Ministério errou resultados da Prova Brasil em 2006
Da Folha de S.Paulo
O Ministério da Educação divulgou em 2006 -ano eleitoral -dados errados sobre o resultado da Prova Brasil, exame nacional que avalia o desempenho dos estudantes de escolas públicas de todo o país.
A rede municipal de São Paulo, por exemplo, figurava entre as piores capitais do país. Com a revisão dos dados, o sistema paulistano subiu para o bloco intermediário de desempenho.
As informações sobre Porto Alegre, Belo Horizonte, Porto Velho e Boa Vista também estavam incorretos. O governo federal estima que os erros atingiram até 5% dos dados.
O Inep, instituto de pesquisas do Ministério da Educação, admitiu ontem à Folha que algumas informações divulgadas estavam incorretas.
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Justiça libera programação na televisão aberta
As emissoras de televisão obtiveram liminar que permite a exibição de programas considerados impróprios para crianças e adolescentes no horário livre, antes das 20h. A decisão foi uma vitória da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) contra as regras de classificação elaboradas pelo Ministério da Justiça.
A liminar, assinada pelo ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça, tem caráter provisório, mas as regras de exibição já estão suspensas. As emissoras deverão, apenas, avisar sobre a classificação dos programas.
José Elias Romão, diretor de classificação do ministério, afirma que, com a liberação, as TVs ficam sem controle e a infância desprotegida. Já Flávio Cavalcanti Jr., diretor da Abert, acha que "os pais devem decidir o que o filho assiste".
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Difícil vida fácil em Bali
Os seis deputados federais que o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, enviou a um sarau de parlamentares na paradisíaca ilha de Bali (Indonésia), receberam dez diárias: cada um embolsou US$ 3,5 mil (R$ 7 mil). O evento é de seis dias, mas eles ficarão por lá duas semanas. As passagens (de classe executiva) custam ao contribuinte US$ 8 mil (R$ 16 mil). Lideram o grupo os deputados Alexandre Santos (PMDB-RJ) e José Mentor (PT-SP).
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Lula: CPI do Apagão Aéreo não preocupa governo
Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, na noite desta quarta-feira, que o governo não tentará barrar a CPI do Apagão Aéreo e que está mais preocupado em consolidar seus programas.
"O governo não vai tentar barrar a CPI. O Congresso que organize a faça a CPI", disse, ao chegar a Santiago, no Chile, onde amanhã se encontrará com a presidente Michelle Bachelet.
"Estou, neste momento, muito mais preocupado em consolidar o PAC, o programa de educação. E ainda temos outros programas para anunciar nos próximos meses, um para melhorar a política social, um para cuidar melhor da saúde. Esta é a minha preocupação", disse o presidente.
Lula disse que não tem "o hábito fazer julgamento de decisões do Judiciário", ao ser questionado sobre a sentença do Supremo Tribunal Federal que determinou a criação da CPI".
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Ministro dá prazo para Ibama liberar licença
Tiago Pariz Do G1
O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, estabeleceu maio como prazo para que o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) conceda as licenças ambientais para iniciar as obras das usinas hidrelétricas do rio Madeira, em Rondônia.
Da Folha de S.Paulo
O Ministério da Educação divulgou em 2006 -ano eleitoral -dados errados sobre o resultado da Prova Brasil, exame nacional que avalia o desempenho dos estudantes de escolas públicas de todo o país.
A rede municipal de São Paulo, por exemplo, figurava entre as piores capitais do país. Com a revisão dos dados, o sistema paulistano subiu para o bloco intermediário de desempenho.
As informações sobre Porto Alegre, Belo Horizonte, Porto Velho e Boa Vista também estavam incorretos. O governo federal estima que os erros atingiram até 5% dos dados.
O Inep, instituto de pesquisas do Ministério da Educação, admitiu ontem à Folha que algumas informações divulgadas estavam incorretas.
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Justiça libera programação na televisão aberta
As emissoras de televisão obtiveram liminar que permite a exibição de programas considerados impróprios para crianças e adolescentes no horário livre, antes das 20h. A decisão foi uma vitória da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) contra as regras de classificação elaboradas pelo Ministério da Justiça.
A liminar, assinada pelo ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça, tem caráter provisório, mas as regras de exibição já estão suspensas. As emissoras deverão, apenas, avisar sobre a classificação dos programas.
José Elias Romão, diretor de classificação do ministério, afirma que, com a liberação, as TVs ficam sem controle e a infância desprotegida. Já Flávio Cavalcanti Jr., diretor da Abert, acha que "os pais devem decidir o que o filho assiste".
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Difícil vida fácil em Bali
Os seis deputados federais que o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, enviou a um sarau de parlamentares na paradisíaca ilha de Bali (Indonésia), receberam dez diárias: cada um embolsou US$ 3,5 mil (R$ 7 mil). O evento é de seis dias, mas eles ficarão por lá duas semanas. As passagens (de classe executiva) custam ao contribuinte US$ 8 mil (R$ 16 mil). Lideram o grupo os deputados Alexandre Santos (PMDB-RJ) e José Mentor (PT-SP).
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Lula: CPI do Apagão Aéreo não preocupa governo
Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, na noite desta quarta-feira, que o governo não tentará barrar a CPI do Apagão Aéreo e que está mais preocupado em consolidar seus programas.
"O governo não vai tentar barrar a CPI. O Congresso que organize a faça a CPI", disse, ao chegar a Santiago, no Chile, onde amanhã se encontrará com a presidente Michelle Bachelet.
"Estou, neste momento, muito mais preocupado em consolidar o PAC, o programa de educação. E ainda temos outros programas para anunciar nos próximos meses, um para melhorar a política social, um para cuidar melhor da saúde. Esta é a minha preocupação", disse o presidente.
Lula disse que não tem "o hábito fazer julgamento de decisões do Judiciário", ao ser questionado sobre a sentença do Supremo Tribunal Federal que determinou a criação da CPI".
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Ministro dá prazo para Ibama liberar licença
Tiago Pariz Do G1
O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, estabeleceu maio como prazo para que o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) conceda as licenças ambientais para iniciar as obras das usinas hidrelétricas do rio Madeira, em Rondônia.
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“Temos um prazo para tomar a decisão sobre o próximo passo, até maio, senão teremos que discutir uma fonte térmica ou nuclear. (A alternativa) não será eólica nem solar”, afirmou o ministro após reunir-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (25).
“Temos um prazo para tomar a decisão sobre o próximo passo, até maio, senão teremos que discutir uma fonte térmica ou nuclear. (A alternativa) não será eólica nem solar”, afirmou o ministro após reunir-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (25).
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“Nós temos estudos técnicos que mostram que, do ponto de vista econômico e ambiental, as usinas do Madeira são as melhores fontes de energia”, afirmou o ministro sobre as duas hidrelétricas: Jarau, com capacidade para gerar 3.300 megawatts, e Santo Antônio, com capacidade de 3.150 MW.
“Nós temos estudos técnicos que mostram que, do ponto de vista econômico e ambiental, as usinas do Madeira são as melhores fontes de energia”, afirmou o ministro sobre as duas hidrelétricas: Jarau, com capacidade para gerar 3.300 megawatts, e Santo Antônio, com capacidade de 3.150 MW.
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A expectativa do governo é iniciar a licitação em julho para que se consiga ter as duas usinas funcionando a partir de maio de 2012. As obras no complexo do rio Madeira são consideradas as principais que constam do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para o aumento da oferta energética.
A expectativa do governo é iniciar a licitação em julho para que se consiga ter as duas usinas funcionando a partir de maio de 2012. As obras no complexo do rio Madeira são consideradas as principais que constam do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para o aumento da oferta energética.
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Investidor observa com cautela
Os investidores encararam a divisão do Ibama e a reestruturação do Ministério do Meio Ambiente com otimismo cauteloso. Para o setor privado, é um sinal de que o governo pretende acelerar a concessão de outorgas e licenças ambientais. Passar da intenção para prática, dizem com ironia e desconfiança, é outra história.
- A reestruturação do Ministério de Meio Ambiente, se contribuir para superarmos esses desafios, será bastante útil - disse o presidente da Associação Brasileira de Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy. - É preciso haver previsibilidade na gestão ambiental. O empreendedor precisa saber, quando decide investir em determinado projeto, quanto tempo será necessário para a conclusão do processo de licenciamento ambiental e qual será o custo final.
O presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Salles, que representa os investidores do setor de energia, disse que a decisão de priorizar o licenciamento ambiental é tardia, mas positiva.
- É difícil analisar a eficácia dessa medida, mas pelo menos o governo dá a entender que está preocupado com essa questão - declarou Salles. - Não há mais tempo para discutir essa questão porque já temos um risco elevado de apagão.
De acordo com pesquisa do instituto, mesmo se todas as usinas previstas pelo governo forem construídas no prazo previsto, há risco de 8% de haver racionamento de energia em 2010. No setor elétrico, o índice é considerado alarmante quando supera 5%.
- É muito preocupante porque sabemos que muitas usinas estão atrasadas. Não dá para continuar adiando licenças, é preciso resolver isso logo - disse Salles. (L.R.)
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Sobre os portos brasileiros
Da coluna do Hélio Fernandes, Tribuna da Imprensa
Os mais influentes empresários dos EUA têm hoje uma admiração: o funcionamento dos portos na China, na Índia e Paquistão. Dezenas de navios entram e saem no mesmo dia, são desembaraçados imediatamente.
No Brasil, briga-se por causa de uma secretaria de portos, que já quiseram até "atrelar" ao Ministério de Turismo. Para fortalecer Dona Marta. Acreditam que passageiros entram pelos portos. Que República.