Na entrevista que deu ao Jornal Nacional, o Presidente-candidato Lula acabou sendo beneficiado por um dos muitos escândalos que rechearam este governo. A leitura do relatório final da CPI dos sanguessugas, até pelo volume de envolvidos e indiciados, acabou por atrair muitas atenções e a imprensa precisou dividir-se entre a entrevista e o relatório da CPI. Pode parecer paradoxal ? Não, e veremos que ambos apesar serem correlatos colocam no eleitor algumas questões para pensar antes de definir o seu voto para presidente da república em outubro próximo.
Não fosse por isso, a leitura do relatório, e certamente, o desempenho desastroso de Lula teria repercutido com muito maior intensidade, primeiro por vermos um Lula represado em sua habitual arrogância, aquele seu ar de ser superior, colocado acima do bem e do mal, e para quem a sabedoria principia e se esgota nele mesmo.
E aqui quero destacar dois detalhes: de um lado, se o PCC e suas ondas de violência, acompanharam os momentos de subida de índices de Alckimin nas pesquisas eleitorais, no dia da entrevista ao JN, Lula também teve seu PCC. Não há como dissociar um fato de outro. Já disse inúmeras vezes que as diferentes formas de se desviar recursos do orçamento só se consumam entre duas, pelo menos uma das condições: um Executivo leniente, omisso, que não fiscaliza como deveria e aí a boiada passa toda linda, livre e faceira. Ou quando apesar da fiscalização, há conivência, íntima ligação entre os dois poderes para que os recursos do orçamento possam abastecer arcas desonestas, na ilícita mistura do público com o privado. De outro modo nada feito. Quem tem o dinheiro e a chave do cofre que o guarda é o executivo. Não seria por outra razão que o Ministério da Saúde está sob suspeita, nas administrações de Humberto Costa e de seu sucessor Saraiva Felipi. Interrogado, o chefão do esquema Vedoin isentou o ex-ministro José Serra, uma vez que os primeiros contratos apesar de terem sido assinados em 2001 e 2002, o que não significa que houvesse corrupção naquela época, como os petistas tentam incutir na opinião pública, em nada tinham de irregulares. O esquema só começa com a chegada do PT ao poder. É isto que está dito e é isto que as provas confirmam. O resto é papo furado.
Este escândalo ocupou por meses as atenções de toda a mídia. Dada a sua dimensão, mas principalmente, pela quantidade de envolvidos, num esquema sem precedentes na história do país.
Mesmo assim, as derrapadas de sua excelência não deixaram de ocupar o seu devido espaço. E estranho que numa delas, Lula mais uma vez se assumiu a paternidade de uma obra alheia, e para variar criação do ex-presidente Fernando Henrique. Trata-se da C.G.U. – Controladoria Geral da União, que FHC criou e implantou em 2 de abril de 2001, pela Medida Provisória n° 2.143-3. Aliás, esta fixação, verdadeira obsessão, de Lula em relação à Fernando Henrique já está ficando muito estranha...
Outra homérica derrapada foram as fronteiras do Brasil. “Eu penso que nós precisamos conversar esse assunto com a maior seriedade. Em primeiro lugar, o Brasil tem praticamente 17 mil quilômetros de fronteira, não são 17 metros. São 17 milhões, 7,760 milhões de costa marítima e quase 9 milhões de fronteira seca. Se você tivesse um exército de 3 milhões de soldados, ou a Polícia Federal com 4 milhões, ainda assim você não controlaria toda a nossa fronteira".
Não bastasse ele rasgar a história do Brasil em seus patéticos discursos, acaba de redesenhar
nossa geografia. É, coisas de um presidente que não estudou e que não lê. Ou como diria o jornalista Reinaldo Azevedo em seu blog: “Claro! O diâmetro equatorial de todo o planeta é de 12,756 mil km, mas só o Brasil tem 17 milhões de fronteira. Eta gigante adormecido!!! Impávido colosso!!! E ele ainda trata fronteira seca como o oposto de fronteira marítima. Uma pequena confusão? Ligeira. Sobretudo quando ele nos cobra tratar “deste assunto com a maior seriedade”.
Aliás, confusão é coisa que não falta na fala presidencial. E é ainda Reinaldo Azevedo que o define bem em seus comentários sobre a entrevista que logo em seguida sua excelência concedeu à Globo News:
“A coleção de asneiras foi mais modesta, mas estava lá:
- a ética no seu governo “é total e absoluta”;
- algumas pessoas no PT erraram, mas não o PT;
- quando o PT errou, ele se sentiu como Pelé quando soube que seu filho estava envolvido com drogas;
- “quando você é oposição, pode tudo; quando é governo, tem de usar medida provisória”;- negou que a conjuntura externa seja responsável pelo desempenho razoável da economia;
- disse que sua política econômica é absolutamente diferente da de FHC;
E voltou a fazer confusão com o número de empregos criados, afirmando que são 103 mil por mês no seu governo contra 8 mil no de FHC. Conversa. Ele usa números do Caged, que não servem como indicador de emprego e desemprego. Ademais, houve uma mudança de metodologia que infla os índices atuais. Hora de o jornalismo se inteirar sobre essa questão para contraditá-lo e impedi-lo de “faltar com a verdade”. O seu patético momento veio quando Mônica fez uma pergunta na qual ele até poderia pegar carona. Lembrou que ele houvera afirmado haver 300 picaretas no Congresso. Com o escândalo que está aí, diria o mesmo? E aí veio um Lula em estado puro, curtido em 25 anos nos barris de carvalho do PT: “Você não pode querer que um presidente fale a mesma coisa que ele falou há 13 anos em Ron-dô-nia. Eu estava em Ron-dô-nia”. A ênfase parecia implicar que o que se fala em Rondônia não conta. É fato que o Estado vive um mau momento. Mas ainda é Brasil — e como! Com efeito, 13 anos é muito tempo para cobrar uma palavra de Lula. Pensando bem, eu não lhe concedo um miserável minuto de coerência. (Leia mais aqui).
E, ainda, na mesma entrevista ao Jornal Nacional, Lula cometeu alguns erros e patrocinou mentiras, que para qualquer brasileiro ou brasileira medianamente bem informado, não passaram desapercebidos. Assim, a questão das contas pagas pelo Okamoto, as demissões dos ex-ministros Palocci e José Dirceu, além de citar, num ato falho “...o Brasil cresce o emprego, cresce a economia, crescem as exportações e importações, a única coisa que cai é o salário, digo, é a inflação e os juros que estão caindo.” (grifo nosso).
Se alguém lembra do Lula na oposição, soou estranho quando ele afirmou “Primeiro você deve estar falando de outra pessoa. Eu nunca pedi para que alguém fosse condenado antes de se provar a sua culpa.” Niguém se esqueceu do que vocês fizeram, a relação é imensa.
Mas de tudo o que Lula distorceu, mentiu e derrapou a máxima foi quando afirmou “...O órgão
independente onde o procurador-geral foi escolhido por mim sem que eu sequer o conhecesse. Uma demonstração de que o combate à ética significa você permitir que as instituições façam as investigações que possam e precisam fazer...” (o grifo é nosso). Está aí uma coisa com a qual eu concordo em gênero, número e grau com o presidente Lula. Realmente, nunca na história deste país, a ética foi tão combatida, pisoteada, jogada na lama como neste governo. Numa incrível média de 5 escândalos por mês, conforme comentamos no artigo anterior, seria impossível não concordar com a afirmação de Lula.
Claro que a imprensa isenta, mas com opinião crítica acentuada, chamou a atenção para todos estes pontos. Mas, quando se pensava que o assunto se daria por encerrado, o deputado cassado José Dirceu resolveu trombetear, dentro do melhor gênero “bateu, levou”. Em seu blog , Dirceu resolveu sair em defesa do companheiro presidente, vejam: “...William Bonner e Fátima Bernardes, na verdade a Rede Globo e o Jornal Nacional, podiam ter nos poupado do vexame de chamar o presidente da República de "candidato". Além de um desrespeito à instituição republicana e simples má educação, Lula é presidente, a Constituição permite que se candidate à reeleição e permaneça no cargo. Logo, é nosso chefe de Estado e de governo. Parece que a Rede Globo está querendo provar que é independente, de quem?” (grifo nosso)
Vamos tentar entender a arremetida furiosa do Dirceu: quando o Jornal Nacional, com os mesmos entrevistadores, fez uma entrevista dentro quase do mesmo tom com Geraldo Alckimin, até digo que bem mais agressiva, o que José Dirceu publicou no blog ? Ele mancheteou com um “Alckmin foi nocauteado e ficou sem respostas no JN”. E no texto, tratou de criticar as respostas, analisar o comportamento do tucano e tentar desmoraliza-lo. Em nenhum momento José Dirceu se dignou em criticar a postura contundente de Bonner e Fátima Bernardes. Já com Lula não pode ? Ué, em primeiro lugar, sr. Dirceu, não houve desrespeito ao fato de chama-lo de “candidato”, porque na verdade era essa a figura que ele vestia na entrevista, a de “candidato”. Ele próprio, em várias ocasiões, disse que não sabia quando era um e quando era outro. Em segundo lugar, as regras eram para candidatos, se ele quisesse não ser assim tratado, e em igualdades de condições com os demais candidatos, que não comparecesse. E acrescente-se que a Globo ainda lhe fez um reverência especial, deslocando seus entrevistadores para o Palácio da Alvorada. Que mais queria senhor José Dirceu, agrados, puxação de saco, bajulação, ora, faça-nos o favor ! Vá comer lingüiça na porta da igreja !
Não fosse por isso, a leitura do relatório, e certamente, o desempenho desastroso de Lula teria repercutido com muito maior intensidade, primeiro por vermos um Lula represado em sua habitual arrogância, aquele seu ar de ser superior, colocado acima do bem e do mal, e para quem a sabedoria principia e se esgota nele mesmo.
E aqui quero destacar dois detalhes: de um lado, se o PCC e suas ondas de violência, acompanharam os momentos de subida de índices de Alckimin nas pesquisas eleitorais, no dia da entrevista ao JN, Lula também teve seu PCC. Não há como dissociar um fato de outro. Já disse inúmeras vezes que as diferentes formas de se desviar recursos do orçamento só se consumam entre duas, pelo menos uma das condições: um Executivo leniente, omisso, que não fiscaliza como deveria e aí a boiada passa toda linda, livre e faceira. Ou quando apesar da fiscalização, há conivência, íntima ligação entre os dois poderes para que os recursos do orçamento possam abastecer arcas desonestas, na ilícita mistura do público com o privado. De outro modo nada feito. Quem tem o dinheiro e a chave do cofre que o guarda é o executivo. Não seria por outra razão que o Ministério da Saúde está sob suspeita, nas administrações de Humberto Costa e de seu sucessor Saraiva Felipi. Interrogado, o chefão do esquema Vedoin isentou o ex-ministro José Serra, uma vez que os primeiros contratos apesar de terem sido assinados em 2001 e 2002, o que não significa que houvesse corrupção naquela época, como os petistas tentam incutir na opinião pública, em nada tinham de irregulares. O esquema só começa com a chegada do PT ao poder. É isto que está dito e é isto que as provas confirmam. O resto é papo furado.Este escândalo ocupou por meses as atenções de toda a mídia. Dada a sua dimensão, mas principalmente, pela quantidade de envolvidos, num esquema sem precedentes na história do país.
Mesmo assim, as derrapadas de sua excelência não deixaram de ocupar o seu devido espaço. E estranho que numa delas, Lula mais uma vez se assumiu a paternidade de uma obra alheia, e para variar criação do ex-presidente Fernando Henrique. Trata-se da C.G.U. – Controladoria Geral da União, que FHC criou e implantou em 2 de abril de 2001, pela Medida Provisória n° 2.143-3. Aliás, esta fixação, verdadeira obsessão, de Lula em relação à Fernando Henrique já está ficando muito estranha...
Outra homérica derrapada foram as fronteiras do Brasil. “Eu penso que nós precisamos conversar esse assunto com a maior seriedade. Em primeiro lugar, o Brasil tem praticamente 17 mil quilômetros de fronteira, não são 17 metros. São 17 milhões, 7,760 milhões de costa marítima e quase 9 milhões de fronteira seca. Se você tivesse um exército de 3 milhões de soldados, ou a Polícia Federal com 4 milhões, ainda assim você não controlaria toda a nossa fronteira".
Não bastasse ele rasgar a história do Brasil em seus patéticos discursos, acaba de redesenhar
nossa geografia. É, coisas de um presidente que não estudou e que não lê. Ou como diria o jornalista Reinaldo Azevedo em seu blog: “Claro! O diâmetro equatorial de todo o planeta é de 12,756 mil km, mas só o Brasil tem 17 milhões de fronteira. Eta gigante adormecido!!! Impávido colosso!!! E ele ainda trata fronteira seca como o oposto de fronteira marítima. Uma pequena confusão? Ligeira. Sobretudo quando ele nos cobra tratar “deste assunto com a maior seriedade”.Aliás, confusão é coisa que não falta na fala presidencial. E é ainda Reinaldo Azevedo que o define bem em seus comentários sobre a entrevista que logo em seguida sua excelência concedeu à Globo News:
“A coleção de asneiras foi mais modesta, mas estava lá:
- a ética no seu governo “é total e absoluta”;
- algumas pessoas no PT erraram, mas não o PT;
- quando o PT errou, ele se sentiu como Pelé quando soube que seu filho estava envolvido com drogas;
- “quando você é oposição, pode tudo; quando é governo, tem de usar medida provisória”;- negou que a conjuntura externa seja responsável pelo desempenho razoável da economia;
- disse que sua política econômica é absolutamente diferente da de FHC;
E voltou a fazer confusão com o número de empregos criados, afirmando que são 103 mil por mês no seu governo contra 8 mil no de FHC. Conversa. Ele usa números do Caged, que não servem como indicador de emprego e desemprego. Ademais, houve uma mudança de metodologia que infla os índices atuais. Hora de o jornalismo se inteirar sobre essa questão para contraditá-lo e impedi-lo de “faltar com a verdade”. O seu patético momento veio quando Mônica fez uma pergunta na qual ele até poderia pegar carona. Lembrou que ele houvera afirmado haver 300 picaretas no Congresso. Com o escândalo que está aí, diria o mesmo? E aí veio um Lula em estado puro, curtido em 25 anos nos barris de carvalho do PT: “Você não pode querer que um presidente fale a mesma coisa que ele falou há 13 anos em Ron-dô-nia. Eu estava em Ron-dô-nia”. A ênfase parecia implicar que o que se fala em Rondônia não conta. É fato que o Estado vive um mau momento. Mas ainda é Brasil — e como! Com efeito, 13 anos é muito tempo para cobrar uma palavra de Lula. Pensando bem, eu não lhe concedo um miserável minuto de coerência. (Leia mais aqui).
E, ainda, na mesma entrevista ao Jornal Nacional, Lula cometeu alguns erros e patrocinou mentiras, que para qualquer brasileiro ou brasileira medianamente bem informado, não passaram desapercebidos. Assim, a questão das contas pagas pelo Okamoto, as demissões dos ex-ministros Palocci e José Dirceu, além de citar, num ato falho “...o Brasil cresce o emprego, cresce a economia, crescem as exportações e importações, a única coisa que cai é o salário, digo, é a inflação e os juros que estão caindo.” (grifo nosso).
Se alguém lembra do Lula na oposição, soou estranho quando ele afirmou “Primeiro você deve estar falando de outra pessoa. Eu nunca pedi para que alguém fosse condenado antes de se provar a sua culpa.” Niguém se esqueceu do que vocês fizeram, a relação é imensa.
Mas de tudo o que Lula distorceu, mentiu e derrapou a máxima foi quando afirmou “...O órgão
independente onde o procurador-geral foi escolhido por mim sem que eu sequer o conhecesse. Uma demonstração de que o combate à ética significa você permitir que as instituições façam as investigações que possam e precisam fazer...” (o grifo é nosso). Está aí uma coisa com a qual eu concordo em gênero, número e grau com o presidente Lula. Realmente, nunca na história deste país, a ética foi tão combatida, pisoteada, jogada na lama como neste governo. Numa incrível média de 5 escândalos por mês, conforme comentamos no artigo anterior, seria impossível não concordar com a afirmação de Lula.Claro que a imprensa isenta, mas com opinião crítica acentuada, chamou a atenção para todos estes pontos. Mas, quando se pensava que o assunto se daria por encerrado, o deputado cassado José Dirceu resolveu trombetear, dentro do melhor gênero “bateu, levou”. Em seu blog , Dirceu resolveu sair em defesa do companheiro presidente, vejam: “...William Bonner e Fátima Bernardes, na verdade a Rede Globo e o Jornal Nacional, podiam ter nos poupado do vexame de chamar o presidente da República de "candidato". Além de um desrespeito à instituição republicana e simples má educação, Lula é presidente, a Constituição permite que se candidate à reeleição e permaneça no cargo. Logo, é nosso chefe de Estado e de governo. Parece que a Rede Globo está querendo provar que é independente, de quem?” (grifo nosso)
Vamos tentar entender a arremetida furiosa do Dirceu: quando o Jornal Nacional, com os mesmos entrevistadores, fez uma entrevista dentro quase do mesmo tom com Geraldo Alckimin, até digo que bem mais agressiva, o que José Dirceu publicou no blog ? Ele mancheteou com um “Alckmin foi nocauteado e ficou sem respostas no JN”. E no texto, tratou de criticar as respostas, analisar o comportamento do tucano e tentar desmoraliza-lo. Em nenhum momento José Dirceu se dignou em criticar a postura contundente de Bonner e Fátima Bernardes. Já com Lula não pode ? Ué, em primeiro lugar, sr. Dirceu, não houve desrespeito ao fato de chama-lo de “candidato”, porque na verdade era essa a figura que ele vestia na entrevista, a de “candidato”. Ele próprio, em várias ocasiões, disse que não sabia quando era um e quando era outro. Em segundo lugar, as regras eram para candidatos, se ele quisesse não ser assim tratado, e em igualdades de condições com os demais candidatos, que não comparecesse. E acrescente-se que a Globo ainda lhe fez um reverência especial, deslocando seus entrevistadores para o Palácio da Alvorada. Que mais queria senhor José Dirceu, agrados, puxação de saco, bajulação, ora, faça-nos o favor ! Vá comer lingüiça na porta da igreja !
Além disso, senhor José Dirceu, em sua ameaça, ao insinuar que a Rede Globo não é independente, diga-nos com sua arrogância despropositada, amiguinho de ditardorzinho latino: é dependente de quem ou do que ? De uma futura ditadura ao modo petista de governar ? Aprenda, senhor Dirceu, que este país ainda é livre, a constituição não foi rasgada, apesar de ser o desejo do seu amigo presidente, com o propósito espúrio de perpetuar-se no poder. E nela, em momento algum se encontrará nada que não legitime a entrevista feita pela Globo. Até porque você mesmo disse em relação ao seu amiguinho presidente-candidato, em relação à sua atuação “A primeira imagem que ficou é de um presidente muito tenso. Trocou várias palavras, ética por corrupção, milhares por milhões e salário por inflação ...”
O mais estranho é que nem o comitê de campanha nem tampouco o Presidente reclamaram da entrevista, muito menos viram qualquer contundência no seu desenrolar. Aliás, em termos de prepotência todos sabem do José Dirceu é capaz, ainda sua truculência quando se sente contrariado.
O seu grande problema, senhor José Dirceu, que o seu discurso e de todo o seu partido, quando na oposição, foram muito mais duros, contundentes, não perdoando a reputação de quem quer que seja, fosse inocente ou não, tivesse sido ou não julgado. Sua crítica sempre foi ácida, agressiva, deseducada, intimidatória. Durante todo aquele tempo, nunca se viu do seu partido, nenhuma iniciativa para construir. Suas táticas de guerrilhas, suas alianças criminosas, além das sempre suspeitas administrações de prefeituras comandadas pelo PT, não lhe dá moral para atacar quem quer seja. O que este governo federal promoveu, esta é a verdade, foi lotear todos os ministérios, fundações, autarquias e estatais por uma quadrilha que praticou a corrupção com o propósito de desviar dinheiro público para o seu partido. E isto está no processo aberto pelo Procurador Geral da República. Seu partido tudo fez para abafar, amedrontar, barrar, atrapalhar, suspender, criar toda a sorte de impedimentos em todas as investigações. Nenhuma das grandes corrupções investigadas tem a impressão digital de alguém do PT, a não ser na condição de réu.
O Brasil não é Cuba, que seu amigo ditador matou, torturou, baniu, espancou aos milhares para manter-se no poder. Talvez por tanto andar em companhia do sanguinário Fidel, você esteja deixando se influenciar por ele, achando que pode adotar os mesmos métodos de tortura, censura e autoritarismo no Brasil. Assim você pensa, e mais rápido do que imagina, quebrará a cara. Porque o dia que o Brasil todo descobrir o que se esconde por detrás de suas ações de guerrilheiro, esteja certo, nem com vinte mil cirurgias plásticas serão suficientes para se esconder. Tenha respeito pelo democracia brasileira. E se você se acha tão sapiente quanto poderoso para em rompante prepotentes desafiar quem quer que seja, pelo menos responda-nos:
O Candidato-presidente Lula, disse que companheiros, assessores e ministros erraram sem seu conhecimento, e o que ele os afastou, muito embora se saiba que não foi bem assim. Porém, olhando-se para essência dos erros cometidos, e não, simplesmente, para as pessoas, verificamos que tudo foi feito unicamente para beneficiar o presidente Lula. Diga-nos, então, quem mais, além de Lula, se beneficiou de todos os erros cometidos pelo governo e pelo seu partido ?
O mais estranho é que nem o comitê de campanha nem tampouco o Presidente reclamaram da entrevista, muito menos viram qualquer contundência no seu desenrolar. Aliás, em termos de prepotência todos sabem do José Dirceu é capaz, ainda sua truculência quando se sente contrariado.
O seu grande problema, senhor José Dirceu, que o seu discurso e de todo o seu partido, quando na oposição, foram muito mais duros, contundentes, não perdoando a reputação de quem quer que seja, fosse inocente ou não, tivesse sido ou não julgado. Sua crítica sempre foi ácida, agressiva, deseducada, intimidatória. Durante todo aquele tempo, nunca se viu do seu partido, nenhuma iniciativa para construir. Suas táticas de guerrilhas, suas alianças criminosas, além das sempre suspeitas administrações de prefeituras comandadas pelo PT, não lhe dá moral para atacar quem quer seja. O que este governo federal promoveu, esta é a verdade, foi lotear todos os ministérios, fundações, autarquias e estatais por uma quadrilha que praticou a corrupção com o propósito de desviar dinheiro público para o seu partido. E isto está no processo aberto pelo Procurador Geral da República. Seu partido tudo fez para abafar, amedrontar, barrar, atrapalhar, suspender, criar toda a sorte de impedimentos em todas as investigações. Nenhuma das grandes corrupções investigadas tem a impressão digital de alguém do PT, a não ser na condição de réu.O Brasil não é Cuba, que seu amigo ditador matou, torturou, baniu, espancou aos milhares para manter-se no poder. Talvez por tanto andar em companhia do sanguinário Fidel, você esteja deixando se influenciar por ele, achando que pode adotar os mesmos métodos de tortura, censura e autoritarismo no Brasil. Assim você pensa, e mais rápido do que imagina, quebrará a cara. Porque o dia que o Brasil todo descobrir o que se esconde por detrás de suas ações de guerrilheiro, esteja certo, nem com vinte mil cirurgias plásticas serão suficientes para se esconder. Tenha respeito pelo democracia brasileira. E se você se acha tão sapiente quanto poderoso para em rompante prepotentes desafiar quem quer que seja, pelo menos responda-nos:
O Candidato-presidente Lula, disse que companheiros, assessores e ministros erraram sem seu conhecimento, e o que ele os afastou, muito embora se saiba que não foi bem assim. Porém, olhando-se para essência dos erros cometidos, e não, simplesmente, para as pessoas, verificamos que tudo foi feito unicamente para beneficiar o presidente Lula. Diga-nos, então, quem mais, além de Lula, se beneficiou de todos os erros cometidos pelo governo e pelo seu partido ?
E já que você adora direito de resposta e adora afirmar que não lhe dão chances para defender-se, além do tempo necessário para pensar , desfrute aqui de todo o espaço que precisar. Só não vale mentir, tá certo ?