Meu Deus, não conseguimos controlar as armas que povoam os guetos do crime nas grandes cidades, não conseguimos sequer impedir o contrabando colossal que atravessa nossas fronteiras, mal se consegue impedir que elas entrem nos presídios (!!!), e agora vossa excelência, tomado por sentimento saudosista do tempo da ditadura militar, para não dizer megalômano, anuncia com todas as letras que o País voltará a fabricar armas.
Eis o retrato fiel de um governo que não consegue gastar o que está previsto no orçamento em ações e programas indispensáveis à melhor qualidade de vida de seu povo, como saúde, educação, segurança, estradas, etc., e vai torrar milhões ou bilhões para ressuscitar um projeto bélico num Brasil que não está em guerra com ninguém, a não ser consigo próprio por absoluta incompetência do governo em garantir um mínimo de segurança interna.
A reportagem é do Estadão online:
O Brasil quer voltar a construir suas usinas de material bélico e aperfeiçoar sua capacidade de fabricar armas. O governo já está comprando material militar. A declaração foi dada pelo próprio presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista publicada ontem num dos jornais mais respeitados da Europa, o espanhol El Pais.
- Nos anos 70, tínhamos usinas modernas que fabricavam blindados - lembrou Lula. - Mas elas foram destruídas. O Brasil deve voltar a ter tudo o que tinha e recomeçar a construir suas usinas de material de guerra.
O Brasil vem multiplicando suas iniciativas para reforçar sua potência militar, modernizando submarinos, fabricando mísseis com a África do Sul, comprando aviões usados, como os novos modelo Mirage 2000, da França, e ainda relançando seu programa nuclear.
O presidente desmentiu, porém, que tenha entrado numa corrida armamentista na América do Sul, pela proposta de aumentar em 50% o Orçamento para o Ministério da Defesa ano que vem. O Chile comprou modernos caças F-15 dos Estados Unidos, embora não tenha importado a tecnologia. Mas o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, assustou os militares de todo o continente ao anunciar, ano passado, a compra de um dos mais poderosos caças do mundo, o russo Sukkhoi. Foram 15 unidades. Lula disse que o Orçamento militar "é pequeno".
Eis o retrato fiel de um governo que não consegue gastar o que está previsto no orçamento em ações e programas indispensáveis à melhor qualidade de vida de seu povo, como saúde, educação, segurança, estradas, etc., e vai torrar milhões ou bilhões para ressuscitar um projeto bélico num Brasil que não está em guerra com ninguém, a não ser consigo próprio por absoluta incompetência do governo em garantir um mínimo de segurança interna.
A reportagem é do Estadão online:
O Brasil quer voltar a construir suas usinas de material bélico e aperfeiçoar sua capacidade de fabricar armas. O governo já está comprando material militar. A declaração foi dada pelo próprio presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista publicada ontem num dos jornais mais respeitados da Europa, o espanhol El Pais.
- Nos anos 70, tínhamos usinas modernas que fabricavam blindados - lembrou Lula. - Mas elas foram destruídas. O Brasil deve voltar a ter tudo o que tinha e recomeçar a construir suas usinas de material de guerra.
O Brasil vem multiplicando suas iniciativas para reforçar sua potência militar, modernizando submarinos, fabricando mísseis com a África do Sul, comprando aviões usados, como os novos modelo Mirage 2000, da França, e ainda relançando seu programa nuclear.
O presidente desmentiu, porém, que tenha entrado numa corrida armamentista na América do Sul, pela proposta de aumentar em 50% o Orçamento para o Ministério da Defesa ano que vem. O Chile comprou modernos caças F-15 dos Estados Unidos, embora não tenha importado a tecnologia. Mas o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, assustou os militares de todo o continente ao anunciar, ano passado, a compra de um dos mais poderosos caças do mundo, o russo Sukkhoi. Foram 15 unidades. Lula disse que o Orçamento militar "é pequeno".