é saber administrar os seus contrários. Agredi-los verbalmente, com jocosidade ou não, faz deste pseudo chefe, um personagem pequeno, vulgar, sem espírito público. Sempre se deve buscar, em qualquer circunstância, a união e o entendimento. Mesmo que a crítica permaneça, é obrigação de qualquer mandatário expor suas razões, prestar contas de seus atos, justificar suas decisões com argumentos que demonstrem que, por detrás muitas vezes de medidas impopulares, se buscou o bem estar coletivo, o atendimento maior do interesse público.
Não é preciso grandes pesquisas para se concluir que Lula não encarna este perfil. Até pelo contrário: a história registra, em toda a sua biografia como político de oposição, que nos momentos mais agudos em que o país precisava muito mais de entendimento do que de divisão, não teve em Lula este político com a grandeza necessária para se dispor ajudar o país. Podemos, dentre tantos, citar ao menos destes momentos: um, quando da elaboração da Constituição de 1988, ele que era constituinte, negou-se juntamente com seus colegas de partidos, assinarem nossa carta magna, símbolo maior da reconquista da nossa legitimidade como nação democrática e livre.
Um segundo momento foi logo após o impeachment de Fernando Collor, quando Itamar Franco, seu vice presidente, assumiu a Presidência e estendeu a mão a todos os partidos para a busca de um entendimento nacional, com o objetivo de tornar a transição de um momento tão difícil melhor em todos os aspectos. O que Lula fez? Simplesmente negou-se ao entendimento. Quero crer que este cidadão, hoje transformado em presidente, não tem moral para exigir um tratamento que ele próprio se negou em conceder.
Não pensem que o momento econômico de estabilidade econômica, confere ao Brasil status de uma nação civilizada. Até pelo contrário: estamos regredindo em pontos que podem desembocar em rupturas institucionais. Por onde quer que se lance o olhar, o país segue cada dia mais atolado no caos. Negar isto é não enxergar o óbvio, ou tentar mascarar a realidade por absoluta conveniência e cinismo.
Na questão do conflito que se abriu com a ordem do governo federal de desocupação de não índios da reserva Raposa do Sol é possível notar que a dose de “paciência” de alguns segmentos da sociedade começam a se esgotar. Em diferentes artigos,nossos e de vários outros jornalistas e especialistas, deixamos claro que o que esconde por detrás desta ação sórdida desencadeada pelo governo federal, está muito longe do que interesse público. Estão desalojando centenas de famílias, nascidas naquela região muito antes de sua demarcação, que ocupam menos de 1% do total da reserva, que agregaram valor econômico à terra por seu trabalho honesto, em nome de pretensos direitos de diferentes etnias indígenas, muitas das quais que nunca puseram seus pés naquela reserva. E os direitos de quem nasceu e sempre morou e trabalhou ali, muito antes da famigerada demarcação burra? Vamos jogar no lixo e deixar aquelas famílias ao Deus dará ? Que espécie de governo é este que permite, escandalosa e criminosamente que bandoleiros de todas as espécies, que vivem da generosidade do Estado, que não trabalham, que invadem propriedades públicas e privadas, destruindo patrimônio construído com o sacrifício e trabalho alheio, enquanto retira de seus lares centenas de famílias nascidas e criadas em terras que trabalharam a vida toda para delas tirarem seu sustento?
E vejam a que ponto chega a estupidez e a ignorância destas “ditas” autoridades: para evitar o conflito que punha em risco a vida de muitos, o STF concedeu liminar que suspendeu a operação de guerra montada pela Polícia Federal para a desocupação e trouxe para si a decisão sobre a demanda, uma vez que se sabe que está violentando os direitos de muitos. Há uma constituição a ser cumprida, e a demarcação em terras contínuas fere o direito de muitos que lá estavam além de colocar em risco a integridade do próprio país. E se atentarmos que a demarcação em terras contínuas da Raposa do Sol foi feita à revelia do acordo feito em 1998 e que também abriga áreas de fronteira, então se pode dar curso a medidas que atentam à segurança do país.
Pois bem: além de Lula vários foram os ministros de estado que simplesmente atacaram o STF por sua decisão, como se todos tivessem autoridade para invadir a área de outro poder para tentar desqualificar sua decisão que preservou direitos individuais e assegurou a integridade. Já disse aqui e repito: o comportamento do governo nesta questão é indicativo de que o governo está muito mais preocupado em atender os piratas internacionais que povoam as centenas de ONGs picaretas do que propriamente com os interesses do país. Tem alguém aí levando algum por fora? Temos o direito de ai menos suspeitar dado o açodamento com que o governo Lula quer entrega um latifúndio injustificável por sua localização e dimensão a um grupo tão reduzido de índios.
Se considerarmos que Lula assinou em 2005, na ONU, um Tratado de Autodeterminação dos Povos Indígenas, veremos bem o perigo que representa a sociedade brasileira, especificamente o Poder Judiciário, consentir que se comete um ato de traição para com o país e seu povo.
Ao lado do Judiciário, parte do Legislativo, no caso os parlamentares do DEM, também as Forças Armadas se levantam para oferecer resistência que as medidas do governo Lula em relação à reserva se consumem. Melhor faria o governo se recuasse e tratasse de rever sua decisão para o bem de todos. Insistir em manter tudo como está é provocar um conflito interno no país de conseqüências imprevisíveis.
Nos posts seguintes, vamos apresentar a posição das Forças Armadas, especificamente Aeronáutica e Exército, bem como uma pequena amostra no que se transformaram nossos “indígenas” a partir da política desencadeada pelo governo Lula. Como já disse, precisamos desmistificar este romantismo que por muitos anos desenhamos em relação aos indígenas. Existe a parte rica, alimentada pela doação internacional de ONGS, e que se fartam com o contrabando de madeiras, metais raros e pedras preciosas, e que comandam órgãos como a FUNAI, onde nada é permitido que contrarie seus interesses nada honestos. E, de outro lado, espalhados pelo território brasileiro, existem inúmeras comunidades simplesmente abandonadas pelo Poder Público, onde a mortalidade infantil é o dobro da média nacional, e onde se morre de fome e sem nenhuma forma de assistência.
Estes sim podem alegar que não são respeitados em seus direitos. Não o povo indígena rico que vive há muito tempo da exploração clandestina e criminosa da riqueza de suas terras que são, antes de tudo, propriedades do povo brasileiro. Esta realidade fica visível em reportagem da Revista VEJA que chega às bancas neste final de semana.
Ninguém aqui está incitando que se pratique violência contra quem quer que seja. O que não se pode é consentir que se continue alimentando uma mistificação, um engodo, uma farsa descomunal em relação a muitos povos indígenas, já aculturados, que não se comportam como cidadãos brasileiros que são, que adotaram práticas de crimes previstos em lei, e que estão à espera apenas de que o Senado federal homologue o Tratado assassino assinado por Lula em 2005, para se apartarem do Brasil. O que não se pode é consentir que nossas fronteiras fiquem entregues à cobiça internacional.
Toda e qualquer justificativa que este desgoverno venha a apresentar em relação a demarcação estúpida que tem praticado de reservas indígenas são mentiras que servem apenas para encobrir o crime que se está alimentando de forma subterrânea contra a integridade do país. Nem Lula, nem seus ministros e tampouco tribo de índios de espécie tem esta autoridade.