sábado, abril 28, 2012

Apesar de encolher a área plantada, o volume produção continua aumentando


Comentando a Notícia

Agricultura brasileira encolheu 5,6% em uma década, segundo FGV


Enquanto a atividade agropecuária reduzia sua área plantada, o volume de produção continuou aumentando. E, apesar disto, a mentira sobre a agropecuária desmatar o país, continua na cena seja em parte da imprensa, ou pelo ecoterrorismo, financiado por ONGs estrangeiras, que não se conformam com o sucesso desta atividade no Brasil.

Como contra fatos não há terrorismo que se imponha, seguem alguns números oficiais que demonstram que, ao contrário dos ambientalistas canalhas proclamam, nossa produção continuam com produção cada ano maior,  ao passo que a área tem diminuído.

Não, não culpem a agropecuária pelo desmatamento indiscriminado e feito sem critério nenhum.  Até por que, é de se perguntar como se pretende alimento 7 bilhões de seres humanos vivendo no planeta, sem que utilize a terra para plantar? Vamos alimentá-los com o que, com brisa, com vento, com pedra?  

Mais abaixo, logo após os números concretos e contra os quais ninguém pode se rebelar, por serem fato e não opinião,  apresentamos dois vídeos para que o leitor aprenda um pouco sobre a excelência da agropecuária brasileira que destroem a imunda e mentirosa campanha movida por pessoas, entidades e parte da imprensa incapazes de perceberem primeiro, a importância da atividade para o desenvolvimento e bem estar do povo brasileiro, e segundo, por inconfessadas razões de pura má fé,  se dispõe a atender interesses de produtores estrangeiros incomodados por perderem mercado para uma agricultura moderna e autossustentável.
Reparem nestes números: a agropecuária brasileira, em matéria de área total dos estabelecimentos, encolheu 5,6% em todas as regiões, com base na comparação dos censos de 1995/1996 e 2006.

A principal queda foi no Sudeste, que apresentou uma redução de 14,3%, um percentual considerado surpreendente, já que na região estão importantes estados produtores.

A pesquisa foi feita por Mauro de Rezende Lopes, do IBRE da FGV, a partir da revisão feita pelo IBGE dos dados do mais recentes do Censo Agropecuário.

Os médios produtores foram os que apresentaram o maior encolhimento, com uma queda de 8,7%; já no caso dos grandes, o encolhimento foi de 7,5%.

Em seu trabalho, o economista não registra aumento na área total dos estabelecimentos dos pequenos produtores, o que o leva a por em dúvida sobre a contribuição dos programas de reforma agrária. A região Norte foi a que cresceu mais rápido, com um aumento de áreas de lavouras de 95,3%; acima do Centro Oeste, que ficou com 78,9%.

De acordo com a pesquisa, há 10,7 milhões de hectares de terras degradadas que podem ser utilizadas sem se desmatar a Amazônia. O trabalho mostra também um encolhimento de 26,2% da pecuária bovina.
Outra conclusão foi a de que as classes A/B respondem pela grande maioria da produção agropecuária.

As classes A/B produzem 57,5% do feijão; 81,5%do arroz; 74,6% do milho; 80,1% do trigo; 66,5% da mandioca; e 83,9% da batata.

As classes D/E produzem 19,6% do feijão; 6,3%do arroz; 9,6% do milho; 4,8 do trigo; 14,7% da mandioca; e 5,4% da batata.

As classes A/B produzem 57,5% do feijão; 81,5%do arroz; 74,6% do milho; 80,1% do trigo; 66,5% da mandioca; e 83,9% da batata.

UM PLANETA FAMINTO E A AGRICULTURA BRASILEIRA