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Paralisação continuou a despeito de acordo assinado com o governo ontem; custo fiscal de promessas feitas aos caminhoneiros já é de R$ 13,4 bilhões e pode chegar a R$ 26,9 bilhões
Apesar de acordo assinado na noite de ontem entre governo e representante dos caminhoneiros pela suspensão da greve por 15 dias, os protestos seguem em 25 Estados do País.
Com isso, o presidente Michel Temer, que chamou manifestantes de 'minoria radical', anunciou medidas de segurança, incluindo o uso de forças federais para desobstruir as estradas.
Além disso, a Polícia Federal investiga se estaria havendo locaute, ou seja, se empresários estão incentivando greve para obtenção de benefícios. O ministro da Segurança, Raul Jungmann, admitiu a possibilidade.
Problemas de desabastecimento de combustíveis, mercadorias e medicamentos prosseguem pelo País. O acesso ao porto de Santos continua bloqueado e, sem reserva de combustível em pelo menos dez aeroportos, voos são cancelados.
