Do Blog Noblat, leiam a notícia a seguir com muito atenção, principalmente o que vai em negrito. Comentaremos depois.
Juíza autoriza invasão de apartamento de ACM na Bahia
Dois oficiais de Justiça, acompanhados por dois capitães da Polícia Militar da Bahia, um tenente, seis soldados e quatro advogados do empresário César Mata Pires, dono da construtora OAS, estão há mais de três horas dentro do apartamento do ex-senador Antonio Carlos Magalhães, no bairro da Graça, em Salvador, ocupados em listar todos os objetos ali existentes.
Mata Pires é marido de Teresa, filha de ACM. Com o apoio da mulher, ele briga na Justiça por parcela expressiva dos bens deixados pelo sogro que morreu em julho último. A ação policial foi autorizada por Fabiana Andrea Almeida Oliveira Pellegrino, juíza auxiliar da 14a. Vara da Família, e mulher do deputado federal Nelson Pellegrino, do PT.
Como não havia ninguém no apartamento na hora em que os oficiais de Justiça ali chegaram, a porta foi aberta com a ajuda de dois chaveiros. A juíza mandara, ontem, citar a viúva de ACM, dona Arlete, 78 anos de idade, cardíaca, vítima de um infarto há dois anos. Concedeu-lhe um prazo de 48 horas para oferecer todas as informações pedidas por Mata Pires.
Dona Arlete não estava em casa quando um oficial de justiça a procurou. Antes que o prazo de 48 horas se esgotasse, a juíza ordenou a invasão do apartamento. Funcionários e três carros da OAS foram postos por Mata Pires à disposição dos oficiais de justiça e dos policiais. Há pouco, o próprio motorista particular de Mata Pires voltou de uma loja do MacDonald´s trazendo sanduíches para todos eles.
Depois da morte de ACM, Mata Pires tentou ficar à frente da TV Bahia, a jóia da coroa do império de comunicação montado pelo ex-senador. Não conseguiu diante da oposição dos demais herdeiros de ACM - o atual senador Antonio Carlos Magalhães Júnior e os filhos do ex-deputado Luiz Eduardo Magalhães. Mata Pires não se conformou. E entrou com uma série de ações na Justiça.
Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB no Senado, criticou há pouco a invasão do apartamento do ex-senador Antonio Carlos Magalhães: "É um absurdo que uma juíza, mulher de um deputado do PT, não se considere impedida de autorizar uma ação como essa. O Senado está obrigado a manifestar sua solidariedade à família do ex-senador". O senador Pedro Simon (PMDB-RS) disse que se está "diante de um escândalo".
Foi suspensa por volta das 16h30 a ação policial no apartamento do ex-senador ACM. Os oficiais de justiça abriram cofres e revistaram todos os armários do apartamento.
COMENTANDO:
Tivesse a Juíza Fabiana um pingo de juízo, antes de qualquer coisa, teria se declarado impedida de decidir o que quer que fosse. Seu marido pertence a um partido político que, historicamente, manteve uma relação inamistosa com o senador Antonio Carlos. E o que é pior é ter aceito que a invasão ao apartamento fosse “autorizada” antes do prazo de 48 horas que a própria juíza havia concedido, tivesse se esgotado. Além disso, de maneira alguma, a juíza Fabiana não poderia ter aceito apoio logístico de uma das partes envolvidas, na forma de carros, funcionários e até dinheiro para lanche à escolta policial e oficiais de justiça.
Estamos diante de não penas de um escândalo, mas de um verdadeiro chute no estado de direito, nas garantias individuais dos cidadãos previstas na Constituição, sem falar da postura ética com que todos os membros do Judiciário, seja de que escalão for, deveriam conduzir-se.
Agir de forma truculenta contra uma cidadã com 78 anos de idade, viúva de um senador do País recentemente falecido, doente, sem nada dever à Justiça, sendo tratada pior do que um reles criminoso, é uma brutalidade inadmissível ! Tivesse este país a seriedade no serviço público como a que se vê em países desenvolvidos, e esta juíza, por certo, já estaria afastada do Poder Judiciário que não pode abrigar servidores com tamanha falta de respeito às próprias leis a que está obrigado zelar.
Toda a ação desencadeada a partir dos atos da juíza, merece não apenas o repúdio de toda a sociedade brasileira (pelo menos a parte decente, que graças a Deus, é a maioria), como também desde já põem-se sob suspeição.
Até pela reação que se sabe ter havido em Salvador, o povo baiano saberá exigir, primeiro, que a juíza Fabiana seja imediatamente afastada do caso. Esta senhora já não reúne nenhuma condição moral para decidir com isenção, porque, conforme vimos, ela já fez sua escolha. E segundo, que o Poder Judiciário intervenha no caso e desfaça a meleca toda.
Agora é de se perguntar: que porcaria de país este Luiz Inácio e seu partido de bosta e ocupado por delinqüentes e criminosos está querendo transformar o Brasil? Não chegam os roubos, as falcatruas, as corrupções, as mentiras deslavadas, o desmanche e a deterioração das instituições, e ainda querem agredir os direitos e garantias individuais corrompendo parte da justiça em prol de seu projeto bagaceiro de poder?
A seguir nota divulgada pela família sob o ato violento e brutal desferido contra a viúva do ex-senador;
"A família do senador Antonio Carlos Magalhães repele o ato brutal e violento que foi cometido durante o dia de hoje, por mais de seis horas, contra a residência da senhora Arllete Magalhães, viúva do senador Antonio Carlos Magalhães.
Juíza autoriza invasão de apartamento de ACM na Bahia
Dois oficiais de Justiça, acompanhados por dois capitães da Polícia Militar da Bahia, um tenente, seis soldados e quatro advogados do empresário César Mata Pires, dono da construtora OAS, estão há mais de três horas dentro do apartamento do ex-senador Antonio Carlos Magalhães, no bairro da Graça, em Salvador, ocupados em listar todos os objetos ali existentes.
Mata Pires é marido de Teresa, filha de ACM. Com o apoio da mulher, ele briga na Justiça por parcela expressiva dos bens deixados pelo sogro que morreu em julho último. A ação policial foi autorizada por Fabiana Andrea Almeida Oliveira Pellegrino, juíza auxiliar da 14a. Vara da Família, e mulher do deputado federal Nelson Pellegrino, do PT.
Como não havia ninguém no apartamento na hora em que os oficiais de Justiça ali chegaram, a porta foi aberta com a ajuda de dois chaveiros. A juíza mandara, ontem, citar a viúva de ACM, dona Arlete, 78 anos de idade, cardíaca, vítima de um infarto há dois anos. Concedeu-lhe um prazo de 48 horas para oferecer todas as informações pedidas por Mata Pires.
Dona Arlete não estava em casa quando um oficial de justiça a procurou. Antes que o prazo de 48 horas se esgotasse, a juíza ordenou a invasão do apartamento. Funcionários e três carros da OAS foram postos por Mata Pires à disposição dos oficiais de justiça e dos policiais. Há pouco, o próprio motorista particular de Mata Pires voltou de uma loja do MacDonald´s trazendo sanduíches para todos eles.
Depois da morte de ACM, Mata Pires tentou ficar à frente da TV Bahia, a jóia da coroa do império de comunicação montado pelo ex-senador. Não conseguiu diante da oposição dos demais herdeiros de ACM - o atual senador Antonio Carlos Magalhães Júnior e os filhos do ex-deputado Luiz Eduardo Magalhães. Mata Pires não se conformou. E entrou com uma série de ações na Justiça.
Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB no Senado, criticou há pouco a invasão do apartamento do ex-senador Antonio Carlos Magalhães: "É um absurdo que uma juíza, mulher de um deputado do PT, não se considere impedida de autorizar uma ação como essa. O Senado está obrigado a manifestar sua solidariedade à família do ex-senador". O senador Pedro Simon (PMDB-RS) disse que se está "diante de um escândalo".
Foi suspensa por volta das 16h30 a ação policial no apartamento do ex-senador ACM. Os oficiais de justiça abriram cofres e revistaram todos os armários do apartamento.
COMENTANDO:
Tivesse a Juíza Fabiana um pingo de juízo, antes de qualquer coisa, teria se declarado impedida de decidir o que quer que fosse. Seu marido pertence a um partido político que, historicamente, manteve uma relação inamistosa com o senador Antonio Carlos. E o que é pior é ter aceito que a invasão ao apartamento fosse “autorizada” antes do prazo de 48 horas que a própria juíza havia concedido, tivesse se esgotado. Além disso, de maneira alguma, a juíza Fabiana não poderia ter aceito apoio logístico de uma das partes envolvidas, na forma de carros, funcionários e até dinheiro para lanche à escolta policial e oficiais de justiça.
Estamos diante de não penas de um escândalo, mas de um verdadeiro chute no estado de direito, nas garantias individuais dos cidadãos previstas na Constituição, sem falar da postura ética com que todos os membros do Judiciário, seja de que escalão for, deveriam conduzir-se.
Agir de forma truculenta contra uma cidadã com 78 anos de idade, viúva de um senador do País recentemente falecido, doente, sem nada dever à Justiça, sendo tratada pior do que um reles criminoso, é uma brutalidade inadmissível ! Tivesse este país a seriedade no serviço público como a que se vê em países desenvolvidos, e esta juíza, por certo, já estaria afastada do Poder Judiciário que não pode abrigar servidores com tamanha falta de respeito às próprias leis a que está obrigado zelar.
Toda a ação desencadeada a partir dos atos da juíza, merece não apenas o repúdio de toda a sociedade brasileira (pelo menos a parte decente, que graças a Deus, é a maioria), como também desde já põem-se sob suspeição.
Até pela reação que se sabe ter havido em Salvador, o povo baiano saberá exigir, primeiro, que a juíza Fabiana seja imediatamente afastada do caso. Esta senhora já não reúne nenhuma condição moral para decidir com isenção, porque, conforme vimos, ela já fez sua escolha. E segundo, que o Poder Judiciário intervenha no caso e desfaça a meleca toda.
Agora é de se perguntar: que porcaria de país este Luiz Inácio e seu partido de bosta e ocupado por delinqüentes e criminosos está querendo transformar o Brasil? Não chegam os roubos, as falcatruas, as corrupções, as mentiras deslavadas, o desmanche e a deterioração das instituições, e ainda querem agredir os direitos e garantias individuais corrompendo parte da justiça em prol de seu projeto bagaceiro de poder?
A seguir nota divulgada pela família sob o ato violento e brutal desferido contra a viúva do ex-senador;
"A família do senador Antonio Carlos Magalhães repele o ato brutal e violento que foi cometido durante o dia de hoje, por mais de seis horas, contra a residência da senhora Arllete Magalhães, viúva do senador Antonio Carlos Magalhães.
Sob pretexto de cumprir uma ordem judicial de avaliação de bens, 3 oficiais e 6 soldados da Polícia Militar da Bahia, acompanhados de 2 oficiais de Justiça e dois chaveiros, além de quatro advogados da Construtora OAS, arrombaram o apartamento da senhora Arllete Magalhães, situado a Rua da Graça, 383, aptº 1701, num claro ato de violação de privacidade e propriedade.
O agravante é que a ação de funcionários do Estado da Bahia e da Justiça recebeu o apoio logístico da Construtora OAS, cujo o proprietário César Mata Pires é parte interessada no processo. Veículos pertencentes a César Mata Pires transportaram oficiais de Justiça e um motorista do empresário foi comprar lanches no McDonalds para os militares.
Diante de tais atos de brutalidade e falta de civilidade contra a viúva do senador, que em nenhum momento foi citada na ação, a família do senador Antonio Carlos Magalhães vem a público dizer que todas as medidas legais serão tomadas e ao mesmo tempo vem agradecer as manifestações de solidariedade que vem recebendo de diversas pessoas da Bahia e de outros estados do Brasil".