Adelson Elias Vasconcellos
Não sei como terminará a história da Odebrecht e o ataque que lhe foi desferido pelo presidente do Equador, Rafael Correa, genérico do Chavez, mas de uma coisa podemos estar certos: não terá sido este o último chute no traseiro dado pelos “irmãos” latinos no Brasil. Podem anotar que virá mais “ação” amiga por aí.
Interessante notar que a nossa “diplomacia” acha tudo isso muito natural, quando na verdade estamos diante da mais desastrosa política externa tornada efeito em todos os tempos. Qualquer tiranete vagabundo deu prá se achar no direito de esbulhar, agredir e pisotear em cima do Brasil. Todos se unem para, verbalmente, agredirem os Estados Unidos e acusá-los de imperialistas. Mas, na hora em que precisam disputar e ganhar votos internamente, o alvo tem sido, invariavelmente, o Brasil. Somos a “geni” das Américas. E tudo tratado com muita “compreensão” pelo governo atual que, entende, nosso país precisa estender seus braços (e seu patrimônio) para os irmãos, que estão se lixando para nós.
Pouco a pouco, a relação só tende aumentar. Começou com os “beicinhos” da Argentina em relação às nossas exportações. Ao invés de tornarem suas empresas e produtos mais competitivos, colocaram restrições, umas após as outras, numa ação paradoxal de um país para com um parceiro de uma comunidade econômica, no caso, o MERCOSUL. Depois, vieram as expropriações do índio boliviano em relação à Petrobrás, e a quebra unilateral do contrato firmado entre os dois países. A saber: o gás boliviano só se tornou “riqueza econômica” a partir do interesse e dos elevados investimentos brasileiros.
Depois, claro, as agressões do Chávez ao nosso Congresso e à mídia brasileira.
Em seguida, o atual presidente paraguaio, ainda em campanha eleitoral, avisou que revisaria o contrato de Itaipu, também bancado exclusivamente com capitais brasileiros, além da compra obrigatória do excedente de energia não utilizado pelo Paraguai. Agora, o Equador resolveu jogar bosta na “geni” das Américas, em relação à Odebrecht e também à Petrobrás.
Claro que, quando todos estes índios se juntam para “dialogar” com nossos “diplomatas” e governante atual, o discurso é sempre de agredirem os Estados Unidos, e para tanto criaram a UNASUL, apesar da OEA existir e sempre ter cumprido com o seu papel.
Porém, basta receberem o aperto de mão, entre sorrisos e afagos, para, ao retornarem aos seus países, começarem a chutar o traseiro verde-amarelo. Tudo com o beneplácito e a complacência patética do senhor Luiz Inácio.
Isto já deixou, há muito tempo, de ser “política externa”, para se tornar numa ridícula “política subalterna”. Ah, é bom não esquecermos: todos são aliados e sócios do famoso Fórum de São Paulo, aquele “clubinho” fundado por Lula e Fidel Castro, para abrigar o que existe de pior e mais anacrônico pensamento de ação política, tipo “escolinha de tiranos”.
É por essa e outras que, apesar de seus 68% de aprovação, continuo ao lado da minoria. O que de fato me interessa é o bem estar do Brasil, e não apenas de seus governantes e seus currais.
Não sei como terminará a história da Odebrecht e o ataque que lhe foi desferido pelo presidente do Equador, Rafael Correa, genérico do Chavez, mas de uma coisa podemos estar certos: não terá sido este o último chute no traseiro dado pelos “irmãos” latinos no Brasil. Podem anotar que virá mais “ação” amiga por aí.
Interessante notar que a nossa “diplomacia” acha tudo isso muito natural, quando na verdade estamos diante da mais desastrosa política externa tornada efeito em todos os tempos. Qualquer tiranete vagabundo deu prá se achar no direito de esbulhar, agredir e pisotear em cima do Brasil. Todos se unem para, verbalmente, agredirem os Estados Unidos e acusá-los de imperialistas. Mas, na hora em que precisam disputar e ganhar votos internamente, o alvo tem sido, invariavelmente, o Brasil. Somos a “geni” das Américas. E tudo tratado com muita “compreensão” pelo governo atual que, entende, nosso país precisa estender seus braços (e seu patrimônio) para os irmãos, que estão se lixando para nós.
Pouco a pouco, a relação só tende aumentar. Começou com os “beicinhos” da Argentina em relação às nossas exportações. Ao invés de tornarem suas empresas e produtos mais competitivos, colocaram restrições, umas após as outras, numa ação paradoxal de um país para com um parceiro de uma comunidade econômica, no caso, o MERCOSUL. Depois, vieram as expropriações do índio boliviano em relação à Petrobrás, e a quebra unilateral do contrato firmado entre os dois países. A saber: o gás boliviano só se tornou “riqueza econômica” a partir do interesse e dos elevados investimentos brasileiros.
Depois, claro, as agressões do Chávez ao nosso Congresso e à mídia brasileira.
Em seguida, o atual presidente paraguaio, ainda em campanha eleitoral, avisou que revisaria o contrato de Itaipu, também bancado exclusivamente com capitais brasileiros, além da compra obrigatória do excedente de energia não utilizado pelo Paraguai. Agora, o Equador resolveu jogar bosta na “geni” das Américas, em relação à Odebrecht e também à Petrobrás.
Claro que, quando todos estes índios se juntam para “dialogar” com nossos “diplomatas” e governante atual, o discurso é sempre de agredirem os Estados Unidos, e para tanto criaram a UNASUL, apesar da OEA existir e sempre ter cumprido com o seu papel.
Porém, basta receberem o aperto de mão, entre sorrisos e afagos, para, ao retornarem aos seus países, começarem a chutar o traseiro verde-amarelo. Tudo com o beneplácito e a complacência patética do senhor Luiz Inácio.
Isto já deixou, há muito tempo, de ser “política externa”, para se tornar numa ridícula “política subalterna”. Ah, é bom não esquecermos: todos são aliados e sócios do famoso Fórum de São Paulo, aquele “clubinho” fundado por Lula e Fidel Castro, para abrigar o que existe de pior e mais anacrônico pensamento de ação política, tipo “escolinha de tiranos”.
É por essa e outras que, apesar de seus 68% de aprovação, continuo ao lado da minoria. O que de fato me interessa é o bem estar do Brasil, e não apenas de seus governantes e seus currais.