COMENTANDO A NOTÍCIA
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Há pouco mais de um ano, o mundo vivia assustado, temendo por sua própria existência como espécie viva.. A pandemia grassava sem respeitar classes, sexo, cor, ideologia, religião. Fez milhões de vítimas, infectou muitos outros milhões, dentre os quais muitos ainda guardam sequelas e passam por longos processos de recuperação de suas habilidades e capacidades.
Neste final de 2021, parece que lentamente estamos vencendo esta tenebrosa fase da nossa existência. Hoje, apesar da nova cepa ser um perigo, estudos preliminares indicam que a ômicron causa menos danos e representa menos perigo à saúde humana, apesar de mais contagiosa. Se antes tínhamos um inimigo mortal a vencer sem defesas a não ser ficarmos escondidos, ou dentro de nossas casas ou atrás de máscaras, hoje já temos as vacinas e, pouco a pouco, a Ciência vai descobrindo novos remédios capazes de aumentar sensivelmente nossa imunidade, e tais “defesas” nos devolvem a esperança de retomarmos, no curto prazo, nossas vidas normais, e assim irmos em busca de novos desafios, realização de sonhos e projetis que ficaram travados com a pandemia.
Fruto deste momento difícil, as economias de todos os países derreteram resultando na perda de renda e emprego de milhões de pessoas. O flagelo da fome voltou a entrar nos lares e tornar aflitiva a vida principalmente dos mais pobres.
Neste Natal seremos capazes de novamente nos reunirmos, (até que enfim!), com nossos familiares e amigos e voltarmos a sentir a força e o calor dos abraços, e podermos saudar com alegria, com extrema alegria “eu ainda vivo, apesar da covid-19”. Mesmo com dificuldades, fomos capazes de resistir e superar.
Para esta retomada, é imperioso trazermos sempre na lembrança as lições que Jesus nos legou e com elas rever os caminhos escolhidos até aqui. refletir e tomar consciência de nossos muitos erros e que quase culminaram com o fim da jornada. E o estupendo disto é assistir a grande, a imensa solidariedade que estamos presenciando com as muitas pessoas estendendo a mão para dividirem o pouco que tem com aqueles que nada tem e que perderam tudo. Tais gestos tem um nome próprio: HUMANIDADE!
Assim, que neste NATAL nosso espírito de HUMANIDADE se fortaleça, se estenda o quanto puder para vivermos numa sociedade mais justa, mais fraterna, com maior alegria, felicidade e, sobretudo com menos conflitos, com menos ódios, zerar nossas indiferenças e egoísmos, afastar as carências e dificuldades. Vamos nos tornar a ponta de lança deste novo amanhã, porque quando praticamos o bem para com nossos semelhantes, acreditem, somos nós mesmos os colhedores do bem praticado.
BOAS FESTAS!
* A mensagem “NO HUMILDE PRESÉPIO” é narrada por MIRNA BRZICH,
foi extraída do CD “Natal – Tudo o que você queria saber”
** As músicas “O primeiro Natal” e “Jingle bells” foram orquestradas
e executadas por MARCUS VIANA