segunda-feira, outubro 22, 2007

Chavez não informou o Brasil sobre doação de livro

Acusamos e sustentamos a acusação em relação a Chavez: ele quer se tornar o imperador da América Latina. Sua intromissão constante nos assuntos internos dos países vizinhos, o investimento em aparato militar, as ameaças constantes que faz aos Estados Unidos em "nome" dos outros, as agressões que têm feito às inúmeras instituições brasileiras que o criticam (inclusive em nosso próprio território, sob o beneplácito injustificável do governo atual), não são casuais. Fazem parte de uma estratégia. Na semana passada comentamos aqui a questão da tal distribuição de livros do Simão Bolívar que ele pretende fazer em "todas as escolas públicas brasileiras". E tudo é feito sob as bênçãos e cumplicidade do governo brasileiro. Agora, sequer ele pede permissão para "invadir" nossas escolas com seus disparates. O tal livro vai ser distribuído sem sequer ter ocorrido algum comunicado a respeito. É um absurdo! Se mais alguma coisa precisava acontecer para este desgoverno jogar na lama nossa independência e autodeterminação já não falta mais. Agora, definitivamente, estamos de joelhos diante da mediocridade. A notícia é do Portal G1.
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Venezuela quer distribuir livros em escolas do DF e não informou o Brasil
Portal G1

Obra sobre Simón Bolívar será distribuída pela embaixada venezuelana.
Governo do DF, MEC e Ministério das Relações Exteriores não foram informados.


A embaixada da Venezuela no Brasil pretende distribuir a bibliotecas de escolas do Distrito Federal exemplares do livro “Simón Bolívar, o Libertador”, com textos atribuídos a Simón Bolívar, considerado herói na Venezuela. No entanto a assessoria de imprensa do governo do Distrito Federal disse não ter conhecimento da iniciativa.

O Ministério da Educação (MEC), afirmou, por meio de sua assessoria, que não foi informado oficialmente da distribuição dos livros. Disse ainda que não tem que se pronunciar sobre o caso, pois é direito e responsabilidade das escolas receberem ou recusarem as doações.

O Ministério das Relações Exteriores também não foi contatado oficialmente. A obra tem o lançamento previsto para o dia 30, no Museu Nacional de Brasília, que cedeu o espaço para o evento.

“A idéia que temos é convidar para apresentação desta obra a cada um dos diretores (são mais de 600) das escolas públicas do DF, para que cada um deles possa levar um exemplar de graça para sua escola e o livro possa ser lido e conhecido pelos estudantes brasilienses”, afirmou por nota o adido cultural da embaixada da Venezuela no Brasil, Wilfredo Machado.

Segundo Machado, a distribuição do livro, com tiragem de 5 mil exemplares, vai começar logo após seu lançamento. A obra contém cem textos atribuídos a Bolívar escritos entre 1805 e 1830. Ele é a principal referência para o presidente Hugo Chávez na "revolução" que diz ter iniciado no país.

Além das escolas do Distrito Federal, devem receber os livros colégios vizinhos aos Consulados da Venuzuela no Brasil. O consulado de São Paulo levará 600 exemplares; o do Rio, 500; e os de Belém, Manaus e Boa Vista, 300 cada um. A obra terá distribuição gratuita.