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Já de algum tempo, temos endereçado críticas e mais criticas ao chamado “Poder Judiciário” seja pelo fisiologismo que emprega, pelo nepotismo que pratica, pela falta de critérios com que julga, ou pelo corporativismo de que se acha possuído.
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Vocês podem fazer a pesquisa que quiserem, abrangendo o tempo que desejarem, e encontrarão um punhado considerável de motivos para se perguntarem se o que temos é um Poder Judiciário como tal deveria ser, guardião da lei e da ordem, fiscalizador intransigente no cumprimento do arcabouço jurídico de que se reveste a sociedade para sua proteção, para seu bem estar e para o convívio harmonioso entre os cidadãos que a compõem. Ou, pelo histórico e conjunto da obra, melhor seria chamá-lo de suprema corte dos horrores ?
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A cada um conforme suas convicções e conclusões. De nossa parte, preferimos eleger o Poder Judiciário, ao lado dos demais Poderes da República, Legislativo e Executivo, como a elite exploradora e degradante que corrompe e suga as energias da sociedade em benefício, única e exclusivamente, de seus próprios interesses, tanto mais mesquinhos quanto mais egoístas. Em alguns casos, até os mais sórdidos...
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Cumprissem o dever que lhes foi confiado, por certo o Brasil seria um país melhor, mais civilizado e menos injusto. Porém, orientados pela prática histórica de extorquir a nação sem nada lhes oferecer em troca, tornaram-se figuras ridículas e patéticas, cuja ação longe está a lhes justificar o enorme custo que representam para o país.
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Hoje, apresentaremos algumas das pérolas desta corte suprema de horrores em que se transformou o Poder Judiciário. Que cada um julgue por si mesmo. E mais: quando a sociedade passou cobrando que este poder preconceituoso e elitista tivesse um controle externo para aperfeiçoamento do próprio sistema, foi criado um Conselho Nacional de Justiça. Qual ! A primeira coisa com que os áulicos justamente se preocuparam foi enveredarem pelo caminho de não se cumprir a lei, auto impondo-se férias coletivas (?) e uns penduricalhos financeiros os quais, por graça da pressão vinda da sociedade, foram de imediato derrubados pelo STF. O que demonstra que no Brasil, chegar ao serviço público, seja em que nível ou esfera se tratar, está se tornando em passaporte para extorsão, impunidade e prevaricação. A sociedade ? Bem, ela que se dane, para a elite política o que importa mesmo é “primeiro o meu”: o “nosso” está, portanto, privatizado pelos gigolôs da nação.
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Resumo da ópera:
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Leiam nas crônicas de Roberto Pompeu Toledo e André Petry, na Revista Veja desta semana, a seguir transcritas, e percebam o quanto a justiça é mansa, flexível, negligente, condescendente para com os abastados ou governantes, e pesada, má, preconceituosa, arrogante, inflexível para com os pobres. Juntem jornais nos próximos seis meses e vocês coletarão uma longa lista de ações partidas da suprema corte dos horrores que se alinham aos casos adiante citados. E quando se quiser saber as causas pelo baixo crescimento do país e da falta de investimentos em atividades produtivas, saibam que, não bastam culpar-se juros altos, carga tributária excessiva, burocracia repulsiva: olhem para o judiciário. Neles vocês encontrarão muitas razões para o país estar à deriva, desgovernado e desacreditado pelo mundo civilizado, que não aceita a idéias de se manter um poder judiciário caro do jeito que o nosso é, e que faz tudo menos ... justiça. Ah, lembre-se que criminoso libertado pela Justiça como ocorre todos os dias, alimentam que a violência cresça em níveis quase insuportáveis. Seria oportuno que a ministra Ellen Gracie, junto com Gilmar Mendes, que foram assaltados nesta semana no Rio Janeiro, começassem a refletir se sua “brandura” já não está se voltando contra eles mesmos.
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Alegue o Poder Judiciário, em sua defesa, o que bem entender, falta de pessoal, falta de estrutura, falta de investimentos, o por aí vai. Porém, considerando-se os monumentos que são erguidos como “Palácios da Justiça” e pelo salários e vantagens, benefícios e privilégios pagos regiamente, e numa escala que chega a ser um acinte em relação ao restante dos trabalhadores deste país, usar em seus critérios de julgamento, dois pesos e duas medidas como se vê diariamente em nossos tribunais, perdoem-me os juízes e magistrados, mas isto demonstra coisa muito distante do papel que lhes cabe cumprir. No que se justifica a manutenção da pergunta que inquieta a todos: para quê mesmo serve nossa “Justiça”? Vale lembrar o papel que desempenha e desempenhou recentemente, o tal de Tribunal Eleitoral... Campanha política no Brasil virou um jogo de vale tudo. A justiça eleitoral ? Cega, surda e muda, só serve para apurar votos e diplomar os “eleitos” !
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Aliás, quando o ministro da Justiça do governo passa a maior parte do tempo atuando como criminalista para salvar a pele dos "companheiros" enredados com falcatruas de toda a ordem e gênero, já se pode imaginar para quê realmente serve a justiça deste país ... Portanto, o que vale para o Judiciário, se encaixa perfeitamente bem no Legislativo e no Executivo. Com a mesma medida, pelas mesmas razões, pela mesma inutilidade com que se comportam. Como já dissemos em artigo anterior, o Brasil, enquanto isso, segue à deriva. Largado à própria sorte, ou seria mais apropriado dizer, má sorte ???!!!
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Vocês podem fazer a pesquisa que quiserem, abrangendo o tempo que desejarem, e encontrarão um punhado considerável de motivos para se perguntarem se o que temos é um Poder Judiciário como tal deveria ser, guardião da lei e da ordem, fiscalizador intransigente no cumprimento do arcabouço jurídico de que se reveste a sociedade para sua proteção, para seu bem estar e para o convívio harmonioso entre os cidadãos que a compõem. Ou, pelo histórico e conjunto da obra, melhor seria chamá-lo de suprema corte dos horrores ?
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A cada um conforme suas convicções e conclusões. De nossa parte, preferimos eleger o Poder Judiciário, ao lado dos demais Poderes da República, Legislativo e Executivo, como a elite exploradora e degradante que corrompe e suga as energias da sociedade em benefício, única e exclusivamente, de seus próprios interesses, tanto mais mesquinhos quanto mais egoístas. Em alguns casos, até os mais sórdidos...
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Cumprissem o dever que lhes foi confiado, por certo o Brasil seria um país melhor, mais civilizado e menos injusto. Porém, orientados pela prática histórica de extorquir a nação sem nada lhes oferecer em troca, tornaram-se figuras ridículas e patéticas, cuja ação longe está a lhes justificar o enorme custo que representam para o país.
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Hoje, apresentaremos algumas das pérolas desta corte suprema de horrores em que se transformou o Poder Judiciário. Que cada um julgue por si mesmo. E mais: quando a sociedade passou cobrando que este poder preconceituoso e elitista tivesse um controle externo para aperfeiçoamento do próprio sistema, foi criado um Conselho Nacional de Justiça. Qual ! A primeira coisa com que os áulicos justamente se preocuparam foi enveredarem pelo caminho de não se cumprir a lei, auto impondo-se férias coletivas (?) e uns penduricalhos financeiros os quais, por graça da pressão vinda da sociedade, foram de imediato derrubados pelo STF. O que demonstra que no Brasil, chegar ao serviço público, seja em que nível ou esfera se tratar, está se tornando em passaporte para extorsão, impunidade e prevaricação. A sociedade ? Bem, ela que se dane, para a elite política o que importa mesmo é “primeiro o meu”: o “nosso” está, portanto, privatizado pelos gigolôs da nação.
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Resumo da ópera:
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Leiam nas crônicas de Roberto Pompeu Toledo e André Petry, na Revista Veja desta semana, a seguir transcritas, e percebam o quanto a justiça é mansa, flexível, negligente, condescendente para com os abastados ou governantes, e pesada, má, preconceituosa, arrogante, inflexível para com os pobres. Juntem jornais nos próximos seis meses e vocês coletarão uma longa lista de ações partidas da suprema corte dos horrores que se alinham aos casos adiante citados. E quando se quiser saber as causas pelo baixo crescimento do país e da falta de investimentos em atividades produtivas, saibam que, não bastam culpar-se juros altos, carga tributária excessiva, burocracia repulsiva: olhem para o judiciário. Neles vocês encontrarão muitas razões para o país estar à deriva, desgovernado e desacreditado pelo mundo civilizado, que não aceita a idéias de se manter um poder judiciário caro do jeito que o nosso é, e que faz tudo menos ... justiça. Ah, lembre-se que criminoso libertado pela Justiça como ocorre todos os dias, alimentam que a violência cresça em níveis quase insuportáveis. Seria oportuno que a ministra Ellen Gracie, junto com Gilmar Mendes, que foram assaltados nesta semana no Rio Janeiro, começassem a refletir se sua “brandura” já não está se voltando contra eles mesmos.
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Alegue o Poder Judiciário, em sua defesa, o que bem entender, falta de pessoal, falta de estrutura, falta de investimentos, o por aí vai. Porém, considerando-se os monumentos que são erguidos como “Palácios da Justiça” e pelo salários e vantagens, benefícios e privilégios pagos regiamente, e numa escala que chega a ser um acinte em relação ao restante dos trabalhadores deste país, usar em seus critérios de julgamento, dois pesos e duas medidas como se vê diariamente em nossos tribunais, perdoem-me os juízes e magistrados, mas isto demonstra coisa muito distante do papel que lhes cabe cumprir. No que se justifica a manutenção da pergunta que inquieta a todos: para quê mesmo serve nossa “Justiça”? Vale lembrar o papel que desempenha e desempenhou recentemente, o tal de Tribunal Eleitoral... Campanha política no Brasil virou um jogo de vale tudo. A justiça eleitoral ? Cega, surda e muda, só serve para apurar votos e diplomar os “eleitos” !
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Aliás, quando o ministro da Justiça do governo passa a maior parte do tempo atuando como criminalista para salvar a pele dos "companheiros" enredados com falcatruas de toda a ordem e gênero, já se pode imaginar para quê realmente serve a justiça deste país ... Portanto, o que vale para o Judiciário, se encaixa perfeitamente bem no Legislativo e no Executivo. Com a mesma medida, pelas mesmas razões, pela mesma inutilidade com que se comportam. Como já dissemos em artigo anterior, o Brasil, enquanto isso, segue à deriva. Largado à própria sorte, ou seria mais apropriado dizer, má sorte ???!!!