Em um daqueles famosos discursos de improviso, próprios do presidente Lula, ele patrocinou mais um desastrado rosário de sandices, gabolices, mentiras, e, como de hábito, simplesmente rasgou a História do Brasil, criando uma nova versão que além de não se sustentar nos fatos, somente ele acredita. O triste não é o presidente Lula ufanar-se ao Olimpo, é ele exemplificar que para ser presidente não precisa estudar e nem ler. Isto num país que urgentemente precisa educar mais de 60,0 milhões de cidadãos, é um convite à que cada aluno que esteja numa sala de aula, reúna seus cadernos e livros e volte para casa e vá brincar. Se o mãe ou pai repreendê-lo, ele já terá a resposta na ponta da língua: "O presidente Lula disse que não precisa." Feito o desastre, presidente, se já era difícil manter a garotada dentro da sala de aula, depois do seu discurso, tal qual poderosa arma de destruição em massa, o senhor atropelou e assassinou a cultura e a intelectualidade de toda uma geração. E se você, pai ou mãe, ainda assim conseguir convecer seu filho a voltar a estudar, leia para ele, todo dia, um pedaço de um livro de História do Brasil, para se ele ler ou ouvir por infelicidade um discurso do Presidente, e das asneiras malditas saltar uma em contradição com as que os livros narram, justifique-se com seu filho dizendo-lhe que o Presidente adora contar histórinhas de diversão.
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Lula diz que só CLT colocou Getúlio mais perto do povo do que ele
Da RedaçãoCom Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez campanha neste sábado no Rio Grande do Sul, e afirmou que um eventual segundo mandato seu será marcado pelo "desenvolvimento com geração de emprego e distribuição de renda".
Falando a simpatizantes em São Leopoldo, Lula disse que o seu governo já avançou muito nessa direção, mas poderá ir mais além nos próximos quatro anos. "Aqueles que achavam que nosso governo ia afundar o Brasil quebraram a cara", afirmou o presidente, durante comício no ginásio Bigornão.
Para Lula, seu governo tem "compromisso com todos, principalmente com aqueles que mais precisam. E governar bem é saber escolher prioridades e ter compromisso com o povo. Fora o momento em que Getúlio Vargas criou a CLT, garantindo os direitos dos trabalhadores, nunca um governo esteve tão próximo do povo".
As comparações de seu governo com os de Getúlio e de Juscelino Kubitschek têm sido constantes nos discursos de Lula.
O presidente também dedicou boa parte de seu discurso em São Leopoldo aos temas ligados à educação -- área em que o governo julga possúir bons números, capazes de bater os que foram obtidos pelos tucanos em oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso.Citando a criação do ProUni e de medidas como a implantação de dez universidades federais e de cursos de extensões no interior do país, além da reativação das escolas técnicas, Lula disse que "o (diploma) que eu não pude ter, eu quero que vocês tenham."
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Inicia, como sempre, aplicando para a distinta platéia que atentamente o ouvia, uma das muitas mentiras de palanque. Os empregos que se gaba tanto de havê-los criados, e que por diversas vezes disse ser de 4,2 milhões, são bem menos daqueles que evetivamente resultaram de ações do seu governo. Pelo menos 40% deste total são empregos originados de investimentos em novas plantas e ampliação das existentes iniciadas no governo do ex-Presidente Fernando Henrique, e que foram concluídos no inicio de governo do Lula, quando as vagas criadas foram preenchidas. Outro tanto, originaram-se das ações empreendidas em 2001/2002 pelo governo de FHC quando impulsionaram-se as exportações e ocorreu o grande salto do agronegócio. O governo Lula, neste sentido, nem precisou agir. Colheu os resultados de mão beijada e deles se adonou de forma ilícita. Os que sobraram foram empregos derivados de ações de governo, para preenchimento de lacunas que haviam ou por demissão voluntária, aposentadoria, exoneração ou ampliação das necessidades das áreas afeitas ao governo. Em outras palavras: aparelhamento do estado, numa promíscua mistura do público com o partidário. E por fim, as sucessivas comparações dele com Getúlio e Juscelino, tanto quanto são ridículas, também são obscenas.
Termina o presidente dizendo a seguinte pérola: "o (diploma) que eu não pude ter, eu quero que vocês tenham." Tenham para quê, presidente Lula ? Por certo não será para serem Presidentes do Brasil, já que o senhor disse que não precisava. Ou, quem sabe, depois do discurso em que o senhor criou novas versões para a história do Brasil e se comparou à Getúlio e Juscelino, a gente começa a concluir que, de fato, para ser presidente, seja preciso estudar sim, e muito, principalmente História do Brasil, para poupar a população Brasileira de ficar quatro anos tendo que suportar tanta tolice, besteiras e, principalmente, porque talvez com todas as crianças diplomadas, elas tenham consciência melhor, para no dia em que puderem votar, evitem do país eleger um presidente totalmente desqualificado e despreparado para o exercício da função.